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Na manhã seguinte, o silêncio ainda carregava a tensão da noite anterior. Os corredores do castelo pareciam mais frios do que nunca e cada passo ecoava lembrando os participantes do jogo implacável que estavam vivendo. O primeiro grupo a chegar à sala do café da manhã era formado por Lorena, Matheus e Dimas. Lorena entrou com cuidado, observando os rostos ao redor, tentando decifrar qualquer sinal de quem poderia ter sido alvo dos traidores. Matheus parecia inquieto, jogando olhares rápidos para os cantos da sala, como se esperasse que algo surgisse a qualquer momento. Dimas, por sua vez, caminhava lentamente, mantendo uma expressão neutra, mas suas mãos traíam o nervosismo, tamborilando discretamente sobre a mesa. O aroma do café fresco e dos pães recém-casados deveria trazer conforto, mas naquele momento apenas aumentava a sensação de alerta. Nenhum deles sabia quem tinha sobrevivido à noite, nem quem poderia estar planejando a próxima jogada. Entre goles de café e olhares cautelosos, o trio se preparava para enfrentar mais um dia de decisões estratégicas, alianças instáveis e, possivelmente, mais uma morte planejada pelos traidores. Poucos minutos depois, a porta da sala do café da manhã se abriu novamente, e Bianca, Ícaro e Núbia entraram com passos cautelosos. O ambiente ainda carregava o peso da noite anterior e cada um parecia medir cuidadosamente suas palavras e expressões. Bianca tomou a frente, cumprimentando o primeiro grupo com um sorriso contido, enquanto observava discretamente cada reação. Seus olhos se demoraram em Lorena, Matheus e Dimas, como se tentasse captar qualquer sinal de aliança ou suspeita. Icaro entrou logo atrás, cruzando os braços e mantendo uma expressão firme, mas atenta, qualquer gesto poderia ser uma pista. Núbia fechava o trio, caminhando com cuidado entre as mesas, procurando um lugar que a deixasse de olho em todos, sem se expor demais.
Sentados em torno da longa mesa de café da manhã, Lorena, Matheus, Dimas, Bianca, Icaro e Núbia tentavam disfarçar o nervosismo, mas o silêncio pesado não durou muito. Lorena foi a primeira a falar, quebrando a tensão: "Eu ainda não consigo acreditar que sobrevivemos..." disse, mexendo na xícara de café. "A noite passada foi intensa." Matheus suspirou, jogando um olhar rápido para Dimas: "Intensamente perigosa, eu diria. Parece que a qualquer momento, um de nós podia ter sumido do jogo." Dimas assentiu, mantendo a voz baixa: "É verdade. Mas isso também deixa a gente alerta. Precisamos começar a pensar: Quem seria o próximo alvo dos traidores?" Bianca, sempre perspicaz, se inclinou levemente para frente: "Olhando para todos aqui... Quem poderia despertar mais suspeita? Quem tem se destacado ou feito alianças que os traidores poderiam querer quebrar?" Icaro cruzou os braços, franzindo o cenho: "Eu acho que não é só sobre destaque. É sobre quem poderia ser considerado uma ameaça estratégica. Às vezes, os traidores escolhem quem menos espera." Núbia, calmamente, completou: "Ou quem eles acreditam que é mais fraco, mais fácil de manipular ou enganar. É difícil prever. Mas uma coisa é certa: Cada um de nós precisa observar os outros mais de perto agora." O grupo trocou olhares cautelosos, cada um tentando ler intenções, analisar expressões e imaginar possíveis jogadas. A atmosfera era de tensão pura: A sensação de terem escapado da morte só aumentava a paranoia e cada comentário parecia uma pista, real ou falsa, sobre quem poderia ser eliminado na próxima noite.
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Enquanto o primeiro e o segundo grupo ainda trocavam olhares cautelosos e comentavam sobre a noite passada, a porta da sala do café da manhã se abriu mais uma vez. Dora, Marcela e Amélie entraram, cada uma carregando uma mistura de apreensão e curiosidade. Dora entrou primeiro, caminhando com passos firmes, mas os olhos atentos a cada movimento do grupo que já estava na mesa. Ao ver Lorena, Matheus, Dimas, Bianca, Icaro e Núbia, ela deu um sorriso discreto, mas carregado de significado, parecia avaliar, em silêncio, quem parecia mais desconfiado. Marcela entrou logo atrás, mantendo a postura ereta, mas com um leve franzir de sobrancelhas que denunciava sua preocupação. Ela rapidamente analisou os rostos à sua frente, tentando entender quem havia sobrevivido à noite e quem poderia estar tramando a próxima jogada. Amélie, por sua vez, fechava o trio, andando com cuidado entre as cadeiras e escolhendo um lugar estratégico na mesa, de onde pudesse ouvir todos e observar qualquer detalhe suspeito. O clima na sala ficou ainda mais carregado. Agora, quase todos os participantes estavam reunidos e o café da manhã se transformava em uma verdadeira reunião tensa de aliados e suspeitos, cada um tentando descobrir quem tinha escapado da morte por sorte... E quem poderia ser o próximo. Antes que qualquer conversa pudesse se desenvolver, a porta da sala do café da manhã se abriu novamente e o último grupo entrou: Caio, Maurício e Helena. O clima, já tenso com os grupos anteriores, ficou ainda mais carregado com a presença deles. Caio entrou primeiro, com passos decididos, mas os olhos atentos a cada rosto na mesa. Ele parecia avaliar rapidamente quem parecia mais tranquilo e quem carregava o peso da paranoia. Maurício veio logo atrás, mantendo a expressão séria, enquanto observava discretamente os gestos de cada participante, cada movimento poderia ser uma pista sobre alianças ou suspeitas. Helena fechava o trio, andando com cuidado entre as cadeiras antes de se sentar. Ela se posicionou de forma a conseguir observar todos ao mesmo tempo, sem se expor demais, consciente de que qualquer deslize poderia ser interpretado como fraqueza ou suspeita.
Com todos os grupos reunidos, a ausência de Penélope e Fabrício era impossível de ignorar. Um silêncio pesado pairava sobre a mesa, quebrado apenas pelos pequenos sons do café sendo servido e das cadeiras sendo ajustadas. Lorena foi a primeira a falar, com a voz baixa e cautelosa: "Então... Só falta a Penélope e o Fabrício. Alguém tem ideia de quem os traidores escolheram esta noite?" Matheus franziu a testa, olhando para todos antes de responder: "Difícil dizer... Mas considerando o que vimos ontem, eu diria que pode ser a Penélope. Ela tem se destacado bastante, e talvez os traidores quisessem eliminar alguém que pudesse se tornar uma ameaça para eles." Dimas, cruzando os braços, balançou a cabeça: "Eu não sei... Fabrício também tem sido bastante estratégico. Ele consegue perceber coisas que passam despercebidas para os outros. Não acho que seria surpresa se ele fosse o alvo." Bianca interveio, ponderando: "Olhando para os dois, talvez a escolha tenha sido baseada em quem poderia causar mais impacto no jogo. Penélope mexe com as alianças de forma mais direta, enquanto Fabrício é mais sutil. Os traidores podem ter ido por qualquer um dos lados..." Icaro, com o olhar firme, acrescentou: "Não dá para esquecer que eles também podem ter feito a escolha mais inesperada, justamente para desestabilizar a gente. Ou seja, não dá para apostar nem na Penélope nem no Fabrício com certeza." Núbia, mais calma, completou: "O que importa é que, seja quem for, precisamos estar atentos. Cada ação, cada reação pode ser uma pista de quem sobreviveu e de quem está planejando o próximo movimento." O grupo se lançou em olhares desconfiados, tentando analisar cada expressão, cada gesto, enquanto o vazio na sala lembrava que, naquela noite, alguém havia caído pelas mãos dos traidores e todos os presentes precisavam estar prontos para a próxima jogada. A porta se abre uma última vez e... Penélope acaba entrando na sala, causando a surpresa dos participantes.
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Fabrício caminhava pelos corredores silenciosos do castelo, sentindo cada passo ecoar como se o próprio chão quisesse avisá-lo do perigo. Ele se dirigiu ao confessionário, aquele pequeno quarto reservado para mensagens pessoais e instruções da produção, com o coração acelerado. Ao entrar, a luz suave iluminou o pergaminho sobre a mesa. Com mãos ligeiramente trêmulas, Fabrício pegou o pergaminho e desenrolou-o, sentindo o papel áspero sob os dedos. A caligrafia elegante mas firme parecia ainda mais ameaçadora à medida que ele lia cada palavra. "Fabrício... Você foi escolhido pelos Traidores. Esta é a sua última noite entre os participantes. O jogo continuará sem você Amanhã." Fabrício congelou por um instante, sentindo um frio percorrer sua espinha. Seus olhos se arregalaram e um suspiro involuntário escapou. A tensão que vinha sentindo desde a primeira noite explodiu de uma vez. Ele sabia que sua permanência no jogo tinha acabado, mas a confirmação no pergaminho tornava tudo dolorosamente real. Ele deixou o pergaminho cair sobre a mesa por um instante, fechou os olhos e respirou fundo, tentando processar a notícia. Um misto de incredulidade, frustração e um toque de medo passou por ele. Fabrício sabia que precisava manter a calma até o momento certo, mas a consciência de que os traidores tinham vencido aquela rodada mexeu com ele de maneira profunda. Por fim, com os ombros tensos, ele pegou novamente o pergaminho, encarou as palavras mais uma vez e respirou fundo, preparando-se mentalmente para enfrentar a última noite no castelo, sabendo que seu destino já estava traçado e que cada movimento restante no jogo seria um testemunho de sua própria derrota estratégica.
O cenário mudou na mente de Matheus, trazendo de volta a lembrança do Conclave que havia acontecido na madrugada. A sala estava mergulhada em penumbra, iluminada apenas por algumas velas espalhadas sobre a mesa central. Dora, Bianca e Matheus estavam lado a lado, o clima carregado de tensão e estratégias silenciosas. Bianca foi a primeira a quebrar o silêncio, seu olhar fixo nos rostos dos dois companheiros: "Se vamos escolher uma vítima, minha aposta é Amélie. Ela está começando a se destacar demais, faz perguntas demais, e está mexendo nas alianças do jeito que não queremos. Tirando ela, a gente enfraquece a movimentação entre os fiéis." Dora balançou a cabeça, cruzando os braços: "Não concordo, Bianca. Amélie é importante, mas Fabrício está mais isolado. Ele não tem tantas alianças fortes, e isso faz dele um alvo fácil. Se quisermos manter o controle, faz mais sentido eliminar quem está avulso no jogo, nesse caso, Fabrício." Bianca franziu o cenho, tentando argumentar: "Mas Dora, Amélie também pode virar uma peça chave para os traidores se a deixarmos. Fabrício pode até estar sozinho, mas ele não tem tanta influência quanto ela..." Matheus, que vinha observando atentamente, finalmente interveio, sua voz firme cortando a tensão: "Eu entendo seu ponto, Bianca... Mas olhando estrategicamente, acho que Dora tem razão. Fabrício está mais isolado, mais avulso no jogo. Ele seria a escolha mais segura para nossa próxima jogada. Se queremos manter o controle e não chamar tanta atenção, eliminar Fabrício agora é mais vantajoso." Dora esboçou um leve sorriso, satisfeita por finalmente ter o apoio de Matheus. Bianca suspirou, ainda relutante, mas sabia que naquele Conclave o voto coletivo decidia. A decisão estava tomada: Fabrício seria o alvo naquela rodada, e o jogo deles ganharia um novo capítulo de tensão e manipulação.
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O clima na sala do café da manhã mudou instantaneamente. A notícia da eliminação de Fabrício circulou rapidamente e os olhares entre os participantes se tornaram mais tensos, cheios de incredulidade e medo. Núbia, visivelmente abalada, levou as mãos ao rosto e deixou escapar lágrimas silenciosas, enquanto tentava processar a perda de seu parceiro no jogo. Lorena, percebendo a vulnerabilidade da amiga, falou com um tom frio e quase analítico: "Núbia... Agora você é a última ex-participante do "Power Couple" que ainda está na competição. Isso muda completamente a dinâmica, não só do jogo, mas da forma como os traidores podem te enxergar." A tensão era quase palpável, quando a atenção de todos foi desviada por passos firmes ecoando pelo salão. Selton Mello entrou, sua presença impondo silêncio imediato. Ele caminhou em direção à parede onde o quadro de Fabrício estava pendurado, olhando fixamente para o retrato antes de falar, sua voz carregada de solemnidade: "Às vezes, no jogo da vida e da estratégia, precisamos encarar a inevitabilidade da perda... Daquilo que parecia sólido e seguro. Fabrício partiu e seu lugar agora será lembrado apenas pelas lições que deixou..." E com um gesto dramático, ele pegou o quadro da parede e o deixou cair no chão com um estrondo. O impacto ecoou pelo salão e todos se sobressaltaram, como se aquele som tornasse a morte de Fabrício ainda mais real. Selton então se afastou, os olhos varrendo o grupo e continuou com uma entonação grave, mas carregada de expectativa: "Mas o jogo não para. Esta noite, vocês vão se reunir para mais uma mesa redonda... Uma tentativa de identificar e eliminar um traidor. Cada decisão, cada palavra e cada gesto contará. Preparem-se, porque nada será como antes." O murmúrio silencioso que se seguiu mostrava que os participantes já sentiam a tensão aumentando. Núbia enxugou as lágrimas, tentando recompor-se, enquanto Penélope observava atentamente, calculando cada movimento do grupo. O café da manhã havia se transformado em um prelúdio sombrio para a noite que se aproximava, onde confiança e paranoia se enfrentariam em igualdade.
O bar do castelo estava pouco iluminado, com apenas algumas velas lançando sombras nas paredes de pedra. Penélope se encostou no balcão, segurando uma taça de suco e olhou atentamente para Marcela e Amélie, que estavam ao seu lado, como se quisesse arrancar alguma certeza do ar. "Então, finalmente vamos votar em Caio?" perguntou Penélope, a voz carregada de impaciência. "Já tivemos tantas tentativas frustradas, mas eu realmente acho que ele é um traidor. Não dá para ignorar mais." Marcela franziu o cenho, cruzando os braços e respirou fundo antes de responder: "Eu até estava inclinada a concordar com você, Penélope... Mas estou começando a ficar suspeita de Bianca. Ela tem se mantido muito quieta, distante dos demais. Fica observando sem se comprometer, e isso começa a levantar dúvidas." Amélie, que estava encostada na parede próxima, inclinou a cabeça e acrescentou: "Na verdade, ouvi que Bianca está querendo ir atrás de mim nas próximas votações. Então, talvez seja o momento de tirá-la agora, antes que ela tente mexer no jogo." Penélope abriu os olhos surpresos e trocou um olhar rápido com Marcela, a desconfiança evidente em seus rostos: "Espera... De onde você ouviu isso?" perguntou Penélope, a voz firme. "É... É alguém aqui no castelo que me contou" respondeu Amélie, desviando levemente o olhar, como quem não queria revelar muito mais. "Não posso dizer exatamente quem, mas as informações são confiáveis." O silêncio pairou por alguns segundos, pesado e cheio de tensão. Cada uma delas percebeu que o jogo estava ficando ainda mais complicado. Segredos, suspeitas e alianças começavam a se cruzar e decidir quem atacar primeiro poderia definir não apenas a próxima rodada, mas o futuro de cada uma no castelo.
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A biblioteca estava silenciosa, exceto pelo som distante de passos ecoando nos corredores do castelo. Dora e Matheus se encontravam na sala secreta, um pequeno cômodo escondido atrás de uma estante móvel, onde podiam falar sem medo de serem ouvidos pelos outros participantes. A tensão do jogo pairava no ar. "Matheus" começou Dora, inclinando-se levemente para frente, a voz baixa e firme "estou começando a perceber que Bianca pode estar tentando sabotar o nosso jogo. Ela tem se mantido distante, mas seus movimentos sugerem que está observando demais... E talvez tentando criar intriga entre nós dois." Matheus respirou fundo, encarando Dora com seriedade, e balançou a cabeça: "Eu confio plenamente em você, Dora." disse ele, a firmeza na voz traindo a gravidade da situação. "Se for necessário, nós dois devemos agir primeiro. Trair Bianca antes que ela tente trair a gente pode ser a nossa única chance de manter o controle do jogo." Dora assentiu, o olhar determinado: "Exatamente. Precisamos permanecer unidos, fortes e estratégicos. Ela não pode nos manipular. O momento certo para agir será crucial... E precisamos ter certeza de que não daremos espaço para que ela crie qualquer divisão entre nós." Matheus sorriu levemente, um sorriso de cumplicidade e confiança mútua. "Então, estamos juntos nisso. Até o final" disse ele e Dora concordou com um leve aceno, ciente de que cada decisão daqui para frente poderia mudar o destino deles no jogo. O silêncio voltou a dominar a sala secreta, mas agora havia uma aliança clara: Dora e Matheus estavam prontos para qualquer movimento que fosse necessário, conscientes de que em um jogo de traidores, confiança era arma tão poderosa quanto qualquer mentira.
Os corredores do castelo pareciam mais silenciosos do que nunca enquanto os participantes se dirigiam à sala da mesa redonda. Cada passo carregava uma mistura de apreensão e expectativa, todos sabiam que aquela noite poderia mudar o rumo do jogo. Um a um, eles entravam na sala, os olhos se encontrando com os dos outros, cheios de suspeitas e incertezas. Quando todos finalmente se acomodaram, Selton Mello apareceu na entrada, sua presença impondo imediatamente silêncio. Ele caminhou até o centro da sala, o olhar varrendo cada participante com uma intensidade que fazia a tensão subir ainda mais. "Boa noite" começou ele, a voz calma, porém carregada de significado. "Mais uma vez, vocês têm diante de si a oportunidade de enfrentar a verdade. Cada mesa redonda é uma chance de decidir o destino de alguém... Uma oportunidade de eliminar um traidor ou de reforçar alianças." Ele fez uma pausa, os olhos brilhando com solenidade, e gesticulou vagamente para a sala: "O jogo é feito de escolhas, de riscos e de segredos. Esta noite, cada palavra, cada gesto, cada olhar pode ser decisivo. Vocês têm uma chance de ouro para descobrir quem se esconde nas sombras, quem manipula, quem mente... E quem merece ser eliminado." Com um gesto dramático, Selton afastou-se um pouco, os participantes sentindo o peso de suas palavras ecoando no ar: "Lembrem-se: A verdade nem sempre é o que parece, e a coragem de encará-la... Bem, essa é o que separa os traidores dos fiéis. Que comecem as discussões." O clima na sala ficou denso, quase sufocante. Todos se entreolhavam, calculando cada movimento, cada palavra. A mesa redonda havia começado, e o destino de cada participante agora dependia de estratégia, persuasão e acima de tudo, de quem conseguiria esconder suas intenções mais profundas.
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Penélope se inclinou levemente sobre a mesa, olhando para todos os participantes com expressão firme, como se estivesse assumindo o controle da discussão. "Pessoal" começou ela, a voz clara e decisiva, "as opções de hoje são bem óbvias. Temos o Caio, que ainda não se provou inocente desde a eliminação da Estela. Tem a Bianca, que algumas pessoas estão começando a suspeitar por ser muito quieta e manter distância. E, aparentemente, alguém colocou o nome da Amélie na roda..." Bianca ergueu as sobrancelhas, surpresa e um pouco irritada: "Espera, espera... Quem colocou meu nome na roda? E por quê?" sua voz carregava uma mistura de indignação e curiosidade, enquanto olhava para os outros tentando encontrar um culpado. Caio, respirando fundo, interrompeu a tensão crescente com um tom mais sereno, porém firme: "Olhem, precisamos superar isso e parar de focar só em mim. Se me eliminarem agora, vão estar tirando mais um fiel do jogo. Vocês precisam pensar estrategicamente, não apenas por suspeitas momentâneas." Amélie, que estava ao lado, voltou seu olhar para Bianca, a voz começando a subir de tom: "E sobre você, Bianca... Não é a primeira vez que você parece querer me eliminar. Já percebi esse tipo de atitude e sinceramente, não sei se posso confiar em você." Bianca imediatamente se defendeu, cruzando os braços: "Espera aí, Amélie! Eu não estou querendo te eliminar. Estou apenas me protegendo e analisando o jogo. Não é pessoal contra você!" "Não é pessoal?" Amélie retrucou, franzindo o cenho "Parece pessoal quando fico sabendo que sem uma votação você tenta me colocar no meio." O clima na mesa começou a esquentar, com olhares tensos se cruzando, sussurros e cochichos. Cada palavra parecia uma peça de xadrez, cada gesto carregava suspeita. Penélope tentou retomar o controle, mas a discussão entre Bianca e Amélie já havia iniciado uma pequena guerra de estratégias e acusações, deixando claro que a noite da mesa redonda seria intensa.
Icaro franziu o cenho, olhando diretamente para Penélope, sua voz firme cortando o clima pesado da mesa: "Espera um pouco... Por que ninguém está apontando os dedos para a Penélope?" questionou, gesticulando levemente. "Ela parece estar querendo controlar todas as narrativas, direcionar o voto do grupo e ditar para onde a discussão deve ir. Alguém já parou para pensar nisso?" Penélope sorriu, inclinando-se para trás na cadeira, um sorriso debochado se espalhando pelo rosto: "Ah, Icaro... Você realmente acha que estou controlando tudo?" disse, o tom carregado de ironia. "Estou apenas... Ajudando o pessoal a organizar as ideias. Mas se vocês preferirem se perder em teorias conspiratórias, tudo bem. Continuem se preocupando comigo." Alguns participantes soltaram risinhos nervosos, mas a provocação de Penélope só aumentou a tensão. Icaro apertou levemente os lábios, sem se deixar abater pelo deboche, enquanto observava a movimentação de olhares entre os outros, percebendo que algumas pessoas começavam a questionar as intenções dela silenciosamente. Helena inclinou-se levemente sobre a mesa, os olhos atentos a cada gesto dos participantes. Ela observou Núbia, ainda visivelmente abalada após a eliminação de Fabrício. "Espera um pouco" começou Helena, a voz calma, mas carregada de desconfiança. "Estou achando meio suspeito o choro da Núbia. Não que eu queira ser cruel, mas eliminar o Fabrício para que ela se torne a última ex-"Power Couple" no jogo... Isso levanta algumas questões." Núbia ergueu o olhar, surpresa e ofendida, sentindo o peso das palavras de Helena: "O quê? Não... Não é nada disso!" respondeu, a voz trêmula. "Eu estou apenas sentindo falta do Fabrício, ponto final. Isso não tem nada a ver com estratégias ou querer vantagem no jogo." Helena manteve o olhar firme, analisando cada reação da moça: "Claro... Mas em um jogo como esse, até as emoções podem ser interpretadas como jogadas. Precisamos prestar atenção em cada detalhe. Quem aparenta estar mais vulnerável pode, na verdade, estar manipulando percepções." O silêncio caiu por um instante, enquanto os outros participantes começavam a ponderar as palavras de Helena. O choro de Núbia, antes apenas visto como tristeza, agora era suspeita em potencial. A tensão da mesa redonda aumentava, mostrando que, no castelo, até a emoção mais genuína podia se tornar uma pista... Ou uma armadilha.
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Bianca bateu levemente na mesa, chamando a atenção de todos. Sua voz saiu firme, sem espaço para dúvidas: "Chega!" disse ela, olhando em direção a Amélie. "Eu acho que deveríamos ir em você de uma vez por todas. Se existe algum veterano que poderia ser traidor neste jogo, esse alguém é você." Amélie sorriu de forma debochada, recostando-se na cadeira, os braços cruzados: "Ah, claro, Bianca... Mas se existe algum novato que poderia ser traidor, talvez seja você." disse, com ironia carregada, provocando risinhos nervosos em alguns participantes. Antes que a tensão aumentasse ainda mais, Icaro interveio, o olhar sério e firme: "Calma, gente. Precisamos pensar bem antes de atacar qualquer um. Penélope também precisa ser considerada. Ela tem manipulado as narrativas, direcionado a conversa e isso não pode ser ignorado." Caio, sentado ao lado, assentiu lentamente, concordando: "Concordo com você, Icaro. Não podemos focar apenas em Amélie. Se eliminarmos alguém errado agora, podemos acabar tirando um fiel do jogo. Precisamos pesar cada decisão." O clima na mesa ficou ainda mais tenso. Entre provocações, defesas e alertas estratégicos, cada participante começava a perceber que a noite seria decisiva e que cada palavra dita poderia alterar completamente o rumo da votação. Dimas respirou fundo e se inclinou levemente sobre a mesa, olhando para todos com uma expressão séria. A tensão na sala era palpável e o silêncio momentâneo deixou espaço para sua voz firme cortar o ar: "Então, pessoal..." começou ele, gesticulando com as mãos. "Em quem exatamente nós vamos votar hoje? Porque até agora parece que estamos só trocando acusações e teorias, mas ninguém se compromete com uma decisão concreta." Todos os olhares se voltaram para ele, e a pergunta pairou como uma cobrança silenciosa.
Bianca estreitou os olhos, inclinando-se para frente e apontando levemente para Amélie, a voz carregada de impaciência: "Amélie, você vai ter que me dizer agora quem te contou que eu estaria querendo te eliminar. Não dá para simplesmente jogar o meu nome na roda e não assumir de onde veio a informação!" Penélope apoiou-se na mesa ao lado de Bianca, acrescentando com tom firme e incisivo: "É isso mesmo, Amélie. Se você quer influenciar a votação e levantar suspeitas sobre mim ou sobre Bianca, pelo menos seja honesta. Quem te contou? É justo que todos saibam." Amélie recostou-se na cadeira, cruzando os braços e com um sorriso irônico nos lábios: "Não vou dizer." respondeu de forma seca, com a voz firme, mas sem perder o deboche. "Essa informação é minha e se vocês querem tirar conclusões a partir disso, que tirem. Não vou revelar quem me contou nada." Um silêncio pesado tomou a mesa. Marcela franziu o cenho, o olhar avaliando cada gesto de Amélie: "Sinceramente... Esse comportamento seu é no mínimo, suspeito" disse Marcela, a voz baixa, mas carregada de acusação. "Recusar-se a falar quem te contou algo que pode influenciar o voto... Isso levanta mais dúvidas do que respostas." O clima ficou ainda mais tenso. Todos começaram a lançar olhares para Amélie, tentando interpretar cada gesto, cada sorriso e cada hesitação. A recusa dela em se abrir só aumentava a paranoia da mesa redonda, e ficava claro que aquela noite prometia muitas acusações e estratégias afiadas.
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Selton Mello se levantou lentamente no centro da sala, os olhos varrendo cada participante. A voz grave ecoou pelo salão silencioso: "Chegou o momento que todos esperavam... É hora de votarem. Cada voto conta, cada decisão pode mudar o rumo do jogo. Escolham com cuidado, e lembrem-se: Esta é a chance de eliminar um traidor, ou de proteger aliados." Um a um, os participantes começaram a revelar seus votos, com breves justificativas: Dimas olhou para Penélope e disse: "Meu voto vai para a Penélope. Ela tem manipulado muito a conversa e direcionado as discussões." Marcela ergueu o olhar para Bianca: "Eu voto na Bianca. Tem sido muito quieta e distante, e isso levanta suspeitas." Penélope, com um sorriso debochado, apontou para Bianca: "Também voto na Bianca. Está claro que ela está tentando se esquivar das atenções e isso não me convence." Amélie, cruzando os braços, disse: "Bianca. Não posso confiar totalmente nela, o comportamento dela é suspeito." Matheus falou com firmeza: "Meu voto é na Bianca. Preciso proteger nossa estratégia e ela parece estar se afastando demais." Núbia, ainda emocionada, apontou para Helena: "Eu voto na Helena. Ela levantou dúvidas sobre mim e preciso me proteger." Maurício olhou para Bianca e afirmou: "Bianca. É muita incerteza, muita cautela da parte dela." Helena, com os olhos fixos em Núbia, disse: "Meu voto vai para Núbia. Preciso desconfiar antes que decisões sejam tomadas contra mim." Icaro, firme, apontou para Penélope: "Penélope. Ela tem direcionado o grupo e manipulado narrativas." Lorena, suspirando, disse: "Eu voto na Amélie. Não posso ignorar a postura dela na mesa redonda." Caio, olhando para Penélope com seriedade, disse: "Penélope. As ações dela hoje levantaram muitas suspeitas para mim." Dora, sem hesitar, falou: "Bianca. Está claro que há algo nela que precisamos observar." Bianca, por fim, olhou para Amélie com firmeza: "Eu voto na Amélie. Ela está jogando meu nome e tentando mexer no jogo de forma suspeita." O silêncio caiu novamente sobre a mesa após a revelação de todos os votos. Cada olhar era carregado de tensão, cada expressão revelava uma mistura de ansiedade e cálculo.
Selton Mello olhou para Bianca com uma expressão grave, o silêncio na sala aumentando a tensão: "Bianca, por favor, vá até o Círculo da Verdade e revele para todos se você é traidora ou fiel." sua voz era firme, carregada de solenidade. Bianca levantou-se lentamente, cada passo ecoando pela sala silenciosa. O olhar dos outros participantes seguia cada movimento dela, cheio de expectativa e ansiedade. Quando chegou ao círculo, parou por um instante, respirou fundo e ergueu o rosto para Selton. "Eu..." começou, a voz tremendo levemente "...sou... uma traidora!" O som da palavra reverberou pelo salão. Alguns participantes arregalaram os olhos, outros sorriram aliviados. Um misto de choque e comemoração tomou conta do ambiente: "Finalmente!" exclamou Dora, um sorriso de vitória surgindo no rosto. "Isso sim é justiça!" disse Matheus, balançando a cabeça com satisfação. "Eliminamos um traidor!" murmurou Dimas, quase rindo de alívio. Bianca permaneceu no círculo por mais alguns segundos, encarando cada um com um misto de desafio e resignação, antes de se dirigir à saída. Enquanto caminhava pelo corredor, o peso de sua eliminação parecia visível em seus ombros, deixando um silêncio momentâneo que logo foi preenchido pela tensão residual do grupo. Selton Mello, de volta ao centro da sala, respirou fundo e sorriu levemente: "Parabéns a todos. Esta noite, vocês realizaram um trabalho bem feito. Conseguiram identificar e eliminar um traidor e cada decisão tomada aqui foi crucial para o avanço do jogo. Que essa vitória os inspire a continuarem atentos e estratégicos nas próximas rodadas." O ambiente respirou aliviado, mas a sensação de que o jogo ainda guardava muitas surpresas pairava no ar. A noite havia sido marcada por tensão, estratégia e revelações dramáticas, deixando claro que, no castelo, ninguém podia se sentir totalmente seguro.
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Conheça os personagens: Amélie Claveaux, Bernardo Azevedo, Bianca Nogueira, Caio Montenegro, Dimas Hadlich, Dora Machado, Estela Martins, Fabricio Molinaro, Helena Brandão, Icaro Figueiredo, Leandro Vasconcelos, Lorena Bastos, Marcela Coutinho, Matheus Lacerda, Mauricio Campos, Nathaniel Puig, Núbia Bianchi, Penélope Falcão, Rafael Pacheco, Rosiane Seta, Sharon Sheetarah e Verônica Lux.
LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026 Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais ou entrar em contato, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?