Os participantes retornam para a casa ainda em silêncio após a intensidade da eliminação. A caminhada pelo corredor parece mais longa do que o normal, todos ainda absorvendo o que acabaram de presenciar. As luzes internas da casa contrastam com o ambiente pesado que acompanha o grupo. Assim que entram, alguns seguem direto para a cozinha em busca de água, enquanto outros se jogam no sofá do lounge, claramente exaustos. Tony é o primeiro a quebrar o silêncio, sentando-se pesadamente. "Cara... Aquela prova foi absurda. Eu senti agonia só de assistir." Vanessa concorda, ainda impressionada. "A Harper tentou muito. Deu pra ver que ela queria continuar... Mas travou em alguns momentos." Elena apoia os braços na bancada, pensativa. "Ali virou totalmente psicológico. Depois do terceiro rato, não era mais força." Cammie entra logo atrás, ainda com expressão cansada. Alguns participantes olham para ela com respeito renovado. Simone se aproxima primeiro. "Você foi muito forte lá dentro." Cammie sorri de leve, ainda tentando processar tudo. "Eu só pensava em não parar... Porque se eu parasse, acabou." Emanuel observa a cena em silêncio, analisando as reações ao redor antes de comentar: "Prova de eliminação sempre redefine a casa. Agora todo mundo sabe quem aguenta pressão." Brenda, sentada no braço do sofá, completa: "E quem volta de uma prova dessas nunca volta igual." A frase paira no ar, carregada de significado estratégico. Enquanto isso, na cozinha, Danilo conversa baixo com Henrique e Emilio. "Agora muda tudo," diz Danilo. "Porque quem indicou começa a aparecer mais." Henrique concorda com um aceno curto. "A casa vai começar a cobrar decisões." Emilio observa o ambiente. "E ninguém esquece quem colocou quem ali."
O clima na casa ainda carregava resquícios da tensão da eliminação. Conversas aconteciam em volumes baixos, alguns participantes ainda pensativos, outros tentando simplesmente voltar ao ritmo normal depois da noite intensa. No lounge, Cammie estava sentada entre Vanessa e Simone, ainda recebendo comentários sobre a prova, enquanto Jorge bebia água em silêncio próximo à bancada. O ambiente parecia prestes a mergulhar novamente naquele silêncio desconfortável... Até André decidir quebrar o clima. Ele se joga no sofá, olhando ao redor com expressão divertida. "Olha... Uma coisa eu tenho certeza." Alguns levantam o olhar, curiosos. "Ainda bem que ninguém vai ficar com ninguém aqui dentro." Brenda arqueia a sobrancelha, confusa. "Por quê exatamente?" André faz uma careta dramática. "Porque, sinceramente... Não deve ser nada romântico beijar alguém que acabou de pegar rato morto pelo rabo com a boca." Por um segundo há silêncio e então o lounge explode em risadas. Tony quase engasga com a água. "Cara, eu tava tentando esquecer essa parte!" Vanessa cobre o rosto rindo. "Obrigada por trazer essa imagem de volta!" Até Cammie ri, balançando a cabeça. "Eu prometo que escovei os dentes umas vinte vezes." O clima finalmente começa a aliviar. Emanuel, encostado na parede observando tudo, levanta a mão como se quisesse falar. "Eu, particularmente, não vejo problema nenhum nisso." Alguns viram imediatamente para ele, já esperando algo.
"Ah, pronto..." murmura Danilo, rindo. Emanuel caminha lentamente em direção a Jorge, com expressão séria demais para a situação. "Se o sentimento for verdadeiro, nada impede." O grupo começa a rir antes mesmo do que vem a seguir. Ele se aproxima como se fosse dar um beijo em Jorge, que arregala os olhos, surpreso. "Emanuel, nem vem" No último segundo, Emanuel coloca a própria mão na frente da boca de Jorge... E acaba beijando a própria mão teatralmente. O lounge explode em gargalhadas. Jorge empurra ele de leve, rindo. "Você é idiota, cara!" Lexie se dobra de tanto rir. "Eu não tava preparada pra isso!" Raphael bate palmas, divertido. "Finalmente alguém normalizou o pós-prova!" Até Evandro, que antes estava mais fechado, deixa escapar uma risada discreta. O clima muda completamente. Pela primeira vez desde o retorno da arena, a casa parece leve novamente, com conversas se sobrepondo e participantes relaxando nos sofás. Elena comenta baixo para André, ainda sorrindo: "Às vezes só precisava alguém fazer uma piada ruim." André concorda. "Ou uma cena completamente sem sentido." A câmera se afasta mostrando o grupo rindo junto, a tensão momentaneamente dissolvida, lembrando que, apesar do jogo duro lá fora, dentro da casa ainda existiam momentos capazes de unir todos... Nem que fosse por uma piada sobre ratos mortos.
As risadas continuam ecoando pelo lounge por alguns segundos, quebrando completamente o peso que dominava a casa desde a eliminação. Alguns participantes ainda comentam a encenação de Emanuel, enquanto Jorge balança a cabeça, rindo sozinho. "Eu sabia que sobreviver à prova não ia ser a parte mais difícil," comenta ele, sentando-se novamente. Cammie se levanta para pegar água, ainda sorrindo. "Depois disso, qualquer coisa parece fácil." André aponta para Emanuel. "Tá vendo? O cara já tá criando romance pós-apocalipse do rato." "Conteúdo é tudo," responde Emanuel, dando de ombros, arrancando novas risadas. Na cozinha, Brenda observa a cena em silêncio por alguns instantes antes de comentar com Lexie em tom mais baixo: "Interessante como depois de uma eliminação pesada todo mundo tenta parecer unido." Lexie acompanha o olhar dela para o grupo. "Mas dura pouco." Do outro lado, Evandro conversa com Henrique e Danilo. "A casa precisava disso," diz Henrique. "Se continuasse naquele clima, amanhã ia explodir." Danilo concorda. "Só que a tensão não sumiu... Só foi adiada." Enquanto isso, Mila e Marcela organizam alguns copos na bancada. "Você percebeu?" pergunta Mila. "As pessoas já estão voltando a observar quem conversa com quem." Marcela responde sem olhar diretamente: "Aqui ninguém desliga o jogo." A câmera passeia pela casa mostrando pequenos núcleos novamente se formando, agora com risadas, mas também com olhares estratégicos reaparecendo discretamente. O alívio existia... Mas o jogo continuava ativo por baixo da superfície.
A manhã seguinte começa lentamente na casa. A luz do sol atravessa as cortinas da sala enquanto alguns participantes ainda despertam, andando sonolentos em direção à cozinha. O barulho da cafeteira e o cheiro de café recém-passado começam a preencher o ambiente. Evandro já está acordado, sentado à mesa externa com uma caneca nas mãos, observando o jardim em silêncio. Pouco depois, Raphael aparece primeiro, seguido por André, Jorge e Emanuel, ainda com expressão de sono. André se joga na cadeira. "Depois daquela prova do cimento, eu dormi como se tivesse sido atropelado." Jorge ri baixo, sentando-se ao lado. "Eu nem lembro de ter deitado." Emanuel apenas pega café e permanece em pé, atento. Evandro olha para os quatro e fala em tom mais sério, diferente do clima leve da manhã. "Eu queria trocar uma ideia com vocês." O grupo percebe imediatamente a mudança de tom. Raphael cruza os braços. "Fala." Evandro apoia os cotovelos na mesa. "Se a gente não tomar cuidado... Daqui a pouco nós vamos virar alvo fácil aqui dentro." André franze a testa. ""Nós" quem?" "Os caras," responde Evandro direto. "Principalmente a gente que começa a aparecer mais nas decisões ou nas provas." Jorge observa em silêncio, atento. Evandro continua: "Eu tô percebendo um padrão. Qualquer reação nossa vira narrativa. Se a gente fala firme, vira agressivo. Se discorda, vira ameaça." Emanuel inclina levemente a cabeça, interessado. Evandro prossegue: "Ontem mesmo... Já começou esse papo. Brenda tentando pintar algumas situações como se a gente estivesse exagerando, criando conflito." Raphael concorda com um aceno discreto. "Eu notei isso também."
Evandro então olha para Jorge. "E no seu caso... A história já virou outra. A Mirla escolheu você dizendo que queria enfrentar o mais forte. Parece elogio, mas também te coloca como alvo." Jorge pensa por alguns segundos. "Tipo... Me transformar numa ameaça?" "Exato," responde Evandro. "Porque depois fica fácil justificar voto." André apoia o queixo na mão. "Então você acha que isso tudo é planejado?" Evandro dá de ombros. "Não tô dizendo que é consciente o tempo todo. Mas é jogo psicológico. Criam narrativas que fazem a gente parecer perigoso sem precisar votar direto." Emanuel finalmente fala, calmo: "Construção de percepção. Quem controla a história... Controla o voto." O grupo fica em silêncio por um momento. Raphael suspira. "Então qual seria o movimento?" Evandro responde sem hesitar: "Não cair em provocação. Não reagir no impulso. Porque qualquer reação vira argumento contra a gente." André ri de leve. "Ou seja... Além de prova física agora tem prova de autocontrole." "Exatamente," diz Evandro. Jorge olha para os outros. "Então o jogo agora é parecer menos ameaça do que realmente é." Emanuel sorri de canto. "Ou deixar que outros pareçam mais." Os cinco trocam olhares, entendendo que aquela conversa não era apenas desabafo, era alinhamento estratégico. Ao fundo, algumas participantes começam a surgir na cozinha e o grupo naturalmente muda de assunto, encerrando a conversa de forma discreta. Mas a mensagem já havia sido passada. A manhã começava calma... Porém novas linhas estratégicas acabavam de ser traçadas silenciosamente.
O aviso sonoro ecoa pela casa no fim da manhã, chamando imediatamente a atenção dos participantes. "Participantes, preparem-se. Todos devem se dirigir à área externa." Conversas são interrompidas e rapidamente o clima muda. Alguns trocam olhares animados, outros demonstram apreensão, dia de prova sempre trazia consequências imprevisíveis. Minutos depois, todos embarcam nos veículos da produção. O trajeto é mais longo do que o habitual, e pelas janelas já é possível perceber a mudança de cenário: Vegetação baixa, vento forte e aos poucos, o azul intenso do mar surgindo no horizonte. Tony observa pela janela. "Ok... Isso aqui já parece perigoso." Vanessa ri nervosa. "Quando é que não parece?" Os carros param e, ao descerem, os participantes encontram uma praia deserta, extensa, praticamente infinita. O som das ondas quebra o silêncio enquanto bandeiras coloridas estão fincadas ao longo da areia, formando uma linha que se perde a quilômetros de distância. Ao lado, cavalos fortes e preparados aguardam com treinadores, batendo os cascos na areia. Alguns participantes já arregalam os olhos. "Ah não..." murmura Lexie. Murilo Rosa está posicionado no centro da faixa de areia, vestindo roupas leves, mas com postura séria. Assim que todos se aproximam, ele começa: "Participantes... Hoje vocês vão enfrentar uma prova que exige coragem, precisão e, principalmente... Timing." Ele aponta para os cavalos. "Cada um de vocês será preso por uma corda e será arrastado por um cavalo em alta velocidade ao longo desta praia." Reações imediatas surgem, risadas nervosas, expressões de choque e incredulidade. André solta: "Arrastado? Literalmente arrastado?" Murilo apenas confirma com um leve aceno. "Sim. Vocês deverão segurar firme enquanto o cavalo corre." Ele então aponta para o chão ao longe, onde grandes marcações numéricas estão desenhadas na areia. "Durante o percurso, vocês verão marcas numeradas no chão, começando do zero até o dez." A câmera mostra os números gigantes espalhados pela extensão da praia. "Quando acreditarem estar próximos da melhor pontuação possível... Vocês deverão se soltar da corda." O grupo escuta atentamente. "O número onde o participante cair determinará sua pontuação na prova." Murilo continua: "A pontuação varia de zero a dez. Quanto mais próximo do dez, melhor o desempenho." Emanuel cruza os braços, já analisando. "Então é cálculo e coragem." Murilo confirma. "Exatamente. Soltar cedo demais pode garantir segurança... Mas baixa pontuação. Esperar demais pode significar perder o controle e cair longe da marca ideal." O vento aumenta, levantando areia ao redor. Murilo então conclui: "O homem com a maior pontuação... E a mulher com a maior pontuação... Serão os vencedores da prova de hoje." Os participantes trocam olhares imediatamente, dois vencedores significavam dois poderes no jogo. Brenda comenta baixo para Marcela: "Isso vai mudar alianças." Murilo finaliza: "Preparem-se. A prova começa agora." Os treinadores começam a posicionar os primeiros equipamentos enquanto os cavalos relincham, aumentando a tensão do ambiente. A câmera se afasta mostrando a imensidão da praia, os números marcados na areia e os participantes se preparando para mais um desafio extremo.
Os participantes se alinham próximos à área de largada enquanto os treinadores ajustam os equipamentos nos cavalos. O vento da praia sopra forte, levantando areia e aumentando ainda mais a tensão do momento. Ao longe, os números gigantes marcados no chão parecem menores do que realmente são, o que torna calcular o momento certo de se soltar ainda mais difícil. Murilo Rosa levanta a voz: "Vamos começar com os homens. Atenção, porque cada decisão aqui pode mudar completamente o jogo." Os participantes observam atentos enquanto o primeiro competidor é chamado. Emilio caminha até a linha de largada tentando parecer tranquilo, mas respira fundo várias vezes enquanto segura a corda presa ao arreio do cavalo. "Preparado?" pergunta Murilo. Ele apenas acena. O sinal soa e o cavalo dispara pela praia. A velocidade surpreende imediatamente. Emilio quase perde o equilíbrio nos primeiros segundos, sendo arrastado pela areia enquanto tenta estabilizar o corpo. Os números começam a aparecer rapidamente. 3... 4... 5... Ele hesita. 6... A velocidade aumenta ainda mais. "Agora!" ele grita para si mesmo e solta a corda. Emilio rola pela areia até parar alguns metros à frente. Murilo observa a marcação. "Pontuação do Emilio... 6 pontos!" O grupo aplaude enquanto ele levanta rindo, ainda atordoado. Jorge se posiciona logo depois, visivelmente concentrado. Ele observa atentamente a distância dos números antes da largada. O cavalo dispara. Diferente de Emilio, Jorge mantém o corpo mais firme desde o início, deslizando com maior controle. 4... 5... 6... Ele continua. 7... A velocidade levanta uma nuvem de areia. 8... No último instante, ele se solta. A queda é forte, mas controlada. Murilo aponta para a marca. "Pontuação do Jorge... 8 pontos!" Alguns participantes reagem impressionados. "Boa!" grita André ao fundo. Tony chega rindo nervoso. "Se eu sair voando, avisem minha família." Risadas surgem antes da largada. O cavalo dispara e imediatamente Tony começa a gritar entre risadas e desespero. "Isso é rápido demais!" Ele perde um pouco o alinhamento do corpo e decide não arriscar muito. 5... Ele solta a corda rapidamente. Tony rola várias vezes antes de parar deitado olhando para o céu. Murilo anuncia: "Pontuação do Tony... 5 pontos!" Tony levanta o polegar. "Tô vivo. Já valeu."
Evandro caminha sério até a posição. Ele observa longamente os números antes de segurar firme a corda. O sinal soa. O cavalo acelera com força. Evandro mantém o corpo baixo, extremamente focado. 5... 6... 7... Ele continua firme. 8... O cavalo ganha ainda mais velocidade. 9 se aproxima. No limite, ele se solta. A queda levanta uma grande nuvem de areia. Silêncio por um segundo. Murilo olha a marcação e sorri levemente. "Pontuação do Evandro... 9 pontos!" Reações fortes surgem entre os participantes. Raphael bate palmas. "Coragem absurda!" Evandro apenas respira fundo, satisfeito. Último homem da rodada, Henrique parece dividido entre cautela e ambição. "Alguém tem que buscar o dez," comenta antes da largada. O cavalo dispara. Henrique começa bem, mantendo equilíbrio. 6... 7... Ele hesita. 8... A velocidade aumenta muito e o controle começa a diminuir. 9 se aproxima rapidamente. Ele tenta esperar mais... Mas perde estabilidade e acaba se soltando desequilibrado. A queda é mais desordenada. Murilo observa a marca final. "Pontuação do Henrique... 7 pontos!" Henrique levanta rindo, cheio de areia. "Ok... Talvez eu tenha sido otimista demais." Placar parcial dos homens: Evandro (9 pontos), Jorge (8 pontos), Henrique (7 pontos), Emilio (6 pontos) e Tony (5 pontos). Murilo se volta para o grupo: "Até agora, Evandro assume a liderança entre os homens. Mas ainda temos mais cinco homens para competir e tudo pode mudar." Os participantes se reorganizam enquanto os cavalos são preparados novamente, o vento da praia aumentando a expectativa para a próxima etapa.
Murilo Rosa observa a areia sendo rapidamente reorganizada pelos treinadores enquanto os próximos competidores se aproximam. O vento continua forte, e agora todos já têm uma noção real da velocidade dos cavalos, o que aumenta ainda mais a tensão. Murilo anuncia: "Seguimos com a segunda bateria masculina. André, Danilo, Raphael, Kayo e Emanuel... Preparem-se." Os cinco trocam olhares rápidos. Depois de assistir às primeiras quedas, todos parecem recalculando suas estratégias. André caminha sorrindo, mas claramente nervoso. "Se eu começar a gritar, finge que é estratégia," brinca antes de segurar a corda. O cavalo dispara. Nos primeiros metros, ele perde o alinhamento e levanta uma pequena nuvem de areia ao tentar estabilizar o corpo. 3... 4... 5... "Tá rápido demais!" ele grita. Sem arriscar muito, André se solta. Ele rola várias vezes antes de parar sentado, rindo sozinho. Murilo olha a marca. "Pontuação do André... 4 pontos!" Os colegas riem enquanto ele levanta sacudindo a areia. "Sobrevivência também é vitória!" Danilo chega mais concentrado, observando atentamente os números ao longe. O sinal soa. O cavalo acelera forte, e ele mantém uma postura surpreendentemente estável. 5... 6... Ele respira fundo. 7... A velocidade começa a dificultar o controle. Ele decide não exagerar e se solta. A queda é limpa. Murilo anuncia: "Pontuação do Danilo... 7 pontos!" Danilo levanta satisfeito. "Tá bom... Tá muito bom." Raphael ajusta a pegada na corda antes da largada. "Agora eu entendi o jogo," comenta. O cavalo dispara. Ele mantém excelente equilíbrio desde o início. 6... 7... A areia levanta ao redor. 8... Ele tenta segurar um pouco mais. 9 se aproxima rapidamente, no limite, ele se solta. A queda é forte, mas controlada. Murilo observa atentamente. "Pontuação do Raphael... 8 pontos!" O grupo reage com aprovação. "Quase!" grita Tony. Raphael sorri, satisfeito.
Kayo chega determinado. "Alguém precisa buscar esse dez." Ele segura firme. O cavalo dispara em alta velocidade. Kayo começa muito bem, mantendo alinhamento perfeito. 6... 7... 8... Ele continua. 9... A velocidade agora é extrema. Ele tenta esperar mais um segundo... Mas perde estabilidade e é puxado levemente antes de conseguir se soltar. A queda é intensa. Murilo analisa a marca. "Pontuação do Kayo... 8 pontos!" Kayo ri deitado na areia. "Eu vi o dez... Quase toquei nele!" O ambiente fica mais silencioso quando Emanuel se aproxima. Ele observa longamente toda a extensão da praia antes de segurar a corda. Murilo pergunta: "Estratégia definida?" Emanuel responde calmamente: "Totalmente." O sinal soa. O cavalo dispara e Emanuel mantém o corpo extremamente estável, quase sem oscilar. 5... 6... 7... Ele permanece imóvel, focado. 8... O vento levanta areia ao redor. 9 se aproxima. O grupo começa a gritar. "Vai!" "Agora!" "Segura!" No último instante possível antes da marca final, Emanuel se solta. A queda levanta uma enorme nuvem de areia. Silêncio absoluto. Murilo caminha até a marcação, observa... E levanta o olhar. "Pontuação do Emanuel... 10 pontos!" A reação é imediata, gritos, aplausos e surpresa geral. André leva as mãos à cabeça. "Não acredito!" Evandro sorri impressionado. "Frio demais." Emanuel apenas levanta lentamente, sacudindo a areia do braço, com um pequeno sorriso discreto. Placar final dos Homens: Emanuel (10 pontos), Evandro (9 pontos), Jorge / Raphael / Kayo (8 pontos), Danilo / Henrique (7 pontos), Emilio (6 pontos), Tony (5 pontos) e André (4 pontos) Murilo se posiciona novamente diante do grupo. "Temos, o vencedor entre os homens... Emanuel assume a liderança absoluta e ganha a imunidade." Os participantes observam Emanuel de forma diferente agora, alguns impressionados, outros já calculando as consequências estratégicas. Murilo então completa: "Agora... É a vez das mulheres." O vento da praia sopra mais forte enquanto os cavalos são reposicionados para a próxima fase.
O vento forte da praia deserta levantava a areia enquanto o sol já começava a descer lentamente no horizonte. Após assistirem às baterias masculinas, agora era a vez das mulheres encararem a prova mais radical do dia. Murilo reúne todas na linha de largada enquanto os cavalos relincham ao fundo, impacientes. "Agora é a vez delas! Lembrando: Quanto mais perto do número dez vocês conseguirem se soltar, maior a pontuação. Mas cuidado... Esperar demais pode significar cair fora da área e zerar." As participantes trocam olhares tensos. Algumas riem nervosamente, outras tentam esconder o medo. Cammie respira fundo antes de segurar a corda. "Se é pra cair, que seja bonito!" brinca. O cavalo dispara levantando areia. Ela aguenta bem o tranco, mas se solta um pouco antes da marca mais alta, rolando várias vezes no chão. Pontuação: 6. Ela levanta rindo, cheia de areia no cabelo. Elena demonstra concentração total. Mantém o corpo firme enquanto é arrastada e espera mais que Cammie. Quando se solta, faz uma queda limpa. Pontuação: 7. Os colegas aplaudem. Visivelmente nervosa, Lita grita durante boa parte do percurso. Solta cedo demais, preferindo garantir segurança. Pontuação: 4. "Eu sobrevivi, já valeu!" diz, arrancando risadas. O clima muda quando Mirla se posiciona. Alguns participantes observam atentos, especialmente Jorge. Ela segura firme e decide arriscar alto. Aguenta quase até o limite antes de se jogar. A queda é forte, mas dentro da marca. Pontuação: 8. Murilo assente impressionado.
Simone começa confiante, mas o impacto da velocidade a surpreende. Ela perde estabilidade e solta antes do planejado. Pontuação: 5. Brenda encara a prova como um desafio pessoal. "Quero ver falarem que mulher não aguenta pressão." Ela resiste bastante, quase passando do ponto ideal e se joga no último segundo possível. Pontuação: 9. Os participantes gritam empolgados. Até Murilo reage: "Até agora, a maior pontuação feminina!" Danilo assobia impressionado. Vanessa mantém estratégia segura, calculando o momento certo. A queda é controlada. Pontuação: 6. Marcela começa rindo, mas rapidamente fica séria quando sente a força do arrasto. Solta em um timing intermediário. Pontuação: 7. Última participante, Lexie sente a pressão de fechar a prova. Ela decide arriscar tudo, segurando até muito perto da marca máxima. Por um instante parece que vai passar direto, mas ela se solta a tempo e rola pela areia. Todos aguardam o anúncio. Murilo olha a marca no chão e sorri. Pontuação: 10. A praia explode em gritos e aplausos. Lexie levanta incrédula, comemorando. "Temos a maior pontuação feminina do dia!" anuncia Murilo. Após todos os participantes estarem reunidos novamente na frente de Murilo, o apresentador revela que Emanuel e Lexie estão imunes na próxima prova de eliminação e que cada um deles poderá indicar uma pessoa para a prova, cada indicado irá participar do "levado para o inferno", ou seja, poderá escolher contra quem quer competir nessa prova.
Conheça os Participantes: André Torquato, Branda Passos, Cammie Formigoni, Danilo Moura, Elena Zanotti, Emanuel Trindade, Emilio Alencar, Evandro Arosti, Harper Klein, Henrique Lages, Jorge Andrade, Kayo Toqueton, Lexie Piovani, Lita Lyrui, Marcela Campos, Mirla Santana, Natália Tassinari, Raphael Pigossi, Silvio Cruz, Simone Francinelli, Tony Vianna e Vanessa Marinho.
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