segunda-feira, 11 de junho de 2018

Biografia do Participante: 3x97 - Nayara de Deus


Nayara expande energia. A jornalista do ABC paulista mora no centro de São Paulo em um apartamento completamente amarelo. Sim, todas as paredes são amarelas! “Acho que dá um upgrade e um astral bom, né?”, justifica. Nêga, como é chamada carinhosamente pelos amigos e familiares, mora na companhia de seus gatos Mário e Antônia e de seu amigo, Kauê. Nesse lar amarelo, um item chama atenção no meio da sala: o carrinho de supermercado. “Sempre quis ter um carrinho. Além de decorar, fica bacana no meio da sala”, explica. A sister do BBB18 sabe garimpar os melhores brechós da capital paulista e tem três armários lotados de peças coloridas e exclusivas. Sem contar os acessórios que ficam pendurados nas portas do apartamento. “Eu curto muito estilo de roupa dos anos 60 e 70. Sinto, inclusive, que parei no tempo. Não sei como usar uma rede social, por exemplo”, ri de si mesma. É conhecida como fashionista entre os amigos e familiares. “Não posso repetir roupa!”. Filha única de pais extremamente exigentes, ela diz que não foi criada em um ambiente essencialmente amoroso em casa, o que contribuiu, acredita, para se tornar uma pessoa forte e dura. “Não sou tão fácil de lidar”, afirma. Aos 19 anos, saiu de casa, em Santo André, para realizar os sonhos na “cidade grande”. “Nunca quis depender de ninguém, eu me sustento sozinha”, orgulha-se.

A primeira grande realização que faz questão de destacar é o diploma para a profissão na qual se encontrou: “Costumo dizer que não sou jornalista, e sim, uma comunicadora nata”. Nayara não tem papas na língua. Quando é questionada sobre quem é o ídolo que inspira seu estilo de vida, ela é direta e reta: “Não sei dizer. Eu sou da militância”. Será, então, que Nayara vai levantar algum tipo de bandeira dentro da casa? Mais uma vez, ela é bem direta: “Não pretendo. Você mostra o empoderamento na maneira como age durante o dia com as pessoas, sendo uma pessoa decente, mas não necessariamente usando esse discurso que fica um pouco maçante. O melhor caminho é pela linha da dignidade, honestidade, que é fazer sua parte. Não pedir nada pros outros, não ter dívida com ninguém e poder andar com a cabeça erguida”. A mãe, Lúcia Helena, admite que sempre criou a filha com rigidez, talvez por isso Nayara tenha ido à luta tão cedo. Aos 6 anos, já tinha a confiança que carrega até hoje, e surpreendia até a mãe. “Todo mundo ficava falando que ela era linda, então eu tentava mostrar alguma característica que não era tão linda, para ela não sofrer. Aí, ela olhou para mim e falou: ‘Não me importa, eu sou linda!’”, lembra Lúcia.


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Um comentário:

  1. Mulher, negra, empoderada. Mesmo se ela for tipo uma Aline Blindada 2.0 NÃO ELIMINEM PRECOCEMENTE, PLEASE

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