segunda-feira, 30 de março de 2026

Bruna Entrevista: 14x05 - Marcelo Menezes


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é bem conhecido da galera que acompanha cinema, teatro, novelas, etc... Convidamos o querido ator Marcelo Menezes, para conhecer um pouco mais da sua trajetória artística e algumas de suas experiências. Vem conferir comigo como foi esse papo!

Bruna Jones: Você possui quase 30 anos na carreira de ator, tendo feito parte de novelas, peças de teatro, filmes e até mesmo séries que atualmente são as queridinhas do público... Mas, antes da gente falar um pouco mais sobre isso, vamos voltar ao passado... O que te motivou a buscar uma formação na área das artes cênicas? Você recebeu o apoio de familiares para buscar o sonho em uma área extremamente competitiva?
Marcelo Menezes: Na verdade essa motivação veio para mim muito novo ainda, vem de uma coisa que pra mim é quase que espiritual, eu nem entendida direito o quanto que aquilo mexia comigo na verdade, me lembro de estar assistindo o filme "ET" pela primeira vez e assim que vi a cena em que a bicicleta voou, aquilo mexeu comigo de um jeito muito louco, como se eu precisasse fazer parte daquele mundo de alguma forma, eu não entendia direito o motivo, pois ainda era muito criança, mas aquilo me deu uma "coisa" de tudo o que eu assistia, queria reproduzir de alguma forma em casa e brincar com aquilo. Me lembro de fazer isso com o "King Kong", "De Volta Para o Futuro", "Rocky Balboa", etc... Ainda muito novo. Isso tudo veio de um lado voltado para a diversão, da brincadeira, sem saber que eu estava fazendo aquilo de forma muito grande já. Minha mãe sempre me incentivava, brincava comigo e fazia imitações com ela, mais pra frente na minha adolescência começou a surgir as câmeras e as fitas VHS, eu morava em um condomínio onde eu fazia meus próprios filmes com os meus amigos, muitos nem tinham vontade de ser ator, mas faziam por minha causa e depois de filmar a gente se reunia para assistir... Tudo isso foi me impulsionando, tive o apoio da minha mãe, como disse... Mas ela adoeceu muito cedo na minha vida, perdi tanto ela quanto meu pai ainda muito novo, mas enquanto ela estava lúcida e bem, ela sempre me apoiou muito. Ali com os meus 16 ou 17 anos, comecei a fazer teatro, que na verdade o que motivou foi o fato de gostar de uma amiga que começou a fazer naquela época, cheguei lá e rapidamente desencanei dessa amiga, vi que não tinha absolutamente nada comigo e acabei me apaixonando pelo teatro mesmo. É uma história muito curiosa, mas dali pra frente sempre fez parte da minha vida. Atuar faz parte de mim.

Bruna Jones: Assim como tudo na vida acaba mudando, a parte profissional das artes cênicas também acabou mudando no decorrer dos anos... Quando você iniciou a sua carreira, os desafios certamente eram diferentes dos que os jovens atores de hoje em dia enfrentam, então a minha pergunta é: Como foi o inicio da sua jornada? Você em algum momento pensou em desistir?
Marcelo Menezes: Então... Quando comecei era muito diferente, né? Era muito mais difícil do que hoje, apesar de achar que hoje tem mais gente querendo ser ator do que antes... Na minha época não existia como você se fazer ser visto, a gente tinha os famosos "olheiros", que teoricamente era a nossa chance de conseguir alguma coisa após sermos vistos no teatro que a gente fazia. Vim de uma época onde comecei a estudar em 96, 97... Em que a retomada do cinema novo estava começando a entrar nesse período, foi ali na minha adolescência que o cinema voltou com força no Brasil e nós começamos a poder sonhar em fazer cinema, até então a gente tinha que pensar no teatro, trabalhar na TV Globo, ou então se possível, ir para Hollywood, pois não tinha muito cinema nacional acontecendo, era muito distante esse lugar, tanto que o primeiro filme que assisti que era nacional e eu gostei, foi o "Central do Brasil", ele me deu uma motivação muito grande. Logo depois assisti o "Cidade de Deus", o "Tropa de Elite"... Esses três filmes me fizeram sonhar em poder voltar a fazer cinema. Depois é óbvio que eu comecei a me aprofundar mais em outros filmes como "Deus é Brasileiro", "Carlota Joaquina", "Madame Satã" e comecei a ficar muito apaixonado pela trajetória do ator Wagner Moura, comecei a assistir muito as obras dele, assisti tudo o que ele tinha feito e isso me ajudou a construir o meu próprio ator. Mas, para não fugir da pergunta... Realmente, era muito diferente na minha época. Cheguei a desistir da carreira aos meus 22 anos, interrompi e só voltei aos 28, quando abri minha produtora e comecei a ter ideias de me autovender produzindo curtas na internet. Enfim... Pensei em desistir, desisti por um período... Acho que a Fernanda Montenegro fala muito bem disso, foi a melhor coisa que fiz, pois eu vi que não podia viver sem aquilo. Eu literalmente fiquei doente quando larguei a arte, foi quando desenvolvi uma síndrome do pânico muito complexa e entendi que precisava voltar urgentemente a fazer o que eu amava. 

Bruna Jones: Como eu disse, os desafios hoje em dia provavelmente são diferentes, mas em escalas diferentes do que era nos anos 90/00, por exemplo... Com o avanço das redes sociais, hoje em dia qualquer pessoa com uma câmera na mão e uma ideia na cabeça pode acabar se tornando "concorrência" na internet, além do fato de que número de seguidores e influência digital também acabam entrando na equação na hora de escalar alguém em algum projeto. Como você avalia esse cenário? Você acha que as redes sociais mais prejudicam do que ajudam na carreira?
Marcelo Menezes: É... Eu acho que você falar da rede social como é hoje, é um lugar complexo, pois ao mesmo tempo que é complicado e ruim no sentido de ver muitos atores sendo escalados que na verdade ainda estão muito "verdes" profissionalmente falando, por outros motivos acabam estando nos produtos por ajudarem a vender, ajudam a fazer a propaganda gratuita desses produtos, né? Antes você precisava investir muito em publicidade, mas agora, de repente, você simplesmente coloca um ator no elenco que é um influencer, por exemplo, que você vai estar fazendo publicidade do seu filme de uma forma enorme... Então, é um jogo que a gente sabe que existe no mercado hoje em dia. E pra quem realmente investe na atuação de verdade, que realmente entende como essa jornada é longa e dura, que está sempre investindo no aprimoramento do talento, a gente se sente um pouco mal quando vê alguém "furando a fila"... Mas é um lugar ao qual tento não me apegar nisso, pois não tenho controle sobre isso, nunca vai me ajudar ficar vivendo nesse ciclo de pensamento negativo, eu tento pensar em como a rede social pode me ajudar, sabe? Sempre usei o meu Instagram para mostrar o meu talento, o meu ator... Hoje mesmo acabei de postar um vídeo que criei atuando, mesmo eu já estando com uma carreira acontecendo. Acho que a gente tem muita coisa boa que a rede social oferece também, temos que tentar focar nisso, não adianta tentar focar no lado negativo. Claro que é importante falar e expressar o quanto isso é uma coisa que na nossa visão, que não deveria ser um fato de seleção uma pessoa por exemplo ter mais seguidores do que a outra, mas tento não gastar minha energia em algo que não tenho controle sobre. Acho que é isso, a gente tem que usar a rede social em nosso favor. Sou um ator que usei elas como forma positiva para me fazer acontecer, sou ator hoje por ter começado a produzir curtas-metragens para o YouTube. Enquanto a "Parafernalha" e o "Porta dos Fundos" estavam ali começando naquela época fazendo sketches de comédias, eu criei a "Raposa Filmes" onde comecei a fazer coisas mais próximas de novelas e dos filmes de drama e ação que quase ninguém fazia. Eu tinha muito menos seguidores do que esses grandes canais, mas tinha filmes que batiam 100 mil visualizações, 50 mil... E numa dessas, um pesquisador de elenco da Globo, o Lauro Macedo, que hoje é meu grande amigo e padrinho, me viu, foi a pessoa que me descobriu e me convidou para gravar um vídeo registro na Globo, então eu comecei por ter sido visto no YouTube através de um pesquisador da Globo.

Bruna Jones: Como vários atores do Brasil e do mundo, você começou pelo teatro, onde além de ter técnicas próprias para desempenhar o melhor possível ao público, também é preciso ter um bom "jogo de cintura" para lidar com os imprevistos que podem acontecer. Você acredita que o teatro é o local onde os atores realmente podem se colocar à prova do que são capazes, muito pelo fato de não ter como refazer uma cena e ter que lidar com os imprevistos de uma apresentação ao vivo?
Marcelo Menezes: Eu acho que todo mundo deveria fazer teatro. Eu acho que o teatro é realmente a casa do ator. E o teatro, se eu for falar hoje, assim, com muita sinceridade sobre a minha atuação, o teatro influencia muito mais numa potência de espiritualidade, paixão, a coisa do palco, o ritual... Eu acho que o teatro me fez, me ensinou a ter jogo de cintura, a ter coragem, a me tornar um ator seguro, criou uma base ali em mim. Mas eu, por exemplo, sou um caso que me tornei um ator muito, mas muito, mas muito melhor, e de uma forma até autodidata, porque meu período de estudo teatral foram de cinco anos no Tablado e eu parei com os meus 22 anos, como mencionei anteriormente, depois retomei aos 28. Esse meu período dos 28 até hoje é onde eu me tornei um ator muito melhor. E esse lugar que eu me tornei um ator muito melhor, no meu caso, por exemplo, não foi trabalhando ou estudando como o teatro. Foi no meu foco realmente, por exemplo, na atuação realista, humana, muito mais focada para o audiovisual. E eu tentei encontrar isso da forma mais verdadeira possível, consegui me conectar com muita profundidade, com muita espiritualidade, com muita dedicação. Então, eu acho que, sim, o teatro é uma base importantíssima, mas eu acho que independente de você falar "você só vai ser um bom ator se você fizer teatro", eu não sei se eu posso dizer isso. Hoje em dia, a gente vive numa geração onde existem muitas escolas e preparadores... Bons preparadores fora do teatro também que podem fazer um belo trabalho com o ator, se ele tiver desempenho e dedicação. Eu sou um professor hoje, preparador de ator geral, mas mais focado para o cinema. E eu tenho alunos meus que nunca fizeram teatro. Aconselho que eles façam sempre, porque é maravilhoso fazer, mas eu hoje acho eles excelentes atores. Eu acho que talvez eles tendo uma experiência com o teatro, eles podem ser atores ainda melhores, mas eu acredito que esses já são bons atores hoje e nunca fizeram teatro. Então é isso. Eu acho que eu não gosto muito dessas receitas de bolo. Eu acho que eu sou um ator que comecei no teatro, achei maravilhoso para mim, e acho que todo ator que fizer teatro pode, sim, ser um ator ainda melhor. Eu acho que sempre vai ser um ator ainda melhor. Mas eu acho que existem caminhos, sim, que o ator hoje em dia pode conseguir ser um ótimo ator e não ter feito teatro, né? Eu acho que isso são muitas regras que as pessoas colocam.

Bruna Jones: Aliás, você possui alguma história inusitada que tenha acontecido com você em cena, na qual tenha sido engraçada ou difícil de contornar, para compartilhar com a gente?
Marcelo Menezes: Olha, uma situação muito inusitada, engraçada, assim... Eu acho que não. Acho que eu não me lembro de nenhuma assim. Eu acho que o que talvez possa ser alguma situação que possa ser próximo disso, é talvez quando eu estava fazendo uma série, de um grande produto e eu percebi que um ator estava querendo crescer em cima de mim, botar cacos na cena para me ofender... Em características físicas, foi muito engraçado porque durante o ensaio eu acredito que a galera da direção estava se divertindo, porque eles deixaram a gente brigar, então a gente ficava em cada ensaio um alfinetando o outro durante as passagens... Ele me cutucando, eu cutucando ele... E ai chegou uma hora que comecei a colocar umas coisas bem brabas, assim... Até coloquei o apelido dele de "Papai Smurf" na última tomada... Para ver se ele se tocava e parava com aquela bobeira... Depois que falei isso, quando a gente foi realmente gravar a parte de ação, ele entrou com o texto segurando a onda dele, sem nenhuma alfinetada, para que eu também não o fizesse, pra tentar que eu não chamasse pelo apelido em cena... E ai foi tudo bem... Falei meu texto, ele o dele e ninguém precisou ofender ninguém na cena e tudo deu certo.

Bruna Jones: Você teve a oportunidade de fazer papéis diferentes ao longo da carreira, mas sabemos que nem sempre os atores podem escolher exatamente quais papéis vão interpretar, em alguns momentos você pode acabar pegando um personagem que é completamente diferente de tudo o que você acredita ou possui uma jornada da qual você não teria em sua vida pessoal... Dito isso, você tem em mente algum personagem que foi mais difícil a sua conexão ou até mesmo acabou te surpreendendo ao ver a perspectiva de outro ponto?
Marcelo Menezes: Sem a menor dúvida, até hoje, "Guerreiros do Sol" foi a coisa mais difícil que eu já fiz. Eu sou carioca e tenho o sotaque forte, fui chamado para fazer uma novela que era um lugar total ali do Nordeste e que quase que 90% do elenco era nordestino. E a grande maioria dos atores ali que não eram nordestinos, eram os atores que eram as grandes estrelas, os atores muito conhecidos e muito famosos. Eu posso estar enganado, mas eu acho que eu sou um dos poucos cariocas do elenco não principal da novela ali, dos não famosos, assim... Então, para mim foi muito difícil. Eu recebi o convite para fazer a novela e uma semana depois eu já tinha que estar gravando. Então eu fiz uma prosódia que a Globo oferece, que é um trabalho incrível que você faz para você melhorar o sotaque, mas eu fiz só uma aula de prosódia com a Globo e a professora me liberou, disse que achou que estava bem, e eu já tive que ir estudando sozinho. Então, até hoje mesmo quando eu vejo vários erros meus, assim, eu vejo várias falhas no sotaque assistindo à novela. Eu sou bem crítico, né... Mas eu olho com cuidado, eu falo: "Olha, eu fiz o melhor que eu podia fazer naquele momento", com o tempo que eu tive e com o esforço maior que eu fiz. Eu sei que eu fiz tudo o que eu pude, mas foi difícil. E o mais difícil foi porque eu acredito muito numa atuação que você precisa encontrar os gatilhos e encontrar os objetivos e permitir que o seu corpo viva, que o seu corpo aja, que você deixe o seu inconsciente fazer o trabalho dele, para você, principalmente, sobre o falar, sobre dar o texto, não ficar controlando como dizer as coisas, né? E fazer isso quando você precisa pensar num sotaque fica muito mais difícil. Então foi um trabalho que eu não pude, vamos dizer assim, trabalhar com a metodologia de atuação que eu acredito muito quando eu estou no meu lugar normal de conforto, onde eu não preciso pensar para falar um sotaque. Talvez fosse próximo de você falar em outra língua, como o Wagner atua em espanhol ou inglês, ele não pensa tanto como humano, a palavra não tem tanto afeto, né? Então eu acho que quando você muda radicalmente um sotaque, perde um pouco esse afeto da palavra também, porque não é a coisa do teu cotidiano, não é como você chama as coisas... Eu não falo "tu", eu falo "você", normalmente, né? Eu não falo "eu vou ali com tu", eu falo "eu vou ali contigo", "eu vou ali com você". Então você precisa pensar para fazer isso. Então muda muito, assim. Então foi, com certeza, a coisa mais difícil que eu já fiz.

Bruna Jones: Hoje em dia a maneira de consumir produções de cinema e televisão meio que mudaram um pouco, com o surgimento das plataformas digitais, o mundo inteiro pode acabar assistindo uma obra artística, você inclusive teve a oportunidade de trabalhar para alguns ao longo da sua carreira, então a pergunta é: Como você se sente sabendo que o seu trabalho possui um arco bem maior de alcance entre os telespectadores por causa dessas plataformas, como por exemplo, alguém de fora do país tendo a oportunidade de te assistir em algum projeto?
Marcelo Menezes: Então, boa pergunta. Eu fiz uma série que agora está na Netflix, chamada "Me Chama de Bruna", onde eu fiz a temporada 2 e a temporada 3, com um personagem chamado Roberto. Essa série, ela não fez muito sucesso no Brasil. Tanto que ela entrou na Netflix agora e teve pouca repercussão. Ela antes também foi grade da GloboPlay, eu acho que ainda é, se eu não me engano, por muito tempo ficou na Fox Premium, e agora está na Netflix. Essa série não "pegou" muito aqui no Brasil assim, de ser um grande sucesso. Mas ela fez muito sucesso na América Latina, principalmente acho que na Argentina e Uruguai, se eu não me engano. Então eu recebi algumas mensagens mais do público argentino e do uruguaio falando do meu personagem do que do Brasil. Muita gente de fora vinha mandar direct para mim no período que eu fiz a série. Então foi, com certeza, "Me Chama de Bruna" teve essa repercussão. Tem uma história muito curiosa que eu vivi o ano passado também, de uma grande série que vai ao ar agora, que se chama "Men on Fire", que é o remake do "Chamas da Vingança", aquele filme com o Denzel Washington. Vai ser um grande sucesso, provavelmente vai estrear na Netflix esse ano ainda. Eu fiz o teste para essa série no ano passado e eu fui aprovado para fazer um dos personagens, não vou falar qual porque eu acho que não precisa, porque outro ator vai estar fazendo, não é muito legal falar isso. Mas eu fiz a série para um personagem muito legal, muito bacana... E eu acabei não fazendo a série. Eu assinei o contrato, depois tive que assinar o distrato. Eu acabei não fazendo a série porque, enfim, houve uma questão de falta de tempo para conseguir tirar o visto, muito pelo G20 que estava tendo no Rio de Janeiro, e a gente... A produção não conseguiu marcar tempo com o consulado do México para eu tirar o visto a tempo de eu conseguir chegar na data de gravação que eu tinha que chegar no México para começar a gravar. Eu ia ficar 17 dias no México gravando. É uma história curiosa porque esse, com certeza, teria sido o meu trabalho internacional que é uma coprodução, mas é internacional, maior que eu teria feito. Mas é um trabalho que essa primeira temporada eu não fiz, quem sabe farei outra temporada, se Deus quiser. 

Bruna Jones: Além de atuar, você também treina outros atores, não é mesmo? Como é para você ter essa oportunidade de passar para frente os seus conhecimentos da área e ver seus alunos obtendo sucesso na área?
Marcelo Menezes: Pois é, eu concilio minha carreira como ator e preparador de atores. Bom, então... Essa questão de preparador de atores é muito interessante, porque eu acabei estudando muito pouco com um professor, né? Eu estudei cinco anos, na verdade, não é pouco, no Tablado, mas eu era muito novo... Esse período foi dos 17 aos 22. Então, toda a minha fase adulta, e agora, eu sempre fui autodidata, eu estudei sozinho, nunca mais estudei com alguém. E acabou que o fato de eu me tornar professor acabou eu sendo um professor de mim mesmo, eu acho isso muito bonito, porque eu precisei... Eu precisava elaborar aquilo que eu aprendia e estudava como ator de uma forma que eu pudesse ensinar. Então isso me ajudou muito a me tornar um ator melhor, né? E então, assim, essa questão do preparador é um lugar que eu resolvi fugir de todos esses métodos que são convencionais e fechados, que eu respeito, acho ótimo e muita coisa que eu falo e penso quando eu vejo e leio alguma coisa, ou como eu já estudei também, eu vejo que bate muito com o que eu penso. Muita coisa que o Meisner fala, que a Stella Adler fala, muita coisa do Actors Studio tem a ver com o que eu penso, muito. Algumas coisas eu li primeiro e depois entendi o que fazia sentido para mim ou não e adaptava. Mas a grande maioria do que eu hoje penso como preparador de atores vem realmente da minha experiência. Vem de um estudo profundo sobre a neurociência, psicologia, filosofia, de entender como é que a nossa mente funciona e adaptar isso no meu trabalho. Entender o que que é o papel do inconsciente, por exemplo, como eu acredito que o texto é um papel do inconsciente, porque ele é a parte da verbalização, de falar. E a gente não trabalha com a mente consciente falando, eu estou falando aqui agora e as falas estão sendo criadas, o meu inconsciente tem memória e ele trabalha. Então esse é um dos exemplos que eu trabalho muito nas minhas aulas: Deixar o ator entender que a prioridade não pode ser as palavras, as falas, e aí sim o inconsciente vai fazer sozinho, vai falar para ele. A prioridade precisa ser o porquê que eu vou falar as coisas, o motivo que eu vou falar as coisas, por que que eu quero dizer isso, estar presente no que eu estou dizendo. Então eu treino mais esses lugares, né? Eu gosto da ideia de se aproximar o máximo possível da forma como o corpo humano funciona dentro da humanidade. E a minha parte de preparador de atores é a "Raposa Filmes", é só procurar no Instagram @raposafilmes que tem lá todas as informações para quem quiser treinar comigo.

Bruna Jones: Hoje em dia, outra coisa bastante em alta são os realities, principalmente os de confinamento. Você inclusive chegou a participar de dois projetos envolvendo ex-participantes de programas deste gênero, como o filme do Mallandro e a série "Me Chama de Bruna". Muitos atores acham que esses programas podem ser uma plataforma para aumentarem ainda mais a sua imagem em rede nacional, dito tudo isso, você aceitaria participar de um reality show também ou acha que o formato não combina com você?
Marcelo Menezes: Olha, eu sou um cara que evita dizer a palavra nunca, tá? Porque a gente está em mudança, em transição o tempo todo, né? Eu olho para mim há 10 anos atrás e pensava tão diferente de hoje. Mas o que eu posso dizer sobre o Marcelo de hoje, eu acho que... Eu não sei se eu aceitaria participar de um reality show, mas ao mesmo tempo acho que eu poderia tirar proveito disso. Porque como eu acredito no meu talento realmente como ator, eu tenho certeza que eu indo para um reality show, eu teria um ótimo trabalho depois que eu saísse dali. Eu ia ter uma grande oportunidade saindo dali. Por esse lado, eu penso que sim. Mas pensando na minha personalidade, em mim, em muitas questões minhas, inclusive emocionais, eu não sei se seria bom para mim participar de um reality show. Então, eu sinceramente não sei responder. Eu teria muita dúvida para decidir isso. Agora, não é algo que eu goste, que eu consuma. Eu, por exemplo, não estou assistindo. Eu acho uma coisa que não me interessa assistir, um formato que a gente fica vendo as pessoas brigando e discutindo, que é o que o povo mais quer ver. Eu não acho isso positivo, eu não acho isso interessante. Eu não gasto minha energia assistindo isso. Eu não gosto de "Big Brother", vamos falar assim. Mas eu entendo que pode ser muito útil para alavancar a carreira de alguém. Essa é a minha resposta sobre isso. Sobre ter participado desses projetos, o "Fora de Cena" com o Douglas Silva, não foi um filme que chegou num grande streaming, não está nas coisas que mais me vendem como ator, mas o "Me Chama de Bruna", sim. Eu tenho uma grande divida com essa série, a terceira temporada é o meu material de vídeo mais apresentado para me aprovar em testes... O próprio "Os Donos do Jogo" fui aprovado por causa dessa outra série, então sou bastante grato por ela. Mas, nunca vi essa relação entre o fato de serem projetos com ex-realities, nunca vi dessa forma... 

Bruna Jones: 2026 está praticamente começando ainda, ou seja, tem novidades vindo por aí? Algo que possa compartilhar com a gente?
Marcelo Menezes: Olha, então, 2026 a expectativa total, claro, que é "Os Donos do Jogo", a segunda temporada. Eu já estou confirmado na segunda temporada, pelo menos o diretor me confirmou isso pessoalmente, mas tudo pode acontecer, então eu tento não ficar criando expectativas enquanto não chegar o contrato para eu assinar, até enquanto a Paranoid, que a produtora, não entrar em contato comigo para realmente bater esse martelo, eu não garanto nada. Mas pela forma como a série termina, meu personagem é basicamente apresentado na primeira temporada, quando eu vou buscar o Renzo, que é o Bruno Mazzeo na cadeia, no final. E a gente sai de lá, enfim, como se a história fosse começar a gente, da família Saade, a partir dali, né? Porque o Bruno está preso a primeira temporada inteira. Por isso que o meu personagem depende muito do Bruno, porque eu sou o chefe da segurança dele e o amigo dele de infância. Então, no papel, tudo indica, como já estão todos os jornais, que o personagem do Bruno, o Renzo, vai ser grande destaque na segunda temporada. Eu acredito que eu vá junto com ele ali, mas a gente não sabe, só chegando o roteiro para ver. Mas a expectativa, a princípio, até agora, é toda na segunda temporada de "Os Donos do Jogo", que a previsão é junho para começar a gravar, né? É o que parece, o que eu vejo já alguns atores do elenco principal ali falando. Mas é isso, por enquanto são só especulações e expectativas, mas é a minha grande expectativa, com certeza, "Os Donos do Jogo". E "Guerreiros do Sol" vai passar na televisão aberta agora... Então é como se fosse uma reestreia, né? Depois do último dia do "Big Brother", já estreia o "Guerreiros do Sol" na televisão aberta, que também é uma certa expectativa.  

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Acho que o futuro é muito incerto, né? Mas acho que a gente tem que ter esperanças, temos que acreditar que as coisas podem melhorar fazendo a nossa parte. A gente não pode ficar esperando que as coisas aconteçam sozinhas, temos que agir. A gente tem que buscar soluções para os problemas que enfrentamos e eu acho que a arte tem um papel fundamental nisso, pois a arte abre a cabeça das pessoas, ela faz as pessoas verem além do que está na frente delas, acho que isso é muito importante para a gente poder construir um mundo melhor e mais justo, humano... Acho que a minha mensagem para quem já está na caminhada é essa, não desista, acredite no seu talento, na sua verdade e continue lutando pelos seus sonhos, pois eu acho que é isso o que faz a vida valer a pena. A gente poder realizar aquilo que a gente ama, né? Contribuir de alguma forma para o mundo. Então, eu acho que a gente tem que ter um olhar muito carinhoso para o nosso país, valorizar a nossa cultura, os nossos artistas. Nós temos uma riqueza cultural muito grande e as vezes não damos o devido valor nisso, acabamos consumindo muito o que vem de fora e esquecendo um pouco da nossa essência. Acho que a gente tem que lutar por isso, pela nossa própria cultura, pelos nossos espaços e ocupar esses espaços, porque acho que a cultura é o que define um povo, né? Ela é o que dá identidade para uma nação... Acho que é isso, que a gente tem que ter esse orgulho de sermos brasileiros, da nossa arte... E eu tento fazer a minha parte através do meu trabalho, mostrar um pouco dessa nossa beleza. Foi um prazer falar com vocês. Grande beijo!" E se vocês quiserem continuar acompanhando ele nas redes sociais, basta clicar AQUI e conferir seu Instagram, beleza?

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

sábado, 7 de março de 2026

BBRAWL: 1x03 - The Weakest Link Realidade Alternativa - Survivor


Bem-vindos ao "The Weakest Link"! "Weakest Link" é um game show eletrizante que mistura conhecimento, estratégia e muita tensão. A cada rodada, um grupo de participantes precisa responder perguntas em sequência para acumular dinheiro em um prêmio coletivo. Mas existe um detalhe cruel: Se alguém errar, toda a quantia acumulada pode ser perdida instantaneamente. Além do desafio das perguntas, o jogo também é social e psicológico. No final de cada rodada, os competidores votam secretamente para eliminar um dos jogadores e normalmente a decisão gira em torno de quem parece ser o mais fraco, o mais perigoso ou até mesmo o mais estratégico. Com clima de competição intensa, reviravoltas inesperadas e eliminações marcadas por frases icônicas, "Weakest Link" se tornou um dos formatos mais famosos do mundo, conquistando o público por transformar conhecimento em sobrevivência. No fim, apenas um participante chega à grande final para disputar o prêmio total e provar que, dessa vez, ele não é o elo mais fraco. Para celebrar o sucesso do universo compartilhado do "Big Brother Realidade Alternativa", nós preparamos 12 episódios especiais do programa, trazendo algumas estrelas dos realities da emissora para competir pelo prêmio. Hoje, oito ex-participantes do "BBRA" chegaram ao estúdio como uma equipe, mas sairão como rivais. Eles lutarão contra o relógio para acumular até R$ 10.000 em cada rodada. Mas cuidado: Apenas um levará o prêmio acumulado para casa. Os outros sete sairão de mãos abanando enquanto ouvem a frase que ninguém quer ouvir. Vamos conhecer os jogadores que participaram do "Survivor": Cristina Gomez (SRA2), Carlos Suzuki (SRA3), Glória Khoury (SRA4), Ney Pimponelli (SRA4), Danielle Costa (SRA5), Dorian Lisboa (SRA6), Jennifer Gomes (SRA6) e Marcus Almeida (SRA6).

Rodada 1: (O cronômetro começa: 3 minutos. Meta: R$ 10.000). Fernanda Lima: "Vamos começar com Cristina. Cristina, qual é o nome da maior floresta tropical do mundo?" Cristina: "Amazônica." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual é o nome do oceano que banha a costa leste do Brasil?" Fernanda Lima: "Atlântico." Fernanda Lima: "Correto. Glória?" Glória: "Bank!" Fernanda Lima: "Glória, qual é o metal que compõe as latas de refrigerante?" Glória: "Alumínio." Fernanda Lima: "Correto. Ney, qual é a capital do estado de Minas Gerais?" Ney: "Belo Horizonte." Fernanda Lima: "Correto. Danielle?" Danielle: "Bank!" Fernanda Lima: "Danielle, qual o nome do processo de transformação da lagarta em borboleta?" Danielle: "Metamorfose." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é a principal estrela do Sistema Solar?" Dorian: "O Sol." Fernanda Lima: "Correto. Jennifer?" Jennifer: "Bank!" Fernanda Lima: "Jennifer, qual é o resultado de 25 + 15?" Jennifer: "40." Fernanda Lima: "Correto. Marcus, em que país fica a Grande Muralha?" Marcus: "China." Fernanda Lima: "Correto. Cristina?" Cristina: "Bank!" Fernanda Lima: "Cristina, qual é a cor da caixa-preta dos aviões?" Cristina: "Laranja." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual é o nome do satélite natural da Terra?" Carlos: "Lua." Fernanda Lima: "Correto. Glória?" Glória: "Bank!" Fernanda Lima: "Glória, qual é o nome do primeiro presidente do Brasil?" Glória: "Dom Pedro I." Fernanda Lima: "Errado. Foi Deodoro da Fonseca. Ney, qual é o maior planeta do Sistema Solar?" Ney: "Júpiter." Fernanda Lima: "Correto. Danielle, qual é a capital de Portugal?" Danielle: "Lisboa." Fernanda Lima: "Correto. Dorian?" Dorian: "Bank!" (O tempo acaba. A equipe jogou com a cautela de quem teme um "blindside", mas o erro de Glória quebrou a corrente. Total da rodada: R$ 3.100). Fernanda Lima: "Estatísticamente, Cristina foi o elo mais forte, agindo com a precisão de quem monta um abrigo na chuva. Glória, você confunde a Proclamação da República com a Independência? Talvez por isso sua aliança tenha desmoronado no passado. E Marcus, você mal abriu a boca, parecia estar esperando por um ídolo de imunidade que não existe aqui. Quem é o competidor que perdeu a bússola? Quem está apenas fazendo figuração? Está na hora de votar. É hora de eliminar o... Elo Mais Fraco." Cristina (Glória), Carlos (Glória), Glória (Ney), Ney (Glória), Danielle (Glória), Dorian (Glória), Jennifer (Glória) e Marcus (Glória). Fernanda Lima: "Glória, com sete votos, parece que seu conselho tribal foi antecipado. A equipe decidiu que sua falta de história básica é um risco. Glória, você é o Elo Mais Fraco. Adeus!" Nos bastidores, conferimos o depoimento final de Glória: "Eles são previsíveis! Fizeram um "pau de sebo" em mim logo na primeira rodada. O Ney não sabia a resposta e eu que levei a culpa. Espero que a Jennifer caia logo, ela é cobra criada e ninguém está vendo."


Rodada 2: (O cronômetro começa: 2 minutos e 50 segundos). Fernanda Lima: "Sete sobreviventes restam. R$ 3.100 no banco. Para quem já comeu arroz com areia por 30 dias, responder perguntas deveria ser um luxo. Vamos começar com o elo mais forte da rodada anterior: Cristina." Fernanda Lima: "Cristina, qual é a capital da França?" Cristina: "Paris." Fernanda Lima: "Correto. Carlos?" Carlos: "Bank!" Fernanda Lima: "Carlos, qual o nome do processo de resfriamento que transforma água líquida em gelo?" Carlos: "Solidificação." Fernanda Lima: "Correto. Ney, em que continente se localiza o deserto do Saara?" Ney: "África." Fernanda Lima: "Correto. Danielle?" Danielle: "Bank!" Fernanda Lima: "Danielle, qual é a raiz quadrada de 144?" Danielle: "12." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, quem escreveu 'Os Lusíadas'?" Dorian: "Luís de Camões." Fernanda Lima: "Correto. Jennifer?" Jennifer: "Bank!" Fernanda Lima: "Jennifer, qual é o maior mamífero aquático do mundo?" Jennifer: "Baleia Azul." Fernanda Lima: "Correto. Marcus, qual é o nome da substância que os mosquitos injetam para sugar sangue?" Marcus: "Anticoagulante." Fernanda Lima: "Correto. Cristina?" Cristina: "Bank!" Fernanda Lima: "Cristina, qual é a capital dos Estados Unidos?" Cristina: "Seattle." Fernanda Lima: "Errado. É Washington DC. Carlos, qual é o resultado de 15 vezes ?" Carlos: "45." Fernanda Lima: "Correto. Ney, qual herói da mitologia grega era conhecido por seu calcanhar vulnerável?" Ney: "Aquiles." Fernanda Lima: "Correto. Danielle?" Danielle: "Bank!" Fernanda Lima: "Danielle, qual o nome da linha imaginária que divide a Terra em Leste e Oeste?" Danielle: "Equador." Fernanda Lima: "Errado. É o Meridiano de Greenwich. Dorian, qual é a cor da esmeralda?" Dorian: "Verde." Fernanda Lima: "Correto. Jennifer?" Jennifer: "Bank!" Fernanda Lima: "Jennifer, em que país surgiu o gênero musical Samba?" Jennifer: "Brasil." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" (O tempo acaba. A equipe foi agressiva nos "Banks", mas os erros de Cristina e Danielle custaram caro. Total da rodada: R$ 3.600).

Fernanda Lima: "Jennifer foi o elo mais forte, provando que sua análise fria funciona sob pressão. Já Danielle, você acha que o Equador divide o mundo entre Leste e Oeste? Talvez sua bússola estivesse quebrada na última temporada. E Cristina, a estrategista que se perdeu no mapa dos Estados Unidos. Quem é o competidor que está apenas boiando na correnteza? Quem não merece a imunidade desta rodada? Está na hora de votar. É hora de eliminar o... Elo Mais Fraco." Jennifer (Danielle), Marcus (Danielle), Cristina (Danielle), Carlos (Danielle), Dorian (Danielle), Ney (Danielle) e Danielle (Ney). Fernanda Lima: "Danielle, com seis votos, a tribo... Digo, a equipe, falou. Você sobreviveu a muita coisa, mas não à geografia básica. Danielle, você é o Elo Mais Fraco. Adeus!" Nos bastidores, conferimos o último depoimento de Danielle: "É sempre assim! Eles tiram quem eles acham que é uma ameaça física no final. Eu errei uma pergunta e me jogaram aos tubarões. O Ney não fez nada a rodada inteira e está lá escondidinho. Espero que o Dorian dê um jeito de tirar todos eles."


Rodada 3: (O cronômetro começa: 2 minutos e 40 segundos). Fernanda Lima: "Seis sobreviventes. R$ 6.700 no banco. O jogo social aqui é importante, mas sem conhecimento, ninguém chega à final. Vamos ver se vocês são tão bons de resposta quanto são de estratégia. Vamos começar com a nossa estrategista da última rodada: Jennifer." Fernanda Lima: "Jennifer, qual é o nome do pintor holandês que cortou a própria orelha?" Jennifer: "Vincent van Gogh." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" Fernanda Lima: "Marcus, qual é a capital da Bahia?" Marcus: "Salvador." Fernanda Lima: "Correto. Ney, qual é o nome da substância verde nas plantas que realiza a fotossíntese?" Ney: "Clorofila." Fernanda Lima: "Correto. Dorian?" Dorian: "Bank!" Fernanda Lima: "Dorian, em que continente fica a Cordilheira dos Andes?" Dorian: "América do Sul." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual o resultado de 12 vezes 4?" Carlos: "48." Fernanda Lima: "Correto. Cristina?" Cristina: "Bank!" Fernanda Lima: "Cristina, qual é a moeda oficial do Reino Unido?" Cristina: "Euro." Fernanda Lima: "Errado. É a Libra Esterlina. Jennifer, qual é o nome do herói da Marvel que usa um martelo chamado Mjölnir?" Jennifer: "Thor." Fernanda Lima: "Correto. Marcus, qual é o maior deserto de areia do mundo?" Marcus: "Saara." Fernanda Lima: "Correto. Ney?" Ney: "Bank!" Fernanda Lima: "Ney, qual o nome do movimento da Terra em torno do Sol?" Ney: "Translação." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é o nome da primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel?" Dorian: "Marie Curie." Fernanda Lima: "Correto. Carlos?" Carlos: "Bank!" Fernanda Lima: "Carlos, qual é a fórmula química da água?" Carlos: "H2O." Fernanda Lima: "Correto. Jennifer, qual é a capital da Itália?" Jennifer: "Roma." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" (O tempo acaba. A equipe foi muito eficiente, mas o erro de Cristina sobre a moeda britânica quebrou uma corrente promissora. Total acumulado na rodada: R$ 4.900).

Fernanda Lima: "Estatísticamente, Jennifer continua sendo o cérebro dessa tribo, não errou nada. Já Cristina... confundir Libra com Euro? Se você fosse fazer compras em Londres, ia passar aperto. E Ney, você está muito silencioso, apenas pegando carona nos 'Banks' alheios. Quem está pesando na mochila? Quem é o competidor que não sobrevive a uma pergunta de ensino fundamental? Está na hora de votar. É hora de eliminar o... Elo Mais Fraco." Jennifer (Cristina), Marcus (Cristina), Ney (Cristina), Dorian (Cristina), Carlos (Cristina) e Cristina (Ney). Fernanda Lima: "Cristina, com cinco votos, sua estratégia de jogo não incluiu o câmbio internacional. No Survivor você era mestre, mas aqui seu fogo apagou. Cristina, você é o Elo Mais Fraco. Adeus!" Nos bastidores, conferimos o último depoimento de Cristina: "Eles me tiraram por medo! Sabem que eu sou a maior ameaça estratégica na final. O erro do Euro foi só um pretexto que o grupinho do Marcus usou para me dar um "blindside". Jennifer acha que está no controle, mas o Marcus vai traí-la na próxima oportunidade."


Rodada 4: (O cronómetro começa: 2 minutos e 30 segundos). Fernanda Lima: "Cinco sobreviventes. R$ 11.600 no banco. Jennifer, tu estás a dominar as respostas, mas no Survivor sabemos que quem brilha demais acaba por ser o alvo. Vamos ver se a tua equipa te mantém ou se te corta as pernas. Vamos começar com a Jennifer." Fernanda Lima: "Jennifer, qual é o nome do processo de transformação do estado sólido para o líquido?" Jennifer: "Fusão." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" Fernanda Lima: "Marcus, qual é a capital da Espanha?" Marcus: "Madri." Fernanda Lima: "Correto. Ney, qual é o nome do fundador da Microsoft?" Ney: "Bill Gates." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é o resultado de 8 vezes 8?" Dorian: "64." Fernanda Lima: "Correto. Carlos?" Carlos: "Bank!" Fernanda Lima: "Carlos, qual é o maior país da América do Sul?" Carlos: "Brasil." Fernanda Lima: "Correto. Jennifer, qual é a cor resultante da mistura de azul e vermelho?" Jennifer: "Roxo." Fernanda Lima: "Correto. Marcus, em que país se localiza a Torre Eiffel?" Marcus: "França." Fernanda Lima: "Correto. Ney?" Ney: "Bank!" Fernanda Lima: "Ney, qual é o nome do satélite natural da Terra?" Ney: "Lua." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual o nome da membrana que protege os pulmões?" Dorian: "Pleura." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual é a capital da Argentina?" Carlos: "Buenos Aires." Fernanda Lima: "Correto. Jennifer?" Jennifer: "Bank!" Fernanda Lima: "Jennifer, qual é a moeda oficial do Japão?" Jennifer: "Yuan." Fernanda Lima: "Errado. É o Iene. Marcus, qual é o nome do maior oceano do mundo?" Marcus: "Pacífico." Fernanda Lima: "Correto. Ney, qual é o nome do herói da Marvel que usa um escudo redondo?" Ney: "Capitão América." Fernanda Lima: "Correto. Dorian?" Dorian: "Bank!" (O tempo acaba. A equipa estava a ter um desempenho perfeito até à falha da Jennifer com a moeda asiática. Total acumulado na rodada: R$ 5.500).

Fernanda Lima: "Um desempenho quase impecável, mas a Jennifer finalmente tropeçou. Confundir o Iene japonês com o Yuan chinês? Se fosses para o mercado asiático, ias ter problemas. Marcus, tu foste o elo mais forte desta vez, foste rápido e preciso. Carlos, tu continuas a jogar pelo seguro, a dar 'bank' assim que tens oportunidade. Quem é que já não tem fôlego para continuar? Quem é que está a ser carregado pelos outros? Está na hora de votar. É hora de eliminar o... Elo Mais Fraco." Marcus (Jennifer), Ney (Jennifer), Dorian (Jennifer), Carlos (Jennifer) e Jennifer (Ney). Fernanda Lima: "Jennifer, com quatro votos, a tua 'imunidade' intelectual acabou. A equipa viu a primeira falha e não perdoou. No Survivor eliminam-se os fortes, e aqui parece que a regra se manteve. Jennifer, tu és o Elo Mais Fraco. Adeus!" Nos bastidores, conferimos o último depoimento de Jennifer: "Eu sabia! No momento em que errei o Iene, vi o brilho nos olhos do Marcus. Eles estavam à espera de uma desculpa para me tirar porque sabem que eu os venceria no duelo final. O Marcus é um traidor, e espero que o Carlos o tire na próxima."


Rodada 5: (O cronômetro começa: 2 minutos e 20 segundos). Fernanda Lima: "Quatro homens restam. O prêmio está em R$ 17.100. Vocês sobreviveram à selva, mas será que sobrevivem à pressão deste estúdio? Marcus, tu foste o elo mais forte e agora o jogo está nas tuas mãos. Vamos começar com o Marcus." Fernanda Lima: "Marcus, qual é o nome do metal que é líquido em temperatura ambiente?" Marcus: "Mercúrio." Fernanda Lima: "Correto. Ney?" Ney: "Bank!" Fernanda Lima: "Ney, em que país se localiza a Grande Muralha?" Ney: "China." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é o nome do autor de 'Dom Casmurro'?" Dorian: "Machado de Assis." Fernanda Lima: "Correto. Carlos?" Carlos: "Bank!" Fernanda Lima: "Carlos, qual é o resultado de 150 dividido por 2?" Carlos: "75." Fernanda Lima: "Correto. Marcus, qual é a capital da Espanha?" Marcus: "Madri." Fernanda Lima: "Correto. Ney?" Ney: "Bank!" Fernanda Lima: "Ney, qual o nome do processo de transformação do vapor de água em líquido?" Ney: "Condensação." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é a principal fonte de energia da fotossíntese?" Dorian: "Luz solar." Fernanda Lima: "Correto. Carlos?" Carlos: "Bank!" Fernanda Lima: "Carlos, qual é o menor mamífero do mundo?" Carlos: "Rato." Fernanda Lima: "Errado. É o Musaranho-Pigmeu. Marcus, qual é o nome do pintor da 'Mona Lisa'?" Marcus: "Leonardo da Vinci." Fernanda Lima: "Correto. Ney, qual é a capital do Uruguai?" Ney: "Assunção." Fernanda Lima: "Errado. É Montevidé. Dorian, qual é o resultado de 9 vezes 7?" Dorian: "63." Fernanda Lima: "Correto. Carlos?" Carlos: "Bank!" Fernanda Lima: "Carlos, qual é a cor resultante da mistura de azul e amarelo?" Carlos: "Verde." Fernanda Lima: "Correto. Marcus, qual o nome da linha imaginária que divide a Terra em hemisférios Norte e Sul?" Marcus: "Equador." Fernanda Lima: "Correto. Ney?" Ney: "Bank!" (O tempo acaba. A equipe perdeu o fôlego no meio da rodada com erros geográficos e biológicos básicos. Total acumulado na rodada: R$ 3.800).

Fernanda Lima: "R$ 3.800. Marcus, tu continuas a carregar esta tribo nas costas, foste novamente o elo mais forte. Já o Ney... Assunção é a capital do Paraguai, não do Uruguai. E Carlos, um elefante no fundo do mar? Tu precisas de um GPS e de um documentário sobre a natureza. Quem é que está a gastar o oxigénio do estúdio sem dar nada em troca? Quem é o competidor que vai ser 'votado para fora' agora? Está na hora de votar. É hora de eliminar o... Elo Mais Fraco." Marcus (Ney), Carlos (Ney), Dorian (Ney) e Ney (Carlos). Fernanda Lima: "Ney, com três votos, a tua bússola interna falhou e a equipa não perdoou. No Survivor eras o observador, mas aqui ficaste a ver navios. Ney, tu és o Elo Mais Fraco. Adeus!" Nos bastidores, conferimos o último depoimento de Ney: "O Marcus está a fazer um jogo limpo demais, e o Carlos e o Dorian estão a ir na onda dele. Eu errei a capital, admito, mas o Carlos errou a baleia, que é muito pior! Eles tiraram-me porque sabem que eu sou perigoso no duelo final. Agora que vença o menos traidor."


Rodada 6: (O cronômetro começa: 2 minutos. Tudo o que for acumulado nesta rodada será triplicado!). Fernanda Lima: "Três homens. O prêmio está em R$ 20.900. Esta é a última chance de engordar esse banco antes do duelo final. Lembrem-se: O dinheiro que vocês ganharem agora vale três vezes mais. Marcus, tu tens sido o líder desta tribo. Vamos ver se o teu fôlego aguenta. Vamos começar com o Marcus." Fernanda Lima: "Marcus, qual é o nome do metal precioso que tem o símbolo químico 'Au'?" Marcus: "Ouro." Fernanda Lima: "Correto. Dorian?" Dorian: "Bank!" Fernanda Lima: "Dorian, em que país se localiza a cidade de Veneza?" Dorian: "Itália." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual é a maior floresta tropical do mundo?" Carlos: "Amazônica." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" Fernanda Lima: "Marcus, qual é o resultado de 12 vezes 12?" Marcus: "144." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é a capital de Portugal?" Dorian: "Lisboa." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual é o nome do herói da Marvel que é o Deus do Trovão?" Carlos: "Thor." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" Fernanda Lima: "Marcus, qual é o processo de transformação do gelo diretamente em vapor?" Marcus: "Sublimação." Fernanda Lima: "Correto. Dorian, qual é o nome do satélite natural da Terra?" Dorian: "Lua." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual o nome do movimento da Terra em torno do seu próprio eixo?" Carlos: "Rotação." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" Fernanda Lima: "Marcus, qual é a capital da Alemanha?" Marcus: "Munique." Fernanda Lima: "Errado. É Berlim. Dorian, qual o nome da membrana que protege o coração?" Dorian: "Pericárdio." Fernanda Lima: "Correto. Carlos, qual é a capital da Argentina?" Carlos: "Buenos Aires." Fernanda Lima: "Correto. Marcus?" Marcus: "Bank!" (O tempo acaba. A equipe foi quase perfeita no ritmo, mas o erro de Marcus sobre a capital alemã quebrou a última grande corrente. Eles acumularam R$ 5.500, que triplicados somam R$ 16.500!).

Fernanda Lima: "R$ 37.400 no banco. Marcus, finalmente tu mostraste uma fraqueza. Berlim, Marcus, Berlim! Carlos e Dorian, vocês dois chegaram à final quase sem serem notados, enquanto o Marcus levava os tiros. Mas agora, a amizade e as alianças acabam aqui. Quem é o elo fraco agora? Quem não tem o que é necessário para o duelo final? Está na hora de votar. É hora de eliminar o... Elo Mais Fraco." Marcus (Dorian), Carlos (Dorian) e Dorian (Marcus). Fernanda Lima: "Dorian, com dois votos, a tua estratégia de 'ficar no meio' funcionou até à porta da final. Mas o Marcus e o Carlos decidiram que tu és o elo que deve ser cortado agora. Dorian, tu és o Elo Mais Fraco. Adeus!" Nos bastidores, conferimos o último depoimento de Dorian: "Eles tiveram medo! Sabem que eu sou muito bom em quebra-cabeças e lógica. O Carlos e o Marcus fizeram um pacto de 'caras fortes' e eu fui o sacrifício. Espero que o Carlos ganhe, porque o Marcus errou coisas básicas nesta rodada."


As luzes do estúdio se apagam, restando apenas dois canhões de luz sobre os finalistas. De um lado, Marcus, o líder que carregou o time nas costas. Do outro, Carlos, o competidor resiliente que jogou com cautela e estratégia.Prêmio em jogo: R$ 37.400. Fernanda Lima: "Marcus, por teres sido o elo mais forte na última rodada (apesar do tropeço em Berlim), tu escolhes: quem responde primeiro?" Marcus: "Eu começo, Fernanda. No Survivor eu sempre enfrentei os desafios de frente." Pergunta para Marcus: "Na literatura brasileira, qual é o nome do autor do clássico 'Grande Sertão: Veredas'?" Marcus: "João Guimarães Rosa." Fernanda Lima: "Correto. (1-0)" Pergunta para Carlos: "Qual é o nome do processo de divisão celular que resulta em quatro células-filhas com metade do número de cromossomos da célula original?" Carlos: "Meiose." Fernanda Lima: "Correto. (1-1)" Pergunta para Marcus: "Quem foi o líder sul-africano que recebeu o Prêmio Nobel da Paz em 1993 e se tornou o primeiro presidente negro do seu país?" Marcus: "Nelson Mandela." Fernanda Lima: "Correto. (2-1)" Pergunta para Carlos: "Qual é o nome da escala termométrica onde o ponto de fusão da água é 273,15?" Carlos: "Kelvin." Fernanda Lima: "Correto. (2-2)" Pergunta para Marcus: "Na mitologia grega, qual é a deusa da sabedoria e da guerra estratégica, que nasceu da cabeça de Zeus?" Marcus: "Atena." Fernanda Lima: "Correto. (3-2)" Pergunta para Carlos: "Qual é o nome do maior osso do corpo humano, localizado na coxa?" Carlos: "Fêmur." Fernanda Lima: "Correto. (3-3)".

Pergunta para Marcus: "Qual é o nome do tratado de 1494 que dividiu as terras 'descobertas' entre Portugal e Espanha?" Marcus: "Tratado de Tordesilhas." Fernanda Lima: "Correto. (4-3)" Pergunta para Carlos: "Em que país europeu se localiza o museu do Prado, um dos mais importantes do mundo?" Carlos: "Espanha." Fernanda Lima: "Correto. (4-4)" Pergunta para Marcus: "Qual é a fórmula química do ácido sulfúrico?" Marcus: "H2SO4." Fernanda Lima: "Correto. (5-4)" Fernanda Lima: "Carlos, a pressão está toda contigo. Se errares, o Marcus vence. Qual é o nome do pintor espanhol que criou o movimento surrealista e é o autor de 'A Persistência da Memória'?" Carlos: "Salvador Dalí." Fernanda Lima: "Correto. (5-5). Estamos em empate. Agora, o primeiro que errar enquanto o outro acertar, perde tudo. Marcus, a tua pergunta." Pergunta para Marcus: "Qual é o nome do ponto geográfico na Terra onde todos os meridianos se encontram no Hemisfério Norte?" Marcus: "Polo Norte." Fernanda Lima: "Correto." Pergunta para Carlos: "Qual é o nome da partícula subatômica com carga elétrica negativa que orbita o núcleo do átomo?" Carlos: "Elétron." Fernanda Lima: "Correto." Pergunta para Marcus: "Qual é o nome do arquipélago equatoriano no Oceano Pacífico onde Charles Darwin realizou estudos fundamentais para a teoria da evolução?" Marcus: "Galápagos." Fernanda Lima: "Correto." Pergunta para Carlos: "Qual é a capital da Turquia?" Carlos: "Istambul." Fernanda Lima: "Errado! A resposta correta é Ancara. Istambul é a maior cidade, mas não é a capital. Carlos, tu foste um competidor incrível, mas no último segundo, a tua bússola falhou. Tu és o elo mais fraco. Adeus." Carlos aperta a mão de Marcus e sai do palco com um sorriso amargo. Fernanda Lima: "Marcus, tu sobreviveste a tudo. Foste o líder, foste o alvo e agora és o grande vencedor. Tu levas para casa R$ 37.400. Parabéns!" Marcus: "Eu sabia que manter o foco era a chave. No Survivor eu aprendi a não desistir, e aqui o conhecimento foi a minha melhor ferramenta. Esse prêmio vai mudar muita coisa!" Fernanda Lima: "E para vocês, lembrem-se: Na vida, só sobrevive quem se mantém informado. Até a próxima no The Weakest Link!"


OFF: Lembrando que esse spin-off é somente uma pequena homenagem ao mundo do "BBRA", vão ser ao todo apenas 12 episódios trazendo personagens da franquia inteira e cada episódio será originalmente postado no primeiro sábado de cada mês, combinado? Espero que vocês gostem! 

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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Power Couple Realidade Alternativa 11: Wesley Santos


"Meu nome é Wesley Santos, tenho 61 anos e sou de Curitiba, Paraná. Fui modelo e agora sou repórter de defesa do consumidor, o que significa que passei a vida inteira investigando, questionando e expondo injustiças e posso dizer que não levo desaforo para casa. Sou casado com uma mulher incrível, minha parceira em todas as horas, e juntos aprendemos que diálogo, respeito e bom humor tornam até os dias mais complicados mais leves. Fora do trabalho, sou curioso, observador e adoro entender como as coisas funcionam, seja tecnologia, política ou até a vida dos outros, mas sempre com um olhar crítico! 

Aqui dentro do programa, sei que a convivência com os outros participantes vai testar paciência, estratégia e personalidade, mas estou pronto para encarar cada situação com firmeza, inteligência e claro, uma pitada de bom humor. Minha prioridade será dar meu melhor em cada desafio, mostrar que experiência, sagacidade e coragem andam de mãos dadas com diversão, e aproveitar cada momento como uma oportunidade de aprendizado. Quero sair desta experiência com histórias para contar, algumas risadas memoráveis e a certeza de que, mesmo depois de tantos anos de carreira, ainda posso me jogar de cabeça em novas aventuras, afinal, a vida é muito curta para não desafiar limites e se divertir no caminho."


LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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Power Couple Realidade Alternativa 11: Vanderlane Lae


"Meu nome é Vanderlane Lae, tenho 67 anos e sou de Recife, Pernambuco. Sou enfermeira cirúrgica e passei a vida inteira entre bisturis, protocolos e salas de cirurgia, onde aprendi que calma, precisão e coragem salvam vidas e que improviso nem sempre é amigo. Trabalhar com tanta responsabilidade me ensinou uma coisa, quando é hora de agir, não dá para vacilar. Sou casada com um homem incrível, parceiro de todas as horas e juntos sabemos que companheirismo, respeito e bom humor são essenciais para qualquer desafio. Fora do hospital, sou curiosa, intensa e adoro me manter ativa. Gosto de me desafiar, aprender coisas novas, me aventurar e rir muito! Não tenho medo de encarar situações diferentes e acredito que viver é se jogar de cabeça, mesmo que às vezes a vida nos coloque em lugares inesperados. 

Aqui dentro do programa, sei que a convivência será um teste à parte, pessoas com jeitos diferentes, provas que exigem resistência, estratégia e coragem... Mas estou pronta para mostrar meu jeito firme, bem-humorado e se necessário, um pouco provocador. Minha prioridade será dar meu melhor nas provas, encarar desafios com energia, rir de mim mesma quando preciso e claro, aproveitar cada momento. Quero sair desta experiência com histórias para contar, risadas memoráveis e a certeza de que, mesmo depois de tantos anos de experiência, ainda posso me jogar de cabeça em novas aventuras. Afinal, idade é só número, mas coragem, energia e personalidade são eternas e eu estou pronta para provar isso dentro e fora das provas!"


LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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Power Couple Realidade Alternativa 11: Valter Oliveira


"Meu nome é Valter Oliveira, tenho 37 anos e sou de Fortaleza, Ceará. Sou jogador de futebol e para mim, disciplina, estratégia e adrenalina não são apenas palavras, são estilo de vida. A cada treino, a cada jogo, aprendi que foco e determinação são essenciais e que quando você se entrega de verdade, os resultados aparecem. Estou casado com uma mulher incrível que me apoia em todas as minhas loucuras e conquistas, e juntos sabemos que parceria, respeito e bom humor fazem qualquer desafio ficar mais leve. Fora dos gramados, adoro me manter ativo, testar meus limites e explorar novos desafios. Gosto de esportes em geral, de uma boa competição e também de momentos de descontração, porque ninguém consegue estar 100% sério o tempo todo, e eu sei como rir de mim mesmo quando preciso. 

Aqui dentro do programa, sei que a convivência será intensa, que as provas vão testar resistência, inteligência e estratégia, e que cada participante terá seu jeito de jogar. Mas estou pronto para encarar tudo isso com determinação, energia e aquele toque de irreverência que não pode faltar. Minha prioridade será dar meu melhor em cada desafio, mostrar que disciplina e talento podem andar lado a lado com bom humor e diversão, e claro, me divertir de verdade com cada experiência. Quero sair dessa experiência com histórias para contar, risadas memoráveis e a certeza de que me joguei de cabeça, porque, no final, a vida é como um grande jogo, só é emocionante quando você entra com coragem, coração e disposição para vencer."


LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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Power Couple Realidade Alternativa 11: Tammy Romano


"Meu nome é Tammy Romano, tenho 47 anos e sou de Belo Horizonte, Minas Gerais. Sou diretora escolar, o que significa que estou acostumada a lidar com organização, regras e claro, muita paciência, mas não se engane, quando é hora de ser firme, eu sei ser implacável! Sou casada com uma mulher maravilhosa e juntas aprendemos que respeito, parceria e bom humor são essenciais, mesmo nos dias mais complicados. Fora da escola, gosto de me desafiar e experimentar coisas diferentes, pratico esportes, me aventuro em hobbies que tiram a rotina do lugar-comum e não tenho medo de colocar a mão na massa.

Adoro uma boa conversa, uma risada inesperada e até uma competição saudável, afinal, sou competitiva por natureza e não vou deixar ninguém ganhar fácil, nem nas provas, nem nas estratégias. Aqui dentro do programa, sei que a convivência com os outros participantes será um desafio à parte, mas estou pronta para mostrar minha personalidade autêntica, direta, determinada, bem-humorada e se necessário, um pouco provocadora. Minha prioridade será dar meu melhor em cada prova, me divertir sem medo de ser eu mesma e mostrar que liderança, inteligência e carisma podem andar juntos. E, claro, não espero só participar, quero sair com histórias para contar, algumas risadas inesquecíveis e quem sabe, algumas surpresas que só quem se joga de cabeça na vida consegue viver. Porque, convenhamos, a vida é curta demais para não ser intensa, divertida e cheia de personalidade e eu estou pronta para isso!"


LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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Power Couple Realidade Alternativa 11: Sara Rodriguez


"Meu nome é Sara Rodriguez, tenho 36 anos e sou de Salvador, Bahia. Sou cantora e vivo para a música, nos palcos, no estúdio ou no chuveiro, sempre tem um show rolando por aqui! A música é minha vida, meu trabalho e minha desculpa para ser dramática às vezes, porque convenhamos... Todo artista precisa de um pouco de emoção, não é mesmo? Estou namorando um homem incrível que me acompanha nessa loucura toda, mas aqui dentro do programa vou mostrar que sei me virar sozinha e que determinação é meu sobrenome. 

Gosto de viver intensamente, rir alto, provocar um pouco quando a situação pede e testar meus limites, afinal, se não for para se jogar de cabeça, qual é a graça? Fora dos palcos, sou curiosa, adoro conhecer gente nova e me meter em aventuras que vão de esportes radicais a uma boa noite de karaokê. Acho que a convivência com os outros participantes vai ser uma mistura de risadas, estratégias e quem sabe, umas pequenas tretas divertidas, mas tudo com muito bom humor. Minha prioridade aqui será dar meu melhor nas provas, me divertir sem culpa e mostrar que talento, coragem e personalidade andam juntos. E se eu puder ainda sair daqui com histórias para contar e algumas risadas garantidas, melhor ainda, porque a vida é muito curta para não ser um pouco ousada, não acha?"


LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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Power Couple Realidade Alternativa 11: Sabrina Zuoyi


"Oi, eu sou a Sabrina Zuoyi, tenho 27 anos e sou de Belém, Pará. Sou DJ e pra mim, música não é só trabalho, é energia, é vida. Cada batida, cada mix que eu faço, é uma forma de mostrar quem eu sou intensa, criativa e sempre pronta para uma boa aventura. Estou namorando um homem incrível e sim, ele faz parte da minha vida, mas não é ele que dita meu ritmo. Eu vivo pelo que me faz vibrar, viajar, conhecer pessoas, estar em lugares diferentes e me jogar em experiências que me desafiem. 

Quem me conhece sabe que não gosto de rotina, de mesmice ou de ficar parada esperando as coisas acontecerem. Aqui no programa, não estou só para competir, estou para sentir cada momento, explorar, me divertir e claro, deixar minha marca de jeito inesperado. Vou me arriscar nas provas, rir das situações mais loucas e mostrar que sabe lidar com música, mas também sabe lidar com estratégia, criatividade e muita personalidade. Meu lema? Viver no ritmo que eu escolho e aproveitar cada instante sem me prender a expectativas alheias. Não vim para esse mundo para seguir padrões, eu vim para fazer barulho, criar histórias e curtir cada segundo no meu próprio beat."


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Power Couple Realidade Alternativa 11: Renan Popper


"Meu nome é Renan Popper, tenho 35 anos e sou de Joinville, Santa Catarina. Sou influencer, mas não fico apenas atrás das câmeras mostrando a vida perfeita, gosto mesmo é de compartilhar experiências, opiniões e momentos que tenham verdade. Nas redes, tudo é estratégia, mas na vida real, sou de improviso, de rir alto e de me jogar nas situações que surgem. Estou namorando uma mulher incrível e juntos, aprendemos a equilibrar parceria, liberdade e muitas risadas. Não sou de seguir roteiros ou viver no piloto automático, prefiro que cada dia seja diferente do anterior, e é assim que levo meu trabalho, meus relacionamentos e até meus desafios. 

Entrar neste programa é um convite para mostrar quem eu realmente sou fora do feed, competitivo, curioso e com vontade de viver cada experiência intensamente. Não tenho medo de errar, me arriscar ou desafiar quem está à minha volta, mas também sei rir de mim mesmo quando preciso. Minha prioridade? Aproveitar cada momento, criar memórias, me divertir e claro, competir com coragem e autenticidade. Renan Popper não está aqui para impressionar ninguém com aparência ou seguidores, estou aqui para deixar minha marca, aprender, testar meus limites e se possível, fazer todo mundo rir um pouco no caminho."


LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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