Os participantes voltam para a casa em silêncio, ainda impactados pela prova. O cansaço é visível, e o clima continua pesado após a eliminação. André entra primeiro, passando a mão no rosto. "Essa foi uma das piores..." Emanuel vem logo atrás, jogando a jaqueta de lado. "Eu achei que não ia terminar." Lexie encosta na parede, observando os dois. "Ali não era só físico... Mexe muito com a cabeça." Na cozinha, Elena pega água e comenta: "E qualquer erro fazia diferença. Foi muito apertado." Danilo entra por último, mais tranquilo, mas atento. "Prova assim não perdoa hesitação." Lexie olha para ele, provocando: "Fácil falar sem ter entrado." Danilo sustenta o olhar. "Eu fiz o que precisava antes." O clima pesa por um instante, mas André quebra a tensão: "Quem entrou ali sabe... Não dá nem pra explicar." Emanuel concorda. "Mexe com tudo ao mesmo tempo." O nome de Evandro surge naturalmente. Elena comenta: "Dava pra ver que ele sentiu desde o começo." Emanuel completa: "Ele perdeu tempo no início... E não conseguiu recuperar." O grupo fica em silêncio por alguns segundos, absorvendo a saída dele. Mais tarde, André e Emanuel conversam na área externa. "A gente escapou por pouco", diz André. Emanuel concorda: "Agora não tem mais margem pra erro." Na cozinha, Lexie fala baixo com Elena: "O Danilo tá muito confortável." Elena responde: "E muito perigoso." Lexie completa: "Ele tá sempre um passo à frente." A casa vai ficando em silêncio. Agora são apenas cinco participantes, e com o jogo mais curto, cada decisão passa a ter ainda mais peso.
Na área externa, o clima segue mais reservado. André e Emanuel continuam afastados do resto da casa, falando em voz baixa. André observa a piscina por alguns segundos antes de falar, mais direto: "Se tem alguma coisa boa na eliminação do Evandro... É que agora ficou mais claro." Emanuel olha para ele, atento. "Como assim?" André responde, com firmeza: "Agora somos nós três. Eu, você e a Lexie. Dá pra focar em chegar na final juntos." Emanuel cruza os braços, pensando. André continua: "Basta a gente tirar a Elena e o Danilo nas próximas provas. Simples assim." Emanuel solta um leve sorriso, concordando com a ideia. "É... Faz sentido." Ele balança a cabeça, mais convicto: "Esse é o objetivo agora." André confirma com um aceno. "Final com quem tá jogando junto desde agora." Os dois ficam em silêncio por um instante, alinhados na estratégia, enquanto o jogo começa a tomar um rumo mais definido.
No quarto, Danilo e Elena ficam sozinhos por alguns instantes. O clima é mais sério, longe das outras conversas da casa. Danilo apoia as mãos na cama, olhando diretamente para ela. "A próxima prova de imunidade é decisiva pra gente." Elena levanta o olhar, já entendendo o rumo da conversa. Danilo continua, firme: "A gente precisa ir bem. Porque se a gente cai junto na eliminação... Complica muito." Elena respira fundo, cruzando os braços. "Complica não... Praticamente decide tudo." Danilo concorda com um leve aceno. "Exatamente. Não dá pra dar esse espaço pra eles." Elena se aproxima um pouco mais, falando em tom mais baixo: "Porque agora ficou claro. Eles estão juntos." Danilo mantém o olhar atento. "E a gente também precisa estar." Elena confirma, sem hesitar: "Neste momento, é só eu e você por nós dois." Danilo dá um leve sorriso, mais confiante. "Então é isso. Foco total na próxima prova." Elena concorda, determinada. "Sem erro."
Na cozinha, o clima muda um pouco quando Lexie aparece organizando alguns copos na bancada. Ela termina de preparar drinks coloridos, com um sorriso leve no rosto, tentando quebrar a tensão do dia. Ela olha em volta e chama os outros: "Gente, vem aqui rapidinho." Aos poucos, os outros quatro se aproximam. André vem da área externa, Emanuel logo atrás. Danilo e Elena chegam juntos, ainda em clima mais reservado. Lexie entrega um copo para cada um. "Independente de tudo... A gente chegou no top 5." Os cinco se olham por um instante, absorvendo o momento. André levanta levemente o copo. "Não foi fácil chegar até aqui." Emanuel concorda: "E só vai ficar mais difícil agora." Elena observa os outros antes de falar: "Mas já é uma conquista. Muita gente boa ficou no caminho." Danilo completa, mais contido: "E agora qualquer detalhe decide tudo." Lexie sorri, erguendo o copo um pouco mais: "Então... Um brinde. Ao top 5." Os outros acompanham o gesto. "Ao top 5", repetem quase ao mesmo tempo. Os copos se encontram no centro. Por um instante, o clima fica mais leve, mas logo depois todos sabem que, apesar do brinde, o jogo continua mais intenso do que nunca.
Na manhã seguinte, a casa começa a ganhar movimento aos poucos. O clima é mais leve do que na noite anterior, mas a tensão ainda está presente, principalmente com a expectativa da próxima prova. Na cozinha, Lexie já está acordada, preparando café. André aparece logo depois, ainda com sono, mas curioso. "Hoje é imunidade..." ele comenta, se sentando. Lexie concorda, mexendo na xícara. "E ninguém tem ideia do que pode ser." André pensa por um momento. "Depois daquela eliminação de ontem... Eu acho que vem algo mais físico." Emanuel entra na cozinha, ouvindo a conversa. "Eu já acho o contrário. Talvez algo mais de resistência... Ou controle." Lexie olha para ele. "Tipo ficar parado em alguma posição por horas?" Emanuel dá de ombros. "Ou equilíbrio. Alguma coisa que testa quem consegue manter a calma." Na sala, Danilo e Elena também conversam em tom mais baixo. "Eu acho que pode ser altura", diz Elena, pensativa. "Faz tempo que não tem nada assim." Danilo cruza os braços. "Altura ou água. São dois clássicos." Elena concorda. "Se for altura, vai mexer com muita gente." De volta à cozinha, André entra na conversa novamente: "Ou então eles fazem algo completamente inesperado... Pra pegar todo mundo desprevenido." Lexie ri de leve. "Isso seria bem a cara deles." Emanuel apoia na bancada. "Independente do que for... Hoje não dá pra errar." O grupo vai se reunindo aos poucos, cada um com sua teoria, mas todos com o mesmo pensamento em mente. A prova de imunidade daquele dia pode definir quem se aproxima da final... E quem fica em risco de sair do jogo.
A manhã segue tranquila por alguns minutos, até que o som característico da produção ecoa pela casa, chamando a atenção de todos. "Atenção, participantes. Reúnam-se na sala." Os cinco se entreolham e rapidamente se dirigem para o local. O clima muda na hora. A voz continua: "Hoje acontecerá a última prova de imunidade desta temporada." O impacto é imediato. Ninguém fala por alguns segundos. Lexie quebra o silêncio, em tom baixo: "Última..." André passa a mão no rosto, já assimilando. "Então agora é tudo ou nada." Emanuel fica mais sério. "Quem ganhar hoje... Praticamente garante um lugar na final." Elena cruza os braços, pensativa. "E quem perder... Fica muito exposto." Danilo apenas concorda com a cabeça, já focado. A produção finaliza: "Preparem-se. Vocês sairão em breve para o campo de provas." O grupo se dispersa rapidamente pela casa. O clima agora é totalmente diferente. Nos quartos, o som de gavetas abrindo e tênis sendo separados toma conta do ambiente. André veste uma camiseta mais leve, respirando fundo como forma de se concentrar. Emanuel amarra o tênis com calma, olhando fixamente para o chão, claramente focado. Na cozinha, Lexie termina de arrumar o cabelo no reflexo de um vidro. "É agora de verdade", ela comenta consigo mesma. Elena prende o cabelo e respira fundo. "Sem margem pra erro." Danilo pega sua jaqueta, mais quieto, mas com expressão determinada. Pouco depois, todos começam a se reunir na entrada da casa. O silêncio domina novamente. Sem dizer muito, os cinco saem juntos em direção ao campo de provas. A última imunidade está em jogo.
Os participantes chegam ao campo de provas e logo percebem uma estrutura diferente montada sobre a água. Um guindaste se destaca no centro, sustentando uma gaiola de aço suspensa a vários metros de altura. Só de olhar, já é possível sentir a pressão da prova. Lexie leva a mão à boca, surpresa. "Não..." André observa atentamente. "Isso aí não vai ser simples." Murilo recebe o grupo com expressão séria. "Participantes... Hoje vocês enfrentam a última prova de imunidade desta temporada." O clima pesa imediatamente. Ele continua: "E como estamos na reta final, essa prova não garante apenas segurança... Ela pode definir o caminho até a final." Murilo então aponta para a estrutura. "A prova de hoje acontece dentro dessa gaiola de aço, suspensa a 10 metros acima da água." Os participantes olham para cima, acompanhando a altura. "E funciona da seguinte forma... O competidor entra na gaiola e, assim que o tempo começa, ela será rapidamente baixada e totalmente submersa." Emanuel franze a testa, já sentindo a pressão. Murilo segue explicando: "Vocês terão apenas alguns segundos para respirar fundo antes de ficarem completamente debaixo d’água." Elena cruza os braços, concentrada. "As chaves que vocês precisam não estarão dentro da gaiola." Ele faz uma pausa antes de completar: "Vocês terão que colocar os braços para fora da estrutura e encontrar quatro chaves numeradas, presas do lado de fora, em posições difíceis de alcançar." Lexie balança a cabeça, impressionada. "Não acredito nisso..." Murilo continua: "Depois de pegar as chaves, vocês devem nadar até o topo da gaiola e abrir quatro cadeados, na ordem correta, de um a quatro." Danilo mantém o olhar fixo, absorvendo cada detalhe. "Assim que o último cadeado for aberto, vocês empurram a grade superior, saem da gaiola e nadam até a superfície para bater o buzzer na plataforma flutuante." O silêncio toma conta do grupo. Murilo então finaliza: "O cronômetro começa quando a gaiola começa a descer... E só para quando vocês baterem o buzzer." Ele olha diretamente para os cinco. "O competidor com o melhor tempo estará imune..." Uma breve pausa aumenta a tensão. "E os dois piores tempos estarão na próxima prova de eliminação." Os participantes trocam olhares. Agora não há mais espaço para erro. A última imunidade da temporada está em jogo.
Murilo olha para os participantes antes de anunciar: "Vamos começar." Ele faz uma breve pausa. "André, você é o primeiro." André respira fundo e caminha até a estrutura. Ele olha para a gaiola suspensa, analisando cada detalhe, tentando memorizar o posicionamento das possíveis chaves. "É agora," ele diz, mais para si mesmo. Murilo reforça: "Quatro chaves, quatro cadeados, na ordem correta. Seu tempo só para quando bater o buzzer." André faz um sinal positivo e entra na gaiola. A porta é fechada e travada. Ele se posiciona, segurando firme nas grades. Murilo levanta a mão. "Valendo!" Assim que o cronômetro começa, a gaiola é rapidamente baixada. André tenta puxar o máximo de ar possível antes de ser completamente submerso. A água o envolve por inteiro. Nos primeiros segundos, ele já começa a agir. Ainda se adaptando à pressão, André estica os braços para fora das grades, tateando rapidamente em busca da primeira chave. Ele encontra algo, puxa com força... Mas não solta. Ele ajusta a mão, tenta de novo... E consegue desprender a primeira chave. Murilo acompanha: "Primeira chave!" André prende a chave na boca e já começa a procurar a segunda. Seus movimentos são rápidos, mas um pouco desorganizados no início. Ele precisa mudar de posição dentro da gaiola para alcançar outro ponto. Alguns segundos se passam até que ele finalmente encontra a segunda chave e a solta do mosquetão. "Segunda chave!" Agora mais adaptado, André ganha ritmo. Ele gira o corpo com dificuldade no espaço limitado e estica o braço para o lado oposto. Demora um pouco, mas consegue encontrar a terceira chave. "Terceira chave!" O tempo começa a pesar. O ar já é limitado. André se apressa, claramente sentindo a pressão. Ele tateia mais rápido, quase desesperado por um instante, até finalmente encontrar a quarta chave. "Quarta chave!" Com as quatro chaves, ele imediatamente sobe para o topo da gaiola. Seus movimentos ficam mais rápidos, mas também mais imprecisos por causa da falta de ar. Ele encaixa a primeira chave no cadeado… erra a posição… ajusta... E abre. O segundo cadeado vem mais rápido. O terceiro exige mais um segundo de ajuste. No quarto, ele já está no limite. Ele encaixa a chave com dificuldade, treme um pouco, mas consegue girar. O último cadeado se abre. André empurra a grade superior com força e nada rapidamente para fora da gaiola, subindo em direção à superfície. Ele emerge e nada até a plataforma, batendo no buzzer com força. Murilo levanta a mão. "Tempo!" André se apoia na plataforma, puxando o ar com intensidade, visivelmente esgotado. Murilo olha para o cronômetro. "O tempo do André... 1 minuto e 52 segundos." Alguns participantes reagem com surpresa. É um tempo forte. André respira fundo, ainda tentando se recuperar, mas com a sensação de que fez o possível. Agora, tudo depende dos outros.
Murilo observa André ainda se recuperando antes de seguir. "Agora é a vez da Elena." Elena respira fundo e caminha até a estrutura. Ela olha para a gaiola por alguns segundos, claramente focada, tentando controlar a respiração. "Vamos lá," ela diz, firme. Murilo reforça: "Quatro chaves, quatro cadeados, na ordem correta. Seu tempo só para quando bater o buzzer." Elena faz um sinal positivo e entra na gaiola. A porta é fechada atrás dela. Ela se posiciona, segurando nas grades, já preparada. Murilo levanta a mão. "Valendo!" A gaiola começa a descer rapidamente. Elena puxa o ar profundamente antes de ser totalmente submersa. Assim que está debaixo d’água, ela mantém a calma. Diferente de André, seus movimentos são mais controlados desde o início. Ela estica o braço para fora da grade, tateando com precisão. Em poucos segundos, encontra a primeira chave e a solta com facilidade. Murilo acompanha: "Primeira chave!" Elena prende a chave na boca e já se move para o próximo ponto. Sem hesitar, ela encontra a segunda chave mais rápido do que o esperado. "Segunda chave!" Do lado de fora, os participantes começam a perceber o ritmo dela. Elena gira o corpo dentro da gaiola com cuidado, economizando energia. Ela estica o braço novamente e encontra a terceira chave após alguns segundos de busca. "Terceira chave!" Agora o tempo começa a pressionar, mas ela ainda mantém o controle. Ela busca a última chave, demora um pouco mais dessa vez, precisando ajustar a posição dentro do espaço limitado. Por alguns segundos, não encontra nada. A tensão aumenta. Até que finalmente ela sente o mosquetão e consegue soltar a quarta chave. "Quarta chave!" Com todas as chaves, Elena sobe rapidamente para o topo da gaiola. Seus movimentos são ágeis, mas ainda controlados. Ela encaixa a primeira chave no cadeado sem erro e abre rapidamente. O segundo cadeado vem logo na sequência. No terceiro, ela perde um segundo ajustando a posição, mas consegue abrir. No quarto e último, ela já começa a sentir a falta de ar. Seus movimentos ficam mais rápidos e um pouco mais tensos. Ela encaixa a chave, demora um instante... Mas gira. O cadeado se abre. Elena empurra a grade superior e nada para fora da gaiola, subindo com força até a superfície. Ela emerge e segue direto para a plataforma, batendo no buzzer. Murilo levanta a mão. "Tempo!" Elena se apoia, respirando fundo, visivelmente cansada, mas mais controlada do que muitos esperavam. Murilo olha para o cronômetro. "O tempo da Elena... 1 minuto e 44 segundos." Reação imediata dos participantes. Ela supera o tempo de André. Elena respira fundo, ainda recuperando o fôlego, mas com um leve sorriso surgindo. Um tempo forte... E agora ela assume a liderança da prova.
Murilo observa Elena deixando a plataforma antes de anunciar: "Agora é a vez do Danilo." Danilo dá um passo à frente, com expressão séria. Ele encara a gaiola por alguns segundos, claramente focado, mas com a pressão evidente. Ele sabe o que está em jogo. "Vamos lá," ele diz, mais contido. Murilo reforça: "Quatro chaves, quatro cadeados, na ordem correta. Seu tempo só para quando bater o buzzer." Danilo faz um sinal positivo e entra na gaiola. A porta se fecha atrás dele. Ele segura firme nas grades e respira fundo, tentando se preparar. Murilo levanta a mão. "Valendo!" A gaiola começa a descer rapidamente. Danilo puxa o ar no último segundo antes de ser completamente submerso. Assim que está debaixo d’água, ele tenta agir rápido, mas seus primeiros movimentos são mais tensos. Ele estica o braço para fora da grade, tateando em busca da primeira chave. Ele encontra o ponto... Tenta puxar... Mas escorrega. Precisa tentar novamente. Alguns segundos se perdem até que ele finalmente consegue soltar a primeira chave. Murilo acompanha: "Primeira chave!" Danilo prende a chave na boca e parte para a segunda. Ainda um pouco acelerado, ele muda de posição dentro da gaiola, mas não encontra de imediato. Ele tateia em dois pontos errados antes de localizar o mosquetão correto. "Segunda chave!" O tempo já começa a pesar. Do lado de fora, os participantes observam atentos. Danilo tenta recuperar o ritmo, mas seus movimentos continuam um pouco desorganizados. Ele gira o corpo com dificuldade no espaço limitado e procura a terceira chave. Demora. Alguns segundos importantes passam até que ele finalmente encontra e solta a terceira. "Terceira chave!" Agora a pressão aumenta visivelmente. O ar já começa a faltar. Danilo acelera, quase no desespero, tentando encontrar a última chave. Ele tateia rapidamente, mas não encontra de primeira. Ele muda de lado, tenta de novo... Nada. Mais alguns segundos se perdem. Até que finalmente ele localiza o mosquetão e consegue soltar a quarta chave. "Quarta chave!" Sem perder tempo, ele sobe para o topo da gaiola. Seus movimentos agora são rápidos, mas claramente afetados pela falta de ar. Ele encaixa a primeira chave no cadeado... Demora um pouco para acertar a posição... E abre. O segundo cadeado também exige um ajuste extra. No terceiro, ele perde mais um segundo tentando encaixar corretamente. A tensão aumenta. No quarto e último cadeado, ele já está no limite. Ele tenta encaixar a chave, erra uma vez… tenta de novo… e finalmente consegue girar. O cadeado se abre. Danilo empurra a grade com força e nada rapidamente para fora da gaiola, subindo em direção à superfície. Ele emerge com dificuldade, puxando o ar com intensidade, e segue até a plataforma, batendo no buzzer. Murilo levanta a mão. "Tempo!" Danilo se apoia, respirando pesado, visivelmente frustrado com o desempenho. Murilo olha para o cronômetro antes de anunciar: "O tempo do Danilo... 2 minutos e 27 segundos." O clima pesa. É um tempo bem acima dos anteriores. Danilo abaixa a cabeça por um instante, já entendendo a situação. A chance de estar entre os piores tempos é alta, e a pressão agora passa a ser ainda maior.
Murilo observa Danilo ainda se recuperando antes de anunciar: "Lexie, é a sua vez." Lexie respira fundo e caminha até a estrutura. Ela olha para a gaiola suspensa por alguns segundos, claramente nervosa, mas tentando manter a confiança. "Sem pensar muito... Só fazer," ela diz para si mesma. Murilo reforça: "Quatro chaves, quatro cadeados, na ordem correta. Seu tempo só para quando bater o buzzer." Lexie faz um sinal positivo e entra na gaiola. A porta se fecha atrás dela. Ela segura firme nas grades e fecha os olhos por um segundo, se concentrando. Murilo levanta a mão. "Valendo!" A gaiola começa a descer rapidamente. Lexie puxa o máximo de ar possível antes de ser totalmente submersa. Assim que entra na água, ela hesita por um instante. O impacto é visível. Seus primeiros movimentos são mais cautelosos. Ela estica o braço para fora da grade, tateando... Mas não encontra nada de imediato. Alguns segundos se passam. Até que finalmente ela localiza o primeiro mosquetão e solta a chave. Murilo acompanha: "Primeira chave!" Lexie prende a chave na boca e tenta acelerar. Ela se move dentro da gaiola, mas o espaço limitado dificulta sua coordenação. Na busca pela segunda chave, ela erra o posicionamento duas vezes antes de encontrar o ponto correto. "Segunda chave!" O tempo já começa a subir. Do lado de fora, os participantes observam atentos. Lexie tenta manter a calma, mas a pressão é evidente. Ela gira o corpo e busca a terceira chave. Dessa vez, encontra mais rápido. "Terceira chave!" Ela ganha um pouco de ritmo, mas já está com o tempo comprometido. Ao procurar a quarta chave, volta a ter dificuldade. Ela tateia, muda de lado, tenta outro ponto... Nada. Mais alguns segundos passam. Até que finalmente encontra e solta a última chave. "Quarta chave!" Sem perder tempo, Lexie sobe para o topo da gaiola. Seus movimentos são rápidos, mas menos precisos. Ela encaixa a primeira chave no cadeado e abre. No segundo, perde um segundo ajustando. O terceiro vai mais rápido. No quarto e último, ela já demonstra sinais claros de falta de ar. Ela tenta encaixar... Escorrega... Tenta de novo... E consegue girar. O cadeado se abre. Lexie empurra a grade e nada para fora da gaiola, subindo rapidamente até a superfície. Ela emerge puxando o ar com força e segue até a plataforma, batendo no buzzer. Murilo levanta a mão. "Tempo!" Lexie se apoia, respirando pesado, visivelmente afetada pela prova. Murilo olha para o cronômetro antes de anunciar: "O tempo da Lexie... 2 minutos e 39 segundos." O clima pesa imediatamente. É o pior tempo até agora. Lexie fecha os olhos por um instante, frustrada. Ela já entende o que isso significa. Agora, tudo depende do desempenho de Emanuel.
Murilo observa Lexie ainda se recuperando antes de anunciar: "Emanuel... É a sua vez." Emanuel dá um passo à frente, com expressão séria. Ele encara a gaiola por alguns segundos, respirando fundo, tentando se concentrar totalmente. "Agora é tudo," ele diz, baixo. Murilo reforça: "Quatro chaves, quatro cadeados, na ordem correta. Seu tempo só para quando bater o buzzer." Emanuel faz um sinal positivo e entra na gaiola. A porta se fecha atrás dele. Ele segura firme nas grades, fecha os olhos por um instante e puxa o ar profundamente. Murilo levanta a mão. "Valendo!" A gaiola começa a descer rapidamente. Emanuel tenta encher os pulmões ao máximo antes de ser completamente submerso. Assim que está debaixo d’água, ele começa rápido. Seus primeiros movimentos são fortes, tentando ganhar tempo logo no início. Ele estica o braço para fora da grade e encontra a primeira chave com relativa rapidez. Murilo acompanha: "Primeira chave!" Emanuel prende a chave na boca e já parte para a segunda. Ele se move dentro da gaiola com certa agilidade, mas na busca pela segunda chave, erra o ponto e precisa reajustar. Alguns segundos se perdem até que ele finalmente encontra e solta. "Segunda chave!" O ritmo começa a cair. O esforço inicial cobra seu preço. Emanuel tenta manter a calma, mas seus movimentos ficam um pouco mais tensos. Ele gira o corpo e procura a terceira chave. Demora mais do que o esperado. Ele tateia em dois pontos diferentes antes de finalmente encontrar. "Terceira chave!" O tempo começa a ficar perigoso. Do lado de fora, o silêncio é total. Emanuel acelera, já sentindo a falta de ar. Ele procura a última chave, mas não encontra de primeira. Ele muda de lado, tenta novamente... Nada. Mais alguns segundos preciosos se perdem. Até que finalmente ele localiza o mosquetão e consegue soltar a quarta chave. "Quarta chave!" Sem perder tempo, ele sobe para o topo da gaiola. Seus movimentos agora são rápidos, mas claramente desordenados pela falta de ar. Ele encaixa a primeira chave… demora um pouco... Abre. O segundo cadeado vem mais rápido. No terceiro, ele perde mais um segundo tentando alinhar corretamente. No quarto e último, ele já está no limite. Ele tenta encaixar… escorrega… tenta de novo... E finalmente consegue girar. O cadeado se abre. Emanuel empurra a grade com força e nada para fora da gaiola, subindo o mais rápido que consegue. Ele emerge puxando o ar de forma intensa e nada até a plataforma, batendo no buzzer. Murilo levanta a mão. "Tempo!" Emanuel se apoia, respirando pesado, claramente esgotado. Murilo olha para o cronômetro antes de anunciar: "O tempo do Emanuel... 2 minutos e 34 segundos." Emanuel fecha os olhos por um instante, frustrado. Ele já entende que não foi o suficiente. Murilo então reúne todos os participantes. "Vamos aos resultados." O silêncio domina o campo de provas. "O André completou a prova em 1 minuto e 52 segundos." "André... Bom tempo." "André cruza os braços, atento." "A Elena fez em 1 minuto e 44 segundos." Murilo olha para ela. "O melhor tempo da prova." Elena respira fundo, aliviada. "Isso significa que você está imune." Lexie abaixa o olhar. Danilo permanece sério. Emanuel respira fundo. Murilo continua: "Danilo... 2 minutos e 27 segundos." "Lexie... 2 minutos e 39 segundos." "E Emanuel... 2 minutos e 34 segundos." Ele faz uma pausa antes de concluir: "Os dois piores tempos foram de Lexie... E Emanuel." O clima pesa instantaneamente. "Isso significa que vocês dois estão na próxima prova de eliminação." Lexie balança a cabeça, frustrada. Emanuel fecha os olhos por um segundo, absorvendo. Murilo finaliza: "André, Elena e Danilo... Vocês continuam na disputa." A tensão toma conta do grupo. Agora, a próxima prova vai definir quem se despede do jogo... A um passo da final.
Conheça os Participantes: André Torquato, Branda Passos, Cammie Formigoni, Danilo Moura, Elena Zanotti, Emanuel Trindade, Emilio Alencar, Evandro Arosti, Harper Klein, Henrique Lages, Jorge Andrade, Kayo Toqueton, Lexie Piovani, Lita Lyrui, Marcela Campos, Mirla Santana, Natália Tassinari, Raphael Pigossi, Silvio Cruz, Simone Francinelli, Tony Vianna e Vanessa Marinho.
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