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segunda-feira, 13 de abril de 2026

PCRA: 11x37 - Power Couple Realidade Alternativa - O Mosaico da Sobrevivência


Andrew e Vanderlane entraram na área de prova com uma energia renovada, decididos a apagar a imagem negativa do desempenho anterior. Durante os 45 segundos de memorização, eles utilizaram uma técnica de associação visual, dividindo a sequência de doze placas em blocos de três, com Vanderlane ditando as cores em um ritmo constante para fixar no subconsciente de Andrew. Ao subirem pelo elevador, o nervosismo inicial deu lugar a uma determinação silenciosa, eles sabiam que aquela era, talvez, a última chance de redenção na temporada. Assim que pisaram na primeira viga móvel, a sincronia do casal surpreendeu. Andrew, usando sua força física, assumia a liderança do passo, enquanto Vanderlane mantinha o cabo de segurança tensionado na medida certa para que nenhum dos dois perdesse o centro de gravidade. Mesmo quando os jatos de ar comprimido atingiram a estrutura com força, fazendo as vigas oscilarem lateralmente de forma agressiva, Andrew travou as pernas e serviu de âncora para que Vanderlane não vacilasse. Eles realizaram as seis viagens de ida e volta com uma agilidade fluida, transportando as placas duas a duas sem qualquer queda ou hesitação. No painel final, a comunicação foi o ponto determinante. Vanderlane confirmava cada símbolo antes de Andrew realizar o encaixe definitivo, garantindo que o cansaço das idas e vindas não embaralhasse a sequência decorada no chão. O ritmo da dupla foi constante do início ao fim, sem os atropelos que marcaram suas provas passadas. Ao pressionarem o botão de finalização, o alívio no rosto de ambos era visível: eles não apenas completaram o percurso em um tempo muito competitivo, como demonstraram uma harmonia que há muito não se via, deixando claro que estavam vivos na briga pela segunda vaga da final.

Eduardo e Jéssica entraram no campo de provas com uma aura de foco que parecia isolá-los de qualquer distração externa. Durante os 45 segundos de memorização, eles não apenas olharam para as placas; estabeleceram um código de sinais rápido, onde Jéssica memorizava os símbolos e Eduardo as cores, cruzando as informações em sussurros ágeis. Ao subirem pelo elevador, a postura corporal de ambos denunciava uma preparação de elite: Joelhos levemente flexionados e o centro de gravidade baixo, prontos para enfrentar a instabilidade das vigas. No momento em que o cronômetro disparou nas alturas, o que se viu foi uma aula de sincronia motora. Diferente dos casais anteriores, que tateavam as vigas com cuidado, Eduardo e Jéssica moviam-se em um ritmo contínuo, quase rítmico. Quando os jatos de ar comprimido disparavam lateralmente, eles inclinavam o corpo simultaneamente na direção oposta, anulando o efeito do balanço com uma precisão matemática. O cabo curto de segurança, que para outros era um estorvo, para eles servia como um sensor de movimento, Eduardo sentia a intenção de Jéssica pelo tensionamento do aço antes mesmo de ela dar o passo. As viagens de ida e volta foram executadas com uma velocidade impressionante. Enquanto Jéssica retirava as placas da plataforma inicial, Eduardo já estava posicionado na primeira viga, servindo de trilho humano para a parceira. No painel final, não houve dúvidas ou consultas demoradas: As peças entravam nos encaixes com um estalo seco e decidido. A memória de ambos permaneceu intacta sob o estresse, e eles finalizaram a décima segunda peça com uma fluidez que fez o percurso de 15 metros parecer um solo firme. Ao apertarem o botão final, o cronômetro parou em um tempo que deixou a produção e os outros casais em um silêncio de pura admiração.

Sob a luz intensa dos refletores que faziam o metal das plataformas brilhar, Ana Clara reuniu os três casais na arena, o semblante carregado com a importância do momento. O silêncio era interrompido apenas pelo som do vento soprando entre as estruturas suspensas. Com o tablet em mãos, ela olhou para cada um dos participantes, reconhecendo o esforço físico e mental que acabaram de entregar. Sem fazer mistério, ela anunciou que, com um tempo que desafiou a lógica e uma precisão absoluta na sequência memorizada, Eduardo e Jéssica eram os vencedores da prova. A comemoração do casal foi contida, mas profunda, marcada por um abraço apertado de quem sabia que aquele resultado era o selo definitivo de que o pódio da temporada estava ao alcance das mãos. "Eduardo e Jéssica, vocês acabam de garantir a segunda vaga na nossa Grande Final. Podem respirar aliviados: Vocês se juntam a Fábio e Fellipe no trio de finalistas desta temporada", declarou Ana Clara, enquanto o casal recebia os cumprimentos respeitosos de Bruno, Natalie, Andrew e Vanderlane. No entanto, a apresentadora rapidamente voltou sua atenção para os quatro que restavam na base da estrutura. Com uma voz firme, ela explicou que a jornada ainda não havia acabado e que o destino reservava um último capítulo: Haveria mais uma prova, um duelo final entre os dois casais restantes para definir quem ocuparia a terceira e última vaga na finalíssima. Para dar o tom de urgência e, ao mesmo tempo, permitir que a tensão maturasse, Ana Clara avisou que esse desafio decisivo só aconteceria no dia seguinte. "Por hoje, o limite de vocês foi testado o suficiente. Voltem para a mansão, descansem, se conseguirem e preparem o espírito, pois amanhã, apenas um de vocês cruzará o portão da final, enquanto o outro deixará a competição na porta do pódio", disse ela com um olhar solene. Com a dispensa oficial, os três casais iniciaram o caminho de volta para o confinamento: Eduardo e Jéssica com o peso da glória, e os demais com o peso de uma noite que prometia ser a mais longa e reflexiva de suas vidas.

A subida para a mansão foi feita em dois ritmos distintos: o passo leve e acelerado de Eduardo e Jéssica, e a caminhada pesada e silenciosa de quem ainda carregava o peso da incerteza. Quando as portas automáticas se abriram, o brilho das luzes da sala parecia saudar os novos finalistas. Fábio e Fellipe, que já estavam acomodados, levantaram-se imediatamente ao verem a expressão de triunfo no rosto dos companheiros. "Estamos dentro! Conseguimos a vaga!", exclamou Jéssica, sendo recebida por um abraço efusivo de Fellipe, enquanto Eduardo e Fábio trocavam um aperto de mão vigoroso e um abraço de reconhecimento. A sala foi preenchida por alguns instantes de celebração e risadas, um momento de alívio puro para os dois casais que, após meses de provas e estratégias, finalmente podiam dizer que eram finalistas do programa. No entanto, o clima festivo logo se ajustou ao tom de respeito quando Bruno, Natalie, Andrew e Vanderlane entraram logo atrás. Percebendo o cansaço e o semblante apreensivo dos amigos, Fábio e Fellipe fizeram questão de interromper a comemoração para acolhê-los. Fábio aproximou-se de Bruno e Andrew, colocando a mão nos ombros de ambos. "Amanhã é o dia de vocês. Sabemos o quanto vocês lutaram para chegar até aqui e, honestamente, qualquer um que ocupar essa terceira vaga será um adversário de peso", disse ele com sinceridade. Fellipe também se dirigiu às meninas, desejando que elas usassem essa última noite para recuperar as energias. "Descansem a mente. A pressão é gigante, mas vocês já provaram que são resilientes. Que vença o casal que estiver com o coração mais forte amanhã", desejou ele. O gesto dos rapazes trouxe um breve conforto para o ambiente, transformando a rivalidade iminente em um momento de camaradagem entre competidores que, apesar de tudo, compartilhavam o mesmo sonho. Entre votos de "boa sorte" e abraços de incentivo, os casais começaram a se dispersar para seus respectivos quartos, cientes de que a mansão nunca esteve tão silenciosa e tão carregada de expectativa.

No Quarto Cavernas, a penumbra do ambiente rústico parecia amplificar o peso da derrota. Natalie estava sentada na beira da cama, retirando as fitas adesivas do uniforme com movimentos bruscos, enquanto Bruno andava de um lado para o outro no espaço reduzido. "Por um detalhe, Bruno. Um detalhe de segundos e a gente estaria comemorando com o resto da casa agora", desabafou ela, com a voz embargada pela frustração. Bruno parou diante dela e segurou suas mãos, tentando trazer foco para o momento. "Não adianta olhar para o relógio que já parou, Nat. A gente foi bem, nossa sincronia foi impecável, mas o Eduardo e a Jéssica foram cirúrgicos. O plano agora é um só: amanhã não existe medo. Se a prova for de força, eu dou o meu sangue, se for de memória, você assume o comando. A gente não sobreviveu a esse quarto e a todos os perrengues para morrer na praia." Natalie respirou fundo, secando o rosto e olhando para o parceiro com uma determinação renovada. Eles começaram a traçar cenários possíveis para a prova decisiva, prometendo um ao outro que, independentemente do que Ana Clara apresentasse amanhã, eles jogariam com uma agressividade que ainda não tinham mostrado na temporada. Enquanto isso, na área externa, o vento batia contra a lona da Barraca de Camping, criando um som constante que isolava Andrew e Vanderlane do resto da mansão. Deitados sobre os colchonetes, eles olhavam para o teto da barraca em silêncio por um longo tempo. "A gente sempre acaba aqui, né? No aperto, no limite", comentou Vanderlane, com um sorriso triste. Andrew se virou para ela, segurando sua mão com força. "Mas a gente sempre volta, Van. Quantas vezes todo mundo achou que a gente ia sair e a gente deu a volta por cima? Estar na barraca de novo é só o universo testando se a gente quer essa final de verdade." Eles começaram a sussurrar planos, cientes de que a próxima prova seria a "prova da vida" deles. Andrew reforçou que a vantagem deles era não ter mais nada a perder: "O Bruno e a Natalie têm a pressão de serem os favoritos entre nós dois. A gente só tem a nossa vontade de vencer. Amanhã, a gente vai entrar naquele campo de provas como se fosse o primeiro dia, com a fome de quem quer comer o asfalto." Sob a luz de uma lanterna pequena, o casal selou o pacto de que não aceitariam nada menos que a terceira vaga no pódio, transformando o desconforto do camping em combustível para a batalha final.

A manhã na mansão amanheceu com uma leveza inédita para os quatro finalistas já confirmados. No ambiente Galáctica, o sol entrava pelas grandes janelas, iluminando uma mesa farta de café da manhã que parecia um banquete de celebração. Fábio e Fellipe, ainda vestindo seus roupões, entraram no quarto de Eduardo e Jéssica carregando canecas de café fumegante e um sorriso que não conseguiam esconder. O clima era de vitória absoluta; entre croissants e frutas, os quatro brindaram com suco de laranja ao fato de que, pela primeira vez em semanas, o peso da prova do dia não recairia sobre os ombros deles. "É uma sensação surreal acordar e saber que o nosso lugar naquela bancada da final já tem nome", comentou Fellipe, recostando-se nas almofadas futuristas do quarto. Eduardo concordou, servindo-se de mais um pouco de café, e pontuou o quanto o nível da competição subiu nas últimas 24 horas. Eles começaram a analisar, com o olhar clínico de quem já garantiu a vaga, o embate que estava por vir. Fábio observou que a disputa entre Bruno e Natalie contra Andrew e Vanderlane seria um choque de estilos: A técnica e o equilíbrio emocional dos ocupantes das Cavernas contra a resiliência bruta e a imprevisibilidade de quem sobreviveu à Barraca de Camping. "O Bruno e a Nat são muito constantes, mas o Andrew e a Van crescem quando estão acuados", analisou Jéssica, enquanto dividia uma fatia de bolo com Eduardo. O quarteto especulou sobre qual seria o limite físico dos adversários após uma noite tão tensa, concordando que a última prova exigiria mais do psicológico do que do corpo. Entre risadas e comentários sobre os momentos mais difíceis da temporada, eles saborearam cada minuto daquele café da manhã especial, desfrutando do privilégio de serem espectadores de luxo do capítulo mais dramático que estava prestes a ser escrito na arena de provas. Era a calma antes da última grande tempestade, e eles sabiam que, independentemente de quem vencesse, a final seria um campo de batalha entre gigantes.

O som de um sinal sonoro ecoou por toda a mansão, interrompendo o clima de calmaria e trazendo de volta a realidade da competição. A voz de Ana Clara reverberou pelos alto-falantes, firme e carregada de expectativa: "Bruno e Natalie, Andrew e Vanderlane, o momento chegou. Por favor, dirijam-se imediatamente ao campo de provas. O destino de vocês nesta temporada será decidido agora." O anúncio fez o estômago de todos gelar. Eduardo, Jéssica, Fábio e Fellipe deixaram o café da manhã de lado e acompanharam os quatro competidores até a porta principal da mansão, formando um corredor de apoio. O clima de rivalidade foi substituído por uma empatia genuína; afinal, todos sabiam o que significava estar a um passo da eliminação. "Aproveitem cada segundo lá embaixo e mantenham a cabeça no lugar", disse Eduardo, apertando a mão de Bruno e, logo em seguida, a de Andrew. Jéssica abraçou Natalie e Vanderlane, sussurrando: "Deem o sangue, vocês duas são gigantes. Que seja uma prova linda." Fábio e Fellipe também fizeram questão de demonstrar respeito. "Independentemente do resultado, vocês já são vencedores por terem chegado até aqui. Boa sorte para os dois casais", declarou Fábio com um aceno respeitoso. Enquanto Bruno, Natalie, Andrew e Vanderlane cruzavam o portal e iniciavam a descida para a arena, os quatro finalistas ficaram observando até que eles sumissem de vista. O silêncio que se seguiu na mansão era o presságio de que o confronto final seria épico. Lá embaixo, Ana Clara já os aguardava sob as luzes da arena para dar início ao duelo que definiria, de uma vez por todas, o trio de elite da grande final.

Ana Clara aguardava os dois casais no centro da arena, onde uma estrutura massiva e complexa havia sido montada sob uma iluminação dramática. Com um semblante que misturava seriedade e entusiasmo, ela iniciou a explicação da prova que decidiria o último finalista da temporada. O desafio central girava em torno de uma mesa gigantesca dividida em quadrantes, cercada por cinco grandes tanques de acrílico repletos de substâncias distintas: Areia, água gelada, lama, bolas de plástico e serragem. Dentro desses tanques, cinco mil peças de um quebra-cabeça estavam misturadas e espalhadas, e o objetivo final seria completar áreas estratégicas da imagem que formava a foto oficial do casal na mansão para garantir a vitória. A dinâmica da prova exigiria uma coordenação motora e estratégica impecável, dividida em funções específicas que se alternariam obrigatoriamente. Um dos cônjuges teria a missão de mergulhar nos tanques para localizar as peças, mas com uma restrição técnica severa: por serem magnéticas, as peças só poderiam ser transportadas até a mesa através de um bastão imantado, sem qualquer auxílio das mãos. Enquanto isso, o outro parceiro ficaria responsável pela montagem em uma plataforma elevada que se movia lateralmente. Apenas quem estivesse na plataforma poderia tocar nas peças para encaixá-las, tendo também a responsabilidade de ditar o ritmo e orientar o mergulhador sobre cores e formatos necessários. Ana Clara enfatizou que a cada cinco minutos o cronômetro seria pausado para a troca de funções, forçando ambos a dominarem tanto a busca física nos tanques quanto o raciocínio lógico na mesa. Para vencer a prova e garantir a última vaga na final, o casal precisaria montar as quatro quinas do quebra-cabeça e preencher completamente o logotipo central do programa. A apresentadora alertou para a gravidade das penalidades, informando que qualquer peça que caísse no chão resultaria em um minuto de paralisação total da dupla. Como elemento de sorte e estratégia, ela revelou a existência de dez peças douradas escondidas nos tanques, cada uma delas, se encaixada corretamente, reduziria o tempo final do casal em dois minutos. A prova chegaria ao fim com a conclusão do logotipo central ou ao esgotar o limite de trinta minutos, sendo declarado vencedor o casal que finalizasse o desafio no menor tempo ou que, ao soar do gongo, tivesse o maior número de peças conectadas ao centro. Com um olhar firme para Andrew, Vanderlane, Bruno e Natalie, Ana Clara encerrou a explicação deixando claro que ali, entre a lama e o acrílico, apenas um sonho continuaria vivo.

Bruno e Natalie iniciaram a prova com a precisão de quem havia ensaiado cada movimento. Natalie assumiu a primeira rodada nos tanques, mergulhando o bastão magnético na água gelada e na serragem com uma agilidade impressionante. Enquanto isso, Bruno, do alto da plataforma móvel, operava como um verdadeiro maestro; ele não apenas recebia as peças, mas já as organizava por tonalidades nos quadrantes da mesa, gritando comandos claros sobre os tons de azul e dourado que compunham as bordas da foto oficial do casal. A sincronia na troca de funções aos cinco minutos foi cirúrgica, sem perder um segundo sequer de cronômetro. Na segunda metade da prova, a estratégia do casal se provou eficiente. Bruno, agora mergulhando na lama e nas bolas de plástico, conseguiu pescar três das cobiçadas peças douradas, equilibrando-as no bastão com uma firmeza admirável para evitar a penalidade de queda. Natalie, na plataforma, demonstrava um raciocínio lógico rápido, encaixando as quinas com facilidade e começando a preencher o logotipo central com uma velocidade que impressionou a produção. Mesmo com o cansaço físico pesando nos braços de Bruno, eles mantiveram o ritmo constante, completando as bordas e deixando o logotipo central quase finalizado, saindo da arena com a sensação de terem estabelecido um tempo muito difícil de ser batido.

Andrew e Vanderlane entraram na arena com o olhar de quem estava jogando a vida naquele quebra-cabeça. Vanderlane começou nos tanques e, logo nos primeiros segundos, demonstrou uma técnica única: ela não apenas mergulhava o bastão, mas usava movimentos curtos e precisos para pescar as peças sem que elas balançassem. Andrew, na plataforma elevada, estava em um estado de fluxo absoluto. Ele movia a base lateral com o pé enquanto usava as mãos para organizar as peças que Vanderlane entregava, criando pequenos montes separados por texturas, o que facilitava o encaixe imediato. A comunicação entre os dois era quase telepática. "Vem na areia, canto inferior direito!", comandava Andrew, e Vanderlane mergulhava sem hesitar, confiando cegamente na visão estratégica do parceiro. Na primeira troca de funções, a transição foi tão veloz que parecia um movimento coreografado. Andrew, agora nos tanques, usou sua envergadura para alcançar o fundo do tanque de lama, resgatando de uma vez quatro peças douradas em passagens sucessivas, equilibrando-as com uma calma que contrastava com a batida acelerada da trilha sonora. Na plataforma, Vanderlane mostrou que sua memória visual estava mais afiada do que nunca. Ela encaixava as peças do logotipo central com um estalo firme, sem vacilar sobre a posição de cada símbolo. Nem mesmo os jatos de fumaça e a pressão do cronômetro pareciam abalá-los. Enquanto os outros casais haviam focado apenas em buscar peças aleatórias, Andrew e Vanderlane pareciam saber exatamente onde cada fragmento estava escondido. Eles fecharam as quatro quinas com uma rapidez assustadora e mergulharam na fase final do logotipo central com uma determinação que deixou a equipe técnica em silêncio. Ao encaixarem a última peça dourada, o tempo de bônus acumulado parecia ser o toque final de uma performance que beirou a perfeição técnica e emocional.

Com o cronômetro parado e os dois casais ofegantes, cobertos de lama e serragem, Ana Clara aproximou-se da mesa de montagem com o tablet que continha os tempos oficiais. O silêncio na arena era tão denso que se podia ouvir apenas a respiração pesada dos competidores. Ela olhou para as duas mesas, reconhecendo o desempenho excepcional de ambos, mas lembrou que, no Power Couple, a vitória muitas vezes é decidida nos detalhes e nos bônus conquistados. Com um suspiro solene, ela anunciou que, graças ao tempo recorde de montagem e ao uso estratégico das peças douradas que abateram minutos cruciais, Andrew e Vanderlane eram os vencedores da prova e os últimos finalistas da temporada. O anúncio trouxe um misto de explosão e choque. Andrew e Vanderlane caíram de joelhos, abraçando-se em meio às lágrimas, enquanto o peso de terem sobrevivido à Barraca de Camping e à última vaga se transformava em alívio. No entanto, o clima rapidamente mudou para uma melancolia respeitosa quando Ana Clara dirigiu-se ao outro quadrante. "Bruno e Natalie, vocês fizeram uma prova brilhante, uma das mais limpas que já vimos aqui. Mas, por uma diferença mínima de tempo, infelizmente a jornada de vocês na mansão termina hoje. Vocês estão eliminados", disse a apresentadora com um tom de voz visivelmente carregado de empatia. A reação entre os casais foi de uma humanidade profunda. Bruno e Natalie, apesar da dor da derrota no último degrau, foram os primeiros a se aproximar de Andrew e Vanderlane. Os quatro se fundiram em um abraço coletivo, trocando palavras de incentivo e consolo. "Vocês merecem muito, lutaram desde o início", disse Natalie, segurando as mãos de Vanderlane, que soluçava de emoção. Bruno apertou a mão de Andrew, reconhecendo a garra do adversário e desejando que eles fizessem uma final inesquecível. Foi um momento de camaradagem que transcendeu o jogo, selando o respeito entre dois casais que deram tudo de si. Ana Clara, então, retomou a condução do programa para finalizar o ciclo. Ela pediu que Bruno e Natalie fizessem suas últimas despedidas e deixassem o confinamento diretamente pela saída da arena, agradecendo-os pela trajetória íntegra e emocionante. Em seguida, voltou-se para os vencedores: "Andrew e Vanderlane, limpem o rosto e ergam a cabeça. Vocês venceram o impossível. Podem voltar para a mansão, o trio de finalistas está completo". Enquanto o casal vencedor iniciava a subida de volta para a casa, ainda processando a notícia, Bruno e Natalie caminharam em direção oposta, deixando para trás a arena, mas levando consigo o reconhecimento de terem sido competidores gigantes até o último segundo.

Quando as portas da mansão se abriram e Andrew e Vanderlane surgiram na sala, ainda manchados pela lama e pela serragem da arena, o silêncio que se instalou foi de puro choque. Fábio, Fellipe, Eduardo e Jéssica levantaram-se num salto, os rostos divididos entre a surpresa e a incredulidade. O retorno da dupla que veio da Barraca de Camping, considerada por muitos como os azarões da rodada, foi um golpe de realidade que mudou instantaneamente a energia da casa. "Não acredito! Vocês conseguiram!", gritou Fellipe, quebrando o gelo e correndo para abraçá-los, sendo seguido pelos outros que, apesar do espanto, fizeram questão de envolver os novos finalistas em uma comemoração efusiva. Eduardo e Fábio trocavam olhares de respeito, reconhecendo que a resiliência de Andrew e Vanderlane os tinha levado ao panteão final da temporada. Em meio aos gritos de alegria e aos relatos emocionados sobre a prova do quebra-cabeça, a televisão da sala ligou subitamente, exibindo o rosto de Ana Clara com um sorriso vibrante. "Atenção, finalistas! Olhem bem para quem está ao lado de vocês", começou ela, fazendo com que os seis se dessem as mãos em um semicírculo. "Fábio e Fellipe, Eduardo e Jéssica, Andrew e Vanderlane... Este é o trio de ferro. Oficialmente, vocês são os grandes finalistas desta temporada! Vocês sobreviveram a tudo: Ao confinamento, às provas impossíveis e aos próprios limites." Os casais aplaudiram, o peso da jornada finalmente se transformando em puro êxtase. Para coroar o momento, Ana Clara anunciou que a tensão das provas tinha acabado e que a hospitalidade da mansão seria elevada ao nível máximo. "O trabalho duro de vocês terminou. Corram até a despensa, porque deixamos comida e bebidas especiais para que vocês celebrem essa conquista como verdadeiros campeões. Agora, o destino não está mais nas mãos de vocês. Relaxem, aproveitem a casa e esperem a decisão final", disse ela, antes de se despedir dos participantes. A câmera então fechou no rosto da apresentadora, que mudou o tom de voz para falar diretamente com o espectador, enquanto o som da comemoração dos casais ficava ao fundo. "E para você que nos acompanhou em cada desafio e em cada lágrima: A votação está oficialmente aberta no nosso portal! Fábio e Fellipe, Eduardo e Jéssica ou Andrew e Vanderlane? Agora é a sua vez de assumir o comando e declarar quem merece levar o grande prêmio para casa. O poder é todo seu. Votem muito! O resultado você descobre na nossa Grande Final. Boa noite!", finalizou Ana Clara, enquanto a trilha sonora épica do programa subia, encerrando o episódio com a imagem dos três casais brindando na sala da mansão.

OFF: A votação para definir qual casal deve vencer a temporada está aberta agora e será finalizada amanhã (08/05) às 23:00. Vocês votam AQUI.

Conheça os Participantes: Alessandra CarvalhoAlmir LeiteAndrew Young-LaeBruno XioCilene SulzbachCláudia SantosDanielle MagalhãesDarcy RodriguesDéborah CarvalhoEdilson JoanesEduardo AlvesFábio FurlanFellipe FurlanIraí SulzbachJéssica da SilvaKaio MiussiLuciana HurtadoMauricio LucenaNatalie MoraesRafael MarquesRegiane OliveiraRenan PopperSabrina ZuoyiSara RodriguezTammy RomanoValter OliveiraVanderlane Lae e Wesley Santos.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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