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terça-feira, 2 de junho de 2026

CDTRA: 4x10 - Casa dos Talentos Realidade Alternativa - Fora da Lista VIP


O décimo episódio abre com uma atmosfera de calmaria incomum. Matheus está completamente sozinho na imensidão da mansão, enquanto o restante do elenco ainda cumpre o desafio em grupo pelas alturas de São Paulo. O dia amanhece lá fora, mas o líder, em vez de voltar a dormir e aproveitar o conforto da sua suíte, prefere vagar pelos cômodos silenciosos. Com os braços cruzados e o semblante pensativo, seus passos ecoam pelos corredores vazios. Ele para no centro da sala de estar e se questiona em voz alta: "O que eu posso fazer enquanto estou aqui sozinho nessa casa?" Uma ideia começa a se desenhar em sua mente. Com um sorriso estratégico, Matheus caminha decididamente em direção ao quarto dos seus adversários de jogo. Ao entrar no cômodo, ele dá algumas voltas lentas entre as camas, apenas observando o espaço e a disposição das malas, sem mexer em nada a princípio. No entanto, o silêncio do confinamento o instiga a agir. Com movimentos rápidos e calculados, ele começa a recolher discretamente alguns itens pessoais de Beatriz, Mayara, Sindel e Tamara. Sem deixar vestígios óbvios, o líder esconde os pertences das moças exatamente no meio das roupas e pertences de Enzo. Antes de deixar o quarto, Matheus caminha até a saída, para na porta e olha diretamente para a lente de uma das câmeras robóticas. Com um tom de voz firme e focado, ele dispara o seu recado para o público: "Eu preciso fazer o necessário para sobreviver aqui dentro. Eu não vim para cá a passeio". Enquanto a armadilha é armada na mansão, o clima na van que traz os participantes de volta da prova externa é o pior possível. O trajeto é marcado por caras amarradas e uma tensão sufocante. Beatriz, ainda com os nervos à flor da pele devido ao fracasso na dinâmica, não consegue se conter e continua discutindo asperamente com Marcos. Diante do olhar desconfortável dos demais passageiros, ela o aponta o dedo e o acusa abertamente: "Você tentou atrapalhar a nossa prova de propósito, Marcos! Fez de tudo para o Grupo 1 vencer e prejudicar a gente aqui dentro! Você deveria ter vergonha da sua postura!". Marcos bufa e revira os olhos, enquanto a van cruza os portões de volta para o confinamento, prestes a explodir com o caos que Matheus deixou plantado nos quartos.

Assim que pisam de volta no confinamento, Marcos perde a paciência de vez e rebate as acusações aos gritos na cozinha, afirmando enfaticamente que Beatriz está se fazendo de doida com essa história absurda de que ele teria sabotado o próprio grupo. O rapaz argumenta, gesticulando com irritação, que as coisas na prova só começaram a desandar de verdade depois que ela entrou no helicóptero trazendo caos para a cabine, completando que não faz sentido nenhum ele se colocar em risco na berlinda por vontade própria apenas para beneficiar os adversários. Enquanto o bate-boca pega fogo no ambiente interno, Barbie passa pelos integrantes do Grupo 2 no jardim e solta uma provocação ácida, dizendo em tom de deboche que o grupo perdedor deveria simplesmente aprender a perder com dignidade em vez de fofocar. Sindel, que já estava de cabeça quente pela derrota, ouve o comentário, fecha a cara imediatamente e ameaça perder a mão na cara dela se ela não calar a boca. Longe de se intimidar, Barbie resolve peitar a rival, dá um passo à frente e a desafia abertamente, mandando ela fazer isso então se for mulher de verdade, mas Sindel acaba recuando e apenas sustenta um olhar mortal, evitando a agressão física. Ouvindo o barulho generalizado vindo da área externa, Matheus sai correndo de dentro da mansão com os braços abertos, ansioso e querendo saber de uma vez quem afinal venceu o grande desafio do dia. Os integrantes do Grupo 1 respondem em coro e com muita festa que a vitória foi deles, fazendo com que o líder pule e comemore a conquista abraçado com seus aliados no jardim, deixando a discussão interminável entre Beatriz e Marcos continuar ecoando de forma isolada e barulhenta lá dentro na cozinha.

Indo em direção à academia, o núcleo masculino do Grupo 1 se reúne para alinhar os rumos do jogo e os homens começam a conversar seriamente sobre a formação da próxima votação. Com os pesos e aparelhos ao redor, eles começam a ponderar entre votar em Beatriz ou em Tárcio para serem eliminados nesse ciclo. Matheus, mantendo sua postura calculista de líder, assume o centro do debate e dá argumentos fortes para os dois lados, ele pontua que, por um lado, eliminar Beatriz cortaria a cabeça pensante e mais articulada das mulheres do outro grupo, desestabilizando a aliança delas, mas, por outro lado, tirar Tárcio significaria eliminar uma força física considerável e um rival direto nas provas mais complexas. Ouvindo a análise, Jonatas toma a palavra e defende firmemente que Tárcio deve ser o eliminado da vez, argumentando que o rapaz é um jogador perigoso nas dinâmicas de resistência e que o Grupo 1 não pode dar bobeira deixando um competidor tão forte crescer na reta final. Conrado, no entanto, discorda da prioridade e apresenta seus argumentos voltados para a eliminação de Beatriz, explicando aos aliados que ela é a principal responsável por inflamar os ânimos da casa contra eles e que sua permanência só vai gerar mais complôs e votos combinados contra o quarto deles. Enquanto os homens do Grupo 1 traçam suas estratégias de guerra na academia, a tensão continua alta em outros cantos da mansão. Na área externa, Enzo malha e reclama abertamente da última prova com Tárcio, dizendo sem rodeios que, conhecendo o histórico do jogo, ele não duvida nada que Marcos realmente tenha sabotado a dinâmica de propósito para ajudar os amigos do outro lado. Tárcio escuta o desabafo, mas mantém a sensatez e defende o rapaz, argumentando que, por mais que o clima esteja horrível, era do total interesse de Marcos vencer o carro ou a imunidade, completando que o rival não jogaria sua própria segurança no lixo, mesmo sabendo que as chances de ele ser eliminado agora são minúsculas por conta das configurações de voto da casa. Bem longe dali, alheia à defesa de Tárcio, Beatriz caminha pisando fundo em direção ao quarto e dita para si mesma e para quem quiser ouvir que, depois de tudo o que aconteceu lá no alto daquele helicóptero, mais do que nunca o seu objetivo principal no confinamento é ver Marcos eliminado do programa.

No quarto das mulheres, Tamara escuta o desabafo da aliada e diz que entende perfeitamente os motivos de Beatriz para querer a eliminação imediata de Marcos, mas faz uma ressalva ponderando que acredita que tem gente na mansão que deve ser eliminada primeiro, ainda mais pelo fato de o rapaz não representar ameaça nenhuma nas provas e ser um competidor fraco fisicamente. Mayara concorda prontamente com a análise, destila veneno e dispara em tom de deboche que ele não passa de um velho saco de banha, completando que elas conseguem vencer o rival em qualquer dinâmica de olhos fechados. Irritada com as ponderações, Beatriz rebate de forma ríspida dizendo que não se importa com a facilidade das provas e que está completamente cansada de ser contrariada e subestimada nesse confinamento, deixando um ultimato claro para que as amigas a apoiem incondicionalmente no voto contra Marcos ou se afastem dela de uma vez por todas. Diante da pressão, Mayara e Tamara se entreolham em silêncio por um breve segundo e cedem, afirmando com firmeza que estão com ela e vão comprar essa briga juntas. Enquanto isso, o clima na cozinha é de desabafo e alianças reafirmadas. Marcos conversa de forma franca com Giuliano e Juliana, insistindo em se defender ao afirmar com as mãos no peito que ele não sabotou ninguém nessa prova e que pode jurar pela vida de quem eles quiserem que deu o seu melhor lá no helicóptero. Giuliano presta atenção ao relato, balança a cabeça em sinal de apoio e diz que acredita totalmente nele, acrescentando que todos na casa sabem muito bem que Beatriz está apenas fazendo birra e se comportando igual a uma adolescente de 12 anos que não sabe aceitar a derrota. Juliana dá risada do comentário do aliado, concorda com a infantilidade da rival e diz para Marcos não se preocupar muito com esse paredão ou com as ameaças do Grupo 2, pois ele não vai para lugar algum neste ciclo. Para encerrar a conversa com bom humor e confiança, Juliana brinca consigo mesma e declara que, o mais importante de tudo, é que ela não vai ser amaldiçoada igual ao Hugo e não vai deixar o programa justamente no ciclo do reality show dela, garantindo que o Grupo 1 vai continuar comandando o jogo com punho de ferro.

Na manhã seguinte, os participantes acordam com uma surpresa de tirar o fôlego ao darem de cara com Murilo Rosa no jardim da mansão, apresentando um brunch especial com mesas fartas e uma decoração impecável para eles. O apresentador saúda a todos com um sorriso e avisa que eles podem aproveitar o dia para se alimentar muito bem, tomar sol na beira da piscina e dançar um pouco com a música animada fornecida pela produção, mas deixa um alerta firme no ar dizendo que eles não devem ficar muito confortáveis, pois mais tarde chegaria o momento inevitável de eliminarem mais um competidor do jogo. Assim que o apresentador deixa a mansão para que todos curtam a festa, Juliana se aproxima das mesas radiante e diz para quem quiser ouvir que não poderia ficar mais feliz com esse momento, exclamando que finalmente está sendo tratada como a rainha que deveria e que a única coisa que faltava para o dia ser perfeito era alguém para fazer uma massagem relaxante em suas costas. Logo em seguida, Barbie pega uma das taças coloridas, experimenta o drink e anuncia animada que tem álcool nas bebidas, fazendo os participantes vibrarem e correrem para brindar, deixando as brigas do dia anterior temporariamente de lado. Mais afastado do agito da pista de dança, Giuliano observa a comida com os braços cruzados, sentindo-se meio deslocado e confuso por não estar na cozinha preparando a alimentação do pessoal como faz rigorosamente todas as manhãs. Silvana percebe o desconforto do amigo, aproxima-se com um sorriso acolhedor e tenta consolá-lo, dizendo que a produção deu um merecido dia de folga para ele e que era para ele simplesmente relaxar e aproveitar a mordomia. Jonatas se junta à conversa e brinca dizendo que acha que Giuliano não queria mesmo ficar preso na cozinha o tempo todo de qualquer maneira, mas o rapaz solta um suspiro sincero e responde que acabou se acostumando tanto com a rotina do fogão que aquilo meio que virou a sua terapia particular para conseguir manter a calma e não surtar no meio de toda essa gente confinada.

Ainda no jardim aproveitando o brunch, Sindel se afasta um pouco do barulho e conversa com Tárcio sobre Beatriz, desabafando sem rodeios que está sentindo que não vai conseguir ficar ao lado da moça por muito tempo no jogo devido à maneira como ela conduz as suas estratégias na base do vitimismo e da cobrança excessiva. O rapaz escuta atentamente, concorda com a postura cansativa da aliada e diz que é exatamente por isso que ele defende desde o primeiro dia no confinamento que as pessoas deveriam começar a jogar individualmente lá dentro, ainda mais sabendo que no final das contas somente um participante vai vencer o grande prêmio de qualquer maneira. Enquanto isso, do outro lado da piscina, Conrado conversa discretamente com Zelda sobre a votação que se aproxima e revela que os homens do Grupo 1 chegaram a uma conclusão na noite anterior durante a conversa na academia. Zelda se inclina para ouvir e diz que entende perfeitamente a motivação deles, ponderando que, pensando com esses argumentos estratégicos, eliminar o Tárcio é a melhor opção para o quarto deles mesmo, concluindo que é muito melhor ele sair agora antes que consiga vencer mais provas do líder e acabar de vez com o grupo deles no reality show. Conrado concorda plenamente com a visão da aliada e finaliza dizendo que eles precisam correr para avisar Juliana, Barbie, Silvana e Giuliano sobre essa decisão para que todo o Grupo 1 vote em perfeita sintonia e garanta o controle absoluto do próximo portal de eliminação.

Em outro canto do jardim, Jonatas comenta com os rapazes que essa última prova que eles fizeram no helicóptero meio que foi algo muito parecido com o formato do seu próprio reality show, o "Amazing Race", e que ele sabia desde o início que era totalmente capaz de cumprir as tarefas com folga pela bagagem que já tinha. Matheus escuta o relato impressionado e diz que imagina que a dinâmica deve ter sido realmente incrível, confessando que ele gostaria muito de ter participado e sentido essa adrenalina. Marcos, no entanto, corta o clima de empolgação e responde em tom de desabafo que foi incrível só para o grupo de Jonatas, porque no dele a experiência foi um verdadeiro pesadelo do começo ao fim, sem contar o pavor constante que ele sentiu de acabar caindo do helicóptero a qualquer momento. Os rapazes dão risada do sofrimento do aliado e Matheus o questiona, curioso, se ele tem tanto medo de altura assim, fazendo Marcos balançar a cabeça e responder que sim, que o pânico é real. Observando a cena e a descontração dos homens de longe, Beatriz fecha a cara perto das aliadas e dispara com rancor que acha todo mundo em volta de Marcos um bando de nojentos, completando que se eles estão apoiando o rapaz depois de tudo, então devem ser exatamente iguais a ele. Tamara fica confusa com o ataque gratuito, franze a testa e questiona do que ela está falando afinal de contas, e a moça rebate de forma enigmática e ríspida dizendo que ela sabe muito bem e exatamente do que ela está falando. Enquanto o veneno escorre na cabeceira da piscina, do outro lado do jardim Zelda cumpre a missão estratégica e conta em detalhes para Barbie e Silvana sobre o plano traçado para a próxima votação focar em Tárcio, e aparentemente as duas concordam plenamente com o que deve ser feito, balançando a cabeça positivamente e selando o destino do rival no próximo portal.

Quando a noite finalmente chega à mansão, as luzes do jardim se apagam e um aviso sonoro da produção ecoa pela casa, indicando que é hora de os participantes recolherem-se aos seus respectivos quartos para começarem a se arrumar para a tão temida eliminação. No quarto do Grupo 1, o clima é de leveza e descontração mútua enquanto os aliados calçam os sapatos e ajeitam as roupas em frente aos espelhos. Barbie, terminando de aplicar a maquiagem, comenta rindo com Silvana que o brunch da tarde foi a melhor surpresa do ciclo, destacando que a produção caprichou nas bebidas e que o espumante deu o ânimo exato que ela precisava para enfrentar o portal de cabeça erguida. Silvana concorda enquanto ajeita o cabelo, pontuando que ver o Murilo Rosa entrar com aquela mesa farta quebrou totalmente a energia pesada que estava rondando a casa desde a prova dos helicópteros, e Giuliano, já vestido, solta um suspiro de satisfação ao dizer que, apesar de ter se sentido um peixe fora d'água longe do fogão no início, precisava admitir que comer uma comida maravilhosa sem ter o trabalho de lavar as panelas depois foi um verdadeiro luxo. Enquanto isso, no quarto dos adversários, o processo de arrumação é bem mais silencioso e carregado de desconfiança, embora o banquete da tarde ainda renda alguns comentários entre as trocas de roupas. Tamara, ajustando os seus brincos perto da mala, quebra o gelo ao comentar com Mayara que, se aquele brunch foi uma espécie de "última ceia" antes da eliminação de um deles, pelo menos valeu muito a pena pela qualidade dos doces e salgados. Mayara concorda com a cabeça enquanto calça os saltos, mas não perde a chance de alfinetar o comportamento dos rivais, dizendo que achou patético como o pessoal do Grupo 1 se jogou em cima da comida e das bebidas como se nunca tivessem visto um buffet na vida. No canto do quarto, mantendo o semblante fechado e ignorando a conversa paralela das amigas, Beatriz termina de se arrumar em silêncio absoluto, focada apenas na estratégia do voto e na contagem regressiva para ver o desfecho da sua rivalidade com Marcos diante do apresentador.

Com os corações acelerados e os figurinos impecáveis, os participantes caminham em fila até o imponente local onde a votação acontece e encontram Murilo Rosa aguardando-os com sua postura elegante habitual. O apresentador olha seriamente para o elenco e avisa com firmeza que hoje mais um competidor terá o seu convite VIP retirado definitivamente e será barrado de vez das próximas festas da alta sociedade do confinamento. Ele gesticula em direção aos assentos, pede para todo mundo se sentar nos seus respectivos lugares e relembra detalhadamente como funcionam as regras cruciais da noite. Murilo pontua que o grupo vencedor da última prova, formado por Barbie, Conrado, Giuliano, Jonatas, Juliana, Silvana e Zelda, está totalmente imune nessa votação, enquanto Beatriz, Enzo, Marcos, Mayara, Sindel, Tamara e Tárcio estão na zona de perigo e correndo o risco real de eliminação. O apresentador continua a explicação olhando para os ameaçados e dita que cada um dos confinados dará o seu voto secreto e individual dentro da cabine isolada, completando que ele mesmo irá ler os votos um por um no painel para descobrir quem será o mais votado da noite. Para encerrar as diretrizes, ele deixa claro que, em caso de um eventual empate na contagem final, o líder Matheus será a única pessoa com o poder de definir quem deixará o programa neste ciclo. Murilo questiona em voz alta se todo mundo está ciente e de acordo com as regras estabelecidas, e todos os participantes respondem em coro que sim. Com o clima de absoluta tensão instaurado no estúdio, o apresentador dá o sinal de início e diz para eles pegarem suas taças de champanhe e se prepararem, pois a hora da verdade finalmente chegou.

A votação começa e a tensão toma conta do ambiente à medida que os participantes se levantam um a um para ir até a cabine secreta. Barbie abre os trabalhos, entra na cabine e, olhando para a câmera, diz que seu voto é estritamente estratégico, baseado em quem ela acredita que representa uma ameaça maior para o seu grupo nas próximas etapas do jogo. Em seguida, Conrado assume o posto e dá um depoimento focado na sobrevivência, explicando que, nesta altura do campeonato, votar se tornou uma questão de autodefesa e de proteger os aliados mais próximos. Giuliano entra logo depois, ajeita o microfone e pontua que seu critério é a convivência diária, escolhendo alguém com quem ele tem menos afinidade dentro da casa e cuja energia destoa do restante do confinamento. Dando sequência, Jonatas entra na cabine com semblante sério e afirma que está votando com base no desempenho das últimas provas, priorizando cortar as asas de um concorrente forte antes que seja tarde demais. Juliana, com um sorriso confiante, faz seu depoimento ressaltando que o jogo exige decisões difíceis e que seu voto vai para alguém que ela tem certeza de que votaria nela na primeira oportunidade. Silvana segue a mesma linha em seu depoimento, destacando que prefere manter a lealdade ao seu quarto e que sua escolha visa enfraquecer a oposição. Encerrando o bloco dos imunes, Zelda entra rapidamente e declara que seu posicionamento é puramente matemático, visando garantir que a maioria do seu grupo consiga ditar os rumos do próximo ciclo. Chega a vez dos participantes em risco votarem. Beatriz entra na cabine com o olhar inflamado e, em um depoimento carregado de desabafo, diz que está votando por uma questão de honra e justiça, em alguém cujas atitudes recentes a deixaram profundamente decepcionada e irritada. Enzo entra na sequência, respira fundo e comenta que seu voto é uma tentativa de se proteger do julgamento da casa, escolhendo um nome que já está no alvo para não desperdiçar o seu voto. Marcos assume a cabine com uma postura defensiva, afirmando em seu depoimento que está cansado de ser alvo de perseguição e birra infantil, e que seu voto é uma resposta direta a quem tentou queimar a sua imagem para os outros. Mayara entra logo depois, ajeita a roupa e dispara em seu depoimento que está votando para apoiar uma grande amiga e que, para ela, a lealdade dentro da sua aliança feminina está acima de qualquer estratégia de jogo. Sindel entra com o semblante fechado e explica de forma direta que seu voto vai para alguém cujo comportamento e vitimismo dentro da casa já passaram dos limites do suportável para ela. Tamara, por sua vez, adota um tom ponderado em seu depoimento, afirmando que, embora prefira mirar em outras pessoas no futuro, no momento atual precisa seguir o fluxo da sua aliança para não se isolar. Por fim, Tárcio entra na cabine com os braços cruzados e conclui os depoimentos dizendo que o jogo individual começou de verdade e que sua escolha é baseada em quem ele considera o jogador mais imprevisível e perigoso do lado oposto. Com todos os votos devidamente depositados na urna eletrônica da cabine, os participantes retornam aos seus assentos e Murilo Rosa se posiciona diante do painel, pronto para iniciar a contagem que definirá o próximo eliminado.

Murilo se levanta com sua elegância habitual, caminha até a cabine para buscar a urna eletrônica com os resultados e retorna ao centro do cenário, olhando fixamente para os participantes antes de anunciar que chegou o momento definitivo da leitura dos votos. O apresentador respira fundo e inicia a contagem revelando um voto para Marcos, seguido imediatamente por um voto para Tárcio. O painel pisca e ele dita que já são dois votos para Tárcio, mas avisa que eles estão empatados no começo da apuração, pois Marcos também consegue seu segundo voto logo em seguida. A tensão na sala aumenta quando Murilo lê três votos para Tárcio, avançando rapidamente para quatro votos para Tárcio. A resposta do outro lado vem no próximo envelope com três votos para Marcos, deixando os dois rivais da noite empatados novamente após a leitura de quatro votos para Marcos e quatro votos para Tárcio. O jogo de espelhos continua tenso com a contagem batendo cinco votos para Tárcio e cinco votos para Marcos, mantendo o suspense absoluto no estúdio. A balança começa a pender quando o apresentador anuncia seis votos para Tárcio e, logo em seguida, sete votos para Tárcio. Marcos ainda tenta alcançar o oponente ao receber o anúncio de seis votos para Marcos, mas Murilo Rosa puxa o penúltimo registro marcando oito votos para Tárcio e, com um olhar definitivo para o painel, encerra o mistério dizendo que com nove votos, Tárcio você está barrado nesse baile, devolva o seu convite VIP agora mesmo.

Tárcio se levanta de seu assento com o peito estufado, ajeita o paletó com desdém e, olhando diretamente na cara dos adversários, dispara com a voz firme que eles são todos muito previsíveis e frouxos por lhe tirarem da competição, completando com orgulho que essa votação em massa só aconteceu porque todos ali dentro sabem perfeitamente que ele era a pessoa mais forte e a maior ameaça física nessa mansão. Sem dar espaço para réplicas ou despedidas falsas, o rapaz vira as costas, deixa o local da votação com passos largos e entra direto no temido corredor da humilhação, onde o clima de glamour dá lugar ao fiasco, as caixas de som disparam vaias ensurdecedoras do público, os telões laterais começam a projetar em looping os seus piores momentos e fracassos nas provas da competição e, para piorar o cenário, uma chuva de tomates maduros é disparada contra ele, sujando sua roupa elegante enquanto ele caminha sob o julgamento do programa. Após cruzar a saída do corredor e se limpar minimamente, ele se posiciona diante da última câmera dos estúdios e dá o seu depoimento final de eliminação, desabafando com amargura que nunca na sua vida viu homens tão covardes e estrategistas baixos como os que ficaram naquela casa, mas ressalta, com um semblante mais leve, que no fundo estava se sentindo feliz em deixar o programa naquele exato momento, pois sentia que a sua própria alma estava sendo manchada e corrompida em nome de toda aquela baixaria cotidiana de convivência. Tárcio encerra sua participação olhando para o horizonte e declarando que a sua única prioridade agora, longe das câmeras, é aproveitar a liberdade para ir se esconder no meio da natureza e se curar de toda a energia negativa do confinamento. Enquanto os participantes sobreviventes se levantam em silêncio e iniciam o caminho de retorno para a mansão, pensativos com o resultado expressivo da noite, a tela da televisão muda de tom e os gráficos do programa começam a subir, mostrando detalhadamente como foram os votos de cada um deles na cabine secreta. Barbie votou em Tárcio, Beatriz votou em Marcos, Conrado votou em Tárcio, Enzo votou em Marcos, Giuliano votou em Tárcio, Jonatas votou em Tárcio, Juliana votou em Tárcio, Marcos votou em Tárcio, Matheus votou em Tárcio, Mayara votou em Marcos, Silvana votou em Tárcio, Sindel votou em Marcos, Tamara votou em Marcos, Tárcio votou em Marcos e Zelda votou em Tárcio.

Conheça os Participantes: Barbie Terremoto, Beatriz Schulteize, Conrado da Silva, Enzo Tralli, Giuliano Francisco, Hugo Aguiar, Jonatas Ponte, Juliana Patricia, Manoela Mendes, Marcos Beltrão, Matheus Lacerda, Mayara Palhares, Silvana Cruz, Sindel Takawire, Tamara Gimenez, Tárcio Mendes e Zelda Montgomery.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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segunda-feira, 1 de junho de 2026

CDTRA: 4x09 - Casa dos Talentos Realidade Alternativa - Onde Está Minha Amiga?


O nono episódio começa com o instigante voiceover de Murilo Rosa anunciando que o episódio de hoje vai ser bem agitado e cheio de novidades. Ele revela para o público que, pela primeira vez na temporada, os confinados vão ter que encarar um desafio completamente fora da mansão. No entanto, o apresentador avisa que, antes de conferir como tudo aconteceu na prática, era preciso saber como o Líder Matheus separou os grupos para essa prova crucial. Em seguida, as imagens mostram os participantes acordando ainda no escuro, quase na madrugada, visivelmente sonolentos e surpresos ao serem chamados às pressas para se dirigirem ao campo de provas. Com o elenco reunido sob a iluminação artificial da arena, Murilo Rosa toma a palavra e anuncia que chegou o momento de o líder separar oficialmente os dois grupos que vão se enfrentar na nova dinâmica. O apresentador olha para o detentor do colar e questiona diretamente como Matheus vai fazer essa separação. Com uma postura firme e sem hesitar, o rapaz toma a frente e dita a sua divisão oficial: ele anuncia que no Grupo 1 ficarão Barbie, Conrado, Giuliano, Jonatas, Juliana, Silvana e Zelda, enquanto o Grupo 2 será composto por Beatriz, Enzo, Marcos, Mayara, Sindel, Tamara e Tárcio. Murilo, analisando a composição das equipes, questiona o Líder se ele tem total certeza dessa divisão. Matheus responde prontamente que sim, justificando com um sorriso confiante que confia plenamente que seus aliados e amigos vão dar conta do recado e conquistar a vitória, independentemente do que quer que seja essa prova.

Em seguida, Murilo Rosa toma a palavra e explica detalhadamente o funcionamento da prova épica, pontuando que as equipes enfrentarão uma dinâmica monumental pela cidade de São Paulo. Ele detalha que, no início do desafio, um integrante de cada equipe embarcará em um helicóptero, enquanto os demais participantes serão levados para diferentes helipontos localizados em alguns dos edifícios mais altos, sofisticados e emblemáticos da capital paulista. O apresentador alerta que cada participante em solo permanecerá isolado em seu respectivo topo de prédio, sem qualquer contato direto com os colegas de equipe. Enquanto isso, o integrante que estiver lá no alto, no helicóptero, receberá uma série de pistas cruciais sobre a exata localização de cada companheiro de jogo, dicas que podem envolver desde características arquitetônicas e curiosidades sobre o prédio até vistas específicas da cidade, bairros, empresas instaladas no local ou elementos marcantes que sejam visíveis do alto. Com base nessas informações e na visão privilegiada, o participante voando precisará identificar corretamente cada destino e orientar o piloto até os helipontos onde seus colegas aguardam o resgate. Murilo explica que cada acerto permitirá que um novo integrante embarque na aeronave, mas faz um alerta dramático: Caso a equipe escolha um local incorreto por engano, perderá um tempo precioso e precisará retomar a busca imediatamente. O apresentador acrescenta que, à medida que mais integrantes forem resgatados, eles também passarão a ajudar na interpretação das pistas seguintes, transformando a prova em um verdadeiro desafio de raciocínio coletivo, comunicação clara e conhecimento da cidade de São Paulo. Depois que todos os membros da equipe forem devidamente recolhidos, o grupo receberá a última pista, que revelará o destino final da prova. O helicóptero, então, deverá seguir direto para o heliponto de chegada, onde a equipe inteira deve desembarcar completa. Por fim, Murilo crava a regra da vitória: vence o grupo que conseguir localizar todos os seus integrantes e retornar ao ponto final antes dos adversários.

O Grupo 1 define que Conrado será o responsável por iniciar o desafio a bordo do helicóptero, confiando em sua capacidade analítica para decifrar as pistas. Enquanto o resto do grupo é distribuído pelos topos de São Paulo, o motor da aeronave ruge e Conrado levanta voo sob o céu nublado da manhã paulistana. Ele recebe o primeiro envelope da produção e lê a pista em voz alta para a câmera: "O seu primeiro alvo espera no topo de uma torre cujo formato remete a uma lâmina imponente, fincada no coração financeiro da Avenida Brigadeiro Faria Lima, famosa por seu design sustentável e por abrigar gigantes da tecnologia". Lá do alto, Conrado esquadrinha a paisagem urbana, buscando os prédios espelhados da região corporativa. Ele reconhece a silhueta moderna e angular do Pátio Victor Malzoni. Com precisão, ele aponta a direção para o piloto e o helicóptero começa a sua aproximação em direção ao heliponto do imponente edifício. Ao pousar na estrutura de metal, a porta se abre e Barbie, que aguardava ansiosa e segurando o cabelo por causa do vento forte das hélices, corre para embarcar. Os dois se abraçam comemorando o primeiro acerto da equipe, prontos para abrir o próximo envelope e continuar o resgate.

No Grupo 2, a responsabilidade de iniciar a prova a bordo do helicóptero fica com Tárcio, escolhido pela equipe por sua calma e foco sob pressão. Assim que a aeronave ganha altitude, revelando a imensidão cinzenta de São Paulo, ele abre o primeiro envelope com a pista inicial: "O seu primeiro resgate aguarda no topo de um dos edifícios mais icônicos e tradicionais do centro da cidade, famoso por sua arquitetura inspirada no Empire State Building e por sua icônica bandeira do estado hasteada no topo". Tárcio imediatamente associa a descrição ao clássico Edifício Altino Arantes, o famoso Farol Santander. Ele orienta o piloto a seguir em direção ao centro histórico, observando a silhueta imponente do prédio se destacar entre os demais. O helicóptero faz uma aproximação precisa e toca o heliponto. A porta se abre e Marcos, que estava batendo o pé de ansiedade e protegendo os olhos da forte ventania causada pelas hélices, corre para dentro da cabine. Os dois comemoram o acerto com um bate-hi-five entusiasmado, sem perder tempo para pegar o segundo envelope com a próxima localização.

Com Marcos a bordo, Tárcio abre o segundo envelope e lê a nova instrução: "Seu próximo destino fica na região da Marginal Pinheiros, em uma torre corporativa imponente que faz parte de um complexo multiuso, famosa por suas curvas modernas e por abrigar a sede de uma das maiores emissoras de televisão por assinatura do país". Marcos e Tárcio começam a debater as opções enquanto o helicóptero sobrevoa a zona sul. Tárcio confunde a pista e acredita que o prédio em questão é uma das torres do Centro Empresarial Nações Unidas (CENU), orientando o piloto a seguir para lá. No entanto, ao se aproximarem do heliponto do CENU, eles olham pelas janelas e percebem que o topo está completamente vazio, sem nenhum integrante da equipe. O erro custa minutos valiosos, o piloto avisa que não pode pousar e que eles precisam retomar a busca. A bordo, a tensão aumenta e o clima de pressa toma conta da cabine. Marcos olha a pista com atenção, focando no detalhe sobre a emissora de TV, e percebe o equívoco, sugerindo que o alvo correto é a Torre Rochaverá ou o complexo da WTorre Morumbi. Eles mudam a rota e corrigem o curso em direção à região correta. Ao se aproximarem do heliponto do prédio certo, eles finalmente avistam a silhueta de Beatriz, que acena freneticamente com os braços. O helicóptero pousa e ela entra na cabine desabafando sobre a demora e o frio, enquanto o grupo tenta recuperar o foco para a próxima etapa.

A bordo do helicóptero do Grupo 1, Conrado e Barbie abrem o segundo envelope com rapidez, focados em manter o bom ritmo. Barbie lê a pista em voz alta: "O próximo integrante aguarda no topo de um arranha-céu residencial que já ostentou o título de mais alto da cidade de São Paulo, localizado no tradicional bairro do Brás, destacando-se por sua imponente estrutura de concreto e formato circular em uma de suas torres". Conrado, que conhece bem a história da capital paulista, imediatamente reconhece a descrição do icônico Edifício Mirante do Vale. Sem hesitar, ele passa as coordenadas exatas para o piloto, que muda o curso da aeronave e corta os céus em direção ao centro com total precisão. Graças à rapidez no raciocínio e à comunicação certeira com o comandante, o Grupo 1 consegue uma aproximação perfeita e sem qualquer desvio, garantindo uma leve vantagem cronométrica em relação aos adversários. O helicóptero toca o heliponto do Mirante do Vale com suavidade. A porta é aberta e Silvana, que já estava de prontidão, embarca rapidamente na cabine sob os aplausos e gritos de comemoração dos aliados, que já estendem as mãos para pegar a terceira pista sem perder um único segundo.

Com o trio afiado e a adrenalina no topo, Silvana abre o terceiro envelope e dita a pista com rapidez: "O quarto integrante está no topo de uma joia da arquitetura brutalista, uma torre de escritórios localizada na icônica Avenida Paulista, famosa por seus imensos pilares externos de concreto e por seu heliponto que oferece uma das vistas mais panorâmicas e disputadas da avenida". Antes mesmo que Silvana termine de ler, Conrado e Barbie gritam em uníssono o nome do Edifício Gazeta, o icônico prédio da Fundação Casper Líbero. A sintonia do Grupo 1 é total, a comunicação com o piloto acontece em segundos, e a aeronave faz uma curva fechada no céu, ganhando ainda mais velocidade ao cortar caminho direto pela rota da Avenida Paulista. A eficiência na navegação é cirúrgica. Sem qualquer hesitação ou debate na cabine, o piloto realiza uma aproximação rápida e pousa com perfeição no heliponto elevado da Paulista. A porta se abre e Jonatas, que já observava a aproximação do helicóptero de longe, corre para dentro da cabine em tempo recorde. O embarque é imediato e a aeronave volta a subir antes mesmo que o Grupo 2 consiga estabilizar seu ritmo, consolidando uma vantagem confortável para o Grupo 1 na liderança da dinâmica.

A bordo do helicóptero do Grupo 2, Beatriz abre o terceiro envelope com as mãos trêmulas pelo vento e lê a pista sob forte tensão: "O próximo resgate aguarda no topo de um complexo empresarial imponente na região de Pinheiros, composto por torres espelhadas que marcam a paisagem do Rio Pinheiros, conhecido por abrigar grandes escritórios corporativos e pela proximidade com o Jockey Club". Imediatamente, o clima esquenta dentro da cabine. Marcos, impaciente com o atraso da etapa anterior, aponta na direção de um grupo de prédios na Marginal e grita para o piloto seguir para o Eldorado Business Tower. Beatriz discorda frontalmente, segurando o mapa da cidade fornecido pela produção, e bate boca com ele: "Não é esse, Marcos! A pista fala em proximidade com o Jockey Club e torres espelhadas, esse que você está apontando fica muito mais para a frente! É o Rochaverá ou as Nações Unidas!". Tárcio tenta intervir, pedindo calma para os dois, mas a discussão se intensifica enquanto o piloto fica sobrevoando em círculos, gastando um tempo precioso. "A gente já errou uma vez por falta de atenção, me escuta!", rebate Marcos, irritado com a contestação. Beatriz bate o pé, mantém a sua palavra com firmeza e implora para Tárcio confiar nela e instruir o piloto a seguir na direção oposta, apontando para o Complexo Cidade Jardim. Após longos segundos de um bate-boca tenso que quase desestabiliza o foco da equipe, Tárcio decide dar razão a Beatriz e orienta o piloto. Para o alívio de todos, ao se aproximarem do heliponto do prédio sugerido por ela, eles avistam Enzo acenando lá de cima. O pouso é feito sob um silêncio desconfortável, e Enzo embarca percebendo o clima pesado entre os companheiros.

Com Enzo a bordo, Tárcio pega o quarto envelope com pressa, tentando dissipar a energia pesada na cabine. Ele lê a pista em voz alta: "O quinto integrante aguarda em uma das regiões mais nobres dos Jardins, no topo de um hotel de luxo ultra moderno com design arrojado e formato que lembra uma melancia ou uma grande embarcação invertida". A leitura mal termina e a faísca da rodada anterior vira um incêndio. Beatriz, ainda exaltada, aponta para a região da Paulista: "É o Hotel Unique! Eu tenho certeza absoluta, o formato é inconfundível!". Marcos, no entanto, explode de frustração com a postura dela e rebate aos gritos por causa do barulho do motor: "Você quer mandar em tudo agora, Beatriz?! O Unique fica no Jardim Paulista, mas tem outro hotel com heliponto famoso perto do Parque Ibirapuera! A gente não pode errar de novo por causa do seu achismo!" Beatriz não engole a provocação e confronta o aliado diretamente: "Achismo? Eu acertei a última pista enquanto você estava nos fazendo voar em círculos! Cala a boca e me deixa guiar!" Enzo tenta acalmar os ânimos, segurando o braço de Marcos para evitar que ele avance no espaço da cabine, enquanto Tárcio bota as mãos na cabeça, visivelmente estressado com a desorganização do grupo. O piloto, irritado com a gritaria e a falta de direcionamento claro, exige uma decisão imediata por questões de segurança do voo. No meio do bate-boca generalizado e com os dedos apontados um para a cara do outro, Tárcio assume o controle aos gritos, manda os dois ficarem quietos e dá a ordem final para o piloto seguir a indicação de Beatriz em direção ao Hotel Unique. Quando a aeronave finalmente se aproxima do icônico arco invertido do hotel nos Jardins, eles avistam Mayara isolada no heliponto. O pouso é feito sob uma atmosfera de pura hostilidade. Mayara entra no helicóptero com uma expressão assustada, deparando-se com Beatriz e Marcos virados de costas um para o outro, de braços cruzados, em um silêncio sufocante.

Enquanto o clima esquenta no helicóptero adversário, a bordo da aeronave do Grupo 1 a atmosfera é de pura sintonia e foco. Jonatas, recém-chegado, abre o quarto envelope e lê a pista com clareza: "O próximo companheiro de equipe aguarda no topo de um gigante do setor hoteleiro, localizado estrategicamente na região da Marginal Pinheiros, famoso por sua estrutura imponente interligada a um shopping de alto padrão e por receber grandes executivos internacionais". Zelda, Juliana e Giuliano ainda aguardam o resgate pela cidade. Na cabine, Conrado e Barbie rapidamente cruzam as informações do texto com o mapa mental de São Paulo. "Marginal Pinheiros, conectado a um shopping de luxo... Só pode ser a torre do Hotel Grand Hyatt ou o complexo do Shopping Cidade Jardim!", analisa Conrado. Barbie complementa de imediato: "A pista fala em gigante hoteleiro interligado a shopping de alto padrão, o Hyatt fica perto do Morumbi Shopping, mas o complexo do Shopping Cidade Jardim tem as torres residenciais e corporativas. Espera, e o Hilton no complexo do CENU?" Jonatas foca no detalhe dos executivos e do shopping de alto padrão integrado: "É o complexo do Shopping Cidade Jardim ou o complexo do D&D/Nações Unidas com o Hilton". Sem perder tempo com discussões longas, o grupo debate de forma madura por trinta segundos e decide apostar na rota da Marginal Pinheiros em direção ao complexo do Rochaverá/Morumbi. No meio do caminho, Conrado visualiza a icônica Ponte Estaiada e mata a charada: "Piloto, mude ligeiramente o curso, é o heliponto do complexo empresarial do CENU, conectado ao hotel corporativo". A decisão é cirúrgica. Ao se aproximarem da icônica torre envidraçada na região da Berrini, eles avistam Juliana acenando firmemente com um lenço. O piloto realiza um pouso suave e preciso. Juliana embarca rapidamente, celebrando a eficiência dos amigos com abraços e risadas, mantendo o Grupo 1 em uma liderança folgada e com a comunicação impecável.

Com o grupo quase completo e a energia lá no alto, Juliana abre o quinto envelope com as mãos firmes e lê a pista final com foco total: "Para resgatar os dois últimos integrantes e encerrar a busca, sigam para a região de Santana, na Zona Norte. O destino é o topo de um imponente edifício corporativo que abriga um dos helipontos mais ativos da região, famoso por sua vista privilegiada do Campo de Marte e por ser um marco moderno na paisagem local". Conrado e Jonatas trocam um olhar rápido e decifram o enigma em segundos. "É a torre do Complexo Anhembi ou o Edifício Santana Business!", sugere Jonatas. Barbie, atenta aos detalhes visuais, aponta para o horizonte na direção da Zona Norte: "Piloto, direto para a região do Campo de Marte, vamos procurar o prédio corporativo mais alto com heliponto!". A sintonia e a organização do Grupo 1 mais uma vez fazem a diferença. Sem desvios ou discussões, o helicóptero corta os céus de São Paulo em velocidade máxima, deixando para trás o centro e cruzando o Rio Tietê. Ao se aproximarem do heliponto do edifício alvo em Santana, a cabine explode em comemoração ao avistarem Giuliano e Zelda acenando lado a lado no topo do prédio. O piloto realiza um pouso impecável. Os dois últimos integrantes correm para o embarque sob os gritos entusiasmados de "Já ganhou!" dos aliados. Com a equipe finalmente completa dentro da aeronave, Conrado abre a última instrução que revela as coordenadas do destino final da prova. O piloto inclina o helicóptero e segue direto para o heliponto de chegada pré-determinado pela produção. Assim que os patins da aeronave tocam o solo e as portas se abrem, o Grupo 1 desembarca em disparada, correndo de mãos dadas pela pista de pouso. Na linha de chegada, o apresentador Murilo Rosa aguarda de braços abertos com um sorriso no rosto, batendo palmas para parabenizar o grupo pela velocidade, organização e pelo encerramento impecável da dinâmica.

A bordo do helicóptero do Grupo 2, o clima de velório só é quebrado quando Mayara abre o quinto e último envelope de resgate. Com a voz trêmula pela tensão acumulada na cabine, ela lê as instruções: "Para recolher os últimos integrantes, sigam em direção à Zona Leste. O destino é o topo do edifício residencial mais alto do Brasil, uma torre monumental com mais de 170 metros que domina o horizonte do tradicional bairro do Tatuapé". Mesmo com os nervos à flor da pele, o grupo reconhece a descrição do imponente Edifício Platina 220. Marcos e Beatriz trocam olhares ríspidos, mas evitam iniciar uma nova discussão para não perderem ainda mais tempo. Tárcio assume o comando e passa as coordenadas para o piloto, que acelera a aeronave cruzando a cidade em direção à Zona Leste. Ao se aproximarem do topo do gigantesco arranha-céu, eles finalmente avistam Sindel e Tamara aguardando no heliponto. O pouso é feito rapidamente, e as duas entram na cabine tentando entender a expressão fechada e o silêncio sufocante dos companheiros. Com a equipe completa, o piloto abre o mapa final e segue em direção ao heliponto de chegada da produção. Assim que a aeronave toca o solo e as portas se abrem, os integrantes do Grupo 2 desembarcam e caminham em direção à linha de chegada. Lá, eles dão de cara com o apresentador Murilo Rosa, que já está posicionado ao lado de todos os integrantes do Grupo 1, que comemoram e sorriem com a vitória óbvia. Murilo toma a palavra e, com um tom firme, faz o anúncio oficial: "Grupo 2, vocês completaram o percurso, mas o Grupo 1 demonstrou uma sintonia impecável, não errou nenhuma rota e cruzou a linha de chegada bem antes. Grupo 1 é o grande vencedor do desafio!" A revelação do resultado é o estopim para que as frustrações do Grupo 2 venham à tona. À margem da comemoração dos vencedores, pequenas discussões começam a pipocar entre os derrotados. Marcos balança a cabeça, inconformado, e resmunga alto: "Eu avisei na segunda etapa que a gente estava indo para o lado errado, mas ninguém quis me ouvir!". Beatriz não deixa por menos, vira-se para ele e rebate imediatamente: "Você queria gritar em vez de ler o mapa, Marcos! Se a gente dependesse do seu senso de direção, estaríamos voando em círculos até agora!". Tárcio e Tamara tentam intervir para abafar o bate-boca, mas o clima de divisão e cobrança mútua fica evidente no rosto de cada um dos integrantes do grupo perdedor.

Conheça os Participantes: Barbie Terremoto, Beatriz Schulteize, Conrado da Silva, Enzo Tralli, Giuliano Francisco, Hugo Aguiar, Jonatas Ponte, Juliana Patricia, Manoela Mendes, Marcos Beltrão, Matheus Lacerda, Mayara Palhares, Silvana Cruz, Sindel Takawire, Tamara Gimenez, Tárcio Mendes e Zelda Montgomery.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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domingo, 31 de maio de 2026

CDTRA: 4x08 - Casa dos Talentos Realidade Alternativa - Champanhe, Querida!


O oitavo episódio começa com o voiceover dramático de Murilo Rosa anunciando que, com o término de um ciclo que acabou apagando a tocha do sobrevivente Hugo, chega o momento de começar um novo ciclo e, desta vez, trazendo muito glamour e champanhe na bagagem. O apresentador promete para o público que os próximos episódios vão ser uma verdadeira loucura, mas avisa que, antes de mergulhar nas novidades, precisamos conferir as imagens de tudo o que rolou logo após a eliminação da última noite. Os participantes sobreviventes retornam para a mansão após o Conselho Tribal e o clima na casa é de um silêncio generalizado, com rostos tensos e uma nítida divisão de lados ecoando pelos cômodos. Rompendo o isolamento, Conrado vai atrás de Matheus no jardim para tentar entender o fiasco da estratégia da madrugada anterior. O rapaz questiona o aliado sobre o que diabos aconteceu naquela votação para tudo ter saído tão errado, e Matheus responde, com o semblante fechado, que também achou tudo um completo show de horrores, mas pondera que o tombo serviu pelo menos para abrir os seus olhos de vez. Ele analisa o cenário atual e dispara que, se isso aqui fosse um programa de votação popular, o outro grupo com certeza estaria sendo adotado de braços abertos pelo público neste exato momento por causa do discurso vitimista deles que ganhou força na arena. Conrado concorda prontamente com a leitura de jogo do aliado e acrescenta que eles precisam fazer uma escolha urgente: ou mudam a própria narrativa dentro do confinamento ou tratam de destruir o outro grupo por completo, cravando que o que não dá mais é para continuar em cima do muro. Matheus concorda com a cabeça e define o alvo principal da nova fase, afirmando que a pessoa mais perigosa na casa nesse momento é o Tárcio e que eles precisam, custe o que custar, encontrar um meio eficiente de tirar o líder da jogada já no próximo ciclo.

Enquanto isso, no quarto, Barbie confessa que está genuinamente chocada com o fato de os homens do seu próprio grupo terem ido com tudo em cima de Giuliano na votação daquela noite, mostrando que a aliança deles já estava rachada. Juliana concorda com a cabeça, pontuando que o rapaz talvez seja uma das poucas pessoas que é de verdade boa e pura dentro daquele confinamento, completando que esperava de coração que o resultado tivesse sido diferente por parte dos aliados. Barbie alerta as companheiras, cravando que, se elas não ficarem muito espertas de agora em diante, esses machos vão acabar todos se juntando contra elas na reta final do programa. Zelda concorda com a análise da amiga e comenta que esse Conselho Tribal foi extremamente esclarecedor, exatamente da forma como costuma ser no próprio "Survivor". Juliana dá uma risada leve e diz que sua única esperança é que elas consigam se sair melhor no próximo ciclo que está por vir. Na sala, Sindel desabafa jogada no sofá, comentando que faz apenas uma semana que eles entraram no programa e ela já se sente completamente exausta com a intensidade de tudo. Giuliano dá corda ao comentário, observando que, pelo nível de estresse, parece que eles já estão confinados há mais de um mês, opinião que é compartilhada imediatamente por Silvana. Curiosa com o futuro do jogo, Silvana questiona Sindel se a tendência é que as coisas se acalmem e os ânimos fiquem mais brandos conforme o tempo passa. Sindel dá uma gargalhada, se levanta e caminha em direção à cozinha disparando, em tom de deboche, que a verdade é que só piora. Já na cozinha, ela encontra Jonatas e questiona como ele está se sentindo após o baque. O rapaz não esconde o abatimento e responde que está chateado demais com o resultado, desabafando que Hugo era, sem dúvidas, o seu melhor amigo e principal parceiro ali dentro.

Na madrugada seguinte à eliminação, o clima de conspiração continua nos bastidores da mansão. Zelda puxa Matheus de canto e abre o jogo, revelando que Barbie, Juliana e Silvana estão começando a se articular para ficar contra ele e os outros homens do grupo após o resultado dessa última votação. Ela confessa, em tom de cumplicidade, que fingiu não ter votado em Giuliano junto com eles na cabine de votação justamente para não levantar suspeitas e continuar obtendo informações privilegiadas de dentro do grupo das mulheres, mas faz um alerta claro para que ele comece a se preparar, pois uma rachadura imensa na aliança deles está por vir. O rapaz absorve a informação com preocupação e admite que já está pensando em uma maneira de contornar toda essa situação adversa, mas confessa que, no momento, ainda não conseguiu encontrar uma solução viável. Na manhã seguinte, a cozinha vira o cenário de uma conversa desconfortável. Jonatas encontra Giuliano preparando algo e se aproxima com cautela, questionando se os dois podem conversar por um minuto. Giuliano responde que sim, mantendo a postura polida. Sem rodeios, Jonatas desabafa dizendo que sente muito pelo fato de os homens do grupo terem votado em massa nele, mas pede para que ele tente entender que fizeram isso puramente em uma tentativa desesperada de proteger Hugo, que era um grande amigo deles ali dentro. Giuliano escuta tudo com atenção, respira fundo e responde que até entende o lado estratégico, mas joga a real: confessa que achava que também era amigo deles na mesma medida, embora agora compreenda perfeitamente que existe uma ordem bem clara de preferência dentro daquela aliança. Tentando amenizar o clima pesado, Jonatas pondera que tudo o que aconteceu nesse último ciclo foi completamente errado e torto, e conclui dizendo que agora torce para que eles consigam se reorganizar e fazer um jogo melhor daqui para frente. Já no outro quarto, o amanhecer traz os reflexos da tempestade da noite anterior. Beatriz acorda com o semblante abatido e a cara visivelmente inchada de quem passou a noite inteira chorando por causa dos ataques sofridos no Conselho Tribal. Demonstrando total lealdade e parceria, Mayara e Tamara seguem ao lado da cama, tentando de todas as formas confortar a amiga e dar forças para ela não desabar neste início de novo ciclo.

Na academia, Barbie toma a iniciativa e se aproxima de Conrado, Matheus e Marcos para colocar as cartas na mesa. Com uma postura pragmática, ela dispara que não adianta nada eles ficarem se estranhando ou criando picuinhas agora por causa do resultado dessa última eliminação, argumentando que eles ainda possuem inimigos muito claros em comum dentro do confinamento e que o foco absoluto de todos precisa continuar sendo esse. Matheus concorda com a cabeça, ouvindo o ponto da aliada, e Barbie completa dizendo que, caso aconteça de o jogo apertar e eles terem que votar entre eles mesmos novamente lá na frente, aí sim cada um faz o que precisar fazer para garantir a própria sobrevivência. Enquanto isso, ao entrar na sala, Juliana puxa um assunto mais leve com quem está por ali, comentando que, por mais que o programa seja uma experiência mentalmente exaustiva para todos, as pessoas ali dentro também precisam ter seus momentos de leveza. Ela defende que eles precisam urgentemente encontrar uma forma de se divertir um pouco e inventar alguma atividade para tentar mudar o ar pesado da casa. Sindel concorda prontamente com a moça, cruzando os braços e reforçando que o clima entre os participantes está, de fato, insuportável de tão carregado. Pegando carona no desabafo das meninas, Tárcio solta um sorriso e comenta que sua maior vontade era que a produção tivesse deixado ele levar seus incensos pessoais para o confinamento, garantindo que tem uns ótimos em casa que seriam perfeitos para purificar e limpar as energias daquele ambiente.

Beatriz, que passava pela sala bem na hora, ouve a conversa sobre incensos e energias e não esconde sua amargura. Ela rebate, em tom de cobrança, dizendo que queria só ver se tivesse acontecido com qualquer uma delas no Conselho Tribal o mesmo que aconteceu com ela, para ver se elas estariam com paciência para fazer gracinha e piada a essa hora. Sindel olha para a colega, respira fundo e manda a real: diz que adora a moça, mas que ela precisa urgentemente sair dessa bad, pois esse papel de vítima não combina em nada com ela. O comentário gera um incômodo imediato no ambiente, fazendo com que Tamara intervenha na hora, avisando a Sindel para tomar muito cuidado com o que diz para não magoar ainda mais a amiga. Sindel, no entanto, não recua; ela responde que não tem papas na língua e reforça que está falando aquilo justamente para o próprio bem de Beatriz, alertando que aquele programa vai passar por cima dela como um trator se ela continuar empacada nessa história de coitadinha. Zelda, que estava no mesmo ambiente escutando toda a discussão de camarote, sai de fininho e vai direto para o jardim fofocar com o seu grupo. Ao chegar lá fora, ela relata, com um sorriso de canto, que a Sindel está simplesmente acabando com a Beatriz na sala. Barbie escuta a fofoca e reage com desdém, disparando que alguém realmente precisava fazer isso depois de toda aquela palhaçada e do drama que aconteceu na eliminação passada. Antes que o fogo no parquinho se espalhasse ainda mais pelos cômodos, o sinal sonoro da casa ecoa alto e os alto-falantes emitem o aviso oficial: todos os participantes devem se dirigir imediatamente ao campo de provas.

Ao chegarem ao campo de provas, os participantes encontram um cenário radicalmente transformado, onde toda a estética rústica e selvagem de "Survivor" deu lugar a uma atmosfera de puro luxo, ostentação e extravagância, decorada com tapetes aveludados, taças de cristal e garrafas de champanhe no gelo. No centro de tudo, Murilo Rosa os recebe com um sorriso elegante e dá as boas-vindas ao novo ciclo do jogo, anunciando que eles deixaram as tochas e a sobrevivência na selva para trás porque chegou o momento de mergulharem em um universo de puro glamour. O apresentador revela que o tema da semana é inspirado em um formato que ocupa um lugar singular na cultura pop brasileira como um exercício fascinante de "voyeurismo de elite", o reality show "Mulheres Ricas". Caminhando pelo cenário luxuoso e gesticulando enquanto contextualiza o impacto do programa para o entretenimento nacional, Murilo explica que a importância do show para a televisão não reside na profundidade dramática, mas na sua habilidade única em transformar o estilo de vida ostentatório em um espetáculo camp e altamente memeificável, elevando a persona da "socialite" a um arquétipo de entretenimento puro. Ele acrescenta que, ao exibir os caprichos, as excentricidades e os conflitos aparentemente banais de mulheres imensamente ricas, a produção criou um contraste cômico que o público de casa adorava consumir. Enquanto os participantes trocam olhares, com alguns já sorrindo ao captarem a energia da nova temática, Murilo continua a explicação pontuando que o verdadeiro sucesso desse formato deve-se à quebra da quarta parede e à total falta de filtros de suas participantes, que tratavam problemas cotidianos como a escolha minuciosa de um champanhe ou o design extravagante de uma festa com a urgência e o peso de uma crise global. O apresentador conclui dizendo que, em última análise, "Mulheres Ricas" foi pioneiro no Brasil em mostrar que, para o entretenimento televisivo, a autenticidade no excesso é um produto valioso, legitimando o prazer culposo de observar um universo completamente inacessível, onde a futilidade, quando temperada com carisma e uma pitada de falta de noção, torna-se a melhor forma de narrativa, e finaliza mandando todos se prepararem, pois neste ciclo as alianças serão testadas sob a ótica do poder, do salto alto e da riqueza.

Murilo Rosa olha para o elenco com um sorriso desafiador e questiona se os participantes estão verdadeiramente preparados para mais uma prova de liderança, recebendo uma resposta positiva e entusiasmada em uníssono. O apresentador então passa a explicar detalhadamente o funcionamento da dinâmica, pontuando que a disputa pela liderança transporta todos para o universo do luxo e da sofisticação característico de "Mulheres Ricas". Ele detalha que, em um cenário repleto de glamour, cada competidor encontrará duas grandes champanheiras posicionadas em extremos opostos de uma elegante passarela. O objetivo, segundo Murilo, é simples, mas exige extrema concentração e precisão, consistindo em transferir o máximo possível de champanhe de um recipiente para o outro utilizando apenas uma fina taça de champanhe, sendo que a bebida deve ser retirada da champanheira de origem, transportada com cuidado pela passarela e despejada no recipiente de destino. O apresentador alerta que o verdadeiro desafio está no fato de que os participantes precisarão equilibrar velocidade e cuidado, já que quanto mais rápido se movimentarem, maiores serão as chances de derramar o precioso líquido pelo caminho, enquanto agir devagar demais pode custar um desempenho inferior ao dos adversários. A prova acontecerá dentro de um limite estrito de cinco minutos e, durante esse período, os competidores poderão realizar quantas viagens conseguirem entre os recipientes. Murilo conclui a explicação avisando que, quando o cronômetro chegar ao fim, a quantidade de líquido acumulada no recipiente de destino de cada um será medida, sagrando-se vencedor o participante que conseguir transportar a maior quantidade de champanhe, demonstrando equilíbrio, estratégia e elegância sob pressão. Por fim, o apresentador avisa que todos farão a prova individualmente, um a um, e que somente no final de todas as rodadas eles vão descobrir quem conquistou a liderança da semana.

Mayara é a primeira a se posicionar no início da passarela, respirando fundo e tentando incorporar a elegância exigida pelo ciclo. Ao som do sinal sonoro, ela mergulha sua taça na champanheira cheia e inicia sua primeira caminhada. Demonstrando bastante cautela, Mayara opta por passos firmes e um ritmo moderado, focando os olhos fixamente na borda da taça para não perder nenhuma gota. Conforme o tempo avança, ela consegue acelerar um pouco o passo, fazendo o trajeto de ida e volta repetidas vezes sob os gritos de incentivo de suas aliadas. Nos segundos finais, com os braços já cansados pelo esforço de manter o equilíbrio, ela faz sua última corrida com a taça cheia, despejando o líquido no recipiente de destino bem no instante em que o cronômetro zera, finalizando sua participação com um sorriso de dever cumprido. Na sequência, Matheus assume o posto com uma postura visivelmente mais competitiva e estratégica. Assim que a contagem regressiva termina, ele enche a taça e dispara pela passarela em uma velocidade impressionante. Sua estratégia é clara: apostar na agilidade e no volume de viagens, aceitando o risco de pequenos respingos pelo caminho. O rapaz corre de um lado para o outro com precisão atlética, despejando o champanhe rapidamente e girando os calcanhares para buscar mais. No meio do percurso, ele chega a balançar e quase derrama o conteúdo inteiro, mas recupera o controle a tempo. Mantendo a intensidade até o último milésimo, Matheus despeja sua última taça com os olhos fixos no relógio e finaliza a prova esbanjando confiança, batendo no peito ao caminhar de volta para o banco. Zelda é a próxima a encarar o desafio e traz uma energia completamente diferente para a passarela, misturando concentração com expressões divertidas. Ela inicia a dinâmica mantendo uma postura ereta e passos milimetricamente calculados, o que diverte os participantes que assistem. No entanto, ao perceber o tempo passar rápido no telão, Zelda decide mudar de tática e começa a dar pequenos passos acelerados, quase como um trote, gerando uma torcida animada na lateral do campo. Ela consegue fazer um bom número de viagens, derramando apenas algumas gotas nas bordas da passarela de vidro. Quando os alarmes indicam os últimos dez segundos, ela dá um leve grito de pressa, despeja o conteúdo final com as mãos levemente trêmulas e encerra sua rodada rindo e fingindo brindar com a taça vazia. Por fim, Juliana caminha até a champanheira de origem com um semblante focado e compenetrado. No momento em que o cronômetro começa a rodar, ela mergulha a taça e adota uma estratégia de equilíbrio perfeito entre a velocidade de Matheus e a cautela de Mayara. Juliana caminha de forma fluida e elegante, usando o corpo para amortecer o balanço do líquido dentro do vidro. Ela mantém um ritmo constante e impecável do início ao fim, sem parecer demonstrar o cansaço que já abate os outros competidores. Realizando viagem após viagem com extrema precisão, ela não se deixa abalar pelas provocações ou torcidas externas. Faltando pouquíssimos segundos para o fim, Juliana aperta o passo de forma certeira, despeja sua última porção de champanhe exatamente no momento em que o sinal sonoro ecoa pelo cenário, finalizando sua prova com total serenidade e deixando o mistério no ar sobre o resultado.

Beatriz caminha até a passarela com o semblante ainda sério e fechado, reflexo do início de manhã conturbado na mansão. Assim que o sinal sonoro autoriza a partida, ela enche sua taça com determinação e inicia o trajeto. No começo, seus passos são rápidos e um pouco nervosos, fazendo com que algumas gotas de champanhe respinguem nas primeiras viagens. Percebendo o desperdício, Beatriz respira fundo, foca o olhar no recipiente de destino e ajusta o ritmo, encontrando uma passada mais firme e constante. Ela se entrega de corpo e alma ao desafio, indo e voltando sem desviar a atenção por um segundo sequer. Nos trinta segundos finais, impulsionada pelos gritos de Mayara e Tamara, ela aperta o passo e consegue fazer mais duas viagens rápidas, despejando o último conteúdo bem no instante em que o cronômetro zera, finalizando a prova com uma expressão de desabafo e alívio. Na sequência, Conrado assume o seu posto esbanjando foco e uma postura analítica, tendo observado atentamente os erros e acertos dos colegas anteriores. Quando o cronômetro começa a rodar, ele enche a taça até a borda e avança pela passarela com passos largos e calculados. A estratégia de Conrado é manter a taça o mais cheia possível, compensando a velocidade com o volume transportado em cada viagem. Ele se movimenta com uma precisão quase matemática, esticando o braço ligeiramente para frente para amortecer o balanço do líquido. Mesmo quando o cansaço na musculatura começa a aparecer na metade do tempo, o rapaz não diminui o ritmo e mantém a regularidade. Na reta final, ouvindo a contagem regressiva dos aliados, ele faz um último esforço consciente, despeja o champanhe com precisão e finaliza a rodada com um aceno confiante de cabeça para Matheus e Marcos. Giuliano é o próximo a se posicionar na pista e traz uma energia leve, porém extremamente focada. Ao ouvir o sinal de início, ele enche a taça com agilidade e começa a caminhar pela passarela com uma fluidez impressionante. O rapaz consegue manter um ritmo veloz sem perder a elegância que o tema exige, deslizando de um lado para o outro de forma muito natural. Ele mantém os olhos fixos no caminho, ignorando completamente qualquer barulho vindo da lateral. Viagem após viagem, Giuliano demonstra um controle corporal excelente, fazendo com que o nível do recipiente de destino suba de maneira constante. Quando os alarmes dos últimos segundos começam a soar, ele faz um retorno rápido, quase correndo, e consegue despejar a última taça com precisão cirúrgica antes do apito final, encerrando sua participação com um sorriso leve e a sensação de ter dado o seu melhor. Por fim, o ex-líder Tárcio caminha até a champanheira de origem com uma postura imponente e serena. Quando a contagem regressiva termina e o cronômetro dispara, ele mergulha a taça no líquido e inicia sua trajetória. Tárcio opta por uma estratégia de ritmo progressivo: começa com passos calmos e extremamente elegantes, garantindo que as primeiras taças cheguem completamente intactas ao destino. Conforme vai pegando o jeito e a confiança no atrito da passarela, ele aumenta a velocidade de forma gradual, sem perder a postura ereta. Sua concentração é inabalável, parecendo mentalmente alheio à pressão do tempo. Nos momentos finais, demonstrando um ótimo preparo físico, ele acelera o passo de forma certeira para garantir o máximo de viagens possíveis. Tárcio despeja sua última porção de champanhe exatamente no milésimo em que o sinal sonoro ecoa pelo estúdio, finalizando a prova com total serenidade e deixando todos ansiosos pelo resultado final.

Sindel caminha até o início da passarela com um sorrisinho irônico no rosto e uma postura totalmente descontraída. Assim que o sinal sonoro autoriza a partida, ela enche a taça com agilidade e inicia sua caminhada. No começo, ela tenta manter a pose de "Mulher Rica", desfilando com as costas eretas, mas logo percebe que o champanhe balança demais e decide adotar uma passada mais rápida e rasteira. Sindel faz piada de si mesma durante o percurso, o que arranca risadas dos participantes no banco, mas não deixa de focar no objetivo. Viagem após viagem, ela derrama algumas gotas, mas compensa o desperdício com a velocidade com que retorna para buscar mais. Nos segundos finais da prova, sob os gritos animados de seus aliados, ela corre com os braços esticados, despeja o último conteúdo no recipiente de destino bem no instante em que o cronômetro zera e finaliza sua participação fingindo tomar um gole da taça vazia. Na sequência, Silvana assume o posto demonstrando muita concentração e um semblante compenetrado. Quando o cronômetro começa a rodar, ela mergulha a taça e avança pela passarela com passos curtos e muito rápidos. A estratégia de Silvana é não arriscar perder líquido, então ela enche a taça um pouco abaixo da borda para garantir que cada viagem seja cem por cento proveitosa. Ela se movimenta como uma máquina, mantendo um ritmo idêntico da primeira à última viagem, sem demonstrar cansaço ou hesitação. Mesmo com as pernas já sentindo o esforço do vaivém constante na passarela de vidro, ela não diminui o passo na metade do tempo. Na reta final, ouvindo os alarmes sonoros indicando o término da rodada, Silvana aperta o passo de forma certeira, despeja sua porção final com precisão e encerra a dinâmica respirando fundo, satisfeita com a sua regularidade. Barbie é a próxima a encarar o desafio e entra no campo de provas disposta a entregar tudo o que o tema de ostentação pede. Ao som do apito inicial, ela enche a taça com elegância e dispara pela passarela em um ritmo impressionante, conseguindo equilibrar uma velocidade alta com uma postura plasticamente perfeita. Barbie caminha balançando os braços de forma a amortecer o movimento do champanhe, o que faz com que quase nada do líquido escape pelas bordas. Ela mantém os olhos cravados na champanheira de destino, realizando o trajeto repetidas vezes com extrema agilidade. Quando os alarmes dos trinta segundos finais começam a soar na arena, impulsionada pela torcida das amigas no banco, ela faz um último esforço e consegue espremer mais duas viagens rápidas, despejando a última taça no milésimo exato do apito final e encerrando sua rodada com um jogado de cabelo confiante. Por fim, Enzo caminha até a champanheira de origem esbanjando foco e um porte atlético. Assim que a contagem regressiva termina e o cronômetro dispara, ele mergulha a taça no líquido e inicia sua trajetória apostando alto em suas passadas longas. A estratégia de Enzo é puramente física: Ele aproveita sua altura para cruzar a passarela com menos passos que os outros competidores, o que lhe poupa tempo em cada viagem. Ele se desloca de um extremo ao outro com muita rapidez, girando o corpo com agilidade na hora de despejar a bebida e retornar. Apesar da velocidade, ele consegue manter a mão firme, evitando grandes desperdícios ao longo do trajeto. Nos momentos finais da rodada, demonstrando um excelente fôlego, ele dá um último pique para garantir a última viagem, despeja o champanhe sob pressão e finaliza a prova com um aceno firme para o apresentador, deixando o mistério do placar tomar conta do estúdio.

Jonatas caminha até o início da passarela com uma expressão séria, ainda carregando o peso da eliminação de seu aliado na noite anterior. Assim que o sinal sonoro autoriza a partida, ele enche a taça com determinação e inicia o trajeto. Jonatas opta por uma estratégia de força e velocidade, dando passadas largas e rápidas pela passarela de vidro. O champanhe balança perigosamente na taça, e algumas gotas acabam caindo pelo caminho, mas o rapaz compensa o desperdício com a agilidade com que faz o retorno para buscar mais. Mantendo o ritmo intenso e focado do início ao fim, ele ignora os barulhos ao redor e se entrega completamente à disputa. Nos segundos finais, ouvindo a contagem regressiva, Jonatas dá um último pique certeiro, despeja o conteúdo no recipiente de destino bem no instante em que o cronômetro zera e finaliza sua participação respirando de forma acelerada, com o olhar fixo no resultado. Na sequência, Tamara assume o posto trazendo uma energia de muita concentração e equilíbrio. Quando o cronômetro começa a rodar, ela mergulha a taça no líquido e avança pela passarela com passos firmes, mas deslizando com uma suavidade impressionante. A tática de Tamara é manter a estabilidade da mão para não perder absolutamente nada do champanhe, caminhando de forma reta e elegante, perfeitamente alinhada com o tema do ciclo. Viagem após viagem, ela mantém uma regularidade impecável, sem parecer demonstrar o cansaço físico da dinâmica. Na metade do tempo, percebendo que mantinha o controle total do líquido, ela consegue acelerar um pouco mais o passo sem comprometer a precisão. Na reta final da rodada, impulsionada pelos gritos de incentivo de Beatriz e Mayara, Tamara aperta o passo, despeja sua porção final com extrema delicadeza e encerra a dinâmica com um sorriso confiante no rosto. Por fim, Marcos caminha até a champanheira de origem esbanjando foco e uma postura competitiva, sabendo que é o último a jogar e que a liderança da semana depende do seu desempenho. Assim que a contagem regressiva termina e o cronômetro dispara, ele enche a taça até o limite e inicia sua trajetória apostando alto em um ritmo agressivo e veloz. Ele cruza a passarela com passos rápidos, usando o corpo para amortecer o balanço do líquido de forma inteligente. Marcos realiza as viagens de ida e volta com muita agilidade, girando os calcanhares rapidamente em cada extremidade para não perder nenhum segundo. Nos momentos finais da prova, demonstrando um excelente fôlego e sob os gritos animados de Conrado e Matheus na lateral, ele dá um último gás para garantir a última viagem da rodada, despeja o champanhe sob forte pressão e finaliza a prova batendo no peito, no milésimo exato em que o sinal sonoro ecoa pelo estúdio. Assim que Marcos termina de despejar sua última taça e o cronômetro é zerado definitivamente, o silêncio e a expectativa tomam conta do ambiente. Com um sorriso enigmático e segurando o envelope oficial da produção, o apresentador Murilo Rosa quebra o suspense, pega o microfone e chama todos os participantes de volta ao centro do campo de provas para revelar o resultado final da medição e anunciar quem é o novo líder da semana.

Com os participantes reunidos no centro do campo de provas, o silêncio é absoluto e a tensão é palpável. Murilo Rosa segura o envelope oficial e olha para o elenco com um sorriso enigmático antes de quebrar o suspense. Ele começa a revelar os resultados das medições de cada champanheira, parabenizando a todos pelo equilíbrio e pela entrega na passarela de "Mulheres Ricas". Após criar um clima de mistério, o apresentador finalmente abre o envelope e declara, com entusiasmo, que o participante que conseguiu transportar a maior quantidade de champanhe e conquistou a liderança da semana é Matheus. O novo líder comemora bastante ao lado de Conrado e Marcos, recebendo os cumprimentos dos demais. Murilo pede a atenção de todos e faz um aviso importante: Ele revela que o novo líder terá a importante missão de separar os grupos para a próxima prova que está por vir, mas avisa que, por enquanto, as surpresas param por aí. O apresentador anuncia que todos estão oficialmente liberados para retornar ao confinamento e aproveitar ao máximo todo o glamour e a mordomia que a mansão tem a oferecer neste novo ciclo. Enquanto os participantes pegam suas coisas e começam a caminhar de volta, o voiceover marcante de Murilo Rosa encerra o episódio com chave de ouro, revelando para o público de casa que, no próximo episódio, a prova vai acontecer completamente fora da mansão, finalizando com um tom misterioso de que os telespectadores não perdem por esperar o que vem por aí.

Conheça os Participantes: Barbie Terremoto, Beatriz Schulteize, Conrado da Silva, Enzo Tralli, Giuliano Francisco, Hugo Aguiar, Jonatas Ponte, Juliana Patricia, Manoela Mendes, Marcos Beltrão, Matheus Lacerda, Mayara Palhares, Silvana Cruz, Sindel Takawire, Tamara Gimenez, Tárcio Mendes e Zelda Montgomery.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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