sábado, 22 de novembro de 2014

Depois do Confinamento: 1x90 - Thais Macedo fala de dificuldade para arranjar empregos


Para a psicóloga Thaís Macêdo, de 35 anos, a experiência de participar do “Big Brother Brasil 6”, em 2006, foi mais negativa do que positiva. Ao entrar no confinamento, ela se revezava em três empregos. Ao sair de lá, levou um tempo para se recolocar no mercado em Belém, sua cidade natal. Como ela mesma diz, “a duras penas”. “Não olham para você como profissional. É visível o preconceito. Sempre vêm com a desculpa: ‘Seu currículo é ótimo, mas não tem vaga’”, desabafa ela, que hoje voltou a trabalhar numa clínica, aguarda ser chamada novamente pela prefeitura e faz cursos de aperfeiçoamento e um MBA.

Por conta da profissão, Thaís diz que vê hoje o programa como uma oportunidade de observar o comportamento humano em situações de pressão. “É interessante acompanhar as reações. A gente tem outro olhar, pensa: ‘Já vivi essa situação’. E se identifica com algumas pessoas”, conta ela, que assiste ao programa às vezes.


Inscrita no reality pelo prêmio (“Meus pais passavam por uma dificuldade financeira”), a paraense diz que a experiência também serviu de amadurecimento. “Ficar na casa foi difícil, mas lidei bem. Foi um crescimento também como pessoa”, diz ela, que é amiga de Juliana, Carlão, Daniel, Inês e Roberta, que também estiveram na sexta edição do reality. Mas o que ela estranhou foi o assédio: “A gente não podia nem comer que tiravam uma foto sua com o garfo na boca. Acho esquisito. Mas foi numa proporção bem maior. Normalmente, as pessoas são carinhosas”.

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