terça-feira, 3 de fevereiro de 2026

Bruna Entrevista: 14x03 - Dimitri Venum


Olá, olá...Tudo bem, meus queridos? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E para deixar tudo ainda mais divertido, nós trouxemos um ator internacional, estou falando do queridíssimo Dimitri Venum, que aceitou vir compartilhar com a gente algumas de suas experiências na indústria dos filmes adultos, ou seja, se você for menor de idade, é melhor pedir a permissão de um adulto responsável antes de continuar lendo, beleza? Mas se você já é o próprio adulto responsável, então é só vir comigo!

Bruna Jones: Nos últimos anos você se tornou um dos atores de entretenimento adulto mais bem-sucedidos na área, até ganhando prêmios por sua atuação, mas antes de falarmos mais sobre isso, vamos voltar um pouco. O que você fazia ou com o que trabalhava antes de começar a atuar em vídeos adultos?
Dimitri Venum: Por mais surpreendente que possa parecer, eu tinha um trabalho que não tinha absolutamente nada a ver com filmes adultos. Eu era autônomo como engenheiro de computação. É um grande salto, eu percebo isso agora, mas ainda existem algumas coisas (como marketing de um produto, redes sociais) que permanecem bastante comuns a tudo isso.

Bruna Jones: Algumas pessoas entram no entretenimento adulto por fama, dinheiro ou até por simples prazer. O que te motivou a começar a fazer esses filmes? Além disso, como foi para você o início da sua trajetória como ator? Lembra como se sentiu no seu primeiro dia de filmagem?
Dimitri Venum: Primeiro de tudo, sempre tive um lado exibicionista (como muitas pessoas da minha idade) e estou confortável com meu corpo. Fui convidado para uma cena em um filme por meio de uma rede de contatos. Aproveitei a oportunidade porque era uma fantasia minha e eu gosto bastante de sexo. A oportunidade era boa demais para deixar passar. Não fiz isso pelo dinheiro ou por reconhecimento, apenas por mim mesmo, como um desafio pessoal. Adorei essa primeira experiência (o filme se chama "Testosterone") e quando vi o vídeo, sorri. Muitas pessoas viram o vídeo, e fui contatado por outros diretores. O que começou como um desafio pessoal se tornou um trabalho paralelo. Por volta da pandemia de Covid, quando surgiram plataformas como OnlyFans e JustForFans, aproveitei a oportunidade. Com o tempo, me tornei mais profissional e não me arrependo. 

Bruna Jones: Como todos sabemos, você nasceu na França e tem trabalhado em projetos tanto no seu país quanto para estúdios em outras partes do mundo, como os Estados Unidos. Como você lida com toda essa exposição global que recebeu, e como é para você ter a oportunidade de experimentar outras culturas fora do seu país?
Dimitri Venum: No início, eu não compreendia a dimensão da minha "carreira". Foi ao conhecer outros atores e diretores, assim como meus "fãs", que passei a ter uma compreensão mais clara. Nos últimos anos, conheci pessoas vibrantes, acolhedoras e inteligentes (longe do estereótipo da loira burra). Tive conversas sérias, compartilhei crises de riso e ganhei uma perspectiva muito diferente sobre culturas e histórias pessoais de certos povos por meio de seus atores. Histórias cheias de humildade, guerra e fuga de seus países, mas também de esperança por uma vida melhor, projetos futuros e ideias que espero que levem aos seus sucessos amanhã. Tudo isso é o que considero intercâmbio "internacional". É verdade que é um ângulo interessante descobrir uma cultura começando com algo tão íntimo quanto o sexo. 

Bruna Jones: Hoje em dia a pornografia se tornou muito mais acessível para o mundo todo; uma gravação pode se tornar viral em minutos e, com isso, mais pessoas consomem esse tipo de material. Do ponto de vista de um ator, você acredita que ainda pode haver preconceito contra quem trabalha nessa profissão?
Dimitri Venum: Preconceito, esse é um assunto delicado. Primeiro, gostaria de abordar um ponto que me parece importante. A indústria pornográfica está longe de ser livre de preconceitos. Mesmo que sejamos supostamente mais inclusivos, existem "atritos" dentro do que poderíamos chamar de comunidade. Isso pode ocorrer entre atores de países que estão em conflito ou entre diferentes categorias. Pode ser desanimador ouvir isso, mas somos humanos, e a rejeição existe também dentro da nossa comunidade, pelas mesmas razões que fora. Quanto ao mundo externo, digamos que, quando as pessoas descobrem meu trabalho, e o fato de que ele vai além de vídeos curtos, pode haver uma fase de choque que varia do nojo à aceitação. O nojo geralmente exige discussão, e a aceitação frequentemente leva a muitas perguntas. É uma profissão que repele tanto quanto fascina, em algum lugar entre o status de ícone e o de besta monstruosa.


Bruna Jones:
 Uma das coisas que mudou nessa indústria nos últimos anos é a forma como os artistas podem se expressar. Agora não é mais necessário esperar para ser contratado por uma grande empresa para alcançar sucesso; tudo que você precisa é de senso criativo e uma câmera, e pode começar a postar seu próprio conteúdo em plataformas como o "OnlyFans". Dito isso, artistas em geral tendem a ser perfeccionistas no seu trabalho. Você tem o hábito de assistir aos seus próprios vídeos e analisar o trabalho feito? Como você analisa a diferença entre trabalhos feitos por uma produtora e trabalhos feitos diretamente para plataformas?
Dimitri Venum: Digamos que, para fazer o trabalho de pós-produção, temos que assistir às nossas próprias performances. Gosto de detalhes e me treinei para usar softwares profissionais de edição. Com o tempo, comprei equipamentos: Câmera, iluminação e aprendi a trabalhar com atmosfera. O mais difícil, eu acho, é encontrar um local que não seja um quarto de hotel. A atmosfera é tão importante quanto o ator. Estúdios e plataformas não estão em competição; eles ocupam nichos ecológicos muito diferentes. Os estúdios trabalham mais a longo prazo, com história e atmosfera (figurinos, locações, estilo), enquanto as plataformas focam no consumo imediato e explosivo. Hoje, existem atores que fazem trabalhos realmente criativos no nível de estúdio, basicamente, a nova geração de diretores.

Bruna Jones: Você está nessa carreira há mais de cinco anos e acredito que tenha vivido muitas situações incomuns ou até engraçadas nos bastidores, não é? Poderia compartilhar uma das suas lembranças mais engraçadas dos bastidores?
Dimitri Venum: Isso às vezes acontece em certas filmagens; temos que fazer closes e planos abertos. Nos closes, conversamos entre nós, e isso é gravado; podemos também ver expressões faciais. Não é o caso nos planos abertos. Já aconteceu de alguns atores e eu falarmos bobagem tentando manter a seriedade. Mas também pode acontecer durante uma cena de sexo, uma ejaculação que vai para a câmera, ou no olho, um sofá que desmorona (já aconteceu várias vezes, porque sou meio desajeitado). É muito difícil se recuperar disso depois. 

Bruna Jones: Você tem um trabalho em que acaba se expondo de forma muito íntima diante das câmeras, e acredito que fora das filmagens você tenta manter uma rotina para estar sempre no seu melhor, certo? O que você costuma fazer para manter seu físico e aparência? Poderia compartilhar um pouco da sua rotina fora das câmeras?
Dimitri Venum: Faço muito esporte. Sou ex-jogador de rugby e comecei a fazer musculação alguns anos atrás. Compito, o que pode explicar porque meu físico varia dependendo de quando a foto é tirada. Faço entre 5 e 6 treinos de musculação por semana e também nado. Procuro me alimentar bem e, acima de tudo, ter uma dieta equilibrada. Vou à academia todos os dias, ou cedo de manhã ou antes do meio-dia, para ter a tarde livre, seja para colaborações ou outros projetos (e há muitos para gerenciar nesse ramo).  


Bruna Jones:
 Como eu disse antes, hoje você já tem uma carreira sólida na área e reconhecimento mundial, seja pelas redes sociais ou pelos prêmios que ganhou pelo seu trabalho. O que você pretende fazer com esse sucesso no futuro? Existem planos de longo prazo para o que você faz?
Dimitri Venum: Pretendo continuar progredindo e colaborar com grandes nomes também. A longo prazo, pretendo produzir filmes sob meu próprio selo, mas tudo isso ainda está sendo discutido com "a equipe francesa".

Bruna Jones: Hoje em dia, uma das formas de produção mais populares são os reality shows. Existem muitos tipos no mundo, desde programas de sobrevivência como "Survivor", até confinamento como "Big Brother", ou até de estratégia como "The Traitors". Alguns atores do entretenimento adulto foram convidados a participar desses programas. Se você fosse convidado, aceitaria? Se sim, há algum específico em que gostaria de participar?
Dimitri Venum: Sim, acompanhei isso. Allen King, por exemplo, se saiu muito bem (dou um salve para ele). Quanto a mim, acho que poderia participar de reality shows sobre esportes; não me sentiria confortável com programas de romance ou de solteiros. 

Bruna Jones: Eu não poderia terminar esta entrevista sem perguntar: Você já esteve no Brasil? Gostaria de nos visitar quando possível?
Dimitri Venum: Ainda não tive a chance de ir ao Brasil, mas devo admitir que me atrai bastante. O país e o povo são incríveis, cheios de energia positiva e sexual. Estou pensando em planejar uma viagem para o final de 2026. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Estou realmente ansioso para ir ver vocês e fazer algumas ótimas colaborações ou produções. Tenho certeza de que o contato entre França e Brasil vai criar algo explosivo e muito, muito quente." e se vocês quiserem continuar acompanhando ele nas redes sociais, relembrando que é preciso ser maior de idade para acessar algumas de suas plataformas, é só clicar AQUI. Neste link você encontra todas as redes sociais oficiais dele, beleza? 

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

terça-feira, 13 de janeiro de 2026

Bruna Entrevista: 14x02 - Ronn Moss


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado é internacional, o que deixa tudo ainda mais divertido! Trouxemos hoje o querido ator e música, Ronn Moss. Conversamos um pouco sobre como foi o inicio da sua carreira, alguns de seus projetos mais famosos e muito mais! Vem conferir toda a nossa conversa agora mesmo.

Bruna Jones: Você tem uma carreira incrível como artista, alcançando sucesso tanto na música quanto na atuação. Antes de nos aprofundarmos um pouco mais nesse assunto, eu gostaria de voltar ao começo... Na sua pré-adolescência você já demonstrava interesse pela música, certo? O que te motivou a seguir uma carreira nessa área? Você recebeu apoio da sua família?
Ronn Moss: Sim, eu já tinha formado bandas e trabalhava tocando em festas desde os 13 anos. Fui motivado ao ver os "The Beatles" na televisão aos 11 anos, o que me levou a querer tocar bateria primeiro, porque eu queria ser o Ringo Starr. Minha irmã levou um baixo para casa e eu me apaixonei por ele, e já estava aprendendo guitarra sozinho, ouvindo meu irmão mais velho aprender também, e percebi que a música era o que eu queria fazer. Minha família foi compreensiva e tolerava meus ensaios na sala de estar de casa. 

Bruna Jones: Sabemos que nos anos 70 o cenário musical era completamente diferente do que foi nos anos 90, e ainda mais diferente do que é hoje, com tantas redes sociais disponíveis para os artistas divulgarem seu trabalho e alcançarem um público maior. Dito isso, como foi para você, emocionalmente, o período antes de alcançar o sucesso? Acredito que, apesar das dificuldades no começo, você também viveu bons momentos, certo?
Ronn Moss: As bandas tocavam ao vivo e, naquela época, era importante ter uma gravadora. Hoje em dia, qualquer artista pode produzir, promover e distribuir sua própria música, o que dá mais controle criativo ao artista. Naquela época, a gente aceitava os pontos positivos e negativos, mas sempre mantinha o foco no objetivo: Tocar nossa música, fazer shows cada vez maiores e melhores para mais e mais pessoas. É preciso ter essa atitude positiva de que, não importa o que apareça no seu caminho, você deve transformar isso em algo bom. Cair para frente. Se você for colocado em uma situação difícil e houver a possibilidade de tropeçar... Caia para frente. Continue seguindo. Acho que hoje existem muitas oportunidades disponíveis para divulgar sua música para o mundo e também para ter liberdade criativa.

Bruna Jones: Com a banda "Player", no final dos anos 70, você já estava alcançando sucesso mundial, chegando ao primeiro lugar nas paradas musicais, entrando em listas das melhores bandas e vendo suas músicas se tornarem trilhas sonoras de filmes (que inclusive ocorrem até hoje). Como foi, para você, alcançar todo esse sucesso de repente e se tornar uma figura pública, em que além de fazer shows, também era necessário dar entrevistas, conversar com fãs e coisas do tipo? Isso acabou influenciando sua vida pessoal de alguma forma?
Ronn Moss: Eu tinha 25 anos quando "Baby Come Back" chegou ao primeiro lugar, e fizemos turnês com artistas como Eric Clapton, Kenny Loggins, Boz Scaggs e Heart. Tocar para plateias de 25 mil pessoas e ter esse sucesso foi realmente muito legal. Tivemos um outdoor na Sunset Boulevard, em Hollywood, aparecíamos em revistas e em programas musicais de televisão, nos apresentando. Então, desde cedo, tive uma boa "educação" sobre como lidar com a imprensa e a fama, e foi uma fase muito divertida para um jovem viajar e excursionar por todos os Estados Unidos. Sempre fui uma pessoa reservada, dá até para dizer que eu era excessivamente tímido. Mas quando subia ao palco, tudo mudava para mim. Levou um tempo, mas aprendi a equilibrar essa vida privada que eu adorava com a vida pública, me comunicando com fãs do mundo todo. Tudo o que fazemos influencia nossas vidas de maneiras inesperadas. 

Bruna Jones: Como eu disse antes, sua música continua sendo usada até hoje em grandes produções cinematográficas de vários gêneros, indo de "Adão Negro" que é um filme de ação/super-herói, até "A Casa do Lago", um romance mais dramático, entre outros... Como é saber que o seu trabalho marcou toda uma geração e continua influenciando a cultura pop até os dias de hoje? 
Ronn Moss: "Baby Come Back" vai comemorar seu 50º aniversário em 2027, e tenho muito orgulho de ver que ela resistiu ao teste do tempo e esteve presente em muitos comerciais, filmes e programas de televisão no mundo inteiro. Muitos jovens baixistas já me perguntaram sobre a linha de baixo no início da música, e é uma linha difícil de tocar por causa do sentimento envolvido, mais do que por estar escrita em partitura. Baixo e bateria precisam estar sincronizados com emoção. Eu tocava com o nosso baterista, John Friesen, desde o ensino fundamental, então nós realmente "empurrávamos e puxávamos" um ao outro com o baixo e a bateria. 

Bruna Jones: Como qualquer astro do rock, você acabou atraindo a atenção de muitas pessoas ao longo da sua carreira, e não demorou para que a televisão também quisesse um pouco de você. Você acabou aceitando um papel na novela "The Bold and the Beautiful" nos anos 80. Como surgiu esse convite e o que te motivou a querer ser ator? 
Ronn Moss: Foi o dono da gravadora do "Player", Robert Stigwood, da RSO Records, que me chamou de lado e perguntou se eu já tinha pensado em atuar. Quando as turnês e gravações com o "Player" diminuíram, decidi tentar a carreira de ator. Depois de alguns anos fazendo filmes e comerciais, fui convidado por um agente de elenco para fazer um teste para "The Bold and the Beautiful". Achávamos que talvez durasse apenas alguns anos, por ser uma série nova, mas acabou se tornando um fenômeno mundial.

Bruna Jones: Fazer parte de uma das novelas mais famosas do país certamente despertou ainda mais o interesse de muitas mulheres ao redor do mundo. Você inclusive apareceu na capa da revista "Playgirl" nos anos 90, não foi? Como foi, para você, se tornar um símbolo sexual e fazer parte da história de uma das revistas mais bem-sucedidas? 
Ronn Moss: Isso é muito engraçado para mim hoje, olhando em retrospecto, especialmente porque minha esposa, Devin, foi página principal e capa da "Playboy". Eu sempre pareci ter um grande público feminino de fãs, embora hoje em dia pareça haver cada vez mais homens, e de todas as idades. Sinceramente, eu não me levo tão a sério com toda essa coisa de "símbolo sexual".

Bruna Jones: Você construiu uma carreira incrível até aqui, tanto como músico quanto como ator, e como eu disse antes, hoje vivemos em um mundo cheio de redes sociais e plataformas de streaming que permitem que o trabalho de um artista seja apreciado mundialmente com mais facilidade. Dito isso, como é saber que você pode influenciar positivamente seus fãs ao redor do mundo, seja impactando a vida de alguém com sua música, despertando emoções por meio de um personagem ou de uma história que conta, ou até mesmo compartilhando um pouco da sua própria trajetória e experiências nas redes sociais? 
Ronn Moss: Eu entendo muito bem que a geração mais jovem adora as histórias e as experiências nostálgicas que lhes são contadas por meio das redes sociais, e é ótimo saber que meu trabalho influenciou outra geração de forma tão positiva. Tenho tentado estar mais presente on-line ultimamente para transmitir uma atitude positiva nesta vida que levamos hoje. Deus sabe que há coisas negativas demais por aí, e sinto que todos nós precisamos receber boas e positivas energias o máximo possível. 

Bruna Jones: Você é um artista completo, e sabemos que os artistas tendem a ser um pouco mais críticos com o próprio trabalho, certo? Você costuma se cobrar mais do que deveria quando está criando arte? Se sim, como lida com isso? E, aproveitando, o que te inspira no processo de criação?
Ronn Moss: Acredito que a criatividade seja o verdadeiro objetivo de tudo aquilo que nos motiva a celebrar e compartilhar a vida com os outros. Seja por meio da música, do cinema, da arte ou da fotografia, tudo isso faz parte do que me impulsiona internamente a compartilhar com o mundo. Eu acredito em frequência e vibração, que elevam a nossa alma para sentir alegria ou simplesmente para nos sentirmos reais. Tento sair da minha zona de conforto, como estou fazendo agora ao dirigir meu primeiro filme. Nem sempre é fácil subir ao palco e se apresentar musicalmente; isso exige um certo estado mental, e se eu não estou "sentindo" isso, preciso criar esse estado mental que me permita funcionar nessa vibração. A inspiração muitas vezes vem de assumir riscos e viver novas experiências.

Bruna Jones: 2026 está apenas começando e, com um novo ano, novos projetos e oportunidades também surgem no horizonte. Você tem alguma novidade sobre a sua carreira neste ano que possa compartilhar conosco? 
Ronn Moss: Sim. Acabei de concluir um filme de faroeste que produzi e dirigi, e também participei com música nele, que espero transformar em uma série chamada "Tex McKenzie". Minha esposa acabou de produzir e dirigir um documentário sobre a minha vida, chamado "My Beautiful Life", celebrando os marcos de 50 anos de "Baby Come Back" e do "Player", e 40 anos de "The Bold and the Beautiful" e do personagem Ridge. Também esperamos transformar esse projeto em uma docu-série. Ambos serão inscritos primeiro em festivais de cinema antes de fecharmos um acordo de distribuição. 

Bruna Jones: Eu não poderia encerrar esta conversa sem perguntar: Você já esteve no Brasil? Gostaria de nos visitar e compartilhar um pouco da sua música conosco quando possível? 
Ronn Moss: Nunca estive no Brasil e sempre quis visitar os fãs na América do Sul, mas nunca tive a oportunidade. Eu adoraria levar minha turnê "Evening with Ronn Moss", com músicas clássicas do rock e histórias da minha vida como Ridge/Ronn, ao redor do mundo, assim como já fiz na Finlândia e na Austrália. Eu amo continuar criativo e gosto muito de encontrar fãs em todo o mundo. Gostaria que houvesse alguém que pudesse ajudar a tornar possível uma turnê musical no lindo Brasil. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Permaneçam criativos, mantenham o foco em fazer aquilo que amam e vocês terão sucesso. Continuem positivos e fiéis a quem vocês são. Agradeço a cada um de vocês que tem sido tão leal ao meu trabalho. Sou muito grato por saber que tenho fãs brasileiros. Bênçãos a todos vocês." e para continuar acompanhando ele nas redes sociais, basta procurar por @ronnmoss no Instagram ou então clicar AQUI e conferir seu site pessoal, onde ele avisa: "Este é o melhor lugar para acompanhar minha trajetória e saber onde estarei a seguir." combinado?

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Bruna Entrevista: 14x01 - Nathan Chester


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o convidado de hoje é internacional, o que deixa tudo ainda mais divertido... Convidamos o músico Nathan Chester para saber um pouco mais de suas experiências na carreira e também falar um pouco da sua participação no "The Voice" americano, onde ele competiu pelo time do John Legend. Vem conferir um pouco mais sobre tudo isso!

Bruna Jones: Você é um cantor e compositor de sucesso, mas antes de falarmos mais sobre isso, vamos voltar ao começo de tudo? Como você se interessou por música e percebeu que gostaria de seguir carreira na área?
Nathan Chester: Eu me interessei por música pela primeira vez por causa da minha família. meu irmão mais velho toca guitarra e minhas irmãs e minha mãe cantam. Então eu cresci ouvindo muita música em casa e na igreja, e isso me inspirou a cantar no meu tempo livre. Quando cheguei ao ensino fundamental II, comecei a fazer peças e musicais. No ensino médio, joguei futebol por alguns anos e depois comecei a fazer musicais e a levar o canto e a performance mais a sério. Depois fui para a faculdade estudar música, e foi isso que me ajudou a começar a me apresentar ao redor do mundo. 

Bruna Jones: O início de uma carreira geralmente é um pouco mais complicado, especialmente para quem busca uma carreira artística, seja pela falta de oportunidades ou até pela instabilidade financeira... Como foi o começo da sua trajetória até agora? 
Nathan Chester: O começo da minha jornada como artista foi uma experiência mista. Tive algum sucesso na faculdade fazendo musicais em teatros de summer stock, que me ofereciam moradia e pagamento, mas apenas durante o verão, até eu precisar voltar para a faculdade. tive minha grande oportunidade quando me formei e consegui meu primeiro contrato em um navio de cruzeiro. 


Bruna Jones: Todo artista tende a ser um pouco rígido e perfeccionista em relação ao próprio trabalho. Você costuma exigir mais de si mesmo ao compor ou organizar um projeto artístico? Se sim, como lida com isso?
Nathan Chester: Quando comecei a cantar seriamente na faculdade, em teatros profissionais de summer stock, eu era muito duro comigo mesmo, na esperança de conseguir crescer e melhorar. Eu ficava frequentemente frustrado porque me sentia estagnado ou que não era bom o suficiente. Então eu analisava cada apresentação e a repetia na minha cabeça, obsessivamente, prestando atenção a cada detalhe. e, por um tempo, isso acabou sendo útil. Mas, no fim das contas, aprendi que faço meu melhor trabalho quando estou me divertindo. Hoje, ensaio e repito as músicas até me sentir realmente confortável, e assim consigo aproveitar as apresentações e as canções sem duvidar do meu valor, se eu cometer um erro vou enxergar um espaço para melhorar. 

Bruna Jones: A vida de um músico e compositor é feita de talento, criatividade e inspiração. O que geralmente te inspira ao compor?
Nathan Chester: Histórias reais e emoções são o que mais me empolgam. Gosto de tentar me conectar com uma música me colocando dentro da história ou da mensagem, de forma que eu quase sinta como se tivesse escrito a canção eu mesmo. Me comprometer verdadeiramente com a mensagem da música me ajuda a me inspirar para cantá-la ou interpretá-la a partir de um lugar de honestidade. 

Bruna Jones: Você participou recentemente do "The Voice", que é um sucesso mundial. O que te motivou a se inscrever no programa?
Nathan Chester: Um amigo meu viu em um show que eu fiz a bordo de um cruzeiro e me recomendou fazer a audição para o programa! 


Bruna Jones: Você acabou competindo no time do John Legend. O que você aprendeu com ele durante essa jornada? Foi uma boa experiência?
Nathan Chester: Foi uma das melhores experiências da minha vida. Ele me ensinou muita coisa. Uma coisa incrível que aprendi foi não ter medo de brincar com as vogais e com a pronúncia das palavras. 

Bruna Jones: Para participar de um reality show, pelo tempo que for necessário, os participantes precisam abrir mão de algumas coisas para estar disponíveis durante o período de gravação. Você precisou mudar algo na sua vida para participar do "The Voice"?
Nathan Chester: Com certeza. Minha noiva e eu cantamos juntos como trabalho em navios de cruzeiro. Então, durante o "The Voice", eu não pude cantar com ela, e ela teve que se apresentar sozinha nos navios. 

Bruna Jones: Hoje em dia tudo gira em torno das plataformas digitais. Para divulgar seu trabalho, cantores dependem de meios de comunicação (televisão, rádio, jornais, internet...). Até que ponto você acredita que esses meios influenciam o seu trabalho como artista?
Nathan Chester: Eu chamo isso de um "mal necessário". Algo que antes eu usava apenas para amigos e família agora se tornou um trabalho. E isso é algo que eu aceitei como parte do jogo. Como artista, a divulgação e a visibilidade muitas vezes são metade da batalha, então fazer rádio, postar nas redes sociais, qualquer tipo de divulgação é essencial para se manter relevante e expandir o alcance, o que acaba levando a mais oportunidades de trabalho. 


Bruna Jones: 2026 está praticamente começando, então acredito que você tenha algumas novidades na carreira vindo por aí. Há algo que possa compartilhar?
Nathan Chester: Vou me apresentar em Nova York no "Runway 7 Fashion Week" em fevereiro. Também vou cantar o hino nacional para o Chicago Bulls em fevereiro. 

Bruna Jones: Antes de encerrar esta entrevista, não poderia deixar de perguntar: Você já esteve no Brasil? Gostaria de nos visitar quando possível?
Nathan Chester: Ainda não estive no Brasil, mas estou louco para ir! Se o Brasil me quiser, irei com muito prazer para esse país maravilhoso. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Se você é um fã meu no Brasil, obrigado por me enxergar e, mais importante, obrigado por ser uma alma que ressoa com a música old school. Juntos, podemos manter vivo e forte o som da motown." e se vocês quiserem continuar acompanhando ele nas redes sociais, é só procurar por @nathan_chesterr no Instagram ou então acessar o seu site clicando AQUI, beleza?


Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

sexta-feira, 26 de dezembro de 2025

BBRA: 18x90 - Big Brother Realidade Alternativa - Uma Dobra no Tempo


A apresentador explicou que seria uma disputa de resistência chamada "Guardiões do Tempo", exigindo concentração, equilíbrio e muita força mental. No gramado, quatro plataformas circulares estavam posicionadas lado a lado, cada uma com uma base estreita para os participantes ficarem em pé e uma haste metálica suspensa à frente, que deveria ser segurada o tempo todo. As regras eram claras: Permanecer em pé, sem sentar ou ajoelhar, mantendo ao menos uma das mãos na haste. Quem soltasse, mesmo que por um segundo, estaria automaticamente eliminado. Chiara, Henri, Quinn e Saulo tomaram seus lugares. O clima já era de tensão antes mesmo do cronômetro começar. Assim que a prova foi iniciada, uma música grave ecoou pelo jardim, reforçando a sensação de desafio. Na primeira hora, tudo parecia administrável. As plataformas ainda estavam imóveis, o ar era fresco e os quatro tentavam demonstrar confiança. Quinn mantinha o olhar fixo à frente, respirando fundo, repetindo para si mesma que precisava vencer essa prova. Chiara alternava as mãos na haste com cuidado, alongando discretamente os dedos. Henri parecia calmo demais, com um meio sorriso provocador no rosto. Saulo, em silêncio, concentrava-se na própria respiração. Dentro da casa, Blake assistia pelo vidro da porta, andando de um lado para o outro. Ele demonstrava nervosismo evidente, especialmente por Saulo e Quinn, repetindo para si mesmo que eles aguentavam e eram fortes.

As plataformas começaram a girar lentamente, obrigando os participantes a ajustarem o equilíbrio. Ventiladores foram ligados, lançando rajadas inesperadas de vento. Quinn começou a demonstrar sinais de cansaço nos braços. O giro constante exigia que ela contraísse o abdômen para não perder o centro de gravidade. Chiara fechava os olhos por alguns segundos, tentando ignorar a tontura. Henri olhou para Saulo e comentou, em tom baixo, mas audível que tinha gente que não iria aguentar muito. Saulo não respondeu, apenas apertou a haste com mais firmeza. Com quase duas horas de prova, luzes começaram a piscar e jatos leves de água eram disparados aleatoriamente. A combinação de giro, vento e água começou a pesar. Quinn escorregou levemente, conseguiu se recompor, mas o susto abalou sua concentração. Dentro da casa, Blake levou a mão à boca dizendo para si mesmo para Quinn se segurar. 


Minutos depois, ao tentar trocar a mão que segurava a haste, Quinn calculou mal o tempo. Seus dedos perderam contato por um instante mínimo suficiente. Um alarme soou. A plataforma dela parou imediatamente. Quinn estava eliminada. Ela respirou fundo, visivelmente frustrada, mas manteve a postura. Dentro da casa, Blake jogou as mãos para o alto, incrédulo dizendo para si mesmo "Ah, não! Ela estava indo tão bem!" Ele se aproximou da porta de vidro que dava para o jardim, como se pudesse diminuir a distância. Quando Quinn entrou na casa, ainda com os cabelos molhados e expressão abatida, Blake foi abraçá-la dizendo que ela foi incrível enquanto segurava o rosto dela. Quinn responde que foi apenas por um segundo, com a voz embargada. Blake responde que o que importava era que ela mostrou força. Os dois voltaram para a sala para continuar assistindo à prova. Com três participantes restantes, a tensão aumentou. Chiara já demonstrava extremo desgaste físico. Suas pernas tremiam visivelmente e a rotação da plataforma parecia afetá-la mais intensamente. 

Henri percebeu e soltou um comentário questionando se estava difícil para ela. A moça não respondeu, focada em não perder o equilíbrio. Saulo mantinha o silêncio estratégico. A apresentadora anunciou uma oferta tentadora para quem desistisse naquele momento, mas ninguém cedeu. Minutos depois, Chiara tentou ajustar os pés na base molhada. O movimento foi brusco demais. A mão escorregou da haste e, antes que pudesse recuperar, o alarme soou. Chiara estava eliminada. Ela levou as mãos ao rosto, decepcionada, mas aceitou o resultado. Ao entrar na casa, foi recebida por Quinn e Blake. Quinn a abraçou imediatamente dizendo que ela foi gigante lá fora e Blake completou dizendo que as duas foram muito fortes e que aquilo mexia com a cabeça de qualquer um. Chiara suspirou, ainda ofegante e em seguida disse que não achava que iria aguentar nem metade do que aguentou. Os três voltaram a acompanhar a disputa final. 


Restavam apenas Henri e Saulo. O clima mudou completamente. A rivalidade entre os dois, que já vinha sendo construída ao longo da semana, ficou evidente. As plataformas giravam em velocidade alternada, as luzes piscavam com mais intensidade e a água tornava tudo mais escorregadio. Henri quebrou o silêncio primeiro dizendo que Saulo não iria durar muito tempo, que ele estava se fazendo de calmo, mas conseguia ver que ele estava se tremendo. Saulo respirou fundo antes de responder que tremendo todo mundo estava na prova o tempo todo, que a diferença era o controle. Henri riu de forma debochada questionando se era sobre controle, pois na verdade aquilo era resistência bruta e naquilo ele era o melhor. Saulo manteve os olhos fixos à frente e disse que resistência não era só um músculo, que era a cabeça também. A troca de farpas continuou. Henri começou a elevar o tom, claramente tentando desestabilizar o adversário dizendo que quando o rapaz cair queria ver ele mantendo a pose de monge dele. 

Saulo respondeu, firme que se ele caísse pelo menos iria cair em silêncio e não latindo. Dentro da casa, Quinn arregalou os olhos dizendo que agora ficou pessoal entre os dois. O desgaste era visível em ambos. Henri apertava a haste com tanta força que os nós dos dedos estavam brancos. Saulo suava intensamente, mas mantinha a respiração ritmada. Em um momento crítico, a plataforma de Henri acelerou de forma inesperada. Ele perdeu ligeiramente o eixo e precisou fazer um movimento brusco para se recuperar. O esforço extra cobrou seu preço. Seu braço falhou por um segundo e a mão se abriu involuntariamente. O alarme ecoou pelo jardim. Henri estava eliminado. Ele desceu da plataforma visivelmente irritado, chutando levemente a base ao lado antes de sair. Saulo permaneceu parado por alguns segundos, processando a vitória, até que a apresentadora confirmou: Saulo era o segundo finalista da temporada.


Dentro da casa, Quinn, Chiara e Blake reagiram imediatamente. Blake sorriu, surpreso dizendo que Saulo foi estratégico. Quinn assentiu dizendo que ele manteve a cabeça fria. Saulo entrou na casa sob aplausos misturados com olhares calculistas. Ele havia vencido não apenas uma prova física, mas um duelo psicológico intenso. Henri não reagiu nada bem à derrota e deixou claro que não estava disposto a aceitar o resultado em silêncio. Assim que entrou na casa, ainda ofegante e com o semblante fechado, começou a reclamar em voz alta da dinâmica da prova, insinuando que a aceleração da plataforma no final tinha sido "conveniente demais". Quando Saulo entrou como o segundo finalista, Henri não perdeu a oportunidade de provocar. Disse que ele tinha "ganhado na sorte" e que queria ver se teria a mesma coragem fora da plataforma. O tom foi ficando mais agressivo, numa tentativa evidente de puxar briga e desestabilizar o rival. Saulo tentou manter a calma dizendo que não iria entrar nessa briga com o rapaz, que se ele quiser, vai brigar sozinho. 

No decorrer do dia após a prova, Quinn questionou qual era o problema de Henri, que ele estava parecendo outra pessoa desde que Finn foi eliminado, o rapaz responde que é a mesma pessoa de sempre, que ele apenas não está feliz em ir ao paredão novamente e questiona se ela está, pois aparentemente não está abalada por eles terem que se enfrentar. Quinn responde que não estaria animada para enfrentar ninguém no último paredão, mas que eles fizeram as provas e elas foram justas. Henri dá risada e diz que se ela quer ter essa postura de superior tudo bem, mas que ele era humano, tinha sangue correndo em suas veias e ele se reserva ao direito de ficar chateado e incomodo por algum tempo. Quinn diz que vai deixar ele ter esse tempo então, que quando ele estiver se sentindo melhor era para lhe procurar novamente. 

Enquanto isso, Blake e Saulo estavam deitados dividindo a cama e felizes por estarem na final. Blake diz que nem acredita que eles foram capazes de conquistar essas vagas e Saulo responde que eles mereceram e que espera que Quinn e Chiara se salvem deste último paredão, pois elas merecem mais do que o Henri que surtou e não soube perder. Blake concorda questionando de onde que veio esse comportamento e Saulo responde que talvez Finn estivesse certo sobre ele esse tempo todo. Chiara entra no quarto e questiona se pode ficar com eles, os rapazes respondem que sim e ela pula na cama entrando no meio deles, a moça diz que não quer ir pro paredão novamente e Blake responde que espera que todo mundo que realmente goste do programa acabe eliminando o Henri e deixando as moças irem para a final. Chiara responde que espera que isso realmente aconteça. 

AO VIVO: Mariana dá boa noite para os participantes e diz que eles são guerreiros de verdade por darem conta de duas provas de resistências seguidas, que ela no lugar deles não teria mais pernas para andar. Saulo dá risada e diz que está andando por ter sido medicado, mas as pernas estavam queimando. Mariana diz que imagina que sim, mas que pelo menos recompensou para ele, já que ele se junta ao Blake como segundo finalista da temporada, o rapaz comemora dizendo que não foi fácil, mas estava orgulhoso de si mesmo. Mariana diz que é para estar mesmo e em seguida diz que isso significa que Chiara, Henri e Quinn vão formar o último paredão, ela então deixa os três pedirem votos ao público e em seguida abre a votação para o pessoal de casa votar. 

OFF: A votação está aberta e será finalizada no dia 12/02 às 23h. Vocês votam AQUI.

Conheça os personagens: Adella GarciaAshanti KhumaloBenjamin TremblayBirgitta JohanssonBlake WilsonCharles RosaChiara SpinaFinn PeetersGerson ArriolaGuilhermo FloresHector NarvaezHeloisa CamposHenri DuboisIsabel GomezJian YuKwame N'dinellauMadison TaylorMartina RojasMayra TavaresMilagros HernandezQuinn BaileySandy DarlingSaulo LopezSimba MaliqueStephen VaughnValentina DiazYuna HyunjinYuri Carvalho e Zelda Montgomery.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2025

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quinta-feira, 25 de dezembro de 2025

BBRA: 18x89 - Big Brother Realidade Alternativa - O Tom Mais Gelado de Azul


O clima na casa já era de tensão antes mesmo do início, pois o vencedor conquistaria não apenas a vitória da prova, mas também o passaporte para a final em uma semana considerada crucial para os rumos do jogo. Os cinco participantes foram conduzidos para a área externa no início da noite, sem saber exatamente o que os aguardava. Ao atravessarem a porta de vidro, encontraram um cenário impactante: Cinco cabines transparentes alinhadas lado a lado, iluminadas por luzes azuladas e envoltas por uma névoa constante que escorria pelo chão como se fosse gelo seco. Ventiladores industriais estavam posicionados ao redor da estrutura, prontos para simular rajadas de vento congelante. No alto, refletores brancos piscavam em intervalos irregulares, criando a sensação de instabilidade. O telão exibia o nome da prova em letras grandes: "CONGELAMENTO EXTREMO". Então veio o anúncio que aumentou ainda mais o desafio. Para tornar a resistência mais intensa, os participantes enfrentariam a prova com o mínimo de proteção térmica. Saulo, Blake e Henri estavam apenas de sunga. Quinn e Chiara vestiam apenas biquíni. Sem casacos, sem mantas, sem qualquer acessório adicional. A justificativa da produção era clara: Testar os limites físicos e psicológicos dos competidores. Cada um foi direcionado à sua cabine individual. No centro de cada compartimento havia uma base circular estreita, elevada poucos centímetros do chão. A regra principal era simples, mas cruel: Permanecer em pé sobre a base durante todo o tempo. Não poderiam sentar, ajoelhar, apoiar-se nas paredes transparentes ou retirar ambos os pés da plataforma ao mesmo tempo. 

A qualquer momento, um alarme poderia soar, e eles teriam apenas cinco segundos para pressionar um botão localizado acima da cabeça. Reflexo e concentração seriam tão importantes quanto resistência física. A prova começou pouco depois da meia-noite. Nas primeiras horas, o ambiente estava frio, mas suportável. O vento soprava de forma constante, levantando a névoa e fazendo a pele arrepiar. Blake assumiu uma postura extremamente econômica, pés firmes no centro da base, braços relaxados ao lado do corpo. Saulo começou tentando manter uma postura confiante, alternando o peso entre as pernas para evitar fadiga muscular. Henri já demonstrava pequenos tremores involuntários nos ombros. Quinn e Chiara trocavam olhares e sorrisos nervosos entre as cabines, tentando aliviar a tensão com comentários rápidos. O primeiro alarme soou após quarenta minutos. O susto foi geral. Todos ergueram o braço rapidamente e pressionaram o botão dentro do tempo permitido. O silêncio voltou a dominar o ambiente, interrompido apenas pelo som contínuo do vento artificial.


Duas horas depois, a produção reduziu a temperatura. A mudança foi perceptível. A névoa ficou mais densa e as rajadas de vento passaram a ocorrer em intervalos inesperados e mais intensos. A exposição constante da pele começou a cobrar seu preço. Quinn abraçava discretamente o próprio corpo nos intervalos entre as rajadas, tentando preservar calor, mas sempre mantendo os pés firmes na base. Chiara cerrava os dentes para conter o tremor. Saulo respirava profundamente, enquanto Blake permanecia quase imóvel, concentrado. Henri já demonstrava cansaço evidente, flexionando levemente os joelhos para aliviar a tensão muscular. O momento decisivo para Quinn aconteceu pouco depois da terceira hora. O alarme soou em um intervalo inesperadamente curto após o anterior. O susto foi visível em seu rosto. Ela levantou o braço rapidamente, mas seus reflexos estavam prejudicados pelo frio crescente. O botão foi pressionado alguns instantes além dos cinco segundos permitidos. 

A sirene de eliminação ecoou na área externa. Quinn ficou parada por alguns segundos, assimilando a derrota, antes de descer da base. Ao sair da cabine, estava visivelmente abalada, tremendo não apenas pelo frio, mas pela frustração. Foi a primeira eliminada. A prova seguiu com quatro competidores. Com a saída de Quinn, o silêncio ficou mais pesado. A temperatura caiu novamente. As luzes passaram a piscar em intervalos irregulares, criando desorientação. O piso das bases começou a vibrar levemente a cada nova rodada de alarme, exigindo ainda mais controle de equilíbrio. Chiara começou a demonstrar sinais claros de desgaste físico. Seus ombros estavam enrijecidos, e os tremores eram constantes. Em uma das rodadas, a produção adicionou um novo elemento: Os participantes deveriam manter um braço estendido acima da cabeça durante dois minutos antes do alarme tocar. A tensão muscular se acumulou rapidamente. Quando o sinal finalmente soou, todos pressionaram o botão a tempo. No entanto, segundos depois, ao tentar relaxar o braço e recuperar o equilíbrio, Chiara se inclinou demais e encostou a mão na parede da cabine para se estabilizar. 


A infração foi confirmada pelas câmeras. A sirene tocou novamente. Chiara foi eliminada. Ela deixou a cabine emocionada, com lágrimas misturadas ao vapor frio da respiração. Era a segunda a sair. Restavam três homens na disputa. A madrugada avançava. Já haviam se passado mais de cinco horas. O frio era intenso. As rajadas de vento agora vinham acompanhadas de sons metálicos e estalos que simulavam rachaduras no gelo. O cansaço acumulado começava a afetar o raciocínio. Saulo demonstrava dificuldade crescente para manter a concentração. Seus pés mudavam de posição com mais frequência, buscando aliviar a pressão nos músculos. Henri respirava pesadamente, visivelmente lutando contra o próprio corpo. Blake mantinha a estratégia inicial: Economia de movimentos e foco absoluto. Em uma rodada particularmente cruel, o alarme tocou duas vezes em sequência com intervalo mínimo. 

O primeiro sinal foi atendido por todos. No segundo, quase imediato, Saulo hesitou por frações de segundo. Seus reflexos estavam comprometidos pelo frio e pela fadiga. Quando pressionou o botão, o tempo já havia ultrapassado o limite. A sirene confirmou sua eliminação. Saulo deixou a prova após quase seis horas de resistência, frustrado, mas reconhecendo o limite físico atingido. O duelo final estava formado: Henri contra Blake. Assim que a produção abriu a cabine, Saulo passou as mãos pelos braços numa tentativa instintiva de se aquecer, enquanto caminhava em direção à porta que dava acesso à casa. Do lado de dentro, as luzes pareciam mais quentes, quase acolhedoras depois de tantas horas sob o vento constante e a iluminação azulada da área externa. Assim que atravessou a porta de vidro, Quinn e Chiara, já agasalhadas e sentadas no sofá, se levantaram para recebê-lo. As duas ainda comentavam em voz baixa sobre o frio e a dificuldade de manter o equilíbrio quando viram Saulo entrar. 


A produção decidiu intensificar ainda mais o desafio. A base circular começou a reduzir gradualmente de tamanho, tornando o equilíbrio extremamente delicado. O vento aumentou de intensidade, e a iluminação passou a oscilar, dificultando a percepção espacial. Henri lutava visivelmente contra o próprio corpo. Seus tremores eram mais fortes, e a respiração estava descompassada. Blake, apesar do desgaste evidente, mantinha o olhar fixo e os movimentos controlados. Após mais de oito horas de prova, veio o momento decisivo. O piso vibrava com intensidade maior do que em qualquer rodada anterior. O alarme soou. Ambos pressionaram o botão dentro do tempo. Porém, ao reposicionar o braço, Henri perdeu o centro de gravidade. Seu pé saiu completamente da base por tempo suficiente para caracterizar infração. A sirene final ecoou na área externa. Henri estava eliminado. 

Blake permaneceu sozinho em sua cabine por alguns segundos, absorvendo o momento. A apresentadora anunciou oficialmente sua vitória. Após quase nove horas e meia de resistência contínua ao frio, ao desgaste físico e à pressão psicológica, Blake era o vencedor da prova de resistência. Ao descer da base, estava exausto, o corpo marcado pelo esforço e pela exposição prolongada ao frio, mas com um sorriso incontido de conquista. Naquela noite, a resistência física foi testada ao limite, mas foi o controle mental e a estratégia de economia de energia que garantiram a Blake a liderança e a imunidade, consolidando sua vitória em uma disputa que entrou para a história do programa. Quando a porta de vidro finalmente se abriu e Blake entrou na casa como vencedor da prova, o cansaço era visível em cada passo. O corpo ainda tremia levemente pelo frio prolongado, e sua expressão misturava alívio e incredulidade. Saulo foi o primeiro a se aproximar, colocando a mão em seu ombro e dizendo que ele tinha sido "absurdo" lá fora. Quinn já vinha com uma toalha e uma manta, enquanto Chiara corria até a cozinha para pegar algo quente para ele beber. 


Eles o ajudaram a sentar no sofá, cobrindo-o bem enquanto Blake tentava recuperar a sensibilidade das mãos. Saulo comentava sobre o momento final contra Henri, relembrando o equilíbrio impressionante que ele manteve até o último segundo. Quinn segurava as mãos dele para aquecer, dizendo que, da sala, dava para ver o quanto ele estava concentrado. Chiara voltou com uma caneca fumegante, entregando-a com cuidado. Entre risadas cansadas e comentários sobre o sofrimento coletivo, o clima foi se transformando em celebração. Blake agradecia repetidamente o apoio, ainda tentando assimilar que tinha resistido até o fim. Ali, envolvido pelos colegas e pelo calor da casa, o desgaste da prova começava finalmente a dar lugar à sensação de conquista.

AO VIVO: Mariana começa o contato celebrando a vitória de Blake, a apresentadora avisa que ele conquistou o seu lugar na grande final da temporada e também diz que ficou impressionada com eles conseguindo ir tão longe na prova, que ela testou antes e não aguentou ficar cinco minutos ali e ainda estava vestida. Os participantes comentam sobre a dificuldade da prova e em seguida a apresentadora diz que as dificuldades ainda não acabaram, que Blake está tranquilo pois vai ficar de fora, mas os outros quatro ainda possuem um último desafio nessa temporada. A apresentadora pede para Blake ficar na casa e os demais saírem. Do lado de fora, Mariana explica as regras: Cada um ficará em sua própria base individual, posicionada sobre uma plataforma giratória, eles devem permanecer em pé sobre a base, segurar uma haste com pel menos uma das mãos e não podem soltar a haste em momento algum, nem sentar, ajoelhar ou se deitar. A apresentadora diz que haverá elementos para dificultar a resistência deles na prova e deseja boa sorte para os quatro competidores. 

Conheça os personagens: Adella GarciaAshanti KhumaloBenjamin TremblayBirgitta JohanssonBlake WilsonCharles RosaChiara SpinaFinn PeetersGerson ArriolaGuilhermo FloresHector NarvaezHeloisa CamposHenri DuboisIsabel GomezJian YuKwame N'dinellauMadison TaylorMartina RojasMayra TavaresMilagros HernandezQuinn BaileySandy DarlingSaulo LopezSimba MaliqueStephen VaughnValentina DiazYuna HyunjinYuri Carvalho e Zelda Montgomery.

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quarta-feira, 24 de dezembro de 2025

BBRA: 18x88 - Big Brother Realidade Alternativa - O Mundo Começa na Cabeça


Após a eliminação de Finn, Henri grita em tom desabafo agradecendo ao público por acabar com o inferno que ele estava vivendo lá dentro, Chiara também estava bastante emocionada ainda, a moça diz que não acredita que passou do primeiro paredão e que continua lá dentro. Saulo abraça ela e diz que entende como ela se sente. Chiara diz que não vai conseguir dormir essa noite e que eles vão precisar aguentar ela. Henri diz que ele queria que tivesse festa neste momento, pois por um momento ele acreditou que Finn ficaria pelo discurso da apresentadora, Quinn comenta que os discursos dela estão cada vez "piores" para eles, Blake comenta que enfim eles estão no top 5 da temporada e que agora restar saber qual deles vai ser barrado da grande final. Chiara diz que não é por ela estar lá segurando vela que ela quer ser a última eliminada da temporada, Quinn dá risada e diz que ela não está segurando nada. Chiara diz para a moça olhar em volta, que sobrou dois casais e ela sozinha, mas que ela infelizmente terá que acabar com um casal antes do tempo. Blake brinca questionando qual casal ela quer separar e a moça responde que qualquer um dos dois para ela estava bom, desde que ela fosse para a final do programa. Quinn ri e diz que ela só não pode ir de Finn e a moça responde que não vai caçar confusão com ninguém, que eles não precisavam se preocupar com isso. 

A produção então avisa que é o fim do quarto do líder, que era para Saulo retirar as coisas dele do ambiente e que se os demais quiserem se despedir do quarto era permitido. Blake e Quinn começam a andar em direção ao quarto com Saulo e Henri estava indo atrás, mas Chiara diz para ele deixar os três sozinhos por um instante, pois era um momento especial para eles. Contra sua vontade, Henri acaba escutando a moça. No quarto do líder, Saulo diz que nem acreditava que ele foi a primeira pessoa que entrou nesse quarto e está sendo a última a fazer isso. Quinn diz que é verdade, que ela já tinha esquecido que ele foi o primeiro líder, Blake questiona se ainda tem algo para eles beberem em comemoração e Saulo responde que é para ele abrir a geladeira e conferir. O rapaz encontra uma lata de bebida e pega para dividir em três copos, ele entrega um para Saulo e outro para Quinn, ele diz que mal pode esperar para ver eles três celebrando a final do programa. 

Quinn concorda com ele, a moça começa a chorar emocionada dizendo que os dois foram muito importantes para ela lá dentro e ela nem sabia como fazia para agradecer todo o apoio e amor que recebeu deles. Blake pede para ela parar de chorar antes que ele começasse também e Saulo responde que não foi nada além do que eles também receberam, que Quinn foi uma parte importante do programa para ele também. Blake concorda e diz que a moça fez toda a diferença, que essa amizade deles irá durar para o resto da vida. Quinn abraça os dois e Saulo responde que por mais que ele adoraria ficar ali apenas no amor entre eles, ele precisava fazer as malas antes que a produção fechasse o quarto para sempre, Quinn limpa as lágrimas do rosto e diz que ele está certo, Blake pega os copos de volta e em seguida começa a ajudar Saulo e Quinn a fazer as malas. Do lado de fora do quarto, Chiara questiona se Henri alguma vez imaginou que chegaria tão longe assim e o rapaz responde que não, que ele achava que iria ser eliminado naquele paredão em que as pessoas se voltaram contra ele e Finn. 

Chiara comenta que parece que já foi a meses atrás isso e que ele foi o último que sobrou do trio dele, o rapaz responde que já não era mais o trio dele, que Stephen e Finn se voltaram contra ele sem ele entender o motivo, mas que espera que fora do confinamento eles possam conversar e se entender sobre isso. Chiara dá risada e diz que coisas doidas aconteceram nessa reta final, que ela nem imaginava que acabaria beijando alguém e o rapaz responde que também foi uma surpresa, mas que esperava que ela não estivesse apegada em Finn, pois ele sim estava apenas lhe usando para jogo. A moça questiona melhor essa história e o rapaz responde que era um plano entre Finn e Stephen ele se aproximar dela para não dar abertura para Blake, Quinn e Saulo se aproximarem dela e tentarem lhe convencer de votar com eles. A moça dá risada e diz que não acredita que era assim que ela era vista dentro do programa. 

Henri questiona "assim" como e a moça responde como alguém que é fácil de ser manipulada, sendo que ela fez grandes jogadas lá dentro. Henri questiona sobre e ela responde que manipulou algumas pessoas para se salvar dos paredões, que ela não vai entregar para ele todas as movimentações dela para que ele não use contra ela depois, mas que ela não ficou sentada no banco do passageiro pra chegar até ali, que ela não foi ao paredão nenhuma vez até então por ter conseguido criar estratégias lá dentro. Henri diz que se ela está dizendo que foi tão boa assim, então ele acredita nela e que é bom para ela ter mais força no próximo e último paredão caso não vença a prova. Chiara dá risada e questiona se ele está subestimando ela, o rapaz responde que longe disso, que ele está reconhecendo que ela foi uma boa participante. Neste momento, Saulo aparece na porta do quarto do líder e questiona se os dois querem se despedir do ambiente, Chiara sai andando na frente e Henri vai logo atrás. Os dois entram no quarto e Quinn diz que não poderia desejar pessoas melhores para celebrar esse momento do que eles. 

Eles se despedem do quarto e ele é encerrado de uma vez por todas. Na edição, é exibido um vt especial sobre os melhores momentos que aconteceram no ambiente. Depois disso, conferimos Saulo desfazendo as malas no quarto, Chiara estava sentada em sua cama, Blake questiona se aconteceu alguma coisa, pois ela parece mais calada do que o normal e a moça responde que estava apenas pensando sobre a temporada, ela questiona como eles percebem ela como jogadora, Blake responde que ela é uma sobrevivente, que ela perdeu as amigas mais próximas e ainda assim conseguiu escapar de paredões e chegar até ali, que a volta dela do paredão é uma validação do público de que alguma coisa de certo ela fez. Chiara questiona se acham que ela é uma pessoa fraca, Saulo responde que nesse ponto do programa não existem pessoas fracas, que todo mundo acabou lutando e fazendo algo por merecer essa posição e questiona por qual motivo ela está se questionando dessa maneira. 

A moça diz que Henri deu a entender que ela não merecia estar na final, que ela deveria ser a próxima eliminada. Blake diz para ela não deixar o rapaz mexer com a cabeça dela, que é exatamente isso o que ele quer, desestabilizar quem ele puder para conquistar a vaga deles. Saulo concorda dizendo que não tem necessidade de Henri ficar fazendo esses jogos mentais, que agora o público já decidiu quem eles querem que vença, que eles só estão passando tempo até a final chegar. Chiara agradece as palavras deles e diz que está se sentindo melhor. No jardim, Henri questiona se Quinn acha que existem chances deles irem para a final juntos, a moça responde que acreditava que sim, mas que não faz ideia do que o público está achando sobre qualquer um deles, que talvez seja mais uma questão de sorte neste momento do que de jogo. Henri responde que não acha que o jogo já tenha terminado, que ela deveria ficar de olhos abertos com as pessoas em volta dela para não se decepcionar e ainda mais quando tiver o retorno dos eliminados. 

Na manhã de hoje, Chiara diz que está triste por eles não terem festa esta noite para comemorar o top 5 e Quinn responde que a festa deles provavelmente será uma prova de resistência, então era melhor a moça descansar para aguentar ir longe na madrugada. Chiara concorda dizendo que provavelmente é isso mesmo. Henri escuta o conselho de Quinn para a moça e questiona por qual motivo ela está incentivando a "inimiga" e a moça dá risada questionando se ele está falando sério. O rapaz diz que sim, que ela tem que deixar as pessoas se desgastarem para eles irem melhor na prova. Quinn diz que não quer ver os outros se ferrando para ela se dar bem, que ela quer vencer a prova por mérito próprio e que chocava um pouco esse tipo de pensamento vindo dele. 

No decorrer do dia, Saulo fez as refeições para a casa com a ajuda de todos, menos de Henri. Blake brinca dizendo que o rapaz está vivendo num hotel agora já que todo mundo estava fazendo as coisas por ele e ele deitado sem fazer nada, Quinn responde que está se estranhando com ele depois de um comentário sobre deixar as pessoas se desgastarem para ele ter vantagem na prova. Saulo responde que o rapaz estava fazendo jogos mentais com Chiara ontem a noite e a moça confirma, Quinn questiona se era possível Finn estar certo sobre ele e os demais dizem que nesse ponto do jogo, tudo é possível. 

AO VIVO: Mariana conversa com os cinco participantes na sala, a apresentadora diz que hoje vai dar inicio na primeira de duas provas que vai definir o próximo e último paredão, ela diz que quem vencer a primeira prova já está automaticamente na final da temporada e quem vencer a segunda se junta ao primeiro finalista, já os três perdedores formam o último paredão. Em seguida ela pede para eles irem para fora da casa onde irá explicar como ela vai funcionar. Os participantes devem resistir dentro de cabines individuais que simulam uma câmara fria, ao longo da prova, eles vão enfrentar frio, vento, sons incômodos e desafios surpresas. Vence quem resistir por mais tempo sem descumprir as regras. Outra observação sobre a prova é que os participantes homens estão vestindo nada além de uma sunga azul que a produção disponibilizou para eles para que o material fosse exatamente igual para todos e para as mulheres é um biquíni azul do mesmo material da sunga dos rapazes. Quando todos entram em suas cabines, Mariana deseja boa sorte e pede para que ninguém morra congelado. 

Conheça os personagens: Adella GarciaAshanti KhumaloBenjamin TremblayBirgitta JohanssonBlake WilsonCharles RosaChiara SpinaFinn PeetersGerson ArriolaGuilhermo FloresHector NarvaezHeloisa CamposHenri DuboisIsabel GomezJian YuKwame N'dinellauMadison TaylorMartina RojasMayra TavaresMilagros HernandezQuinn BaileySandy DarlingSaulo LopezSimba MaliqueStephen VaughnValentina DiazYuna HyunjinYuri Carvalho e Zelda Montgomery.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2025

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