Os participantes chegam à casa ainda com o corpo e a mente exaustos da prova de eliminação. Alguns caminham devagar, respirando fundo, enquanto outros jogam as mochilas no chão e se jogam nos sofás ou cadeiras, tentando recuperar o fôlego. O silêncio inicial é pesado, quebrado apenas pelo som das respirações e do impacto das portas sendo fechadas. Brenda se senta perto da cozinha, balançando a cabeça com expressão de desgosto. "Essa prova... Foi simplesmente insuportável. Não consigo acreditar que a Mirla acabou saindo." Elena, ainda mexendo no cabelo e tentando se livrar da sensação pegajosa que a prova deixou, responde com um pequeno suspiro: "Eu achei que não ia conseguir completar. Aquela cabine era um pesadelo total... E o Evandro foi incrível, nem parecia se incomodar tanto." Evandro, encostado na parede, respira fundo e dá um leve sorriso, tentando esconder o alívio. "Valeu a pena. Sobreviver a essa prova... Dá um gás enorme pra próxima. Mas não vou negar, aquilo foi nojento demais." Danilo observa o grupo em silêncio, avaliando cada expressão e cada reação. Seus olhos cruzam com os de André, que se senta ao lado dele e comenta em tom pensativo: "É impressionante como cada decisão aqui muda tudo. Mirla saindo deixa todo mundo mais alerta. Agora cada um vai ter que pensar duas vezes antes de fazer qualquer movimento." Emanuel, encostado na parede, troca um olhar com Lexie e comenta baixinho: "Agora todo mundo sabe que ninguém tá seguro. Cada erro pode custar caro... E cada escolha pode mudar completamente o jogo." Lexie cruza os braços e suspira, com expressão séria. "Isso só mostra que a qualquer momento alguém pode ir embora. Ninguém pode relaxar. E eu vou ficar de olho em cada decisão daqui pra frente." Danilo finalmente quebra o silêncio, com firmeza e um leve sorriso: "Agora o jogo realmente começa de verdade." O grupo permanece em silêncio por alguns segundos, absorvendo o peso da eliminação e o recado implícito de Danilo. Alguns olhares se cruzam, cheios de tensão, enquanto outros desviam, tentando fingir calma. O ambiente da casa, que antes parecia apenas cansado, agora parece carregado de estratégia e suspeitas. Enquanto uns se dirigem para a cozinha para tomar água ou se recuperar, outros permanecem nos sofás ou apenas olhando fixamente para o chão.
Na sala da casa, Evandro, visivelmente irritado e ainda com o corpo tenso da prova, se aproxima de Danilo, que está encostado na parede observando o grupo. Evandro respira fundo e solta de forma firme: "Danilo... Precisamos conversar. Por que diabos você me colocou naquela prova? Sabia que eu ia passar, mas ainda assim me colocou lá!" Danilo olha para ele calmamente, sem se intimidar. "Evandro... É simples estratégia de jogo. Você é forte, precisava testar você e mostrar ao grupo que ninguém está seguro." Evandro franze a testa, quase cerrando os punhos. "Testar? Isso não é jogo, isso é colocar alguém à toa pra se ferrar! Eu poderia ter saído!" André, que estava sentado próximo, se levanta rapidamente e coloca uma mão no ombro de Evandro, apoiando-o. "Ele tem razão, Danilo. Não foi legal colocar ele lá só pra jogar poder. Você se arriscou demais." Brenda, que estava mais próxima da cozinha, intervém imediatamente, cruzando os braços em defesa de Danilo. "Calma aí, gente. Danilo jogou dentro das regras. Ele venceu a prova de imunidade, tinha o direito de indicar alguém. E colocou o Evandro porque ele é forte, lógico. Estratégia pura." Evandro respira fundo, ainda encarando Danilo, mas agora com mais intensidade. "Eu sei que era estratégico... Mas isso não muda o fato de que você praticamente me obrigou a enfrentar aquela prova nojenta! E ainda saiu sorrindo no final!" Danilo cruza os braços, mantendo a postura firme. "Evandro... Você passou. Sobreviveu. Isso prova que você é forte. E se eu tivesse te colocado fora, o grupo ia perceber que ninguém está seguro, incluindo você. Tudo faz parte do jogo." André balança a cabeça em concordância com Evandro, mas sem se afastar do grupo: "A questão é que não era só sobre sobrevivência. Era sobre pressão... Você colocou ele em perigo só pra testar sua liderança. Isso mexe com o psicológico de todo mundo." Brenda responde rapidamente, firme: "E é exatamente isso que o Fear Factor é! Quem não entende a dinâmica do jogo não vai longe. Danilo apenas usou o poder que conquistou, e ainda assim Evandro se deu bem." Evandro solta um suspiro pesado, cruzando os braços e olhando para o chão. "Ok... Mas da próxima vez, Danilo, pensa duas vezes antes de brincar com a gente assim. Sobrevivi, mas não vou esquecer." Danilo dá um leve sorriso, mantendo o tom calmo: "Pode deixar. Mas você sabe... Aqui ninguém tá seguro. Isso é só o começo." André ainda olha para Danilo com certo descontentamento, mas aceita a resposta, enquanto Brenda suspira aliviada, satisfeita por ter defendido Danilo. O clima na sala fica tenso, carregado de estratégia e desconfiança. Todos sabem que a competição está cada vez mais pessoal, e que qualquer decisão de um participante pode gerar confrontos como esse.
A luz do sol entra pelas janelas da casa enquanto os participantes começam a acordar. Alguns se arrastam até a cozinha para tomar café, ainda refletindo sobre a prova de eliminação do dia anterior. O clima está carregado de tensão e pensamentos estratégicos. Evandro se aproxima de Emanuel, com uma expressão decidida, enquanto pega um copo de água. "Olha... Eu não vou negar. Quero vencer a próxima prova de imunidade. E quando isso acontecer, vou colocar o Danilo na prova de eliminação. Ele precisa ser testado, e... Sinceramente, ele é perigoso demais pra deixar por aqui." Emanuel cruza os braços e concorda rapidamente, olhando para Evandro com intensidade. "Exatamente. O Danilo tá jogando muito bem, liderando o grupo, manipulando votos... Esse rapaz precisa ser o próximo eliminado. Se ele continuar, só vai complicar pra todo mundo." Evandro sorri levemente, satisfeito com o apoio. "É isso aí. Preciso garantir que ele sinta o peso do jogo." Lexie, que estava observando a conversa enquanto mexia no cabelo, intervém com um sorriso de canto de boca. "Eu, por enquanto, estou satisfeita com a saída da Mirla. Foi justo... Mas se a gente começar a pensar na próxima eliminação, a Brenda poderia ser uma opção. Ela ainda é forte, mas não tanto quanto o Danilo." Evandro se inclina na direção de Lexie, firme e direto. "Não, Lexie... A Brenda é um problema? Talvez. Mas o Danilo é mais perigoso. Ele controla muita coisa aqui dentro, e se a gente deixar ele continuar livre, vai ditar o ritmo do jogo. Minha prioridade é ele." Lexie cruza os braços, pensativa, mas não discorda completamente. "É... Faz sentido. Ele realmente é um alvo estratégico. Mas a Brenda também não pode ser ignorada, principalmente se alguém começar a se aliar a ela." Emanuel dá um leve sorriso, ainda concordando com Evandro. "Exato. Mas o Danilo precisa sentir que ninguém está seguro. E se ele cair na prova de eliminação, o jogo muda completamente." O clima na cozinha fica pesado, mas carregado de estratégia. Cada participante começa a planejar mentalmente seus próximos passos, alianças e possíveis votos. A manhã segue com os participantes refletindo sobre o poder de Danilo e sobre quem será o próximo a ser colocado em risco, cientes de que a disputa está cada vez mais pessoal.
Enquanto Evandro, Emanuel e Lexie discutem estratégias na cozinha, Danilo observa à distância, encostado na parede, tomando seu café. Ele percebe os olhares, os sussurros e as expressões tensas de alguns participantes. Danilo balança a cabeça levemente, com um sorriso contido, mas a mente já analisando o cenário. "Então... Eles já começaram a me mirar. Certo." Brenda, que estava reorganizando algumas coisas na bancada, percebe a expressão de Danilo e comenta de leve: "Você percebeu, né? Todo mundo já tá pensando no próximo alvo." Danilo suspira e responde calmamente: "Percebi. Não é surpresa... Eu tinha que esperar que isso acontecesse. Faz parte do jogo." Ele dá um gole no café e continua pensando em voz baixa, quase para si mesmo: "Evandro quer me colocar na prova de eliminação... Emanuel tá concordando... Lexie tá analisando a Brenda, mas sabe que eu sou mais perigoso... Tudo está se encaixando." Danilo fecha os olhos por um instante, respirando fundo, e depois abre com um olhar determinado: "Então é isso... Se eles querem me testar, ótimo. Eu também sei como virar o jogo a meu favor." Brenda se aproxima, sorrindo de leve, ainda confiante na força do aliado: "Não se preocupe... Você jogou muito até agora. Eles vão ter que pensar duas vezes antes de mexer com você." Danilo dá um pequeno sorriso, mais sério do que contente: "É exatamente isso... O jogo está só começando. E a próxima prova de imunidade vai mostrar quem realmente controla as coisas aqui." Enquanto isso, Evandro e Emanuel continuam conversando sobre suas estratégias, sem perceber que Danilo já percebeu cada movimento. Lexie, ainda observando, se mantém silenciosa, avaliando quem será o mais perigoso e quem pode ser manipulado. O clima na casa fica pesado, carregado de tensão, desconfiança e planos estratégicos. Todos sabem que a próxima prova de imunidade será decisiva e que qualquer passo em falso pode mudar o rumo do Fear Factor.
Os participantes chegam ao campo de provas, e imediatamente percebem a estrutura montada. O vento bate forte e o barulho da altura deixa todos em alerta. Murilo os aguarda, com a postura séria, pronto para explicar a prova. Murilo começa a falar, apontando para a estrutura. "A prova de imunidade de hoje é uma das mais desafiadoras da temporada. Vocês vão enfrentar um percurso montado a quarenta metros de altura, sobre um cânion ou entre dois prédios. Não há rede de proteção, apenas o tubo metálico à sua frente." Os participantes olham para o tubo horizontal, que se estende por dez metros, girando lentamente em torno do próprio eixo. Alguns franzem a testa, tentando calcular a dificuldade. "O objetivo é atravessar este tubo e coletar quatro bandeiras presas a hastes flexíveis que projetam-se para fora do tubo. As bandeiras estão posicionadas a cada dois metros e meio, e para pegá-las, vocês precisarão soltar momentaneamente as mãos do tubo, mantendo equilíbrio e concentração." Murilo faz uma pausa, observando as expressões tensas dos participantes. "A superfície do tubo é levemente escorregadia. Enquanto ele gira, vocês precisarão caminhar ou se arrastar mantendo o centro de gravidade. Um passo em falso ou perder o equilíbrio pode fazer vocês serem jogados para o lado, e isso atrasará o tempo." Ele aponta para o final do tubo, onde há um botão luminoso. "Quando atravessarem o tubo e coletarem todas as quatro bandeiras, devem bater neste buzzer para parar o cronômetro. O melhor tempo garante imunidade. O pior tempo estará automaticamente na próxima prova de eliminação." Murilo dá um passo para trás, olhando para os participantes. "Cada movimento exige equilíbrio, força e coragem. Esta prova vai testar quem realmente domina a própria concentração em situações extremas. Escolham bem seus passos e preparem-se, porque qualquer vacilo pode custar caro." Os participantes se entreolham, alguns com medo, outros com determinação. Evandro cruza os braços, respirando fundo. Danilo observa o tubo com um olhar calculista. Lexie dá um leve sorriso, como se estivesse animada com o desafio. Brenda respira fundo e aperta os punhos, pronta para encarar a prova. O clima está carregado de tensão e expectativa. Todos sabem que cada segundo será decisivo.
Emanuel se aproxima do tubo metálico com passos firmes, respirando fundo. Ele olha para o abismo ao redor, sentindo a altura e o vento bater contra o corpo. A concentração é visível em seu rosto. Murilo confirma as regras mais uma vez, e Emanuel sobe cuidadosamente no tubo. Ele apoia as mãos e sente a superfície levemente escorregadia sob os pés. Com cautela, começa a avançar, mantendo o corpo baixo para manter o equilíbrio. A primeira bandeira surge à sua frente, presa a uma haste flexível. Emanuel solta uma mão do tubo por um instante e a pega rapidamente, sentindo o tubo girar levemente sob seu peso. Ele respira fundo e continua, mantendo os olhos fixos à frente, sem olhar para baixo. A segunda bandeira exige mais esforço. Emanuel se alonga, quase se arrastando pelo tubo, e consegue segurá-la antes de continuar o percurso. Ele sente cada giro do tubo afetando seu equilíbrio, mas mantém a concentração, ajustando cada movimento com cuidado. Chegando na terceira bandeira, Emanuel hesita por um segundo, sentindo o vento forte balançando seu corpo. Ele segura firme no tubo, solta apenas o necessário para pegar a bandeira e segue. O público observa em silêncio, impressionado com a paciência e foco dele. Na quarta e última bandeira, Emanuel estica o corpo completamente, apoiando-se apenas com os pés no tubo giratório. Ele consegue agarrá-la e, com um último esforço, arrasta-se até o final do tubo. Emanuel bate no buzzer com força, encerrando seu tempo. Murilo observa atentamente o cronômetro. O tempo final de Emanuel é 2 minutos e 18 segundos. Alguns participantes aplaudem discretamente, enquanto outros observam em silêncio, analisando a performance dele. Emanuel desce do tubo, respirando fundo, exausto mas satisfeito por ter completado o percurso com segurança.
Evandro caminha até o tubo metálico, respirando fundo e avaliando cada detalhe. Ele olha para a altura, sentindo a adrenalina subir. O vento bate forte, e a estrutura giratória parece ainda mais desafiadora do que parecia de longe. Ele sobe no tubo cuidadosamente, apoiando as mãos e mantendo o corpo baixo, concentrado em cada movimento. O giro lento do tubo exige que ele ajuste constantemente o centro de gravidade para não perder o equilíbrio. A primeira bandeira surge, presa à haste flexível. Evandro solta uma mão por um instante, pega a bandeira rapidamente e mantém o equilíbrio com firmeza. Ele respira fundo e segue avançando. A segunda bandeira exige mais esforço. Ele estica o corpo, quase se arrastando pelo tubo, sentindo o metal escorregadio sob as mãos e pés. Mesmo com o giro do tubo, Evandro consegue agarrar a bandeira sem perder estabilidade. Chegando à terceira bandeira, o tubo gira levemente mais rápido. Ele mantém os olhos fixos na frente, respira fundo e alcança a bandeira, segurando firme antes de continuar. A quarta bandeira está próxima do final do tubo. Evandro se concentra, esticando-se completamente, equilibrando o corpo enquanto o tubo continua girando. Ele pega a última bandeira e arrasta-se até o final do percurso. Evandro bate no buzzer com força para encerrar o cronômetro. Murilo observa atentamente o tempo. O tempo final de Evandro é 1 minuto e 45 segundos, colocando-o na liderança da prova até o momento. Os outros participantes observam com respeito e um pouco de tensão, conscientes de que superar esse tempo será extremamente difícil. Evandro desce do tubo, respirando fundo, com um leve sorriso de satisfação. Ele sabe que conquistou uma grande vantagem para si e para a próxima etapa do jogo.
Elena se aproxima do tubo metálico, respirando fundo enquanto observa o percurso a quarenta metros de altura. O vento bate forte e balança ligeiramente o tubo giratório, aumentando a tensão. Ela ajusta as mãos e os pés antes de subir, tentando controlar o medo da altura. Assim que sobe, Elena mantém o corpo baixo, apoiando as mãos firmemente no tubo e avançando devagar. Cada passo exige concentração máxima para não perder o equilíbrio. A primeira bandeira surge à frente. Elena solta uma mão por alguns segundos, pega a bandeira e continua com cuidado. Ela respira fundo, tentando ignorar o vento e o movimento constante do tubo. A segunda bandeira exige mais esforço. Elena se alonga, sentindo o tubo escorregadio sob as mãos e pés, mas consegue agarrar a bandeira e continuar. Ela mantém os olhos fixos à frente, concentrada em cada passo. Chegando à terceira bandeira, Elena hesita por um instante. O tubo gira lentamente, mas qualquer vacilo poderia fazê-la perder o equilíbrio. Com cuidado, ela pega a bandeira e segue. Na quarta e última bandeira, Elena se estica completamente, equilibrando o corpo enquanto o tubo gira. Ela pega a bandeira e se arrasta até o final do percurso, batendo com força no buzzer para encerrar o cronômetro. Murilo observa atentamente o tempo. O tempo final de Elena é 1 minuto e 53 segundos, colocando-a logo atrás de Evandro e à frente de Emanuel. Alguns participantes aplaudem discretamente, reconhecendo a habilidade e o equilíbrio dela, enquanto outros analisam o resultado, já calculando quem será o alvo da próxima prova de eliminação. Elena desce do tubo, respirando fundo e tentando se recompor, sabendo que conseguiu um bom desempenho, mas que ainda precisará manter atenção máxima nas estratégias dentro da casa.
Danilo se aproxima do tubo metálico com passos firmes, olhando para o percurso a quarenta metros de altura. O vento bate forte contra o corpo, e ele respira fundo, concentrando-se. Ele sabe que qualquer passo em falso pode custar caro. Ele sobe no tubo com cuidado, mantendo o corpo baixo e os olhos fixos à frente. A superfície levemente escorregadia exige atenção, e ele ajusta constantemente o centro de gravidade para não ser jogado para o lado. A primeira bandeira surge à sua frente. Danilo solta uma mão por um instante, pega a bandeira rapidamente e mantém o equilíbrio, respirando fundo antes de continuar. A segunda bandeira exige um alongamento maior. Ele se estica com precisão, quase se arrastando pelo tubo giratório, e consegue agarrar a bandeira sem perder estabilidade. Chegando à terceira bandeira, o tubo gira levemente mais rápido, e o vento aumenta a dificuldade. Danilo mantém os olhos fixos à frente, respira fundo e pega a bandeira com firmeza. A quarta e última bandeira está próxima do final do tubo. Danilo concentra toda a força e equilíbrio, estica o corpo e agarra a bandeira. Ele se arrasta até o final do percurso e bate no buzzer para encerrar o cronômetro. Murilo observa atentamente o tempo. O tempo final de Danilo é 1 minuto e 50 segundos, colocando-o logo atrás de Evandro, mas à frente de Elena e Emanuel. Alguns participantes olham impressionados com a habilidade de Danilo em manter equilíbrio e concentração mesmo sob tanta pressão. Danilo desce do tubo, respirando fundo, com um sorriso satisfeito. Ele sabe que fez um bom tempo, mas a liderança de Evandro na prova deixa claro que a disputa pela imunidade ainda está acirrada.
Brenda se aproxima do tubo metálico com os olhos fixos no percurso, respirando fundo. Ela sente o vento forte batendo contra o corpo e observa os participantes que já completaram a prova. A altura de quarenta metros faz seu coração acelerar, mas ela se mantém focada. Ela sobe cuidadosamente no tubo, apoiando as mãos firmemente e mantendo o corpo baixo. A superfície levemente escorregadia exige atenção constante, e Brenda ajusta o centro de gravidade a cada movimento para não perder o equilíbrio. A primeira bandeira surge à frente. Ela solta uma mão rapidamente, pega a bandeira e mantém a postura firme, respirando fundo antes de seguir. A segunda bandeira exige mais esforço. Brenda se alonga e quase se arrasta pelo tubo giratório, sentindo a superfície escorregadia, mas consegue pegar a bandeira com segurança. Chegando à terceira bandeira, o tubo gira levemente mais rápido e o vento aumenta a dificuldade. Brenda respira fundo, mantém o foco e consegue agarrar a bandeira sem vacilar. A quarta e última bandeira está próxima do final do tubo. Brenda concentra toda a força, estica o corpo com cuidado e pega a bandeira. Com um último esforço, arrasta-se até o final do percurso e bate no buzzer para encerrar o cronômetro. Murilo observa atentamente o tempo. O tempo final de Brenda é 2 minutos e 5 segundos, colocando-a atrás de Evandro, Danilo e Elena, mas à frente de Emanuel. Alguns participantes aplaudem discretamente sua coragem e habilidade, enquanto outros já analisam como isso pode impactar a próxima prova de eliminação. Brenda desce do tubo, respirando fundo, aliviada por ter completado o percurso com segurança, mas consciente de que o tempo dela a deixa em posição vulnerável na disputa pela imunidade.
Lexie se aproxima do tubo metálico com expressão determinada. O vento bate forte, e a altura de quarenta metros a faz engolir seco por um instante, mas ela respira fundo e se concentra totalmente no percurso. Ela observa o tubo girando lentamente e a posição das bandeiras presas às hastes flexíveis. Ela sobe cuidadosamente, apoiando as mãos firmemente na superfície escorregadia e mantendo o corpo baixo. Cada passo exige equilíbrio e atenção máxima, pois o tubo gira continuamente, testando sua concentração. A primeira bandeira surge à frente. Lexie solta uma mão rapidamente, pega a bandeira e mantém a postura estável, respirando fundo antes de seguir adiante. A segunda bandeira exige mais esforço. Lexie se alonga e quase se arrasta pelo tubo, mas consegue agarrar a bandeira com firmeza, ajustando constantemente o centro de gravidade para não ser jogada para o lado. Chegando à terceira bandeira, o tubo gira levemente mais rápido, e o vento aumenta a dificuldade. Lexie mantém os olhos fixos à frente e pega a bandeira sem perder equilíbrio. Na quarta e última bandeira, ela se concentra totalmente. Estica o corpo com precisão, alcança a bandeira e se arrasta até o final do tubo, batendo no buzzer para encerrar o cronômetro. Murilo observa atentamente o tempo. O tempo final de Lexie é 1 minuto e 58 segundos, colocando-a atrás de Evandro e Danilo, mas à frente de Elena, Brenda e Emanuel. Alguns participantes observam impressionados com a segurança e agilidade dela, enquanto outros já calculam quem terá mais chances de imunidade e quem poderá enfrentar a próxima prova de eliminação. Lexie desce do tubo, respirando fundo, satisfeita por ter completado o percurso com sucesso, mas consciente de que a disputa está extremamente acirrada e cada segundo conta.
André se aproxima do tubo metálico com um olhar determinado, respirando fundo enquanto observa o percurso a quarenta metros de altura. O vento forte e o tubo giratório aumentam a tensão, mas ele mantém a concentração. Ele sobe no tubo cuidadosamente, apoiando mãos e pés firmemente na superfície escorregadia. Cada movimento exige equilíbrio e atenção total, pois o tubo gira lentamente, testando sua habilidade e paciência. A primeira bandeira surge à frente. André solta uma mão rapidamente, pega a bandeira e continua avançando, respirando fundo para manter o foco. A segunda bandeira exige que ele se estique mais, quase se arrastando pelo tubo giratório. Ele ajusta o corpo para não perder o equilíbrio e consegue agarrar a bandeira com firmeza. Chegando à terceira bandeira, o tubo gira levemente mais rápido, e o vento aumenta a dificuldade. André mantém os olhos fixos à frente e pega a bandeira com precisão. Na quarta e última bandeira, ele concentra toda a força e equilíbrio. Estica o corpo, pega a bandeira e se arrasta até o final do tubo, batendo no buzzer para encerrar o cronômetro. Murilo observa atentamente o tempo. O tempo final de André é 2 minutos e 12 segundos, colocando-o atrás de todos os participantes que já completaram o percurso. Ele desce do tubo respirando fundo, consciente de que precisará torcer para não ficar com o pior tempo. Murilo reúne todos os participantes na frente do campo de provas, segurando o cronômetro com expressão séria. "Parabéns a todos que enfrentaram a prova de imunidade. Cada um mostrou coragem e equilíbrio, mas como sempre, precisamos definir o melhor e o pior tempo." Ele olha para Evandro com um leve sorriso. "O vencedor da prova de imunidade é... Evandro! Com o melhor tempo de 1 minuto e 45 segundos, você garante imunidade e está seguro da próxima prova de eliminação." Evandro sorri, respirando aliviado, enquanto os outros participantes o observam com respeito e certa tensão. Murilo então olha para Emanuel e André, que aguardam nervosos. "O competidor com o pior tempo é... André, com 2 minutos e 12 segundos. Isso significa que você estará na próxima prova de eliminação." André respira fundo, visivelmente frustrado, mas mantém a postura. Alguns participantes trocam olhares tensos, cientes de que a competição está ficando cada vez mais perigosa. Danilo observa a reação de André, sorrindo levemente de forma calculista. O clima na casa fica carregado de tensão, pois todos sabem que a próxima prova de eliminação será decisiva para a reta final do Fear Factor.
Conheça os Participantes: André Torquato, Branda Passos, Cammie Formigoni, Danilo Moura, Elena Zanotti, Emanuel Trindade, Emilio Alencar, Evandro Arosti, Harper Klein, Henrique Lages, Jorge Andrade, Kayo Toqueton, Lexie Piovani, Lita Lyrui, Marcela Campos, Mirla Santana, Natália Tassinari, Raphael Pigossi, Silvio Cruz, Simone Francinelli, Tony Vianna e Vanessa Marinho.
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