terça-feira, 23 de abril de 2019

Biografia do Participante: 4x54 - Carolina Peixinho


“Eu sou iluminada e ponto final.” A certeza de Carolina, participante do BBB19, não é apenas uma frase de efeito. Ao entrar na casa da baiana de 33 anos, o aviso é claro: por favor, tire os sapatos. “A regra vem da Índia. O sapato é sujo e não é bom trazer isso para o seu Templo”, explica Regina, mãe da publicitária. Energia é a palavra que rege o lar de Peixinho, sobrenome que Carol adora. “Tudo começou a partir da minha mãe e do hinduísmo. Sempre tivemos grupos de meditações e respirações aqui em casa. A gente cresceu dentro dessa espiritualidade”. Formada em Publicidade e Propaganda, Carolina não se identificou com a área e trabalha desde 2009 na agência de turismo da irmã mais velha, Clarisse. Além disso, as irmãs são empreendedoras em um brechó. A entrevista em uma sala de estar repleta de artigos e símbolos esotéricos conta com o apoio da mãe, Regina, com quem divide o apartamento em Salvador, Bahia, e com os olhares de cumplicidade da irmã. Ariana arretada, Carolina afirma que se dá bem com todas as tribos, mas acha que isso pode ser prejudicial dentro do jogo. “Quando você se dá bem com todo mundo, acaba não pontuando o lado ruim das pessoas”, pondera.

Quando o assunto é relacionamento, a baiana é rápida na resposta e não descarta a possibilidade de beijar alguém dentro da casa. Hora do anúncio: “Vamos arrumar a mala, você está no BBB19”. Gritos de felicidade. Não de Carolina, mas sim da irmã, que com certeza é a fã número um da baiana, que leva a mão à boca, atônita e emocionada. No momento de fazer as malas, a ficha de Carolina não cai e a irmã toma à frente da arrumação. “Ela é fashion, despojada. Eu me garanto escolhendo os looks dela”, agiliza. A mãe oferece uma camisola mais ‘comportada’. “Supercomposta, pra galera não ficar de olho em você”, justifica. O abraço acalentador da mãe na hora da despedida é endossado com uma promessa. “Vou mandar muito Johrei pra você, todos os dias, todas as horas”, diz, referindo-se a uma prática que os messiânicos acreditam ser capaz de levar a luz purificadora de Deus a outra pessoa. A caminho do aeroporto, prestes a embarcar na ousada viagem, uma Carol silenciosa respira, medita e observa a Bahia, até que a música que toca na rádio desperta sua atenção e ela cantarola: “Tão natural quanto a luz do dia (...) Hoje ninguém vai estragar meu dia”.


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