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quarta-feira, 27 de junho de 2012

Bruna Entrevista: 1x13 - Daniel Bezerra


Olá, olá... Tudo bem queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje foi vencedor da nossa dinâmica de votação em que alguns leitores participaram... E o nosso vencedor foi o querido Daniel Bezerra, que também possui um blog na internet. Vem conferir o nosso papo! 

Bruna Jones: Antes da gente começar a falar um pouco mais sobre a sua história, nos conte um pouco sobre você?
Daniel Bezerra: Humor é meu segundo nome rs, sou muito bem humorado, extrovertido. Amo escrever para meu blog "Nottas da Fama". Ainda não sou formado em nenhuma profissão, completei a pouco tempo 18 anos e pretendo ingressar curso de jornalismo em uma boa faculdade para aprimorar minha escrita no "Nottas da Fama". Amo cantar, exercito este "dom que Deus que me deu" na igreja que frequento. Já tenho minhas próprias composições, pretendo gravar meu cd em breve.

Bruna Jones: Como surgiu a ideia de montar o blog "Nottas da Fama"?
Daniel Bezerra: Bom, sempre adorei saber sobre a vida dos famosos e vivia fuçando na internet procurando informações sobre os participantes de "A Fazenda 5" foi quando encontrei este blog maravilhoso "O Diário de Bruna Jones". Até ai eu já soltava algumas notas no meu Twitter (@DBezerraOficial) e morria de vontade de montar um blog, mas não sabia mexer com a parte técnica. Foi ai que meu parceiro de blog começou a me seguir por soltar essas bombas sobre os famosos que todos amam. Logo ele me consultou sobre o que eu achava da ideia de criar um blog, e claro que na mesma hora eu aceitei, mesmo ele tendo pouco tempo, criou o designer e me ensinou o necessário para conduzir um blog, e dai em diante o "Nottas da Fama" começou a ter grande quantidades de acesso com pouca divulgação. No fim deste mês, o blog completa 3 meses de existência com arredondos 19 mil acessos. Uma pessoa após ver o grande desempenho do blog resolveu investir, "Nottas da Fama" agora será um site, seu designer já está pronto nas mãos de um profissional.

Bruna Jones: Acredita que com este blog o seu desempenho no curso de jornalismo vai render mais?
Daniel Bezerra: Este é meu objetivo Bruna. O blog é apenas uma experiência para o que será minha vida pós ou durante o curso de jornalismo, até porque minha meta é fazer entrevistas com humor para um programa de televisão. Espero que a experiência com o blog me ajude no curso e que o curso me ajude a aprimorar o blog, futuro site.

Bruna Jones: Sua paixão por reality show começou com "A Fazenda" ou antes dela?
Daniel Bezerra: Bom, sempre fui fã de reality show do tipo confinamento. Mas eu me viciei mesmo quando a 1ª temporada de "A Fazenda" foi ao ar, foi daí que surgiu esta paixão. Agora estou vibrando mais do que nunca com a 5ª temporada, pois a minha amada amiga Nicole Bahls está lá, e através dos meus contatos e informações, passei para ela a lista e perfil completo de todos os participantes para que ela ficasse de olho bem aberto com todos. Aliás ela é madrinha do meu blog, foi com uma matéria e permissão dela que iniciei este projeto.

Bruna Jones: Qual a sua ligação com o mundo do humor?
Daniel Bezerra: Eu sempre fui muito brincalhão, um palhaço nato com espontaneidade, sempre assisti muito o programa "Pânico", que influenciou meu humor até certo ponto. No meu último ano do ensino médio, meu grupo inteiro tinha este humor aflorado, que chegava até passar do ponto de vez em quando, mas foi aí que minha legado de "humorista" foi firmado.

Bruna Jones: Você gostaria de trabalhar com entrevistas e humor na televisão, mas também pensa em gravar um cd. Acha que consegue lidar com ambas as carreiras, ao mesmo tempo ou teria que optar por uma delas?
Daniel Bezerra: Ai você me pegou. Eu estou justamente pensando nisto, realmente quero as duas coisas. Creio eu que dê para conciliar, mas se um dia eu estiver em alta com alguma das duas "paixões" terei que optar por uma só, mas caberá a direção que Deus me der para escolher entre as duas.

Bruna Jones: Quem é o seu exemplo de profissional?
Daniel Bezerra: Meu desejo de ter um blog nasceu a partir do momento que virei "freguês" do "O Diário de Bruna Jones", (isto não é "puxa-saquismo" por estar sendo entrevistado por este blog, mas é a pura realidade). Além da escritora deste blog, também me inspiro no Fefito (Fernando Oliveira do IG) que dá informações verdadeiras sem mexer com a imagem de ninguém, e por isso o admiro. Já na área da música, a cantora que é minha referência é Dani Grace, uma cantora gospel talentosíssima, quem quiser ouvi-la busque por Dani Grace e vão ver que não é exagero meu.

Bruna Jones: O que achou de ser o leitor entrevistado da primeira temporada de entrevistas?
Daniel Bezerra: Eu adorava o "Bruna Entrevista", e pensei que seria bom pra mim por conta de meu blog, mas também para declarar minha gratidão pelo o blog que foi minha inspiração. Quando recebi a resposta de que concorreria com outras pessoas em uma enquete esta entrevista dei um pulo e gritei o bordão da Nick (Nicole Bahls) "Ai que tudo" (risos). Quando a votação chegou ao fim vi que tinha muito mais votos que os outros concorrente eu me alegrei muito.

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho para a gente, olha só: "Primeiramente quero deixar o endereço do meu blog AQUI, meu e-mail para contato é daniel_2007santos@hotmail.com, meu Twitter é @DBezerraOficial não deixem de me seguir, e no Facebook estou como Daniel Bezerra. Quero deixar aqui minha sincera gratidão por você Bruna e por este blog maravilhoso, beijos e em breve espero estar na televisão divertindo vocês leitores do "O Diário de Bruna Jones"." e nós torcemos para que todos os sonhos dele sejam realizados.

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Bruna Entrevista: 1x12 - Daniel Gevaerd


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje teve uma breve participação na nona temporada do "Big Brother Brasil", estou falando do querido Daniel Gevaerd que aceitou vir compartilhar um pouco da sua experiência na casa de vidro do confinamento. Vem com a gente! 

Bruna Jones: Em 2009 você foi um dos participantes selecionados para participar da casa de vidro do "Big Brother Brasil". Como foi para você a experiência de ter feito parte da primeira turma na história do programa que ficou confinada em um shopping?
Daniel Gevaerd: Vejo como uma fase muito marcante da minha vida, de muito aprendizado.

Bruna Jones: Muita gente tem a seguinte duvida: Você ficou sabendo que não entraria na casa oficial ao vivo ou foi informado pela produção antes do programa ir ao ar? Como foi sua reação?
Daniel Gevaerd: Ao vivo, da pior maneira possível. Confesso pela primeira vez, que no hotel, o qual fiquei sete dias trancado igualmente todos os outros participantes, lembro que dias antes da estreia do programa, me deram uma indireta sobre a Casa de Vidro e no camarim do Projac antes de começar, levei outra indireta, do tipo "... e depois que sair do carro, ir até o Bial e pegar uma bolinha, tem uma surpresinha te esperando!" com direito a 3 tapinhas no ombro. Sofri pressão psicológica em todos os momentos da minha participação, consentindo calado, sozinho de verdade eu e minha fé, abalada no momento. O público acho que só viu a parte bonitinha.


Bruna Jones: Infelizmente você acabou ficando poucos dias confinado no programa, não passando pela fase da casa de vidro, mas, você acha que aguentaria ficar por mais algum tempo no jogo ou não teria paciência necessária para conviver com os outros participantes?
Daniel Gevaerd: Sou forte, aguentaria tudo. Mas na época eu era muito imaturo.

Bruna Jones: O programa acaba trazendo ex-participantes para uma nova oportunidade, se você fosse convidado, aceitaria passar por essa experiência novamente? Ou quem sabe uma possível participação em "A Fazenda"?
Daniel Gevaerd: Não. Estou em outro momento da minha vida.

Bruna Jones: Falando em convites, em 2011 tiveram boatos de que você recebeu um convite da "G Magazine" para posar nu e estampar uma das capas da revista. Este ensaio chegou a ser realizado mesmo ou tudo não se passou de boatos? Se fosse convidado novamente, aceitaria tirar a roupa?
Daniel Gevaerd: Verdade, um assessor conhecido meu me questionou na época sobre essa possibilidade e vazou na mídia. Quando sai do programa, tive muitas propostas pra posar nu, mas graças a Deus não fui além, não seria um bom negócio pra mim, então, de jeito nenhum aceitaria fazer isso neste momento. Só o Paparazzo, já valeu demais.


Bruna Jones: Você entrou no programa anônimo e mesmo ficando pouco tempo na atração, foi o bastante para se tornar uma pessoa pública. Como você lidou com o assédio repentino do público?
Daniel Gevaerd: Assustei um pouco, não tinha experiência com esse tipo de coisa, mas consegui tirar proveito de boas oportunidades para trabalhar como modelo, presenças vips, pude ter chance de conhecer muitas pessoas, fiz amigos e viajei pra varias cidades.

Bruna Jones: Ainda hoje as pessoas te questionam muito sobre como foi o seu confinamento no "Big Brother Brasil"? Você ainda tem contato com os participantes da sua temporada?
Daniel Gevaerd: Nossa, até hoje me perguntam. Sim, tenho contato de alguns e participo de um grupo fechado de ex-participantes no Facebook, me divirto muito lá! rsrrsrsrs...

Bruna Jones: Olhando para o futuro agora: Quais são os seus planos aqui pra frente?
Daniel Gevaerd: Sou proprietário há 7 anos da empresa, hoje nacional, o site "BADALADOS" (AQUI), tem meio milhão de acessos por mês. É um ambiente virtual estilo coluna social, retratando o show business da minha cidade, Campo Grande-MS, Sampa e Rio de Janeiro. Realizamos entrevistas com personalidades, já foram mais de 100, e o principal são as coberturas fotográficas das festas, eventos, envolvendo acontecimentos marcantes. Estamos traçando metas com novos projetos dentro do site, com uma revista.


Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Obrigado pelo carinho do blog e um abraço forte a todos os seguidores de Bruna Jones!" e para quem quiser entrar em contato com o nosso querido convidado, fica a dica do próprio: "Quem quiser trocar uma ideia, sugerir uma parceria com o Badalados, pode falar direto comigo: Twitter: @danielgevaerd ou através do e-mail: danielgevaerd@globo.com" combinado? 

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

quarta-feira, 13 de junho de 2012

Bruna Entrevista: 1x11 - Ligado em Série


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é o querido Bruno Carvalho, que possui um site chamado "Ligado em Série". Como será que funciona? O que se passa pelo mundo dos seriados? Séries deveriam invadir os cinemas? Tudo isso e muito mais em 3,2,1...

Bruna Jones: Como surgiu a ideia de criar um site sobre séries?
Bruno Carvalho: A ideia nasceu nos fóruns do site Cinema em Cena, que tinha uma área dedicada a séries. Eu postava minhas opiniões lá com frequência e logo o editor do portal, o crítico de cinema Pablo Villaça, me convidou para ter um blog lá em 2006. O espaço ganhou rápida notoriedade e por isso fui convidado em 2007 pelo iG para criar o Ligado em Série, que lá ficou no ar por 3 anos e em 2011 seguiu independente em domínio próprio e agora com a ajuda dos colunistas Davi Garcia, do antigo Dude We Are LOST e Bruna Bottin, do Séries In Séries.

Bruna Jones: Como é a divisão de tarefas entre vocês?
Bruno Carvalho: Não há uma divisão de tarefas definida. Cada colunista posta sobre as séries que vê e notícias que apuram e eu como editor chefe avalio e publico.


Bruna Jones: Para trabalhar no site, tem que ter um número mínimo de séries que cada colunista acompanha? Como é feito essa seleção?
Bruno Carvalho: O objetivo do Ligado em Série não é de ser um blog com muitos colunistas e dezenas de reviews por dia, por isso não fazemos seleção aberta. Quando identificamos algum colunista que possui uma visão editorial interessante, fazemos o convite para escrever um post piloto e, se a resposta dos leitores é positiva, abrimos um espaço. Procuramos autores com visão crítica, cujas análises de séries e episódios não se limitam a fazer um resumo do que foi exibido em tela. Temos um blog de opiniões e valorizamos aqueles que conseguem expressá-la com embasamento.

Bruna Jones: No meio de tantos seriados que começam e terminam ao longo de cada ano, como vocês escolhem as séries que serão tratadas no site ou acabam falam sobre todas?
Bruno Carvalho: Escolhemos as séries que, de alguma forma ou de outra, chamam atenção do público. Conforme disse, não temos a pretensão de ser um blog que fala de todas as séries, até porque todos os colunistas tem trabalhos extra blog que impedem uma dedicação exclusiva ao espaço.

Bruna Jones: O que vocês acham de séries que são canceladas antes mesmo de uma season finale? Coisa que aconteceu recentemente com "Charlie's Angels" da ABC.
Bruno Carvalho: Cancelamentos sem final são comuns na TV americana e geralmente são um reflexo da baixa qualidade da produção ou da má estratégia do canal em exibi-la. Claro que existem exceções, mas geralmente uma série cancelada sem final na 1a temporada deixa muito a desejar em termos de roteiro.


Bruna Jones: Qual série merecia voltar para uma nova temporada?
Bruno Carvalho: Sempre cito que "Veronica Mars" (The CW) é uma série que deveria ter tido uma chance de concluir sua história. Ela foi cancelada na 3a temporada por baixa audiência, mas era um drama adolescente que se destacava da média por apresentar uma personagem interessante e um roteiro mais denso (e talvez este tenha sido o motivo de seu cancelamento).

Bruna Jones: "Sex and the City" e "Arquivo X" são exemplos de séries que foram para as telonas, qual a dificuldade que vocês acham que existe para que outras séries façam o mesmo, como por exemplo "Friends", "Veronica Mars" e outras? Ou vocês acreditam que esse tipo de produção é desnecessária e certas séries devem permanecer na televisão?
Bruno Carvalho: Para uma série ganhar uma continuação ou adaptação cinematográfica, ela primeiramente deveria ser criativamente necessária e devidamente adaptada para este tipo de mídia. A linguagem do cinema é bem diferente da televisão e muitas destas adaptações tem apenas o objetivo de ser um caça-níquel para o estúdio. Algumas séries se iniciam com um filme, como foi o caso de "Battlestar Galactica", e o resultado acaba sendo mais positivo.

Bruna Jones: O spin-off é uma tentativa de manter um bom personagem com um programa solo ou apenas uma desculpa para tentar gerar mais lucro?
Bruno Carvalho: O spin-off também é uma clara tentativa de explorar economicamente uma série e/ou personagem de sucesso. Um spin-off também somente deveria ser feito se criativamente relevante (como o de "Frasier", que derivou de "Cheers"; o de "Angel" que derivou de "Buffy"). "Joey" é o exemplo de um spin-off que foi um grande desastre, por tentar prorrogar o sucesso de "Friends" e falhar feio. Prefiro que as séries pensem em dar boas histórias aos personagens que tem e concluí-las em vez de ficarem criando subterfúgios para derivá-los em novas produções.


Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E se vocês quiserem continuar acompanhando nas redes sociais, basta clicar AQUI para conferir a página no Facebook ou então procurar no Twitter por @ligadoemserie, beleza????

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Bruna Entrevista: 1x10 - Marcus Deminco


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é escritor, modelo, foi capa da "G Magazine" há exatos 10 anos atrás e também rolou toda uma história de que ele teria participado do "Ilha da Sedução" do SBT, será que é verdade? Vem conferir um pouco mais da história do querido Marcus Deminco! 

Bruna Jones: Vamos começar lá pelo inicio, sim? Muita gente possui a ideia de que você participou do "Ilha da Sedução", um reality show de romance do SBT. Isso de fato aconteceu ou não passou de uma especulação?
Marcus Deminco: É engraçado que – vez por outra – alguém ainda me pergunta detalhes sobre esse programa, como se eu, realmente tivesse participado. Dessa forma, acho que não seria totalmente equivocado afirmarmos que ganhei alguma visibilidade, mesmo sem ter sido visto (risos). Na realidade, eu participei, juntamente com outros candidatos, apenas do processo seletivo. Porém, depois de todas as avaliações, já na última etapa, acabei sendo reprovado, justamente no psicoteste. Embora eu sempre soubesse que alguma coisa em mim funcionava (e ainda funciona) bem diferente das outras pessoas, e sem jamais imaginar naquela época que a minha impulsividade desenfreada era decorrente do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), confesso que fiquei muito mais incomodado por aquela espécie de desaprovação psíquica que me privava, do que pelo fato de ter sido eliminado do programa.

Bruna Jones: Depois desta "participação", você despertou interesse no pessoal da "G Magazine" e acabou estrelando uma das capas da revista em junho de 2002, como foi pra você realizar este ensaio?
Marcus Deminco: O que despertou realmente o interesse por parte da revista foi o fato de eu ter desfilado em cima de um trio elétrico, em pleno carnaval baiano, representando um Deus grego. Quanto ao ensaio, apesar do imenso profissionalismo de toda equipe de produção, da enorme paciência com o meu amadorismo, da simpatia e boa vontade no intento de me tranquilizar, só fiquei, verdadeiramente calmo, quando as fotos acabaram.


Bruna Jones: Hoje, passados 10 anos deste ensaio, se houvesse um novo convite da revista, você aceitaria realizar um novo ensaio?
Marcus Deminco: NÃO! Mas não com o peso da negativa referente a algum tipo de arrependimento. De forma alguma! Afinal, eu sou hoje os remendos dos meus feitos entre as costuras dos defeitos. No entanto, afora esses 10 anos já passados, suscitaram também alguns quilos a mais, umas rugas indesejáveis, além de vivenciar outros projetos e nutrir diferentes ambições.

Bruna Jones: Hoje você é um escritor com três livros já escritos, como foi começar a escrever? De onde partiu a ideia de dar inicio nesta carreira um tanto quanto desafiadora?
Marcus Deminco: Creio que no começo, a vontade surgiu ingenuamente, sem noção alguma de que aquela despretensiosa escolha – de alguma forma – seria irregressível. Aos poucos, entretanto, comecei a compreender melhor, os mistérios e os conflitos que regem o universo literário. Em confluência com a descrição de muitos outros autores, passei a notar que as tramas fugiam completamente dos meus esboços e rabiscos. Percebi também que os personagens mais expressivos e atuantes, independiam completamente de minhas pretensões, ao passo em que, apenas a minoria obedecia realmente as minhas vontades.

Bruna Jones: De onde você tira inspiração para escrever seus livros? Como costuma ser o seu processo criativo? Você possui algum tipo de "ritual" que precisa realizar antes de começar a escrever?
Marcus Deminco: Eu considero a inspiração um processo muito arriscado para ser extraído fora do universo do próprio autor. A partir do instante em que começamos a receber inspirações de fora, corremos o risco de contaminarmos a nossa verve. A minha inspiração – e igualmente o meu processo criativo – são desarraigados das contradições e duelos entre o meu empirismo e os meus desejos abstratos. Ainda assim, em grande parte, a minha inspiração vital, emerge mesmo é da necessidade de colorir os enfados opacos do cotidiano que a rotina insiste em querer pintar de cinza. Já em relação ao período e a provável necessidade de estar em algum lugar específico durante a consecução de um livro; acredito que o prazo quando não for eterno, será indefinido, enquanto a necessidade de estar em algum local especial ou exclusivo, honestamente, não faz a menor diferença. EU NUNCA ESTOU REALMENTE ONDE ESCREVO.


Bruna Jones: Algum escritor lhe inspira na hora da criação?
Marcus Deminco: No momento solitário do meu processo de criação, não permito a interferência de absolutamente NINGUÉM! Mas, tenho profunda admiração por inúmeros escritores, dos mais diversificados gêneros e de diferentes nacionalidades. Quanto aos nacionais, adoro a Clarice Lispector (embora fosse ucraniana), o Drummond, Fernando Pessoa, Mario Quintana, Jorge Amado, Luís Fernando Veríssimo, João Ubaldo, Fernando Sabino, Ariano Suassuna, Chico Buarque, Paulo Coelho e alguns outros que certamente acabei esquecendo. Já os estrangeiros: Flaubert, Kafka, Shakespeare, Proust, Hermann Hesse, Gabriel García Marquez, José Saramago... Gosto apenas de lê-los para espairecer. CONTUDO, JAMAIS – SOB-HIPÓTESE ALGUMA – DEIXO-LHES RESSUSCITAREM DURANTE O MEU PROCESSO DE CRIAÇÃO.

Bruna Jones: Como você chega na decisão sobre o tema a abordar no seu livro? Qual é a parte mais demorada no processo de criação?
Marcus Deminco: Não vejo uma sequência lógica. Creio que, de alguma maneira desconhecida, tudo começa através de uma junção de ideias soltas que pareciam lixos mentais voando em minha mente. Em seguida, elas vão se reunindo por semânticas, cores e ideologias, antes de serem recicladas para virarem insights. Esses insights norteiam a composição da trama e propiciam o desenvolvimento. Entretanto, eu considero a parte mais demorada no processo de criação, o desfecho. Sobretudo, quando existe cumplicidade e apego entre o autor e seus personagens.

Bruna Jones: Você acredita que finalmente encontrou sua vocação ou acredita que ainda pode encontrar outra área de atuação, na qual ainda não se arriscou?
Marcus Deminco: HONESTAMENTE? ENCONTREI SIM! Não apenas a minha maior vocação, como também um amor que coexiste em outra vida. Mas deixe-me contar-lhe um pouco mais essa história (...). (...) Apaixonei-me perdidamente pela literatura e entre tamanha intensidade, vivenciamos tudo muito depressa. Passamos quatro anos casados e logo tivemos três belos filhos (livros). Todavia, infelizmente, eu havia esquecido que a literatura como toda arte é uma transfiguração da realidade. De repente, a bela LITERATURA NACIONAL, negociada por proxenetas impatrióticos disfarçados de editores nacionalistas tornou-se uma reles prostituta. Atualmente, enviamos mais de 2 bilhões de dólares como pagamento de direito autoral, aos Estados Unidos, enquanto eles nos pagam apenas 25 milhões. Isso sem esquecer que 80% dos livros comercializados hoje no nosso país passaram a ser de escritores estrangeiros. E quanto aos outros 20% restantes, são divididos da seguinte forma: as editoras para não arriscaram perder dinheiro priorizam reeditar livros de autores póstumos já renomados, e a outra parcela dos nossos autores nacionais é composta por oprobriosos jornalistas monotemáticos que pertencem, obrigatoriamente, a um dos quatro grandes grupos de mídia impressa nacional que – na mais ingênua coincidência – por pura ironia do acaso são os principais veículos midiáticos responsáveis pelas divulgações periódicas dos livros mais vendidos no Brasil. Tudo começou ainda nos anos 80: dos 100 livros de ficção listados entre os 10 mais vendidos no Brasil, 26 títulos pertenciam a 13 autores nacionais. Entre 1990 e 1999, dos 10 livros de ficção mais vendidos entre os 100 resultantes, tínhamos 48 títulos de 13 autores nacionais. Entretanto, no funesto mês de abril de 2010, misteriosamente, na lista dos 10 livros de ficção mais vendidos em nosso próprio país 10 eram de 10 autores estrangeiros. Será que, repentinamente e ao mesmo tempo morreram tantos autores nacionais assim? E se todos eles morreram será que não nasceu mais nenhum?


Bruna Jones: Antes de encerrar a nossa conversa, vamos voltar ao tema de reality show, se em uma oportunidade chegasse em suas mãos um convite para o programa "A Fazenda" ou "BBB" você aceitaria enfrentar esse tipo de exposição novamente?
Marcus Deminco: CLARO! Eu nasci justamente pronto para a única coisa que a vida diariamente pode nos oferece: a IMPREVISIBILIDADE. Desde que a produção permitisse os meus medicamentos.

Antes de ir, ele também deixou um recadinho para a gente, olha só: "Saudade sofrida mesmo é a ausência daquilo que não se teve e a imprecisa lembrança do que não se fez. Isso sem esquecer a dolorosa angústia de uma vida inteira presumida: Relembrando as promessas solidificadas no desquerer do destino ou lamuriando por cada desejo não consumado. Porém, ainda pior, será a contaminação venenosa para a descrença no amanhã. Porque, somente amanhã redobra-se o otimismo, recicla-se a força e torna-se capaz de sonhar com tudo aquilo novamente." e se vocês quiserem continuar acompanhando ele, podem acessar o seu blog, clicando AQUI e AQUI, conferir sua página no Facebook AQUI ou para contatos profissionais, enviar um e-mail para marcusdeminco@gmail.com, combinado? 

Escritor; Doutor Honoris Causa em Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (Brazilian Association of Psychosomatic Medicine); Tutor de Programação Neurolinguística (PNL); Professor de Educação Física (CREF: 000014-P/BA) e Acadêmico em Psicologia.

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Bruna Entrevista: 1x09 - Toca do Cascão


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é um pouco diferente do que estamos acostumados, trouxemos um empresário do ramo da pizzaria lá do Paraná para conversar um pouco com a gente, vem conferir! 

Bruna Jones: Qual é a história da "Toca do Cascão"?
Toca do Cascão: A Toca do Cascão nasceu de uma necessidade, eu como cabeça da família fiquei desempregado com 37 anos e não conseguia me encaixar no mercado de trabalho pelo meu alto salário que recebia como gerente operacional da Pepsi Cola, como não tinha campo mais e desempregado a 8 meses, resolvemos então montar a Toca do Cascão.

Bruna Jones: Como foi escolhido abrir uma pizzaria e não um outro tipo de empreendimento?
Toca do Cascão: No começo montamos uma lanchonete para o pessoal jogar "Truco", e foi uma experiência incrível, pois nesse tipo de negócio começamos a fazer dobradinha, mocotó, caldo de piranha, ai começamos e incrementar com as massas da minha esposa a Matilde, ai o pessoal começou a levar os kituts da Matilde pra casa, e ai a lanchonete começou a ser frequentada pelas esposas desse pessoal que jogavam "Truco", e ai eles se sentiram constrangidos e pararam de jogar. E o nome inicial era Lanchonete Toca do Truco Ltda., e o local escolhido foi uma casa que ficava indo para o Club Harmonia, com muitas arvores, era muito gostoso o ambiente lá, ai tivemos que mudar de lá porque o dono vendeu para um loteamento, ai fomos para a Av. Brasil, e como o espaço era maior, resolvemos então agregar a Pizzaria.


Bruna Jones: Como vocês chegaram ao nome "Toca do Cascão"?
Toca do Cascão: Como tínhamos abandonado o jogo de truco, e meu apelido de infância é Cascão, devido a uma doença chamada vitiligo, que deixa manchas brancas na pele, e meus amiguinhos falavam que eu estava descascando, veio o apelido de Cascão, e para padronizar fizemos uma caricatura para fazer a marca, se não sofreríamos cobrança do Mauricio de Souza.

Bruna Jones: Qual o segredo de manter um estabelecimento aberto e com sucesso por tanto tempo?
Toca do Cascão: Em primeiro lugar a qualidade dos produtos, bom atendimento, e estar em constante adaptação do mercado, com atendimento online, usando as redes sociais para divulgação dos produtos, e principalmente gostar do que se faz.

Bruna Jones: Com a era das redes sociais, como vocês tiram proveito destas ferramentas?
Toca do Cascão: Primeiro procuramos uma acessória com o pessoal que entende, e na busca de ideias foi nos fornecido uma de um concurso para conseguir a atenção do público jovem, ai colocamos em pratica e foi um tremendo sucesso. Usamos o Twitter, e também o Facebook.

Bruna Jones: Ainda sobre as redes sociais, isso fez com que aumentasse o número de jovens fregueses?
Toca do Cascão: Sim, porque o objetivo principal era esse, devido a constante modernização e colocação de nossos produtos para venda online, e nada melhor do que utilizar os jovens para essa interação, e constante aumento das vendas.

Bruna Jones: Como é feito a escolha do cardápio de vocês? Ele muda com algum tipo de frequência?
Toca do Cascão: A mudança de cardápio é feita através da procura do cliente, muitas coisas que tínhamos no começo já foram substituídas, o ruim disso é que poucas coisas saíram, e as que entraram dificilmente é cancelada hoje podemos dizer que temos 152 sabores de comida desde uma simples dobradinha até ao prato mais sofisticado como Bacalhau, Salmão, Camarão, etc.... Em breve teremos batata recheada também...

Bruna Jones:
 Algumas pizzarias acabam fazendo homenagens com nomeações de clientes, como funciona com vocês? Também possuem esse costume?
Toca do Cascão: Como ficaria muito extenso nosso cardápio então desistimos da ideia de nomeações, então estamos implantando o "Faça sua Pizza" personalizada, você vai escolher entre os recheios colocados a sua disposição no site e vai escolher o que deve conter a sua pizza, naturalmente ela vai ter um preço diferenciado, mas sairá a seu gosto.


E ai? Ficaram com água na boca? Então entra no site e pede uma pizza clicando AQUI ou então visite em outras redes sociais: o Facebook é AQUI, a fã page é AQUI, o Twitter é @tocadocascao, para contatos profissionais é possível enviar um e-mail para contato@tocadocascao.com.br beleza? Vale lembrar que a Toca do Cascão se encontra em Umuarama, no Paraná tá gente? 

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Bruna Entrevista: 1x08 - Diego Soares


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje não faz parte da mídia artística, convidei o meu querido amigo Diego Soares para compartilhar um pouco da sua experiência no ramo da farmácia, área na qual ele é formado. Então se você possui vontade de saber mais sobre como é esse ambiente de trabalho, vem com a gente! 

Bruna Jones: Qual o papel do farmacêutico na promoção e manutenção da saúde pública?
Diego Soares: O papel do farmacêutico implica principalmente na orientação quanto ao uso racional dos medicamentos, para que os pacientes recebam os mesmos nas doses, vias de administração, indicação, e duração apropriadas. Essa atenção farmacêutica também está em evitar que haja contraindicações e que a ocorrência de reações adversas aos medicamentos seja mínima.

Bruna Jones: Em quais áreas um farmacêutico pode atuar?
Diego Soares: O campo é bastante vasto para o farmacêutico, podendo trabalhar em farmácias ou drogarias, hospitais, em indústrias, laboratórios de análises clínicas, cosméticos, prevenção de pragas, distribuição, transporte e desenvolvimento de medicamentos, etc.

Bruna Jones: Você considera a automedicação um ato já cultural no Brasil?
Diego Soares: De certa forma sim, já que as pessoas fazem uso de medicamentos sem prescrição principalmente por falta de informação, muitas vezes correndo sérios riscos. Outras vezes por falta de condições de consultar um médico ou alguém que possa orientá-las, ou por comodidade mesmo. Medicamentos vendidos sem necessidade de receita, como analgésicos, fitoterápicos e outros, parecem inofensivos e isso favorece a automedicação, e seu uso indevido causa graves problemas à saúde, por exemplo.

Bruna Jones: Quais medicamentos você tem sempre com você quando viaja?
Diego Soares: Quando eu viajo não carrego medicamentos geralmente, salvo raras exceções. Só tomo medicamentos quando necessário, mas posso carregar algum antigripal, paracetamol, mas é bem raro. Aquela velha história: Casa de ferreiro, espeto de pau.

Bruna Jones: Você acha que o farmacêutico enquanto responsável ou dono de farmácia deve sempre oferecer ao seu cliente as opções genéricas dos medicamentos procurados?
Diego Soares: Com certeza, já que se trata da mesma substância ativa, forma farmacêutica, dosagem e indicação do medicamento de referência, sendo que na grande maioria das vezes a um preço mais acessível. Não só oferecer a opção de poder levar o mesmo medicamento por um preço menor, como também explicar e tirar suas dúvidas quanto a ele. Se a pessoa tiver algum tipo de resistência ao medicamento genérico (isso ainda acontece), o farmacêutico deve respeitar a escolha do cliente, assim como se na receita estiver especificado que o medicamento em questão é o de referência.

Bruna Jones: Se os medicamentos só chegam ao consumidor após rigorosas avaliações sobre sua eficácia e segurança, a que você atribui o fato de ainda hoje medicamentos terem a venda proibida depois de já estarem no mercado?
Diego Soares: Essa é uma questão polêmica. Quando os medicamentos são liberados para serem comercializados, nem sempre os resultados são os esperados. Ocorre do medicamento ter sua eficácia comprovada, mas com o surgimento de efeitos colaterais adversos eles devem ser retirados do mercado farmacêutico o quanto antes.

Bruna Jones: Como é a relação de vocês com os outros profissionais da saúde?
Diego Soares: A relação no geral é complementar, afinal de contas, cada profissional da área da saúde sabe das suas atribuições, e estas são bem definidas. O que pode vir a atrapalhar essa questão é a Lei do Ato Médico, que define as atividades exclusivas dos médicos, só podendo ser realizadas por eles ou com sua autorização. É um projeto polêmico, já que não só os farmacêuticos como os outros profissionais da área da saúde temem que, com essa lei, eles se vejam 'sob tutela' dos médicos.

Bruna Jones: Nessa área é preciso estar sempre se atualizando, como faz para manter-se em dia nos conhecimentos de novas tecnologias e fármacos?
Diego Soares: O próprio dia-a-dia nos mantém atualizados, assim como deve partir do profissional essa busca por novos conhecimentos, seja pela internet, os artigos que têm saído sobre essa área, livros (eu costumo utilizar o Dicionário Terapêutico Guanabara, que é bastante completo), assim como algumas publicações como Pharmacia Brasileira, que recebo periodicamente em casa.

Antes de encerrar a nossa conversa, ele ainda conta um pouco mais sobre ser um farmacêutico: "O que posso falar é que é uma profissão para quem gosta de trabalhar com o público, especialmente em farmácia comercial, sendo o farmacêutico o último contato com o paciente durante o tratamento. É recompensador, você deve estar constantemente se atualizando, e é importante salientar que o bom farmacêutico não é só aquele que conhece o medicamento, mas também aquele que sabe ouvir as necessidades da pessoa que está do outro lado do balcão." Para entrar em contato profissional com ele, basta enviar um e-mail para d_g_soares@hotmail.com; uma mensagem no número (53) 8119 2666; ou visitar sua página no Facebook AQUI.

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Grey's Anatomy: 8x24 - Flight

Diante de uma ameaça de risco de vida, os médicos precisam lutar para permanecerem vivos ao tentarem salvar as vidas de seus colegas; Bailey e Ben tomam uma decisão sobre seu relacionamento; Teddy recebe uma oferta tentadora. Enquanto isso, Richard planeja um jantar especial aos residentes.

Referência do Titulo: Não faz referência a uma música.

Frase do Episódio: "Há um mês, vocês estavam na faculdade de medicina recebendo ensinamentos de médicos. Hoje… Você são os médicos. Os sete anos que passarão aqui como residentes de cirurgia serão os melhores e os piores de suas vidas. Serão pressionados além do limite. Oito de vocês escolherão uma especialidade fácil, cinco de vocês vão se descontrolar com a pressão. Dois de vocês serão convidados a se retirar. Este é o começo. Esta é a sua arena. Quão bem você irá se sair? Isso depende de você." ... "Os anos que passamos como os residentes são os melhores e os piores de nossas vidas. Seremos pressionados além do limite. Esse é o começo. Essa é nossa arena. Quão bem nós iremos nos sair, isso depende de nós."

quarta-feira, 16 de maio de 2012

Bruna Entrevista: 1x07 - Mauricio Nunes


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é artista em diversas áreas, ele atua, escreve, é músico, lançou livros e muito mais, estou falando do querido Mauricio Nunes, que aceitou vir compartilhar um pouco da sua carreira com a gente, vem conferir! 

Bruna Jones: Como eu disse no inicio, você possui diversos créditos na área artística e entre eles, está a criação da sua própria editora de livros, a "Zelig", O que te motivou a criar esta empresa?
Mauricio Nunes: Exatamente a necessidade de viabilizar projetos. Sou prolífico e hiper ativo, então sempre estou produzindo algo relacionado à arte. Brinco que arte é meu oxigênio. Não vivo sem ela. A Zelig foi criada a principio com este intuito, o de lançar meus projetos, para que eu não dependesse de outros e claro tivesse 100% de liberdade neles, já que a polêmica é minha aliada... rs...

Bruna Jones: Quais os temas que você procura para publicar em sua editora?
Mauricio Nunes: Como disse acima, a principio estou investindo apenas em meus trabalhos e claro, alguns em parceira, como o caso de "Lolitas" que fiz junto com o desenhista Fernando Bernardo. Lançarei em breve um CD inédito e também um livro infantil bárbaro e escrito por uma criança brilhante. Mas a base editorial da Zelig é arte. Livros sobre cinema, erotismo, música, ficção, fotografia, mas sempre com esta vertente artística.


Bruna Jones: O nome "Zelig" foi uma referencia direta ao filme de Woody Allen, certo? Conte pra gente um pouco mais sobre a inspiração por trás disso?
Mauricio Nunes: Sim, porque é meu diretor favorito e Zelig faz parte da minha Top Five de filmes de Woody. Além é claro do fato da editora também ser camaleônica, pois como escritor e empresário ao mesmo tempo, eu tenho de me adaptar aos ambientes que participo em nome da mesma... rs...

Bruna Jones: Em seu livro "Sexo, Cinema e Dois Copos Fumegantes" você chega a fazer referências sobre cenas de alguns filmes. Sabe dizer quantos filmes aproximadamente são citados em sua obra?
Mauricio Nunes: No livro faço referencia a uns 600 filmes, mas como também são citados atores e algumas historias de bastidores então este número aumenta gradativamente de acordo com a pesquisa do leitor após as sugestões nestes capítulos. Mas de antemão, no mínimo 600 cenas altamente eróticas e interessantes para se ver só ou acompanhado o livro te entrega de bandeja.

Bruna Jones: Quanto tempo durou todo o processo de criação até a publicação do seu livro?
Mauricio Nunes: O processo de pesquisa levou dez anos. Para escrevê-lo foi mais um ano e depois o lançamento foi cerca de 3 meses.


Bruna Jones: O assunto sobre sexo no cinema sempre foi meio polêmico até hoje. Você acha que mesmo nos dias de hoje, é complicado se fazer uma boa cena de sexo no cinema?
Mauricio Nunes: Depende da sensibilidade do diretor, pois evidente que hoje é difícil frente a tanta exposição gratuita na TV, uma cena de cinema chocar. Nada mais choca como antigamente pois tudo esta de certa maneira aos nossos olhos no dia a dia, seja em out doors, em comerciais, programas de tv, etc... Mas ainda acho que o teor do roteiro, se bem planejado, pode sim atrair e excitar espectadores, pois o cinema ainda é o eterno buraco da fechadura e há muitos mistérios entre quatro paredes que podem ser desvendados para o público. O sexo tem esta vantagem, já que tem uma gama infinita de ações e sensações.

Bruna Jones: Filmes de terror atualmente são considerados filmes com nudez gratuita, você acha que este gênero ficará marcado para sempre assim?
Mauricio Nunes: Não é de hoje. Sempre foi assim. Ed Wood, considerado o pior diretor de todos os tempos, quando deixou de fazer filmes de ficção e terror, se tornou diretor de pornôs, assim como Zé Mojica, nosso Zé do Caixão que teve uma época de sua carreira voltada também para o erotismo e quase pornografia. O próprio Kubrick em seu Iluminado usou de nudez, assim como em seus outros filmes e isto de forma alguma denigre a obra, muito pelo contrário, eu creio que seja um plus a mais. Eu gosto... rs...

Bruna Jones: Filmes que contem cenas de sexo causam um rebuliço enorme na mídia e quando o sexo é entre pessoas do mesmo gênero, rola muito mais preconceito, inclusive com os atores. Você concorda?
Mauricio Nunes: Porque ainda vivemos numa sociedade preconceituosa. Basta lembrar que no filme "Adinha quem Vem para Jantar", rolava um beijo apenas entre um negro e uma branca e já causou reboliço. O preconceito é inerente ao ser humano infelizmente. Há filmes belíssimo como "O Segredo de Brokeback Mounatin", que forma taxados de maneira injusta pela mídia. Mas talvez as coisas ainda mudem com esta nova geração, afinal até novelas hoje estão dando ênfase a estas relações. Eu sou hetero, mas nunca uma cena homossexual em um filme me deixou chocado, assustado, pois tenho uma mente aberta para o sexo. Não é porque eu não gosto de homem que vou criticar ou condenar alguém que goste. cada um sabe o que é bom para si e se o cinema tem as ferramentas para demonstrar estas emoções, porque não tentar no mínimo compreende-las? Eu ainda sou da opinião que quem se choca muito ou se revolta é porque vive o dilema de querer e não poder... rs... Quem está bem resolvido sexualmente, assiste uma cena homossexual numa boa, é o que eu acho.


Bruna Jones: Qual o filme mais sensual e o mais sexual que você já assistiu?
Mauricio Nunes: Difícil dizer até porque sou viciado em sexo e cinema e escrevi uma obra inteira sobre o tema...rs Mas creio que "Barbarella" ainda é para mim uma obra extremamente sensual, porque Jane Fonda esta deliciosa o tempo todo. Já o mais sexual eu diria que "Calígula", mas ficaria óbvio demais, então creio que "Último Tango em Paris" responde bem também a sua pergunta. Lembrando que foi a primeira cena de sexo anal na historia do cinema, então imagine a polêmica na época.

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E para quem quiser entrar em contato com o nosso querido Mauricio, ele deixa o recado: "Todas as sextas eu escrevo artigos sobre o cotidiano no Metro News e tenho o blog AQUI e os livros da Zeli são: Sob a Luz do Cine Star; Sexo, Cinema e Dois Corpos Fumegantes e agora o mais recente da família, que é a HQ Lolitas. Todos a vendas em todas livrarias. Se quiserem papear sobre cinema, só me adicionar no face!" beleza?

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado? 

terça-feira, 15 de maio de 2012

Private Practice: 5x22 - Gone, Baby, Gone


No final da temporada, Amelia entra em trabalho de parto. Isso faz com que os doutores do Seaside fiquem ao seu lado quando ela toma uma difícil decisão. Enquanto isso, Addison também precisa decidir algo em sua vida. Já Pete e Violet percebem o que eles significam um para o outro quando ele se mete em sérios problemas.

Músicas do Episódio:

01 - Be The Song (Foy Vance).

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Grey's Anatomy: 8x23 - Migration

Os residentes determinam seu futuro enquanto tomam suas decisões finais sobre as posições após a residência; Mark admite para Derek que está dividido entre o amor que sente por Lexie e o fato de que Julia pode dar a ele tudo que ele sempre quis; Ben planeja algo especial para Bailey, mas ela está preocupada com seu trabalho; Arizona encoraja um amigo de infância, Nick, a fazer cirurgia. Enquanto isso, um casal em sua terceira lua-de-mel chega ao hospital reclamando de alguns sintomas misteriosos.

Referência do Titulo: Faz referência a uma música de Mark Salling.

Frase do Episódio: "Então tem esse pássaro... Uma espécie de andorinha, eu acho, todo mês de setembro, milhares voam da chuvosa Seattle, rumo ao inverno no México, estas aves não são burras... E todos os anos, um monte de pessoas se reúnem ao redor de Seattle, para beber cerveja e assistir, aqui os rebanhos decolar. Que eles chamam de "a grande migração"" ... "Eu não sei como essas aves conseguem. Viajar milhares de quilômetros sem se perder. Bater em janelas, sendo comidos por gatos. Mas a cada primavera, eles estão sempre aqui. Eu acho que eles voltam para o que sabem. As pessoas dizem que é muito legal, observando-os ir. Eles dizem que você pode realmente ver o momento em que, em algum misterioso sinal, de uma só vez os pássaros decidir sair. Mas tanto faz... há sempre o próximo ano."