terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Bruna Entrevista: 14x03 - Dimitri Venum


Olá, olá...Tudo bem, meus queridos? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E para deixar tudo ainda mais divertido, nós trouxemos um ator internacional, estou falando do queridíssimo Dimitri Venum, que aceitou vir compartilhar com a gente algumas de suas experiências na indústria dos filmes adultos, ou seja, se você for menor de idade, é melhor pedir a permissão de um adulto responsável antes de continuar lendo, beleza? Mas se você já é o próprio adulto responsável, então é só vir comigo!

Bruna Jones: Nos últimos anos você se tornou um dos atores de entretenimento adulto mais bem-sucedidos na área, até ganhando prêmios por sua atuação, mas antes de falarmos mais sobre isso, vamos voltar um pouco. O que você fazia ou com o que trabalhava antes de começar a atuar em vídeos adultos?
Dimitri Venum: Por mais surpreendente que possa parecer, eu tinha um trabalho que não tinha absolutamente nada a ver com filmes adultos. Eu era autônomo como engenheiro de computação. É um grande salto, eu percebo isso agora, mas ainda existem algumas coisas (como marketing de um produto, redes sociais) que permanecem bastante comuns a tudo isso.

Bruna Jones: Algumas pessoas entram no entretenimento adulto por fama, dinheiro ou até por simples prazer. O que te motivou a começar a fazer esses filmes? Além disso, como foi para você o início da sua trajetória como ator? Lembra como se sentiu no seu primeiro dia de filmagem?
Dimitri Venum: Primeiro de tudo, sempre tive um lado exibicionista (como muitas pessoas da minha idade) e estou confortável com meu corpo. Fui convidado para uma cena em um filme por meio de uma rede de contatos. Aproveitei a oportunidade porque era uma fantasia minha e eu gosto bastante de sexo. A oportunidade era boa demais para deixar passar. Não fiz isso pelo dinheiro ou por reconhecimento, apenas por mim mesmo, como um desafio pessoal. Adorei essa primeira experiência (o filme se chama "Testosterone") e quando vi o vídeo, sorri. Muitas pessoas viram o vídeo, e fui contatado por outros diretores. O que começou como um desafio pessoal se tornou um trabalho paralelo. Por volta da pandemia de Covid, quando surgiram plataformas como OnlyFans e JustForFans, aproveitei a oportunidade. Com o tempo, me tornei mais profissional e não me arrependo. 

Bruna Jones: Como todos sabemos, você nasceu na França e tem trabalhado em projetos tanto no seu país quanto para estúdios em outras partes do mundo, como os Estados Unidos. Como você lida com toda essa exposição global que recebeu, e como é para você ter a oportunidade de experimentar outras culturas fora do seu país?
Dimitri Venum: No início, eu não compreendia a dimensão da minha "carreira". Foi ao conhecer outros atores e diretores, assim como meus "fãs", que passei a ter uma compreensão mais clara. Nos últimos anos, conheci pessoas vibrantes, acolhedoras e inteligentes (longe do estereótipo da loira burra). Tive conversas sérias, compartilhei crises de riso e ganhei uma perspectiva muito diferente sobre culturas e histórias pessoais de certos povos por meio de seus atores. Histórias cheias de humildade, guerra e fuga de seus países, mas também de esperança por uma vida melhor, projetos futuros e ideias que espero que levem aos seus sucessos amanhã. Tudo isso é o que considero intercâmbio "internacional". É verdade que é um ângulo interessante descobrir uma cultura começando com algo tão íntimo quanto o sexo. 

Bruna Jones: Hoje em dia a pornografia se tornou muito mais acessível para o mundo todo; uma gravação pode se tornar viral em minutos e, com isso, mais pessoas consomem esse tipo de material. Do ponto de vista de um ator, você acredita que ainda pode haver preconceito contra quem trabalha nessa profissão?
Dimitri Venum: Preconceito, esse é um assunto delicado. Primeiro, gostaria de abordar um ponto que me parece importante. A indústria pornográfica está longe de ser livre de preconceitos. Mesmo que sejamos supostamente mais inclusivos, existem "atritos" dentro do que poderíamos chamar de comunidade. Isso pode ocorrer entre atores de países que estão em conflito ou entre diferentes categorias. Pode ser desanimador ouvir isso, mas somos humanos, e a rejeição existe também dentro da nossa comunidade, pelas mesmas razões que fora. Quanto ao mundo externo, digamos que, quando as pessoas descobrem meu trabalho, e o fato de que ele vai além de vídeos curtos, pode haver uma fase de choque que varia do nojo à aceitação. O nojo geralmente exige discussão, e a aceitação frequentemente leva a muitas perguntas. É uma profissão que repele tanto quanto fascina, em algum lugar entre o status de ícone e o de besta monstruosa.


Bruna Jones:
 Uma das coisas que mudou nessa indústria nos últimos anos é a forma como os artistas podem se expressar. Agora não é mais necessário esperar para ser contratado por uma grande empresa para alcançar sucesso; tudo que você precisa é de senso criativo e uma câmera, e pode começar a postar seu próprio conteúdo em plataformas como o "OnlyFans". Dito isso, artistas em geral tendem a ser perfeccionistas no seu trabalho. Você tem o hábito de assistir aos seus próprios vídeos e analisar o trabalho feito? Como você analisa a diferença entre trabalhos feitos por uma produtora e trabalhos feitos diretamente para plataformas?
Dimitri Venum: Digamos que, para fazer o trabalho de pós-produção, temos que assistir às nossas próprias performances. Gosto de detalhes e me treinei para usar softwares profissionais de edição. Com o tempo, comprei equipamentos: Câmera, iluminação e aprendi a trabalhar com atmosfera. O mais difícil, eu acho, é encontrar um local que não seja um quarto de hotel. A atmosfera é tão importante quanto o ator. Estúdios e plataformas não estão em competição; eles ocupam nichos ecológicos muito diferentes. Os estúdios trabalham mais a longo prazo, com história e atmosfera (figurinos, locações, estilo), enquanto as plataformas focam no consumo imediato e explosivo. Hoje, existem atores que fazem trabalhos realmente criativos no nível de estúdio, basicamente, a nova geração de diretores.

Bruna Jones: Você está nessa carreira há mais de cinco anos e acredito que tenha vivido muitas situações incomuns ou até engraçadas nos bastidores, não é? Poderia compartilhar uma das suas lembranças mais engraçadas dos bastidores?
Dimitri Venum: Isso às vezes acontece em certas filmagens; temos que fazer closes e planos abertos. Nos closes, conversamos entre nós, e isso é gravado; podemos também ver expressões faciais. Não é o caso nos planos abertos. Já aconteceu de alguns atores e eu falarmos bobagem tentando manter a seriedade. Mas também pode acontecer durante uma cena de sexo, uma ejaculação que vai para a câmera, ou no olho, um sofá que desmorona (já aconteceu várias vezes, porque sou meio desajeitado). É muito difícil se recuperar disso depois. 

Bruna Jones: Você tem um trabalho em que acaba se expondo de forma muito íntima diante das câmeras, e acredito que fora das filmagens você tenta manter uma rotina para estar sempre no seu melhor, certo? O que você costuma fazer para manter seu físico e aparência? Poderia compartilhar um pouco da sua rotina fora das câmeras?
Dimitri Venum: Faço muito esporte. Sou ex-jogador de rugby e comecei a fazer musculação alguns anos atrás. Compito, o que pode explicar porque meu físico varia dependendo de quando a foto é tirada. Faço entre 5 e 6 treinos de musculação por semana e também nado. Procuro me alimentar bem e, acima de tudo, ter uma dieta equilibrada. Vou à academia todos os dias, ou cedo de manhã ou antes do meio-dia, para ter a tarde livre, seja para colaborações ou outros projetos (e há muitos para gerenciar nesse ramo).  


Bruna Jones:
 Como eu disse antes, hoje você já tem uma carreira sólida na área e reconhecimento mundial, seja pelas redes sociais ou pelos prêmios que ganhou pelo seu trabalho. O que você pretende fazer com esse sucesso no futuro? Existem planos de longo prazo para o que você faz?
Dimitri Venum: Pretendo continuar progredindo e colaborar com grandes nomes também. A longo prazo, pretendo produzir filmes sob meu próprio selo, mas tudo isso ainda está sendo discutido com "a equipe francesa".

Bruna Jones: Hoje em dia, uma das formas de produção mais populares são os reality shows. Existem muitos tipos no mundo, desde programas de sobrevivência como "Survivor", até confinamento como "Big Brother", ou até de estratégia como "The Traitors". Alguns atores do entretenimento adulto foram convidados a participar desses programas. Se você fosse convidado, aceitaria? Se sim, há algum específico em que gostaria de participar?
Dimitri Venum: Sim, acompanhei isso. Allen King, por exemplo, se saiu muito bem (dou um salve para ele). Quanto a mim, acho que poderia participar de reality shows sobre esportes; não me sentiria confortável com programas de romance ou de solteiros. 

Bruna Jones: Eu não poderia terminar esta entrevista sem perguntar: Você já esteve no Brasil? Gostaria de nos visitar quando possível?
Dimitri Venum: Ainda não tive a chance de ir ao Brasil, mas devo admitir que me atrai bastante. O país e o povo são incríveis, cheios de energia positiva e sexual. Estou pensando em planejar uma viagem para o final de 2026. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Estou realmente ansioso para ir ver vocês e fazer algumas ótimas colaborações ou produções. Tenho certeza de que o contato entre França e Brasil vai criar algo explosivo e muito, muito quente." e se vocês quiserem continuar acompanhando ele nas redes sociais, relembrando que é preciso ser maior de idade para acessar algumas de suas plataformas, é só clicar AQUI. Neste link você encontra todas as redes sociais oficiais dele, beleza? 

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Bruna Entrevista: 14x02 - Ronn Moss


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado é internacional, o que deixa tudo ainda mais divertido! Trouxemos hoje o querido ator e música, Ronn Moss. Conversamos um pouco sobre como foi o inicio da sua carreira, alguns de seus projetos mais famosos e muito mais! Vem conferir toda a nossa conversa agora mesmo.

Bruna Jones: Você tem uma carreira incrível como artista, alcançando sucesso tanto na música quanto na atuação. Antes de nos aprofundarmos um pouco mais nesse assunto, eu gostaria de voltar ao começo... Na sua pré-adolescência você já demonstrava interesse pela música, certo? O que te motivou a seguir uma carreira nessa área? Você recebeu apoio da sua família?
Ronn Moss: Sim, eu já tinha formado bandas e trabalhava tocando em festas desde os 13 anos. Fui motivado ao ver os "The Beatles" na televisão aos 11 anos, o que me levou a querer tocar bateria primeiro, porque eu queria ser o Ringo Starr. Minha irmã levou um baixo para casa e eu me apaixonei por ele, e já estava aprendendo guitarra sozinho, ouvindo meu irmão mais velho aprender também, e percebi que a música era o que eu queria fazer. Minha família foi compreensiva e tolerava meus ensaios na sala de estar de casa. 

Bruna Jones: Sabemos que nos anos 70 o cenário musical era completamente diferente do que foi nos anos 90, e ainda mais diferente do que é hoje, com tantas redes sociais disponíveis para os artistas divulgarem seu trabalho e alcançarem um público maior. Dito isso, como foi para você, emocionalmente, o período antes de alcançar o sucesso? Acredito que, apesar das dificuldades no começo, você também viveu bons momentos, certo?
Ronn Moss: As bandas tocavam ao vivo e, naquela época, era importante ter uma gravadora. Hoje em dia, qualquer artista pode produzir, promover e distribuir sua própria música, o que dá mais controle criativo ao artista. Naquela época, a gente aceitava os pontos positivos e negativos, mas sempre mantinha o foco no objetivo: Tocar nossa música, fazer shows cada vez maiores e melhores para mais e mais pessoas. É preciso ter essa atitude positiva de que, não importa o que apareça no seu caminho, você deve transformar isso em algo bom. Cair para frente. Se você for colocado em uma situação difícil e houver a possibilidade de tropeçar... Caia para frente. Continue seguindo. Acho que hoje existem muitas oportunidades disponíveis para divulgar sua música para o mundo e também para ter liberdade criativa.

Bruna Jones: Com a banda "Player", no final dos anos 70, você já estava alcançando sucesso mundial, chegando ao primeiro lugar nas paradas musicais, entrando em listas das melhores bandas e vendo suas músicas se tornarem trilhas sonoras de filmes (que inclusive ocorrem até hoje). Como foi, para você, alcançar todo esse sucesso de repente e se tornar uma figura pública, em que além de fazer shows, também era necessário dar entrevistas, conversar com fãs e coisas do tipo? Isso acabou influenciando sua vida pessoal de alguma forma?
Ronn Moss: Eu tinha 25 anos quando "Baby Come Back" chegou ao primeiro lugar, e fizemos turnês com artistas como Eric Clapton, Kenny Loggins, Boz Scaggs e Heart. Tocar para plateias de 25 mil pessoas e ter esse sucesso foi realmente muito legal. Tivemos um outdoor na Sunset Boulevard, em Hollywood, aparecíamos em revistas e em programas musicais de televisão, nos apresentando. Então, desde cedo, tive uma boa "educação" sobre como lidar com a imprensa e a fama, e foi uma fase muito divertida para um jovem viajar e excursionar por todos os Estados Unidos. Sempre fui uma pessoa reservada, dá até para dizer que eu era excessivamente tímido. Mas quando subia ao palco, tudo mudava para mim. Levou um tempo, mas aprendi a equilibrar essa vida privada que eu adorava com a vida pública, me comunicando com fãs do mundo todo. Tudo o que fazemos influencia nossas vidas de maneiras inesperadas. 

Bruna Jones: Como eu disse antes, sua música continua sendo usada até hoje em grandes produções cinematográficas de vários gêneros, indo de "Adão Negro" que é um filme de ação/super-herói, até "A Casa do Lago", um romance mais dramático, entre outros... Como é saber que o seu trabalho marcou toda uma geração e continua influenciando a cultura pop até os dias de hoje? 
Ronn Moss: "Baby Come Back" vai comemorar seu 50º aniversário em 2027, e tenho muito orgulho de ver que ela resistiu ao teste do tempo e esteve presente em muitos comerciais, filmes e programas de televisão no mundo inteiro. Muitos jovens baixistas já me perguntaram sobre a linha de baixo no início da música, e é uma linha difícil de tocar por causa do sentimento envolvido, mais do que por estar escrita em partitura. Baixo e bateria precisam estar sincronizados com emoção. Eu tocava com o nosso baterista, John Friesen, desde o ensino fundamental, então nós realmente "empurrávamos e puxávamos" um ao outro com o baixo e a bateria. 

Bruna Jones: Como qualquer astro do rock, você acabou atraindo a atenção de muitas pessoas ao longo da sua carreira, e não demorou para que a televisão também quisesse um pouco de você. Você acabou aceitando um papel na novela "The Bold and the Beautiful" nos anos 80. Como surgiu esse convite e o que te motivou a querer ser ator? 
Ronn Moss: Foi o dono da gravadora do "Player", Robert Stigwood, da RSO Records, que me chamou de lado e perguntou se eu já tinha pensado em atuar. Quando as turnês e gravações com o "Player" diminuíram, decidi tentar a carreira de ator. Depois de alguns anos fazendo filmes e comerciais, fui convidado por um agente de elenco para fazer um teste para "The Bold and the Beautiful". Achávamos que talvez durasse apenas alguns anos, por ser uma série nova, mas acabou se tornando um fenômeno mundial.

Bruna Jones: Fazer parte de uma das novelas mais famosas do país certamente despertou ainda mais o interesse de muitas mulheres ao redor do mundo. Você inclusive apareceu na capa da revista "Playgirl" nos anos 90, não foi? Como foi, para você, se tornar um símbolo sexual e fazer parte da história de uma das revistas mais bem-sucedidas? 
Ronn Moss: Isso é muito engraçado para mim hoje, olhando em retrospecto, especialmente porque minha esposa, Devin, foi página principal e capa da "Playboy". Eu sempre pareci ter um grande público feminino de fãs, embora hoje em dia pareça haver cada vez mais homens, e de todas as idades. Sinceramente, eu não me levo tão a sério com toda essa coisa de "símbolo sexual".

Bruna Jones: Você construiu uma carreira incrível até aqui, tanto como músico quanto como ator, e como eu disse antes, hoje vivemos em um mundo cheio de redes sociais e plataformas de streaming que permitem que o trabalho de um artista seja apreciado mundialmente com mais facilidade. Dito isso, como é saber que você pode influenciar positivamente seus fãs ao redor do mundo, seja impactando a vida de alguém com sua música, despertando emoções por meio de um personagem ou de uma história que conta, ou até mesmo compartilhando um pouco da sua própria trajetória e experiências nas redes sociais? 
Ronn Moss: Eu entendo muito bem que a geração mais jovem adora as histórias e as experiências nostálgicas que lhes são contadas por meio das redes sociais, e é ótimo saber que meu trabalho influenciou outra geração de forma tão positiva. Tenho tentado estar mais presente on-line ultimamente para transmitir uma atitude positiva nesta vida que levamos hoje. Deus sabe que há coisas negativas demais por aí, e sinto que todos nós precisamos receber boas e positivas energias o máximo possível. 

Bruna Jones: Você é um artista completo, e sabemos que os artistas tendem a ser um pouco mais críticos com o próprio trabalho, certo? Você costuma se cobrar mais do que deveria quando está criando arte? Se sim, como lida com isso? E, aproveitando, o que te inspira no processo de criação?
Ronn Moss: Acredito que a criatividade seja o verdadeiro objetivo de tudo aquilo que nos motiva a celebrar e compartilhar a vida com os outros. Seja por meio da música, do cinema, da arte ou da fotografia, tudo isso faz parte do que me impulsiona internamente a compartilhar com o mundo. Eu acredito em frequência e vibração, que elevam a nossa alma para sentir alegria ou simplesmente para nos sentirmos reais. Tento sair da minha zona de conforto, como estou fazendo agora ao dirigir meu primeiro filme. Nem sempre é fácil subir ao palco e se apresentar musicalmente; isso exige um certo estado mental, e se eu não estou "sentindo" isso, preciso criar esse estado mental que me permita funcionar nessa vibração. A inspiração muitas vezes vem de assumir riscos e viver novas experiências.

Bruna Jones: 2026 está apenas começando e, com um novo ano, novos projetos e oportunidades também surgem no horizonte. Você tem alguma novidade sobre a sua carreira neste ano que possa compartilhar conosco? 
Ronn Moss: Sim. Acabei de concluir um filme de faroeste que produzi e dirigi, e também participei com música nele, que espero transformar em uma série chamada "Tex McKenzie". Minha esposa acabou de produzir e dirigir um documentário sobre a minha vida, chamado "My Beautiful Life", celebrando os marcos de 50 anos de "Baby Come Back" e do "Player", e 40 anos de "The Bold and the Beautiful" e do personagem Ridge. Também esperamos transformar esse projeto em uma docu-série. Ambos serão inscritos primeiro em festivais de cinema antes de fecharmos um acordo de distribuição. 

Bruna Jones: Eu não poderia encerrar esta conversa sem perguntar: Você já esteve no Brasil? Gostaria de nos visitar e compartilhar um pouco da sua música conosco quando possível? 
Ronn Moss: Nunca estive no Brasil e sempre quis visitar os fãs na América do Sul, mas nunca tive a oportunidade. Eu adoraria levar minha turnê "Evening with Ronn Moss", com músicas clássicas do rock e histórias da minha vida como Ridge/Ronn, ao redor do mundo, assim como já fiz na Finlândia e na Austrália. Eu amo continuar criativo e gosto muito de encontrar fãs em todo o mundo. Gostaria que houvesse alguém que pudesse ajudar a tornar possível uma turnê musical no lindo Brasil. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Permaneçam criativos, mantenham o foco em fazer aquilo que amam e vocês terão sucesso. Continuem positivos e fiéis a quem vocês são. Agradeço a cada um de vocês que tem sido tão leal ao meu trabalho. Sou muito grato por saber que tenho fãs brasileiros. Bênçãos a todos vocês." e para continuar acompanhando ele nas redes sociais, basta procurar por @ronnmoss no Instagram ou então clicar AQUI e conferir seu site pessoal, onde ele avisa: "Este é o melhor lugar para acompanhar minha trajetória e saber onde estarei a seguir." combinado?

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Bruna Entrevista: 14x01 - Nathan Chester


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o convidado de hoje é internacional, o que deixa tudo ainda mais divertido... Convidamos o músico Nathan Chester para saber um pouco mais de suas experiências na carreira e também falar um pouco da sua participação no "The Voice" americano, onde ele competiu pelo time do John Legend. Vem conferir um pouco mais sobre tudo isso!

Bruna Jones: Você é um cantor e compositor de sucesso, mas antes de falarmos mais sobre isso, vamos voltar ao começo de tudo? Como você se interessou por música e percebeu que gostaria de seguir carreira na área?
Nathan Chester: Eu me interessei por música pela primeira vez por causa da minha família. meu irmão mais velho toca guitarra e minhas irmãs e minha mãe cantam. Então eu cresci ouvindo muita música em casa e na igreja, e isso me inspirou a cantar no meu tempo livre. Quando cheguei ao ensino fundamental II, comecei a fazer peças e musicais. No ensino médio, joguei futebol por alguns anos e depois comecei a fazer musicais e a levar o canto e a performance mais a sério. Depois fui para a faculdade estudar música, e foi isso que me ajudou a começar a me apresentar ao redor do mundo. 

Bruna Jones: O início de uma carreira geralmente é um pouco mais complicado, especialmente para quem busca uma carreira artística, seja pela falta de oportunidades ou até pela instabilidade financeira... Como foi o começo da sua trajetória até agora? 
Nathan Chester: O começo da minha jornada como artista foi uma experiência mista. Tive algum sucesso na faculdade fazendo musicais em teatros de summer stock, que me ofereciam moradia e pagamento, mas apenas durante o verão, até eu precisar voltar para a faculdade. tive minha grande oportunidade quando me formei e consegui meu primeiro contrato em um navio de cruzeiro. 


Bruna Jones: Todo artista tende a ser um pouco rígido e perfeccionista em relação ao próprio trabalho. Você costuma exigir mais de si mesmo ao compor ou organizar um projeto artístico? Se sim, como lida com isso?
Nathan Chester: Quando comecei a cantar seriamente na faculdade, em teatros profissionais de summer stock, eu era muito duro comigo mesmo, na esperança de conseguir crescer e melhorar. Eu ficava frequentemente frustrado porque me sentia estagnado ou que não era bom o suficiente. Então eu analisava cada apresentação e a repetia na minha cabeça, obsessivamente, prestando atenção a cada detalhe. e, por um tempo, isso acabou sendo útil. Mas, no fim das contas, aprendi que faço meu melhor trabalho quando estou me divertindo. Hoje, ensaio e repito as músicas até me sentir realmente confortável, e assim consigo aproveitar as apresentações e as canções sem duvidar do meu valor, se eu cometer um erro vou enxergar um espaço para melhorar. 

Bruna Jones: A vida de um músico e compositor é feita de talento, criatividade e inspiração. O que geralmente te inspira ao compor?
Nathan Chester: Histórias reais e emoções são o que mais me empolgam. Gosto de tentar me conectar com uma música me colocando dentro da história ou da mensagem, de forma que eu quase sinta como se tivesse escrito a canção eu mesmo. Me comprometer verdadeiramente com a mensagem da música me ajuda a me inspirar para cantá-la ou interpretá-la a partir de um lugar de honestidade. 

Bruna Jones: Você participou recentemente do "The Voice", que é um sucesso mundial. O que te motivou a se inscrever no programa?
Nathan Chester: Um amigo meu viu em um show que eu fiz a bordo de um cruzeiro e me recomendou fazer a audição para o programa! 


Bruna Jones: Você acabou competindo no time do John Legend. O que você aprendeu com ele durante essa jornada? Foi uma boa experiência?
Nathan Chester: Foi uma das melhores experiências da minha vida. Ele me ensinou muita coisa. Uma coisa incrível que aprendi foi não ter medo de brincar com as vogais e com a pronúncia das palavras. 

Bruna Jones: Para participar de um reality show, pelo tempo que for necessário, os participantes precisam abrir mão de algumas coisas para estar disponíveis durante o período de gravação. Você precisou mudar algo na sua vida para participar do "The Voice"?
Nathan Chester: Com certeza. Minha noiva e eu cantamos juntos como trabalho em navios de cruzeiro. Então, durante o "The Voice", eu não pude cantar com ela, e ela teve que se apresentar sozinha nos navios. 

Bruna Jones: Hoje em dia tudo gira em torno das plataformas digitais. Para divulgar seu trabalho, cantores dependem de meios de comunicação (televisão, rádio, jornais, internet...). Até que ponto você acredita que esses meios influenciam o seu trabalho como artista?
Nathan Chester: Eu chamo isso de um "mal necessário". Algo que antes eu usava apenas para amigos e família agora se tornou um trabalho. E isso é algo que eu aceitei como parte do jogo. Como artista, a divulgação e a visibilidade muitas vezes são metade da batalha, então fazer rádio, postar nas redes sociais, qualquer tipo de divulgação é essencial para se manter relevante e expandir o alcance, o que acaba levando a mais oportunidades de trabalho. 


Bruna Jones: 2026 está praticamente começando, então acredito que você tenha algumas novidades na carreira vindo por aí. Há algo que possa compartilhar?
Nathan Chester: Vou me apresentar em Nova York no "Runway 7 Fashion Week" em fevereiro. Também vou cantar o hino nacional para o Chicago Bulls em fevereiro. 

Bruna Jones: Antes de encerrar esta entrevista, não poderia deixar de perguntar: Você já esteve no Brasil? Gostaria de nos visitar quando possível?
Nathan Chester: Ainda não estive no Brasil, mas estou louco para ir! Se o Brasil me quiser, irei com muito prazer para esse país maravilhoso. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Se você é um fã meu no Brasil, obrigado por me enxergar e, mais importante, obrigado por ser uma alma que ressoa com a música old school. Juntos, podemos manter vivo e forte o som da motown." e se vocês quiserem continuar acompanhando ele nas redes sociais, é só procurar por @nathan_chesterr no Instagram ou então acessar o seu site clicando AQUI, beleza?


Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?