segunda-feira, 6 de junho de 2016

Biografia do Participante: 1x69 - Leandro Borgo


Leandro Borgo teve seus 15 minutos de fama quando sua história foi descoberta pela imprensa. Ele trabalhava como analistas de sistemas e recebia pouco mais de R$ 3 mil por mês. Ele chegou a assinar o contrato com a emissora e horas depois foi informado que tinha sido desclassificado por ter mentido que não conhecia funcionários da Rede Globo. Para o analista de sistemas, que afirma não conhecer ninguém na emissora, o que houve foi uma atitude discriminatória. Isso porque ele aparecia em uma foto postada no site de relacionamentos Orkut com uma suástica (símbolo do nazismo) pintada no braço, em uma festa à fantasia. Alegando ter sofrido danos morais e materiais, a defesa de Leandro Borgo entrou com ação na Justiça. Afirmou que a emissora provocou uma falsa expectativa quando lhe informou sobre a classificação e horas depois o desclassificou. Também sustentou que a não contratação teve relação com racismo ou crença ideológica. Já a emissora, na contestação, argumentou o contrário. Sustentou que Leandro Borgo não foi contratado por mentir sobre a amizade com pessoas que trabalham na emissora e negou que tivesse assinado qualquer contrato com o pretenso Big Brother.

A juíza Márcia Blanes deu razão, em parte, a Leandro Borgo. Para ela, a emissora não agiu de boa fé quando fez o analista viajar até o Rio de Janeiro para participar do programa e horas depois o dispensou por um motivo que sequer foi comprovado. “Fosse seu intuito não selecioná-lo, deveria ter antes averiguado a questão referente à amizade ou parentesco com funcionário da Globo que a ré insiste em dizer que o autor possuía. Note-se, aliás, que embora a ré afirme isso em contestação, não especificou o funcionário que seria conhecido do autor”, afirmou a juíza. “Ainda que possa selecionar as pessoas que atendam melhor seus critérios, não é razoável que o contrato, quase firmado, seja cancelado, em razão de informação imprecisa. Assim, a ré deverá ressarcir ao autor os danos materiais sofridos. A demissão do autor, ao contrário do que alega a ré, foi evidentemente causada pela necessidade de ir ao Rio de Janeiro, participando da fase final do processo de seleção. Assim, o prejuízo sofrido decorre da não contratação do autor.”


A revista "G Magazine", voltada para o público GLS, iniciou negociações para um ensaio de nudez com o rapaz assim que ele foi desclassificado do programa. Leandro treina jiu-jitsu e tem corpo atlético, perfil bastante explorado pela revista, porém, não fechou contrato com a publicação. Ele continuou no esporte e além de fazer sucesso internacional, ele também é responsável por uma empresa de energia solar.

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