quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026

CDTRA: 3x12 - Casa dos Talentos Realidade Alternativa - Caixão de Água


A van retorna lentamente para a casa após a longa noite de prova. O clima dentro do veículo é pesado. A eliminação de Vanessa ainda ecoa na cabeça de todos, e ninguém parece muito disposto a conversar no caminho. Quando chegam, alguns participantes descem em silêncio e entram direto na casa. O relógio já passa da meia-noite, mas a adrenalina da prova ainda está presente. Emanuel é um dos últimos a entrar. Assim que atravessa a porta da sala, ele olha ao redor, percebendo alguns olhares discretos na direção dele. Henrique se joga no sofá, ainda processando tudo. Simone vai até a cozinha pegar água. Jorge e Kayo conversam baixo perto da bancada. Brenda entra logo depois. Ela tenta agir naturalmente, caminhando até a cozinha como se nada tivesse acontecido. Mas Emanuel percebe. Ele encosta na bancada da sala e fala alto o suficiente para todos ouvirem: "Engraçado... Achei que hoje eu ia embora" Algumas cabeças se viram imediatamente. Brenda continua pegando um copo d’água, sem responder. Emanuel dá um pequeno sorriso de lado. "Mas pelo visto... Não foi dessa vez que você conseguiu me tirar do jogo." O silêncio toma conta da casa. Brenda fecha a torneira devagar e se vira para ele, apoiando as mãos na bancada. "Você tá comemorando ter sobrevivido a uma prova?" Emanuel cruza os braços. "Não. Tô comemorando sobreviver a você." Alguns participantes reagem com expressões de surpresa. Cammie observa a cena em silêncio. Tony levanta as sobrancelhas, claramente entretido com a situação. Brenda dá um passo à frente. "Relaxa. O jogo não acabou hoje." "Eu sei" responde Emanuel rapidamente. "E isso deve ser bem frustrante pra você." Henrique passa a mão no rosto, já prevendo que a discussão pode escalar. "Gente..." ele tenta intervir. Mas Brenda ignora. "Você só tá aqui porque escolheu quem achou que era mais fraca." Emanuel dá um leve sorriso irônico. "Ou talvez porque eu fui melhor na prova." Brenda balança a cabeça negativamente. "Continua acreditando nisso." Os dois se encaram por alguns segundos. A tensão é evidente. Simone observa tudo da cozinha, claramente desconfortável com o clima. Marcela cochicha algo para Mirla, que apenas continua olhando a cena. Emanuel finalmente se afasta da bancada. "Bom... Eu vou dormir. Sobreviver ao medo cansa." Ele passa por Brenda de propósito ao ir em direção ao corredor. Antes de desaparecer, ainda solta: "Boa noite, estrategista." Brenda permanece parada na cozinha, visivelmente irritada. Ela respira fundo, tentando se recompor. Tony quebra o silêncio com um comentário baixo para Cammie: "Acho que amanhã vai ser um dia longo..." A câmera se afasta mostrando os participantes espalhados pela sala e cozinha, todos absorvendo o novo conflito que acaba de nascer dentro da casa. A rivalidade agora está declarada.

Emanuel desaparece pelo corredor em direção aos quartos, ainda com o sorriso provocador no rosto. O som dos passos dele se distancia até que a porta de um dos quartos se fecha. Por alguns segundos, a sala fica em silêncio. Brenda permanece parada na cozinha, respirando fundo, claramente tentando conter a irritação. Assim que tem certeza de que Emanuel não está mais por perto, ela se vira para os outros participantes espalhados pela sala. "É exatamente isso que vocês acabaram de ver" diz, balançando a cabeça. "Esse tipo de show que a gente vai ter que aguentar se a gente não tirar o Emanuel logo desse programa." Alguns participantes trocam olhares. Henrique permanece sentado no sofá, pensativo. Jorge apoia os cotovelos na bancada. Kayo olha para o chão, evitando entrar no assunto. Brenda continua: "Porque ele vai fazer isso toda vez. Provocar, causar... E ficar se achando porque escapou de uma prova." Antes que alguém responda, Evandro, que estava sentado na poltrona perto da janela, levanta o olhar. "Ou talvez" ele diz calmamente "não seja pra você meter todo mundo nas suas brigas pessoais." O comentário faz alguns participantes virarem a cabeça imediatamente. Brenda franze a testa. "Como é que é?" Evandro se levanta devagar, apoiando as mãos no encosto da poltrona. "Você tá falando como se todo mundo tivesse que comprar a sua guerra com ele. E não é bem assim." Brenda solta uma risada curta, incrédula. "Ah, claro... Agora eu sou a errada?" Evandro continua: "Hoje mesmo você fez isso. Usou o voto coletivo com Henrique, Emilio, Simone, Jorge e Kayo pra indicar ele. E no final quem se deu mal foi o grupo inteiro." O comentário pesa no ambiente. Henrique olha para o chão, desconfortável. Brenda cruza os braços. "Eu não obriguei ninguém a votar em ninguém." Nesse momento, Simone, que estava encostada na bancada da cozinha, entra na conversa. "E não obrigou mesmo." Todos olham para ela. Simone continua, com a voz firme: "Porque eu não fui manipulada."


Brenda olha rapidamente para ela. "Eu não disse que você foi." Mas Simone responde imediatamente: "Mas ele disse." Ela aponta levemente na direção onde Evandro está. Evandro ergue as mãos. "Eu não disse que você foi manipulada. Eu disse que ela puxou a decisão." "Puxar não é manipular" rebate Simone. O clima começa a esquentar. Brenda balança a cabeça. "Gente, vocês tão complicando uma coisa simples. O Emanuel é um problema no jogo." Evandro cruza os braços. "Ou talvez ele só seja um problema pra você." "Ele provoca todo mundo!" "Ele provocou você, Brenda" responde Evandro. Alguns participantes começam a se mover desconfortáveis pela sala. Tony observa tudo encostado na parede, claramente interessado no desenrolar da discussão. Simone fala novamente, agora um pouco mais irritada: "E outra coisa: Ninguém aqui é marionete de ninguém. Cada um tomou sua decisão." Brenda responde rapidamente: "Ótimo. Então não vem reclamar depois quando ele começar a mirar em vocês também." Evandro dá um passo à frente. "A diferença é que eu não vou sair arrastando metade da casa pra resolver problema meu." "Problema seu?" Brenda rebate. "Você acha que isso aqui não é jogo?" "Claro que é jogo. Mas tem gente jogando e tem gente criando guerra pessoal." O ambiente agora está completamente dividido. Henrique passa a mão no rosto novamente, claramente cansado da discussão. Jorge olha de um para o outro, sem saber se entra ou não na conversa. Simone suspira, irritada. "Parece que agora o problema deixou de ser o Emanuel e virou a gente brigando entre si." O comentário faz alguns participantes ficarem em silêncio por um momento. Mas a tensão ainda permanece no ar. A câmera se afasta lentamente, mostrando a sala dividida em pequenos grupos, todos debatendo em voz baixa.

Enquanto a discussão continua na sala, uma figura permanece parada no corredor escuro que leva aos quartos. Emanuel. Ele tinha ido na direção do quarto... Mas parou no meio do caminho quando começou a ouvir as vozes se elevando na sala. Encostado discretamente na parede, ele escuta. As falas de Brenda, Evandro e Simone ecoam pela casa. Mesmo sem ver tudo, ele consegue entender perfeitamente o que está acontecendo: O assunto da casa agora é ele. Quando Evandro diz que Brenda está tentando arrastar os outros para uma guerra pessoal, Emanuel leva a mão à boca para segurar o riso. Mas quando Simone entra na discussão e o clima realmente esquenta... Ele não consegue segurar. Um sorriso largo aparece no rosto dele. Emanuel balança a cabeça lentamente, quase incrédulo com o que está ouvindo. "Não acredito..." ele sussurra para si mesmo. Ele continua ouvindo por mais alguns segundos, percebendo que a casa inteira começou a discutir por causa da situação. Então ele solta uma risadinha baixa, divertida. "Perfeito..." Sem fazer barulho, ele se afasta do corredor e caminha rapidamente até um dos quartos. Assim que entra, fecha a porta com cuidado. O quarto está vazio. Emanuel passa as mãos no rosto, ainda rindo sozinho. Ele começa a andar de um lado para o outro, claramente animado com o que acabou de ouvir. "Olha isso..." ele fala sozinho, quase incrédulo. "Eu nem precisei fazer nada." Ele para na frente de um dos espelhos do quarto e encara o próprio reflexo. "Eles tão brigando entre eles... Por minha causa." Ele solta outra risada curta. "Brenda brigando com Evandro... Simone entrando na discussão..." Ele balança a cabeça, satisfeito. "Essa casa já tá rachando." Emanuel se aproxima mais do espelho enquanto começa a tirar a roupa para tomar banho, falando agora em um tom mais baixo, quase conspiratório. "E o melhor..." Ele aponta para si mesmo no reflexo. "Eu ainda nem comecei a jogar de verdade." Ele dá um pequeno sorriso de canto. "Se eles acham que isso foi show..." Emanuel respira fundo, cruzando os braços. "Essa casa ainda não viu nada do que eu sou capaz de fazer." Ele segue em direção ao chuveiro usando apenas uma cueca, claramente satisfeito com o caos que começou a se formar. Do lado de fora, as vozes da discussão ainda ecoam pela casa. Emanuel apenas fecha os olhos, sorrindo enquanto se ensaboa. O jogo está apenas começando.

A noite termina com a casa ainda tomada por um clima pesado. Aos poucos, as conversas diminuem e cada participante se recolhe para os quartos, mas a sensação de divisão permanece no ar. Na manhã seguinte. O sol entra pelas janelas da casa na manhã seguinte, mas o clima está longe de ser leve. Na cozinha, Brenda, Henrique, Emilio, Jorge e Kayo conversam em voz baixa enquanto tomam café. A expressão de Brenda ainda é séria. "Ontem já mostrou tudo" ela diz. "Ou a gente começa a se organizar ou ele vai ficar criando caos aqui dentro." Henrique suspira. "Eu só não quero que isso vire uma guerra que exploda na cara da gente." "Já virou" responde Brenda. "Ele deixou bem claro isso ontem." Emilio concorda com a cabeça. "E ele tá confortável demais." Do outro lado da casa, na área externa, Evandro, Tony, Mirla, Cammie e Simone conversam sentados nos sofás. Simone ainda parece um pouco incomodada com a discussão da noite anterior. "Eu só não gostei de parecer que eu fui manipulada" ela comenta. Evandro responde: "Ninguém disse isso. Mas ontem virou quase uma votação em bloco." Tony observa a casa pela porta de vidro. "O problema é que agora parece que a casa dividiu." Mirla concorda: "E isso só facilita pra quem quer jogar no meio do caos." Nesse momento, Emanuel aparece na porta que dá acesso ao jardim. Ele observa os dois grupos por alguns segundos antes de caminhar tranquilamente até o lado de fora. "Bom dia, gente." Alguns respondem de forma neutra. Emanuel se senta ao lado de Evandro. "Dormiram bem depois do espetáculo de ontem?" Tony dá uma risada curta. "Você adora isso, né?" Emanuel dá de ombros. "Eu só sobrevivi à prova." Mas dentro da cabeça dele, outra coisa está acontecendo. Emanuel começa a jogar. 

Mais tarde, quando as conversas se espalham pela casa, Emanuel começa a circular pelos ambientes. Primeiro ele encontra Simone sozinha na cozinha. "Posso falar uma coisa?" ele pergunta. Ela olha para ele, cautelosa. "Fala." "Ontem você se posicionou" diz Emanuel. "E eu respeito isso." Simone cruza os braços. "Eu só falei o que eu pensei." "E é exatamente isso" responde Emanuel. "Tem pouca gente aqui que faz isso." Ele pega um copo d’água enquanto continua: "Porque se você reparar... Tem gente tentando transformar o jogo em um grupo contra uma pessoa." Simone entende a indireta. "Você tá falando da Brenda." Emanuel não responde diretamente. "Só acho que quem entra nessa lógica vira peça no tabuleiro de alguém." Simone fica pensativa. Emanuel percebe e decide encerrar a conversa antes de pressionar demais. "Enfim... Só queria dizer que eu respeito quem joga por conta própria." Ele sai da cozinha deixando a frase no ar. Minutos depois, ele encontra Evandro na área externa. "Ontem você falou uma coisa interessante" diz Emanuel. Evandro levanta a sobrancelha. "Qual delas?" "Sobre não arrastar todo mundo pra briga pessoal." Evandro dá de ombros. "Era só a minha opinião." Emanuel se senta ao lado dele. "E eu concordo." Evandro olha para ele com certo ceticismo. "Engraçado ouvir isso vindo de você depois do que aconteceu." Emanuel sorri levemente. "Eu provoquei, sim. Mas quem transformou isso em guerra foi outra pessoa." Ele faz uma pausa. "E quando a casa começa a dividir... Alguém sempre se beneficia." Evandro observa Emanuel por alguns segundos. "E quem seria esse alguém?" Emanuel dá um pequeno sorriso. "Ainda vamos descobrir." Ele se levanta e sai andando novamente pela casa. Enquanto isso, na cozinha, Brenda observa Emanuel atravessar a sala conversando com pessoas diferentes. Ela percebe algo que começa a incomodá-la. "Ele tá rodando a casa inteira" comenta com Henrique. Henrique olha na direção dele. "Tá conversando com todo mundo." Brenda cruza os braços, desconfiada. "Não..." Ela balança a cabeça. "Ele tá montando o jogo dele." A câmera se afasta mostrando Emanuel caminhando pela casa enquanto diferentes conversas começam a acontecer. A divisão na casa já existe. E agora... O jogo estratégico começou de verdade.

A casa ainda está agitada pelas conversas da manhã quando, de repente, a porta principal se abre. Os participantes se viram imediatamente. Murilo Rosa entra na casa com um sorriso sério no rosto. "Bom dia, pessoal." Alguns respondem de forma automática, ainda curiosos com a visita inesperada. Murilo caminha até o centro da sala. "Hoje nós teremos uma prova de imunidade, mas antes disso... Vamos fazer algo diferente." Os participantes começam a prestar mais atenção. "Vocês vão participar agora de uma votação rápida. Cada um de vocês vai votar em uma pessoa que não participará da prova de imunidade de hoje." Alguns já começam a se olhar, surpresos. Murilo conclui: "A pessoa mais votada irá direto para a prova de eliminação." O clima muda imediatamente. Murilo então inicia a votação. André vota em Henrique. "Acho que ele é forte nas provas físicas." Brenda vota em Emanuel. "Estratégia de jogo." Cammie vota em Henrique. "Ele é muito competitivo." Danilo vota em Henrique. "Pelo mesmo motivo." Elena vota em Brenda. "Acho que ela está muito confortável no jogo." Emanuel vota em Henrique. "Nada pessoal. Só estratégia." Henrique observa, já percebendo o rumo da votação. Emilio vota em Emanuel. "Pra equilibrar o jogo." Evandro vota em Henrique. "Ele é muito forte nas provas." Henrique vota em Emanuel. "Já era esperado." Jorge vota em Henrique. "Estratégia." Kayo vota em Emanuel. "Também por estratégia." Lexie vota em Henrique. "Ele é uma ameaça." Marcela vota em Brenda. "Por movimentar muito o jogo." Mirla vota em Emanuel. "Estratégia." Raphael vota em Henrique. "Ele é muito forte." Simone vota em Emanuel. "Pelo jogo." Tony vota em Henrique. "Estratégia." 

Murilo reúne os votos nas mãos e olha para o grupo. "Vamos ao resultado." Os participantes permanecem completamente em silêncio. Murilo levanta os olhos. "Com a maioria dos votos... Henrique." Henrique solta um suspiro curto, passando a mão no rosto. Murilo continua: "Henrique, isso significa que você não participará da prova de imunidade de hoje." Ele faz uma pausa antes de completar: "E você já está automaticamente na próxima prova de eliminação." Alguns participantes reagem com murmúrios. Murilo então acrescenta: "Mas como foi o mais votado, você tem o direito de puxar alguém para enfrentar essa prova de eliminação junto com você." Todos olham para Henrique. O rapaz pensa por alguns segundos, observando os participantes ao redor da sala. O silêncio pesa. Até que ele fala. "Lexie." Algumas pessoas reagem imediatamente. Lexie abre um sorriso curto, meio incrédulo. "Sério?" Henrique responde: "Acho que você é uma competidora forte. Prefiro enfrentar alguém que joga." Lexie dá de ombros. "Justo." Murilo então retoma o comando. "Então está decidido." Ele olha para os dois. "Henrique e Lexie já estão confirmados na próxima prova de eliminação." Murilo aponta para o restante do grupo. "Os demais participantes devem se preparar." Ele abre a porta novamente. "Porque a prova de imunidade começa agora." Alguns participantes começam a se levantar. Antes de sair, Murilo conclui: "Henrique e Lexie... Vocês dois permanecem na casa enquanto os outros competidores vão para a prova." A porta se abre. Os participantes começam a sair, deixando para trás os dois que já sabem que enfrentarão a próxima eliminação. O clima na casa muda novamente. Agora o jogo ganhou um novo capítulo.

Os participantes caminham até a área da nova prova enquanto o clima ainda carrega os resquícios das discussões da casa. Ao chegarem, todos encontram uma estrutura montada ao redor de uma grande piscina. Sobre ela, vários caixões suspensos por plataformas metálicas chamam atenção imediatamente. Alguns participantes se entreolham, já imaginando o que vem pela frente. Murilo Rosa está no centro da arena esperando por eles. "Participantes, bem-vindos à prova de imunidade de hoje." Ele faz uma pausa enquanto todos observam os caixões. "O objetivo desta prova é simples de explicar... Mas não será nada fácil de executar." Os competidores se aproximam um pouco mais. Murilo aponta para os caixões. "Cada um de vocês vai entrar em um caixão fechado, que estará suspenso sobre a piscina." Alguns participantes já começam a reagir com nervosismo. "Em determinado momento, o caixão vai começar a afundar na água. Assim que isso acontecer, uma luz vai acender e o cronômetro será iniciado." Os participantes prestam atenção em cada detalhe. Murilo continua: "Vocês estarão com duas chaves presas ao pulso. Apenas uma delas abre o cadeado que mantém o caixão fechado. A outra chave não funciona." Tony solta um pequeno riso nervoso. "Ou seja... Vocês vão precisar testar rapidamente qual chave abre o cadeado, destrancar o caixão, escapar e nadar até a borda da piscina." Murilo aponta para uma marca pintada na borda. "O tempo de vocês só para quando tocarem essa marca amarela." Os participantes olham para o local indicado. Murilo então completa: "O tempo de cada participante será registrado... E o resultado final será a soma dos tempos de todos os integrantes do grupo." Alguns já começam a fazer contas mentalmente. "O grupo com o menor tempo somado será o vencedor da prova de imunidade de hoje." Murilo então acrescenta: "E como vocês são quinze competidores, vocês serão divididos aleatoriamente em três grupos de cinco pessoas." Ele pega uma caixa com fichas. "Vamos fazer o sorteio agora." O silêncio toma conta do grupo enquanto Murilo começa a retirar os nomes. Grupo 1: André, Cammie, Evandro, Marcela e Tony. Os cinco trocam olhares rápidos, já tentando avaliar suas chances. Grupo 2: Brenda, Danilo, Emilio, Mirla e Raphael. Brenda cruza os braços enquanto observa os outros integrantes do grupo. Grupo 3: Elena, Emanuel, Jorge, Kayo e Simone. Alguns participantes já demonstram nervosismo ao olhar novamente para os caixões sobre a água. Murilo então conclui: "Cada grupo realizará a prova separadamente." Ele aponta para o primeiro conjunto de plataformas. "Grupo 1, vocês serão os primeiros." Os cinco participantes caminham até a estrutura enquanto os outros assistem da lateral da arena. Murilo observa todos com atenção antes de anunciar: "Participantes... Preparem-se." O clima fica pesado. "Porque essa prova vai testar calma, velocidade e controle do pânico." Os caixões começam a ser preparados. E a primeira rodada está prestes a começar.

O clima na arena fica ainda mais tenso quando Murilo Rosa chama o primeiro grupo para se posicionar. "Grupo 1, por favor." André, Cammie, Evandro, Marcela e Tony caminham até a plataforma montada sobre a piscina. Os cinco observam os caixões metálicos abertos, cada um com correntes e um cadeado visível na tampa. Tony olha para dentro do caixão e balança a cabeça. "Cara... Isso aqui parece cena de filme de terror." Marcela respira fundo. "Quanto mais a gente pensa, pior fica." Os cinco entram em seus respectivos caixões. Assistentes prendem os cadeados e deixam apenas o pequeno espaço necessário para as correntes e as chaves presas aos pulsos de cada um. Murilo se posiciona na borda da piscina. "Lembrando: Vocês têm duas chaves, apenas uma abre o cadeado. Assim que o caixão afundar, o cronômetro começa. O tempo para quando vocês tocarem a marca amarela na borda da piscina." Os cinco confirmam com a cabeça. Murilo levanta o braço. "Preparar..." As plataformas começam lentamente a descer. "Agora!" Os caixões mergulham na água ao mesmo tempo. As luzes vermelhas acendem dentro deles e os cronômetros disparam. Tony entra em desespero imediatamente quando a água começa a subir dentro do caixão. "CALMA, CALMA..." Ele tenta a primeira chave. Não gira. "Não... Não..." Ele tenta a segunda chave com pressa. O cadeado abre. Tony empurra a tampa com força, emerge da água e nada rapidamente até a borda. Ele toca a marca amarela. Tempo de Tony: 21 segundos. Dentro do caixão ao lado, Marcela tenta controlar a respiração. "Concentra... Concentra..." Ela testa a primeira chave. Nada. Sem perder tempo, pega a segunda. O cadeado gira. Marcela empurra a tampa, sai rapidamente do caixão e nada com força até a borda. Tempo de Marcela: 19 segundos. Evandro tenta manter calma, mas o espaço apertado começa a incomodar. Ele testa a primeira chave. Travada. "Droga..." Ele troca para a segunda chave e finalmente o cadeado abre. Evandro empurra a tampa, emerge um pouco ofegante e nada até a borda. Tempo de Evandro: 27 segundos. Cammie parece nervosa desde o início. A água já cobre boa parte do caixão quando ela tenta a primeira chave. Não abre. Ela tenta a segunda... Também não gira de imediato. "Não... Não..." Ela tenta novamente e o cadeado finalmente cede. Cammie empurra a tampa com força e emerge tossindo um pouco de água. Ela nada rapidamente até a borda. Tempo de Cammie: 31 segundos. O último caixão ainda submerso é o de André. Ele tenta a primeira chave. Nada. O espaço começa a ficar completamente submerso. André fecha os olhos por um segundo tentando manter a calma. Ele troca para a segunda chave. O cadeado gira. André empurra a tampa e emerge com força, puxando ar. Ele nada rapidamente até a borda e toca a marca. Tempo de André: 24 segundos. Os cinco participantes saem da piscina enquanto Murilo confere o cronômetro geral. Ele então anuncia para todos na arena: "Grupo 1 completou a prova com o tempo total de 2 minutos e 2 segundos." Os participantes do grupo se entreolham, ainda recuperando o fôlego. 

Murilo observa enquanto os integrantes do Grupo 1 deixam a piscina ainda recuperando o fôlego. Em seguida, ele volta sua atenção para os próximos competidores. "Grupo 2, podem se posicionar." Brenda, Danilo, Emilio, Mirla e Raphael caminham até a plataforma. O silêncio entre eles é mais pesado, todos sabem exatamente qual tempo precisam bater: 2 minutos e 2 segundos. Danilo olha para os caixões já fechados novamente. "Isso aqui parece cada vez pior quando você vê alguém fazendo antes." Emilio dá um sorriso nervoso. "Só não pensa muito... Só faz." Mirla respira fundo, olhando para a água da piscina. "O problema é quando a tampa fecha." Brenda apenas observa tudo em silêncio, claramente concentrada. Os cinco entram em seus caixões. Assistentes prendem os cadeados enquanto as duas chaves ficam presas aos pulsos de cada um. Murilo levanta o braço. "Preparar..." A plataforma começa a descer lentamente. "Agora!" Os caixões mergulham simultaneamente e as luzes vermelhas se acendem dentro deles. Danilo tenta agir rápido desde o início. Ele pega a primeira chave e tenta no cadeado. Nada. "Não... Não..." Ele pega a segunda chave. O cadeado gira imediatamente. Danilo empurra a tampa e emerge rápido, nadando até a borda. Ele toca a marca amarela. Tempo de Danilo: 18 segundos. Mirla parece mais calma. Ela testa a primeira chave com cuidado. Não abre. Sem perder tempo, tenta a segunda. O cadeado gira. Ela abre a tampa e sai do caixão com rapidez, nadando até a borda com movimentos firmes. Tempo de Mirla: 20 segundos. Raphael começa rápido, mas a primeira chave não funciona. Ele tenta a segunda. Também não abre de imediato. "Sério?!" A água já cobre quase todo o espaço quando ele tenta novamente. O cadeado finalmente gira. Raphael empurra a tampa com força e emerge, respirando fundo antes de nadar até a borda. Tempo de Raphael: 29 segundos. Emilio tenta a primeira chave. Nada. Ele troca rapidamente para a segunda. O cadeado abre na hora. Emilio empurra a tampa, sai do caixão e nada rapidamente até a borda da piscina. Ele toca a marca. Tempo de Emilio: 17 segundos. Brenda O último caixão ainda submerso é o de Brenda. Ela tenta a primeira chave. Não gira. A água sobe rápido dentro do caixão. Ela tenta a segunda chave... Mas o cadeado trava por um instante. Brenda franze a testa, claramente irritada. "Vai!" Ela gira novamente. O cadeado abre. Brenda empurra a tampa com força, emerge e nada com intensidade até a borda. Ela toca a marca amarela. Tempo de Brenda: 26 segundos. Os cinco saem da piscina enquanto Murilo confere os cronômetros. Ele olha para os participantes e então anuncia: "O tempo total do Grupo 2 é... 1 minuto e 50 segundos." Imediatamente alguns competidores reagem. "Nossa!" comenta Tony. "Eles passaram!" diz Cammie surpresa. Murilo confirma: Grupo 2 assume a liderança da prova. Brenda respira fundo, ainda ofegante, enquanto Danilo sorri. Agora é torcer pro último grupo não bater. Do outro lado da arena, os integrantes do Grupo 3 observam em silêncio. Agora todos sabem o novo tempo a ser superado. 1 minuto e 50 segundos. A pressão acaba de aumentar.

Murilo observa enquanto o Grupo 2 deixa a piscina ainda ofegante. O tempo de 1 minuto e 50 segundos aparece no cronômetro central da arena, agora o número a ser batido. Ele então olha para os cinco últimos participantes. "Grupo 3, podem se posicionar." Elena, Emanuel, Jorge, Kayo e Simone caminham até a plataforma. O clima entre eles é tenso, todos sabem que precisam ser extremamente rápidos se quiserem vencer a prova. Jorge olha para o cronômetro ainda exibido no telão. "Um minuto e cinquenta... É possível." Kayo concorda, respirando fundo. "Se ninguém travar na chave, dá." Emanuel gira os ombros, tentando relaxar. "Só não pode errar duas vezes." Simone parece concentrada, evitando olhar para dentro do caixão. Elena respira fundo antes de entrar no seu. Os cinco deitam dentro dos caixões, enquanto assistentes prendem os cadeados e ajustam as duas chaves presas aos pulsos de cada participante. Murilo levanta o braço. "Preparar..." A plataforma começa a descer lentamente. "Agora!" Os caixões mergulham ao mesmo tempo e as luzes vermelhas se acendem dentro deles. O cronômetro dispara. Elena tenta agir rapidamente. Ela pega a primeira chave e gira no cadeado. Nada. Sem perder tempo, tenta a segunda. O cadeado abre. Ela empurra a tampa com rapidez e emerge da água, nadando imediatamente para a borda da piscina. Elena toca a marca amarela. Tempo de Elena: 19 segundos. Dentro do caixão ao lado, Emanuel parece extremamente focado. Ele pega a primeira chave. Gira. O cadeado abre imediatamente. "Boa!" Ele empurra a tampa com força e sai do caixão em um movimento rápido. Emanuel nada com velocidade até a borda e toca a marca amarela. Tempo de Emanuel: 15 segundos. Alguns participantes assistindo reagem. "Caramba!" comenta Danilo. Jorge pega a primeira chave. Nada. Ele troca rapidamente para a segunda. O cadeado abre. Jorge sai do caixão e nada forte até a borda. Ele toca a marca. Tempo de Jorge: 22 segundos. Kayo parece um pouco mais tenso. Ele tenta a primeira chave. Não abre. Ele tenta a segunda. Por um instante o cadeado parece travar. Kayo gira novamente com força. O cadeado finalmente abre. Ele empurra a tampa e sai rapidamente do caixão. Kayo nada até a borda e toca a marca. Tempo de Kayo: 24 segundos. O último caixão ainda submerso é o de Simone. Ela respira fundo antes de tentar a primeira chave. Não abre. A água sobe rápido dentro do caixão. Simone tenta a segunda chave. O cadeado gira. Ela empurra a tampa e emerge, puxando ar com força antes de nadar até a borda. Simone toca a marca amarela. Tempo de Simone: 23 segundos. Os cinco saem da piscina enquanto Murilo observa o cronômetro final. Ele faz uma pausa dramática antes de anunciar. "O tempo total do Grupo 3 é... 1 minuto e 43 segundos." Alguns participantes reagem imediatamente. "Nossa!" grita Tony. "Eles bateram!" diz Cammie surpresa. Murilo confirma com um sorriso leve. "Grupo 3 vence a prova de imunidade." Emanuel levanta os braços comemorando. Elena abraça Simone enquanto Jorge bate nas costas de Kayo. Murilo continua: "Isso significa que Elena, Emanuel, Jorge, Kayo e Simone estão imunes..." Ele então encara os outros participantes. "E esse grupo terá o poder de indicar uma pessoa dos grupos perdedores para a próxima prova de eliminação." A tensão retorna imediatamente. Alguns participantes trocam olhares preocupados. Do outro lado da arena, Brenda observa Emanuel em silêncio, claramente já imaginando o que pode acontecer. A decisão agora está nas mãos do Grupo 3.

Conheça os Participantes: André TorquatoBranda PassosCammie FormigoniDanilo MouraElena ZanottiEmanuel TrindadeEmilio AlencarEvandro ArostiHarper KleinHenrique LagesJorge AndradeKayo ToquetonLexie PiovaniLita LyruiMarcela CamposMirla SantanaNatália TassinariRaphael PigossiSilvio CruzSimone FrancinelliTony Vianna e Vanessa Marinho.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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