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O retorno para a mansão escancara o abismo que se formou entre as duas equipes após o veredicto de Murilo Rosa. As portas principais se abrem e o Grupo 1 entra em clima de festa carnavalesca, com Giuliano e Matheus carregando Tamara e Juliana nos ombros enquanto Silvana e Zelda fazem uma batucada improvisada nas paredes do corredor, celebrando a imunidade e gritando o jingle chiclete do purificador de ar. No entanto, a alegria do grupo é rapidamente abafada pelo rastro de pólvora que o Grupo 2 traz logo atrás. Assim que pisam na cozinha, a bolha de frustração explode, e Marcos joga sua mochila no balcão com força, iniciando a lavação de roupa suja ao apontar diretamente para Beatriz e afirmar que a derrota tem nome, sobrenome e endereço. Jonatas e Mayara imediatamente se juntam ao coro, relembrando cada minuto perdido com os ataques de estrelismo dela, e Sindel pontua que o comercial de televendas quase não saiu do papel porque Beatriz preferiu cruzar os braços a ajudar a equipe na hora que o cronômetro mais apertava. Sentindo-se encurralada no centro da cozinha, Beatriz muda a postura de deboche para o puro surto, batendo com as duas mãos na mesa e gritando que eles são um bando de ingratos e incompetentes que não sabem reconhecer o talento de uma protagonista de verdade. Com os olhos arregalados e a voz embargada de raiva, ela berra que salvou a prova no momento da novela mexicana com suas lágrimas reais e que, se o comercial virou uma palhaçada de feijoada com lanterna de celular, a culpa era do roteiro fraco dos meninos e não dela. Conrado tenta intervir pedindo calma antes que a discussão vire agressão física, mas Beatriz surta ainda mais, aponta o dedo na cara de Marcos e grita que ninguém ali tem o direito de julgar o ego dela, ameaçando rasgar as roupas de quem votar nela no próximo julgamento. Enquanto o Grupo 2 assiste ao espetáculo de braços cruzados e caras de deboche, o Grupo 1 apenas observa a fofoca de camarote da porta do quarto, sabendo que a convivência na mansão acabou de se transformar em um verdadeiro campo de minas.
O choro compulsivo de Beatriz ecoa pelo corredor da mansão enquanto ela bate a porta do quarto com força, deixando para trás uma cozinha em ponto de ebulição. Com os ânimos ligeiramente mais calmos, mas a tensão ainda palpável, Marcos se aproxima do balcão onde Mayara e Sindel tentam digerir o estrago da noite. Ele respira fundo, olha nos olhos das duas e, com um tom de voz firme e pragmático, diz que sabe perfeitamente da amizade e da proximidade delas com a moça, mas ressalta que elas precisam compreender que manter Beatriz no programa a essa altura é um prejuízo enorme para absolutamente todo mundo. Ele argumenta que ficou provado na dinâmica que, se as pessoas não fazem as coisas exatamente do jeito que ela quer, ela simplesmente sabota o processo e atrapalha a vitória do coletivo, transformando o jogo de qualquer um em um alvo móvel. Sindel absorve as palavras em silêncio por alguns segundos, desvia o olhar para o chão e depois se vira para Mayara, admitindo com um suspiro pesado que o rapaz não está errado e que a situação realmente chegou a um limite insustentável para o grupo. Enquanto isso, no quarto, o clima é de isolamento. Tamara, tentando exercer um papel de maturidade ou quem sabe movida pela curiosidade dos desdobramentos do jogo, decide entrar no cômodo para conversar com Beatriz, que está afundada nos travesseiros. No entanto, assim que percebe a presença da rival, a moça nem sequer se vira, disparando com a voz embargada que não quer papo e que não quer falar com ela de jeito nenhum. Com desdém, Beatriz manda Tamara voltar para o seu grupinho novo de amigas e deixá-la em paz em seu canto, deixando claro que a barreira ali está completamente erguida. Longe dali, sob a brisa da noite no jardim, a atmosfera é de pura estratégia e deboche. Barbie saboreia o momento e revela, sem nenhum pudor, que separou Tamara de suas aliadas de propósito na hora da divisão, justamente para testar a resistência daquela aliança e ver se o trio delas iria rachar de uma vez por todas. Ao olhar para o painel da sala e notar o distanciamento das rivais, Barbie sorri e comenta que parece que seu plano funcionou perfeitamente. Sentados nas espreguiçadeiras, Zelda e Matheus dão risada da audácia da colega, aplaudindo a jogada e concordando abertamente que Barbie se revelou uma verdadeira gênia do crime nessa rodada.
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A manhã seguinte começa com os participantes ainda digerindo as intrigas da noite anterior, mas Murilo Rosa quebra o gelo ao reunir todos na sala para anunciar uma eletrizante prova bônus. Ele explica que, mantendo as divisões das equipes originais, os competidores precisarão se separar em duplas para realizar um desafio caótico: Produzir um tutorial de maquiagem completo entre si enquanto cruzam um circuito de obstáculos cronometrado, valendo um prêmio extra e exclusivo para a dupla mais rápida de todo o programa. Murilo detalha o percurso e avisa que o primeiro obstáculo será uma rasteira por baixo de uma rede baixíssima, onde o chão, longe de ser apenas lama comum, está coberto por centenas de lantejoulas soltas e retalhos de tecidos descartados que vão grudar nos corpos e nos estojos de maquiagem. O segundo desafio consistirá em atravessar uma série de plataformas giratórias e balançantes suspensas sobre uma piscina de líquido colorido com corante, exigindo equilíbrio extremo para não estragar os produtos. Por fim, o terceiro obstáculo será um túnel estreito e claustrofóbico, tomado por uma teia de fios elásticos que os participantes precisarão afastar com os braços sem deixar cair os pincéis. A formação das duplas acende a fogueira dos bastidores. No Grupo 1, a divisão flui de forma harmoniosa e estratégica, unindo Juliana e Silvana, Tamara e Zelda, e a dupla de força formada por Giuliano e Matheus. Já no Grupo 2, a matemática do estresse cria o cenário mais temido da mansão: Mayara e Sindel garantem a parceria da amizade, Conrado e Jonatas se juntam pela agilidade, e, por pura exclusão e falta de opções, Beatriz e Marcos são obrigados a formar a última dupla, prometendo transformar o circuito em um verdadeiro teste de sobrevivência psicológica sob o olhar atento dos adversários.
O cronômetro é acionado e a primeira dupla do Grupo 1 avança para a arena. Silvana assume a responsabilidade de maquiar Juliana ao longo do circuito, carregando uma paleta de sombras e uma base líquida nas mãos. No primeiro obstáculo, a rasteira sob a rede baixa, as duas mostram uma sincronia impressionante. Silvana rasteja de lado, mantendo os braços suspensos para proteger os pincéis, enquanto Juliana avança de costas para facilitar o acesso ao seu rosto. No meio da lama misturada com centenas de lantejoulas e retalhos de tecidos, Silvana consegue espalhar a base na pele de Juliana com batidas rápidas. Quando saem da rede, Juliana está com retalhos grudados no cabelo e lantejoulas brilhando na testa, mas a cobertura da pele está feita. No segundo obstáculo, as plataformas giratórias sobre o tanque de água com corante rosa, o desafio técnico duplica. Juliana lidera o passo, tentando estabilizar o corpo nas superfícies balançantes, enquanto Silvana, equilibrando-se como pode, estica o braço para aplicar uma sombra esfumada nos olhos da parceira. A plataforma gira abruptamente, fazendo Silvana quase cair na tinta rosa, mas Juliana segura firme no braço da amiga, salvando-a do mergulho. Com o coração na boca, Silvana aproveita o momento de apoio para passar o batom vermelho na boca de Juliana, que faz bico mesmo rindo de nervoso. Elas entram no túnel estreito e claustrofóbico de elásticos sob pura adrenalina. Afastando os fios elásticos com os ombros, Silvana finaliza o tutorial aplicando um blush nas bochechas de Juliana enquanto correm lado a lado. Elas cruzam a linha de chegada rindo alto, com Juliana exibindo uma maquiagem surpreendentemente digna, apesar de parecer uma alegoria de Carnaval cheia de tecidos e brilhos colados pelo corpo. A calmaria do estúdio evapora quando Beatriz e Marcos assumem a linha de largada pelo Grupo 2. A tensão é visível a quilômetros de distância: Beatriz segura os produtos com desdém, e Marcos exibe uma expressão de pura resignação, ciente de que seu rosto é a tela da rival. Ao sinal de Murilo, eles se jogam na rasteira sob a rede baixa e o desastre começa. Beatriz, irritada com a lama e as lantejoulas que começam a grudar em suas roupas, rasteja de forma desordenada e reclama alto do cheiro do lugar. Na ânsia de acabar logo, ela abre o tubo de base e aperta o produto direto no rosto de Marcos com força, fazendo o líquido espirrar nos olhos do rapaz. Marcos solta um palavrão, tentando limpar os olhos no ombro enquanto avança às cegas sob a rede, gritando para ela ter cuidado. Beatriz rebate na mesma moeda, berrando que a culpa é dele por não ficar quieto no meio dos retalhos de tecido. Ao alcançarem as plataformas giratórias, o cenário piora. Marcos tenta ditar um ritmo seguro para cruzar o tanque de líquido colorido, mas Beatriz, pisando com pressa e raiva, faz a primeira base balançar violentamente. Sem qualquer paciência para precisão, ela tenta aplicar um delineador preto no olho de Marcos enquanto a plataforma gira. O resultado é um risco preto colossal que vai do supercílio de Marcos até a orelha. "Você está me caindo, me segura!", grita Beatriz, empurrando a paleta de maquiagem contra o peito dele para não perder o equilíbrio. Marcos, irritado, segura a parceira pela cintura para evitar que os dois caiam na piscina de tinta, enquanto ela usa o batom para pintar os lábios dele de qualquer jeito, borrando a boca inteira como um palhaço de filme de terror. No túnel claustrofóbico de elásticos, a dupla entra em colapso verbal. Os fios elásticos começam a prender nos pincéis e no cabelo de Beatriz, que surta de vez, puxando as cordas com força e quase derrubando Marcos no chão. "Termina essa porcaria logo, Beatriz!", berra Marcos, impulsionando o corpo para a frente para puxar a dupla para fora dali. No último segundo antes da linha de chegada, Beatriz joga um punhado de pó compacto na cara de Marcos, gerando uma nuvem branca que faz os dois tossirem intensamente. Eles cruzam o cronômetro sob os olhares chocados dos jurados: Marcos está com o rosto manchado de base, um risco preto bizarro na bochecha, a boca completamente borrada de vermelho e coberto de pó branco, enquanto Beatriz joga os pincéis no chão e caminha pisando duro de volta para a bancada, sem nem olhar na cara do parceiro.
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Depois do teste de estresse que foi a dupla anterior, Conrado e Jonatas assumem a linha de largada dispostos a mudar a energia do Grupo 2. Jonatas segura os pincéis com uma pose caricata de maquiador profissional, enquanto Conrado dá uma piscada para as câmeras, pronto para o sacrifício. Ao sinal do cronômetro, os dois se jogam na lama para a rasteira sob a rede baixa. Jonatas, rindo alto ao ver as lantejoulas grudando instantaneamente em sua testa, apoia-se em um dos cotovelos e começa a passar a base no rosto de Conrado com a outra mão. Toda vez que Conrado tenta rastejar, um retalho de tecido esbarra em seu nariz, fazendo-o espirrar e borrar a maquiagem, o que arranca gargalhadas de Jonatas no meio da sujeira. Eles saem da rede cobertos de brilho, parecendo duas alegorias de Carnaval inacabadas, mas com o astral lá no alto. Na transição para as plataformas giratórias sobre o tanque de líquido colorido, a diversão vira pura comédia física. Conrado tenta manter a pose de modelo enquanto a plataforma começa a girar, imitando um desfile de moda em câmera lenta para fazer graça. Jonatas, equilibrando-se como um equilibrista de circo, dá risada e grita: "Fica parado, mona, senão o delineado vai parar na sua nuca!". Em um solavanco mais forte da estrutura balançante, Jonatas perde o apoio e quase cai na tinta, mas Conrado o agarra pela cintura e o puxa de volta, fazendo os dois tropeçarem e rirem alto. Nesse momento de quase queda, Jonatas aproveita a proximidade para passar o batom vermelho em Conrado, errando o cálculo e pintando metade do queixo do parceiro, que nem se importa e manda um beijo estalado para a câmera. Eles entram no túnel de elásticos sob pura adrenalina e descontração. Jonatas vai afastando os fios elásticos como se estivesse abrindo caminho em uma floresta tropical, enquanto dá batidas rápidas de blush nas bochechas de Conrado. Os elásticos começam a prender nos pincéis, criando um efeito de estilingue que joga um pouco de sombra colorida para todo lado, fazendo os dois cruzarem a linha de chegada entre gargalhadas ecológicas. Conrado termina o circuito exibindo um visual completamente bizarro, bochechas rosa-choque, batom no queixo e testa cheia de lantejoulas, mas bate no peito de Jonatas comemorando a parceria leve e divertida que entregaram. Pelo Grupo 1, Giuliano e Matheus assumem o posto com a mesma mentalidade de levar o desafio na esportiva. Matheus é o encarregado da maquiagem e, logo na largada, avisa que vai transformar Giuliano em um ícone das passarelas. Na rasteira sob a rede, os dois avançam como soldados em treinamento, mas sem perder o bom humor. Matheus rasteja de lado de forma ágil e, a cada palmo avançado, dá uma pincelada de base na cara de Giuliano. O chão cheio de lantejoulas soltas e retalhos faz com que um pedaço de pano listrado grude na bochecha de Giuliano antes da maquiagem secar. Em vez de reclamar, Giuliano brinca dizendo que aquilo é "conceito e textura", fazendo Matheus cair na risada e quase engolir uma lantejoula. Quando chegam às plataformas giratórias, a dupla de força mostra um equilíbrio surpreendente, mas não sem antes fazer palhaçada. Matheus finge que está em um estúdio de alta costura e começa a ditar ordens dramáticas: "Olhe para o horizonte, sinta a brisa da tinta rosa!". Giuliano entra na onda, faz carões dramáticos e segura nos ombros de Matheus para dar estabilidade. Enquanto a plataforma gira, Matheus consegue aplicar uma sombra azul brilhante nos olhos de Giuliano com uma precisão impressionante para quem está balançando sobre um tanque de corante. No último segundo na plataforma, um movimento brusco faz o pincel de blush escorregar, desenhando um bigode rosa perfeito em Giuliano, que faz uma pose de lorde britânico para comemorar o erro. No túnel claustrofóbico, os dois avançam como um trator, usando o tamanho a favor deles. Matheus vai grudando os elásticos nos próprios ombros para abrir espaço e, com a mão livre, aplica o batom nos lábios de Giuliano enquanto correm. Os fios elásticos dão um "papo" nas costas de Matheus, que solta um grito cômico, fazendo Giuliano rir tanto que quase borra o batom na própria orelha. Eles cruzam a linha de chegada correndo e fazendo uma pose de super-heróis para os jurados. Giuliano termina com sombras azuis cintilantes, um bigode rosa e o cabelo cheio de brilho, celebrando o tempo rápido com um high-five estalado em Matheus, provando que o Grupo 1 continuava sintonizado na mesma frequência de leveza e companheirismo.
Ainda embaladas pela vitória na prova principal, Tamara e Zelda assumem os seus postos na linha de largada pelo Grupo 1. Tamara segura a paleta de sombras com firmeza, enquanto Zelda dá um sorriso confiante, pronta para servir de tela. Ao sinal do cronômetro, as duas se jogam na rasteira sob a rede baixa. O chão, forrado de lama, lantejoulas e retalhos, não intimida a dupla. Tamara rasteja de lado com agilidade e, com dedos rápidos, começa a espalhar a base no rosto de Zelda. Uma lantejoula dourada grande gruda bem na ponta do nariz de Zelda, e um pedaço de tecido azul prende em seu cabelo. Em vez de se irritarem, as duas começam a rir alto da situação, com Tamara brincando que o visual já nasceu pronto para o Carnaval antes mesmo de saírem da rede. Na transição para as plataformas giratórias sobre o tanque de líquido colorido, o desafio do equilíbrio começa. Zelda lidera o caminho dando passos firmes, mas a plataforma dá um solavanco forte assim que ela pisa no centro. Para não cair na piscina de corante, Zelda se apoia nos ombros de Tamara, que aproveita a proximidade milagrosa para passar uma sombra rosa vibrante nas pálpebras da amiga. A estrutura balança novamente, fazendo o pincel escorregar e criar um traço que vai até a têmpora de Zelda, mas Tamara contorna a situação gritando: "É conceito editorial, amiga, finge demência!". Entre gargalhadas e quase quedas, Tamara consegue aplicar um batom vermelho nos lábios de Zelda, que faz bico no meio do balanço. Elas entram no túnel claustrofóbico de elásticos sob pura adrenalina. Zelda vai empurrando as cordas elásticas com o peito, abrindo caminho como uma verdadeira desbravadora, enquanto Tamara vem logo atrás dando batidas rápidas de blush nas bochechas da parceira. Alguns fios elásticos enroscam nos pincéis, criando uma tensão cômica, mas elas conseguem se desvencilhar e cruzam a linha de chegada correndo e comemorando. Zelda termina o circuito com uma sombra rosa estendida, batom impecável e o rosto decorado por lantejoulas, celebrando a sintonia com um abraço apertado em Tamara. Pelo Grupo 2, Mayara e Sindel entram na arena dispostas a trazer um pouco de leveza para a equipe após o climão da dupla anterior. Sindel é quem assume os pincéis para maquiar Mayara. Na rasteira sob a rede baixa, as duas avançam de forma coordenada, mas a quantidade de lama e retalhos no chão logo vira motivo de piada. Sindel tenta passar a base líquida no rosto de Mayara, mas uma lantejoula prateada gruda no meio da bochecha de Mayara bem na hora da aplicação. "Vai ficar com iluminador natural sim!", brinca Sindel, arrancando risadas de Mayara, que tenta rastejar sem engolir os retalhos de tecido que flutuam na lama. Quando chegam às plataformas giratórias, o nível de comédia sobe. Mayara tenta manter o foco para não cair no tanque de líquido colorido, mas a plataforma começa a girar de forma frenética. Sindel, tentando se equilibrar em um pé só como uma bailarina desajeitada, grita: "Segura na minha mão que o delineado vai sair torto!". Um solavanco mais violento faz as duas perderem o equilíbrio e começarem a rebolar na plataforma para não cair na água com corante. No meio do desespero e do riso frouxo, Sindel estica o braço e consegue passar um batom roxo em Mayara, borrando um pouco o canto da boca por causa do tremor da estrutura. No túnel de elásticos, a dupla avança em um ritmo acelerado. Sindel vai jogando os fios elásticos para o lado com os cotovelos e, no improviso, usa os dedos para passar um blush bem marcado nas maçãs do rosto de Mayara. Os elásticos começam a prender nas roupas delas e criam um efeito estilingue, jogando um pouco de pó compacto para o ar e fazendo as duas tossirem e rirem ao mesmo tempo. Elas cruzam a linha de chegada exaustas, mas de alma lavada. Mayara termina com o rosto manchado de roxo e prata, cheia de lantejoulas coladas na testa, mas as duas batem as mãos e comemoram muito o fato de terem completado o circuito com diversão e sem nenhuma discussão.
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Com o término da última dupla, o circuito de obstáculos foi oficialmente encerrado e a poeira começou a baixar no estúdio, momento em que Murilo Rosa caminhou até o centro do palco e convocou todos os participantes, que se posicionaram lado a lado cobertos de lama, lantejoulas, tinta colorida e maquiagens das formas mais bizarras e criativas possíveis. Olhando para cada um deles, o apresentador respirou fundo e iniciou um discurso empoderador, destacando que o que todos viram ali foi muito além de um circuito de obstáculos ou de um simples tutorial de maquiagem, pois representou resiliência, entrega e, acima de tudo, a capacidade de rir de si mesmo e transformar o caos em arte. Ele pontuou que, no universo da internet, o algoritmo tenta derrubar os criadores todos os dias, as críticas criam barreiras e o caminho muitas vezes parece cheio de lama e armadilhas, mas frisou que a verdadeira essência de uma grande voz digital é saber levantar, manter o carão e continuar criando, não importa o tamanho do tombo, declarando que todos ali foram gigantes na arena. Os participantes aplaudiram as palavras do apresentador, mas a expectativa pelo resultado final logo tomou conta do ambiente, fazendo com que Murilo sorrisse e consultasse a ficha com os tempos para anunciar os grandes vencedores da dinâmica bônus. Ele revelou que Giuliano e Matheus entregaram o pacote completo na prova, pois não apenas foram a dupla mais rápida a cruzar a linha de chegada, como conseguiram entregar uma maquiagem que, apesar de todas as brincadeiras e do bigode rosa conceitual, teve momentos de aplicação surpreendentemente precisa. O apresentador elogiou os rapazes por manterem do início ao fim uma energia de ícones das passarelas, afirmando que eles provaram estar prontos para se tornarem ícones de uma verdadeira corrida das blogueiras, o que fez o estúdio explodir em gritos e comemoração enquanto Matheus e Giuliano se abraçavam e pulavam de alegria no centro do palco, aplaudidos de pé pelos colegas do Grupo 1. Murilo fez um sinal com a mão para revelar que, para coroar aquela vitória, cada um dos dois acabava de ganhar cinco mil reais na conta por causa da performance brilhante, deixando os vencedores eufóricos com a grana extra, mas o tom do apresentador mudou rapidamente para alertar sobre o destino iminente que os aguardava na mansão. Ele parabenizou os meninos e em seguida liberou todos os participantes para retornarem ao confinamento, mandando que tomassem um banho, tirassem a lama do corpo e se arrumassem muito bem, pois o clima de festa terminava ali e, naquela mesma noite, o bicho iria pegar no julgamento onde mais uma blogueira teria a sua internet cortada definitivamente da mansão. O anúncio final jogou um balde de água fria no estúdio, fazendo com que os competidores começassem a se retirar em silêncio, com o Grupo 1 focado em manter a sua estratégia intacta e os integrantes do Grupo 2 trocando olhares tensos, cientes de que a hora de acertar as contas com Beatriz e decidir o futuro do jogo finalmente havia chegado.
O clima de tensão pré-julgamento toma conta dos bastidores enquanto os participantes se dividem entre os quartos para tirar a lama do corpo e se arrumar. No Quarto Azul, o movimento é estratégico e os espelhos viram palco de uma articulação pesada. Conrado, Jonatas e Marcos aproveitam que estão dividindo o espaço com Giuliano, Matheus e Zelda para iniciar uma ofensiva de votos. Enquanto ajeita o cabelo, Marcos é o primeiro a quebrar o gelo, adotando um tom sério e direto ao olhar para os meninos do Grupo 1. Ele afirma que a situação de Beatriz passou de um problema interno do Grupo 2 para uma ameaça ao jogo de todo mundo, alegando que eles não aguentam mais perder provas e bater na trave por causa dos surtos e do estrelismo dela. Jonatas entra na conversa logo em seguida, aplicando o fixador de maquiagem e relembrando o desastre do circuito de obstáculos, pontuando que a moça quase o cegou e transformou o rosto de Marcos em uma piada simplesmente porque se recusou a trabalhar em equipe. Conrado, terminando de se vestir, reforça o apelo olhando para Zelda e argumenta que, embora o Grupo 1 esteja confortável com a imunidade, manter alguém tão instável na mansão é um prejuízo para a convivência e para o nível das dinâmicas futuras, pedindo abertamente que eles se unam para mandar Beatriz direto para o julgamento final. Giuliano, Matheus e Zelda escutam a proposta enquanto terminam de se produzir, trocando olhares cúmplices pelo reflexo do espelho. Matheus dá uma risada contida e comenta que o rastro de destruição da dupla de Marcos realmente deu para ver de longe, enquanto Zelda, aplicando um batom marcante, pontua que entende perfeitamente o desespero deles, já que ninguém merece carregar peso morto nas costas. Giuliano se mantém mais diplomático, mas concorda que o clima na cozinha na noite anterior estava intragável, deixando no ar que o Grupo 1 vai processar a informação com carinho na hora de digitar os votos. Enquanto o complô se desenrola no Quarto Azul, os demais participantes repercutem a prova bônus nos outros cômodos da mansão. No Quarto Roxo, Juliana e Silvana dão risada sozinhas ao lembrarem da rasteira na lama, com Juliana comentando que ainda está tirando lantejoulas do couro cabeludo, mas celebrando o fato de que a sintonia delas garantiu uma transição limpa pelos obstáculos. Ali perto, no banheiro principal, Mayara e Sindel conversam em voz baixa enquanto retiram os restos de tinta colorida dos braços. Mayara confessa que ficou aliviada por ter feito o circuito com Sindel e que, apesar de toda a bagunça, o tutorial de maquiagem roxa delas foi superdivertido, enquanto Sindel concorda, mas ressalta com um suspiro que o contraste com o barraco de Beatriz e Marcos só deixou ainda mais claro que o grupo deles precisa de uma limpeza urgente. Já em um canto isolado do quarto feminino, Tamara termina de prender o cabelo ao lado de Barbie, que observa o movimento com um sorriso irônico no rosto, comentando em tom de deboche que a maquiagem com bigode rosa de Giuliano e Matheus mereceu cada centavo dos 5 mil reais e que o circo daquela noite promete ser o melhor entretenimento da temporada.
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Os participantes caminham em silêncio até o cenário principal do julgamento, onde a atmosfera tensa e a iluminação dramática deixam claro que o tempo das brincadeiras ficou para trás. No centro do palco, Murilo Rosa os aguarda com uma postura imponente e um olhar sério. Assim que todos se posicionam, o apresentador toma a palavra e avisa que aquela noite marcará a despedida de mais uma blogueira, que deixará a corrida do reality show e terá que voltar para a sua casa carregando apenas um celular sem internet e uma cola quente quase no fim no fundo da mala. Antes de abrir a urna, ele pede para todo mundo se sentar nas bancadas e faz questão de relembrar detalhadamente como funcionam as regras da noite. Murilo aponta para o lado direito e reforça que o grupo formado por Juliana, Zelda, Silvana, Tamara, Giuliano e Matheus garantiu a imunidade máxima após a vitória na prova principal e está completamente salvo da berlinda. Em contrapartida, ele se vira para o lado esquerdo e alerta que Conrado, Jonatas, Marcos, Mayara, Beatriz e Sindel estão correndo um risco real de eliminação. O apresentador explica a dinâmica da votação, pontuando que cada um deles deverá se dirigir até a cabine reservada para dar o seu voto secreto e que, logo em seguida, ele próprio fará a leitura minuciosa de cada cédula para descobrir quem foi o participante mais votado pelo estúdio. Para elevar ainda mais a temperatura do jogo, Murilo revela que, em caso de um eventual empate nas urnas, caberá à líder Barbie a responsabilidade máxima de dar o veredicto e definir em um estalar de dedos quem será eliminado definitivamente neste ciclo. Fixando o olhar nos competidores, ele questiona se todo mundo está perfeitamente ciente de todas as regras e do peso de suas escolhas. Em coro, com vozes firmes misturadas ao nervosismo, os participantes respondem que sim, aceitando o destino da noite. O apresentador dá um sorriso enigmático, ajeita sua ficha e, com um tom desafiador, diz para eles pegarem suas melhores maquiagens, manterem o carão e se prepararem, pois o portal da eliminação está oficialmente aberto.
A tensão atinge o ápice no estúdio quando Murilo Rosa autoriza o início da votação secreta, fazendo com que os participantes se levantem um a um em direção à cabine isolada, onde as câmeras capturam os depoimentos repletos de mistério e estratégia. Juliana abre os trabalhos na cabine e, enquanto assina a sua cédula, comenta que o seu voto da noite é puramente baseado em convivência e na energia pesada que certas atitudes trazem para dentro da mansão, ressaltando que prefere manter por perto quem joga limpo. Logo em seguida, Conrado assume o posto e desabafa com o público, afirmando que o jogo chegou a um ponto em que não dá mais para fechar os olhos para o individualismo, justificando sua escolha pelo bem-estar e pelo rendimento das próximas dinâmicas em grupo. Zelda entra na cabine com um olhar focado e explica que seu voto é um reflexo direto do que observou nos últimos dias, pontuando que admira a coragem de quem se expõe, mas que o respeito coletivo deve sempre vir em primeiro lugar na competição. Jonatas, visivelmente desgastado com os últimos acontecimentos, usa o seu tempo no depoimento para dizer que votar hoje é uma questão de sobrevivência mútua, já que cansaço psicológico também elimina e ele precisa proteger a sua sanidade no confinamento. Silvana mantém a sua postura serena na cabine e declara que escolheu o seu alvo pensando no equilíbrio da mansão, destacando que prefere pessoas que saibam ouvir críticas sem transformar tudo em um espetáculo desnecessário. Em seguida, Marcos deposita seu voto na urna com firmeza e é categórico em seu depoimento, afirmando que o reality é um jogo de convivência e entrega técnica, e que qualquer pessoa que se recuse a somar com a equipe ou que se sinta acima do formato do programa merece ter a sua internet cortada imediatamente. Tamara, por sua vez, adota um tom analítico ao dar o seu depoimento, revelando que seu voto foi motivado por uma quebra de confiança e pela forma como algumas alianças parecem mudar de formato conforme a conveniência de cada ciclo. Mayara entra na cabine com uma expressão pensativa e confessa para as câmeras que foi uma das decisões mais difíceis que tomou até agora, pois o coração pedia uma coisa, mas a razão e a necessidade de se defender dentro do jogo a obrigaram a seguir por um caminho mais duro. Giuliano esbanja sua habitual pose de passarela antes de falar e argumenta que votou pensando no nível das entregas das campanhas publicitárias, reforçando que um bom criador de conteúdo precisa saber lidar com a pressão dos bastidores sem deixar o ego inflar mais do que o projeto. Na sua vez, Beatriz entra na cabine pisando duro, bate o papel na bancada e solta um depoimento carregado de desdém, afirmando que está votando em alguém por pura falta de caráter e por recalque coletivo, disparando que tem muita gente sonsa naquela mansão que se faz de santa, mas que não passa de um bando de hienas esperando uma oportunidade para atacar quem realmente brilha. Matheus assume a cabine logo depois e dá uma risada leve, comentando que seu voto é um misto de estratégia com o desejo de ver o parquinho pegar fogo de vez, já que algumas dinâmicas precisam de um sacolejo para as máscaras caírem. Por fim, Sindel encerra a rodada de votação e, com um suspiro pesado, revela em seu depoimento que pensou muito no futuro do seu próprio grupo antes de tomar a decisão final, pontuando que às vezes é preciso amputar um membro para salvar o corpo inteiro e que espera que sua escolha traga um pouco de paz e foco para os próximos desafios da temporada.
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Murilo se levanta, caminha até a cabine para buscar a urna e, ao retornar ao centro do palco, o silêncio no estúdio se torna sepulcral. Ele ajeita os papéis, olha fixamente para os participantes e começa a leitura dos votos, ditando o ritmo cardíaco de quem está na berlinda: "Primeiro voto... Beatriz." Beatriz apenas ergue o queixo, mantendo o carão de desdém. "Segundo voto... Mayara." Mayara respira fundo, trocando um olhar rápido com Sindel. "E o terceiro voto vai para... Marcos. Temos um empate logo de início." O apresentador mexe nas cédulas e retoma a leitura, elevando a tensão: "Quarto voto... Agora são dois votos para Marcos. Quinto voto... Também temos dois votos para Beatriz. E no sexto papel... Empate triplo novamente com o segundo voto de Mayara." A contagem entra na sua reta final e o ritmo acelera, desenhando um cenário dramático para o Grupo 2. "Sétimo voto... Mayara agora com três votos. Oitavo voto... Mayara com quatro votos, abrindo vantagem. Nono voto... Marcos recebe seu terceiro voto. Décimo voto... Beatriz recebe seu terceiro voto. Décimo primeiro voto... Empate duplo: Mayara com quatro votos e Beatriz também com quatro votos..." Restando apenas um único papel na mão do apresentador, o estúdio parece prender a respiração coletivamente. Sindel aperta os olhos e Marcos foca o olhar no chão, esperando pelo veredicto. Murilo desdobra a última cédula lentamente, faz uma pausa dramática e dita a sentença final: "... E quem deixa a competição hoje com cinco votos, tendo a sua internet cortada e deixando também a sua melhor paleta de cores para trás, é você, Mayara." O anúncio cai como uma bomba no estúdio. Sindel arregala os olhos em puro choque ao ver a amiga eliminada, enquanto no canto de Beatriz um sorriso de canto de boca surge de forma triunfante. Mayara engole em seco, mas mantém a postura elegante, levantando-se para se despedir dos colegas enquanto o Grupo 2 processa o resultado de uma votação que quase culminou em um empate histórico.
Mayara ouve o veredicto e, por alguns segundos, parece não acreditar no que acabou de escutar. Suas pernas fraquejam de leve e ela desaba no choro ali mesmo no palco, confessando, com a voz embargada, que está completamente chocada com a sua eliminação e que não queria de jeito nenhum deixar o programa tão cedo assim. Sem forças para grandes discursos de despedida, a moça limpa as lágrimas borradas, dá um abraço apertado em Sindel e deixa o estúdio sob o olhar penalizado de alguns e o silêncio desconfortável de outros. Ao cruzar as portas dos fundos, Mayara é empurrada direto para o temido corredor da humilhação, onde o clima de reality show atinge o seu nível mais cruel. Telões gigantescos começam a piscar nas paredes exibindo, em looping, imagens de seus piores momentos nas provas, seus erros de edição e os closes de seus fracassos na competição. Para piorar, caixas de som disparadas nas alturas simulam vaias ensurdecedoras do público, enquanto uma chuva implacável de tomates maduros começa a ser atirada contra ela, sujando seu figurino impecável e cobrindo seu cabelo de polpa vermelha. Conseguindo finalmente escapar do corredor, ensopada de tomate e com o psicológico abalado, ela entra na sala de depoimentos finais para falar pela última vez com o público. Diante da câmera, Mayara tenta respirar fundo, mas o choro volta a dominar sua fala. Ela desabafa, dizendo que está profundamente triste, de coração partido e completamente sem palavras no momento para expressar o tamanho da sua frustração por ter batido na trave de forma tão dolorosa. Enquanto isso, de volta ao estúdio principal, Murilo Rosa dispensa o restante do elenco, e os participantes começam a caminhar em silêncio absoluto de volta para a mansão, tentando processar a revirava que acabou de acontecer no jogo. Na tela, o público finalmente começa a acompanhar a revelação de como cada um votou: Barbie votou em Mayara, Beatriz votou em Marcos, Conrado votou em Beatriz, Giuliano votou em Mayara, Jonatas votou em Beatriz, Juliana votou em Mayara, Marcos votou em Beatriz, Matheus votou em Mayara, Mayara votou em Marcos, Silvana votou em Mayara, Sindel votou em Beatriz, Tamara votou em Marcos e Zelda votou em Mayara.
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Conheça os Participantes: Barbie Terremoto, Beatriz Schulteize, Conrado da Silva, Enzo Tralli, Giuliano Francisco, Hugo Aguiar, Jonatas Ponte, Juliana Patricia, Manoela Mendes, Marcos Beltrão, Matheus Lacerda, Mayara Palhares, Silvana Cruz, Sindel Takawire, Tamara Gimenez, Tárcio Mendes e Zelda Montgomery.
LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026 Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais ou entrar em contato, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?