segunda-feira, 13 de junho de 2016

Biografia do Participante: 1x74 - Léa Ferreira


Léa já tem mais marcas e cicatrizes, tanto externas quanto internas, que muita gente de idade bem mais avançada. Órfã de mãe desde os 11 anos, ela brigou com o pai aos 15, e saiu de casa para viver uma aventura com um "roqueiro" mais velho, já com uma filha de outro casamento, com quem morou por três anos e meio. Apesar de todas as dificuldades, a jovem, que há dois anos presta serviços de motogirl, driblando carros pelo selvagem trânsito de São Paulo, não deixa de abrir seu fácil sorriso e diz que vai ganhar o prêmio de R$ 1 milhão. Após o fracasso em seu relacionamento com o "roqueiro", Léa voltou para seu antigo lar e já não encontrou mais o pai. Ela passou a morar sozinha, numa casa, dividindo o terreno com uma de suas três irmãs, que, segundo ela, mora "numa casa no quintal". Além da perda da mãe, a motogirl, que é a caçula da família, também perdeu um irmão. Pouco antes de ser escolhida para o Big Brother Brasil 6, Léa vinha ficando com um rapaz. Ao saber que entraria para a casa, ela cobrou uma decisão de seu ficante: "Estava com esse cara há uns dois meses. Quando o cerco apertou, o coloquei contra a parede e cobrei uma decisão. Daí, ele disse que estávamos namorando", conta a motogirl.

Léa já foi caixa de supermercado, de padaria e chegou até mesmo a usar salto alto, num período em que teve um emprego de "secretária júnior". Nessa época, a graninha sobrando aguçou o sonho que sempre teve de comprar uma moto. Pouco tempo após o financiamento de sua primeira moto, Léa se viu na fila dos desempregados. No momento em que as prestações se acumulavam, ela encontrou um amigo que trabalhava numa pizzaria. Lá arrumou seu primeiro emprego de motogirl. Raridade entre seus colegas de trabalho, num meio essencialmente masculino, Léa diz não sofrer preconceito: "As empresas até gostam, dão preferência para o meu serviço. Acho que pelo fato de ser mais limpinha, mais educada. Os motoqueiros são complicados, não fazem nada para melhorar, nem mesmo a barba. Entre meus colegas, também não sinto preconceito. Acho que uns noventa por cento elogiam. Os outros dez, algumas vezes, xingam e me mandam pilotar um fogão", diz.


A motogirl não teve muito sucesso na sexta edição do programa, mas tentou alcançar a fama posando nua. Até chegou a fazer um filme pornô (que depois se arrependeu).

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