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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Bruna Entrevista: 11x11 - Dadis Vilas Boas


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E a nossa convidada de hoje é chef que participou da primeira temporada do "Top Chef" da Record, estou falando da querida Dadis Vilas Boas que vem compartilhar com a gente um pouco das suas experiências profissionais. Vem conferir tudo isso e mais um pouco, agora!

Bruna Jones: Você hoje possui uma carreira bem sólida como chef, mas antes da gente falar mais sobre isso, vamos voltar ao começo, sim? Como foi que você acabou iniciando a sua jornada gastronômica e acabou percebendo que gostaria de se tornar uma profissional desta área? 
Dadis Vilas Boas: A cozinha sempre foi uma paixão pra mim, passada com muito afeto entre as pessoas da minha família, tenho memórias de cozinhar com os meus avós, com meus pais, com os meus irmãos, em especial com a minha avó materna e a minha mãe, são lindas memórias do pessoal reunido em volta da cozinha sempre, é como se a cozinha fosse o local de encontro, onde todo mundo se reúne, conversa, dá risada e cozinha ao mesmo tempo. Apesar disso tudo, não foi logo de cara que pensei em seguir a carreira de cozinheira, minha primeira formação foi em audiovisual e assim que me formei, alguns meses depois essa minha avó com quem eu cozinhava muito faleceu e na minha necessidade de escapar um pouco de toda essa tristeza que estava sentindo, fui buscar um mestrado em cinema na França, só que a partir do momento em que comecei a morar lá, percebi que queria cozinhar. O meu apartamento na França era o local onde todos os amigos se reuniam para comer e bater papo e eu ficava ali cozinhando, até que um primo de uma amiga francês me sugeriu fazer gastronomia, isso me deu um estalo de que eu poderia seguir profissionalmente, naquela época ainda não era tão valorizado trabalhar nessa área aqui no Brasil, mas morando fora percebi que era uma profissão maravilhosa, onde você precisa ralar bastante, é uma profissão difícil por passar horas em pé, é muita exigência e tal, mas é o que eu amo fazer. Prestei uma faculdade de gastronomia no Instituto Paul Bocuse, cursei por três anos e a partir dai comecei a trabalhar na área.            
Bruna Jones: Na época que você começou a dar os seus primeiros passos tanto nos estudos quanto na profissão em si, a carreira de um chef gastronômico ainda não estava muito em alta aqui no Brasil... Em algum momento você chegou a ter dúvidas em relação a sua escolha, por algum tipo de medo ou receio por se tratar de algo relativamente novo? 
Dadis Vilas Boas: Eu comecei a cursar gastronomia em 2012 e finalizei no final de 2014, mas neste período acabei fazendo alguns estágios fora do Brasil, que foram bem duros pelo ambiente bem machista, a gente ficava 16 horas em pé trabalhando, longe da família e de amigos de infância, mas sempre fui uma pessoa muito determinada, me propus a terminar esses estágios e a faculdade, assim que eu terminei quis voltar ao Brasil e ver como seria por aqui, chegando aqui comecei a trabalhar no Mani onde fiquei quase um ano e era um outro ambiente, acho que por ser uma cozinha que tem uma mulher na frente, a questão do machismo foi bem mais tranquila, mas obviamente que tinha algumas situações machistas pelo fato do machismo estar implícito na sociedade e em todas as profissões a gente encontra esse problema, mas de forma geral foi um ambiente bem acolhedor e muito gostoso de trabalhar, aprendi bastante lá. A parte da remuneração me trouxe muitos questionamentos sobre continuar ou não na área, não pelo trabalho em si, pois eu amo a cozinha, entendo que é um trabalho que exige da gente fisicamente e mentalmente, mas o que me pegou mais foi perceber que é uma área muito mal remunerada de forma geral, acho que não condiz com a quantidade de trabalho e tudo mais do que a gente se dedica, eu acho que ainda é uma remuneração muito baixa e injusta. Mas nunca pensei em desistir da profissão pelo trabalho em si, apenas pela remuneração por não acreditar que seja o equivalente de forma geral, mas é isso, é realmente a minha grande paixão.


Bruna Jones: Muitas pessoas possuem a ideia errada de que para ser um chef basta saber cozinhar e conseguir fotos bonitas de seus pratos, o que é um absurdo, não é mesmo? Você por exemplo possui diversas graduações em gastronomia e está sempre buscando aprender e inovar nos seus pratos. O que você acha sobre essa ideia equivocada que a internet pode causar nas pessoas? 
Dadis Vilas Boas: Eu acredito que para ser um chef você precisa estar a frente de uma equipe e de colaboradores, o chef de cozinha é uma profissão onde você executa esse papel de líder e organiza, é como se você fosse um maestro pra fazer o prato chegar até o cliente da forma correta e saborosa, então envolve desde a parte criativa ao criar o prato, pensar sabores surpreendentes, ter conhecimento técnico até essa parte em que a cozinha está em ação e você precisa orquestrar isso, você tem que saber direcionar os seus colaboradores e sua equipe para que os pratos saiam no prazo correto, executados da forma correta... Então ser chef de cozinha não é apenas criar pratos, é também saber direcionar e ensinar, trazer toda uma experiência para o seu cliente naquele momento do consumo, acho que as pessoas que usam da internet como forma de divulgação, nem sempre são chefs de cozinha, acredito que sejam influencers gastronômicos, é uma outra profissão, talvez? É tudo muito novo nessa área, eu não gosto de ter tantas afirmativas para não parecer arrogante ou prepotente, o mundo está em constante transformação e a gente tem que saber valorizar todas as formas de trabalho e tomar cuidado para não diminuir o outro.             

Bruna Jones: Além de talento e estudos, um outro ingrediente importante para a sua profissão é ter inspiração e criatividade. O que motiva essas duas coisas na sua vida e no seu trabalho? 
Dadis Vilas Boas: Eu acredito que em quase todas as profissões e até mesmo na nossa vida pessoal, para ter inspiração e criatividade, a gente precisa de um repertorio. Então, um músico, é preciso que ele esteja em constante contato com outras vertentes musicais, com o que está atual e por ai vai... O cozinheiro, eu acho a mesma coisa. Para estimular a criatividade, suas inspirações e tudo mais, é importante que esteja em constante contato com os movimentos atuais da gastronomia, saber de pesquisas relacionadas a alimentos, as tendências, tentar ir no maior número de restaurantes que ele consiga ir, é muito importante a gente enriquecer o nosso repertorio para poder estimular a criatividade. Pelo menos é assim que eu consigo manter a minha cabeça sempre buscando novas referencias, me desafiando e por ai vai.   

Bruna Jones: Em 2019 você acabou participando da primeira temporada do "Top Chef" da Record, ficando entre os três finalistas do programa. O que te motivou a participar de outra competição na televisão? 
Dadis Vilas Boas: No final de 2018 eu decidi fechar o meu restaurante, eu já não estava mais realizada com o formato e como funcionava ali dentro, ficava muito mais no escritório do que na cozinha, etc... E por mais que tenha sido uma decisão própria de fechar o restaurante, isso gera uma frustração pessoal na gente, nunca é fácil encerrar um capitulo profissional da vida e começar outro, e eu gosto de me colocar em posições de desafio, então como eu estava neste momento frustrada e me questionando profissionalmente, surgiu essa oportunidade de participar do reality show e eu não vi problemas em fazer, e foi ótimo mesmo, para que eu pudesse reconquistar a minha confiança própria, individual e tudo mais.


Bruna Jones: O diferencial do "Top Chef" é que além da competição na cozinha, vocês também ficavam confinados juntos em uma mansão, embora a transmissão não fosse 24 horas e as filmagens fossem limitadas, como foi para você estar em confinamento com outras 15 pessoas que você nunca tinha visto antes? 
Dadis Vilas Boas: Estar confinada foi um desafio pra mim, acho que não é fácil você ficar trancada em um lugar sem acesso a informações, noticias, família... Isso é bem estressante. Por outro lado, nos coloca em uma posição de questionamento, amadurecimento, de auto cuidado e bom, minha primeira formação é em audiovisual, então eu tenho plena consciência do que a edição de tv pode fazer com a gente, manipulando a realidade, então tomei muito cuidado, fui uma pessoa cautelosa, tentei ter postura justas, ser ao máximo ser humilde, então o confinamento de forma geral me trouxe esse auto questionamento e auto cuidado de tentar entender como é conviver com pessoas que você nunca conviveu, sem desrespeita-las e sem deixar que elas desrespeitassem a nós mesmos. Também foi um aprendizado em como ponderar as falas e as atitudes para que a edição e a direção não transformasse quem eu era em outra coisa, tentar mostrar a minha essência sem grandes manipulações.       

Bruna Jones: Para participar de um reality show, durante o tempo que for, os participantes precisam abrir mão de algumas coisas para estar à disposição da produção durante o período de gravação. Você teve que mudar algo na sua vida para participar do "Top Chef"? 
Dadis Vilas Boas: Como eu tinha acabado de fechar o meu restaurante e eu estava em um momento de reestruturação, não precisei abrir mão de um trabalho, pra mim não teve uma grande mudança radical para poder participar do programa, ele foi gravado em São Paulo e eu sou de São Paulo, eu dividia apartamento com algumas amigas e elas ficaram cuidando dos meus gatos, enfim... Foi um momento de transição na minha vida, então neste aspecto foi bem tranquilo para mim.  

Bruna Jones: Você teve basicamente a oportunidade de participar de todos os desafios que o programa proporcionou, inclusive alguns foram bem criativos, enquanto que outros mais desafiadores... Mas para você, qual foi o mais difícil e qual foi o mais divertido? 
Dadis Vilas Boas: O desafio mais difícil, ou melhor, os dois desafios mais difíceis pra mim foram os dois primeiros, a prova de fogo e de eliminação, pois eu sou uma pessoa que gosta de observar, entender a dinâmica e ir me adaptando. Os dois primeiros eu não conhecia nada, não conhecia o ritmo e acabei ficando nervosa e afobada, não consegui me destacar pela real cozinha que eu tenho, acredito que acabei sendo atropelada pela dinâmica televisiva, então foi o mais difícil. Já os mais divertidos, foi por exemplo cozinhar com vegetais na confeitaria, adoro situações que me tirem da zona de conforto, também achei algumas provas em conjunto divertidas, como a dos enlatados, eu vejo a cozinha como uma profissão coletiva, o individual pode ser na parte criativa, mas para a coisa acontecer é preciso estar com outras pessoas cozinhando, então acho de forma geral divertido e essencial estar com outras pessoas na cozinha.


Bruna Jones:
 Infelizmente o mundo inteiro atravessou um período bem difícil por conta da pandemia desde março do ano passado, com diversas limitações e incertezas. Como uma pessoa que trabalha diretamente com o público, como foi esse período para você? 
Dadis Vilas Boas: A pandemia foi bem arrebatadora pra mim e de forma geral para o mundo inteiro, claro que para a gastronomia isso teve um impacto seríssimo, como para a cultura de forma geral, acho que para a gastronomia foi muito pesado, pois no Brasil é uma das áreas que mais entrega, além de ser uma profissão que trabalha com o público, tem a necessidade de ter grandes equipes, então é uma profissão que gera muito emprego e economia, então nesse sentido foi pesadíssimo. Pra mim foi muito difícil, fiz uma coisa ou outra para segurar a barra financeira, mas precisei pedir ajuda para os meus familiares, e é isso... Além de ser a minha profissão, a gente vive em uma sociedade capitalista, precisando trabalhar para ganhar dinheiro, é uma profissão que eu amo e que tenho muito carinho e vontade de executar, então pra mim a pandemia foi muito difícil, fiquei muito frustrada e triste, mas ao mesmo tempo na vida pessoal, eu tive muita ajuda. Consegui me resinificar em alguns aspectos, pensar em novos formatos possíveis da profissão diante neste cenário, tanto que hoje em dia eu tenho um restaurante dentro de casa, que me permite ter mais flexibilidade em abrir quando eu quero, ter uma estrutura de distanciamento muito boa, e por ai vai...        

Bruna Jones: Felizmente, mesmo que aos poucos, nós estamos conseguindo retomar a nossa vida social e profissional, não é mesmo? E com isso, projetos podem ser colocados em prática e novidades surgem... Tem algo novo vindo por aí? Algo que possa compartilhar com a gente?
Dadis Vilas Boas: Como citei rapidamente na questão anterior, de ter um restaurante em casa, na verdade hoje eu brinco que não é um restaurante, aqui mora uma cozinheira que por vezes abre as portas de sua casa para receber clientes. Então, a ideia desse projeto, claro que a pandemia reforçou a minha vontade de ter esse projeto gastronômico dentro da minha casa, é um projeto que tenta humanizar a profissão, pois muitas vezes as pessoas vão ao restaurante e elas nem sabem como é a cara do cozinheiro, não querem saber quem é o garçom ou a garçonete servindo eles, existe uma postura muito questionável sobre o cliente estar pagando e querer tudo da maneira dele, acho que a gente precisa mudar essa mentalidade e dinâmica de trabalho, ser cozinheiro, trabalhar no salão, a gente está prestando um serviço como em qualquer outra profissão, a gente quer ser remunerado e conhecido por isso e ser bem tratado. Então acredito que a partir do momento que eu trago essa experiência para dentro da minha casa, pois já estou abrindo a porta da minha casa para receber alguém, eu já passo a redirecionar essa troca para um outro lugar, um lugar mais acolhedor e intimista, com uma troca real, e que por fim humanize essas relações e a profissão em si, então estou bem animada e contente com esse novo projeto que se chama "Pingue Aqui".  

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ela ainda deixou um recadinho, olha só: "Independente da profissão que você esteja, a gente sempre precisa observar o mundo ao nosso redor, as pessoas ao nosso redor e não podemos pensar somente no nosso próprio umbigo. A sociedade é feita do coletivo e todas as profissões devem olhar para o coletivo, falando especificamente da gastronomia, é uma profissão coletiva, raramente alguém consegue executar algo sozinho dentro de uma cozinha, geralmente existe uma equipe e tudo mais, então a gente precisa ter um olhar acolhedor, agregador, as pessoas são diferentes, não são iguais, vem de lugares diferentes, origens diferentes, então precisamos respeitar a tudo e todos, então... Acho que meu recado é sejam pessoas sempre com um olhar plural, tenha sempre empatia, humildade e siga sempre seus sonhos sem apagar o sonho do próximo. E... Fora Bolsonaro, rs... Vacinem-se. Fora os negacionistas!" e se você quiser continuar acompanhando ela no Instagram, é só procurar no @chefdadis e @pingue.aqui, beleza?


Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

domingo, 6 de fevereiro de 2022

Tá Na Fazenda ou Tá Na Roça?: 3x06 - Cristiane Maravilha x Silvana Oliveira


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que nós estamos dando continuidade na nossa coluna MARAVILHOSA de formar o elenco da próxima temporada de "A Fazenda", olha que gostoso? Para quem ainda não conhece, toda semana a gente coloca duas subcelebridades para competir pelo o seu voto e ao final de 20 semanas a gente confere quem foram todos os escolhidos para a temporada ideal, até o momento já temos o ator Júlio Rocha, a miss bumbum Suzy Cortez, o sertanejo Rodrigo Marim, a ex-BBB Antonela Avellaneda e agora o cantor Latino com 75% dos votos.

E para a nossa sexta semana de competição, trouxemos mulheres que já participaram de outro reality show da Record e que mereciam uma segunda chance na grade da emissora, de preferência em um confinamento maior, como "A Fazenda", não é mesmo? As duas também tem em comum que são familiares de famosos, então, estou falando da queridíssima Cristiane Maravilha que participou ao lado do seu marido Túlio, na primeira temporada do "Power Couple Brasil" e de Silvana Oliveira, mãe de dona Ludmilla, que participou da primeira e única temporada do "Made In Japão". Vem saber mais sobre elas para decidir o seu voto!


Cristiane Maravilha: Como eu disse anteriormente, a moça é esposa do ex-jogador de futebol, Túlio Maravilha e ao lado dele, eles construíram uma família com dois filhos, dos quais ela se empenha para ajudar eles a conquistarem o sucesso profissional, assim como faz com o marido, que aliás, ela é empresária dele. Além disso, Cristiane também faz palestras motivacionais e encoraja o empoderamento feminino. Na televisão, ela já esteve no "Power Couple Brasil" e no "Troca de Esposas", ambos da Record e ambas são participantes bem movimentadas, do jeito que a gente gosta. Ela já esteve cotada para "A Fazenda" e dizem que ela desistiu de última hora por ter que ficar confinada por 15 dias no hotel, então será que vem ai em algum momento?

Motivos para entrar em A Fazenda: A participação dela em ambos os realities da Record deu o que falar, principalmente pelo seu gênio ser mais forte e ela não hesitar em estabelecer limites, sem muita paciência para mimimis, Cristiane nunca pensou duas vezes antes de dar a sua real opinião sobre qualquer coisa e muito menos se importou em como seus colegas de programa iriam achar dela ou de seu marido, ela simplesmente fazia o que era melhor para o casal e não compactuava com as fofocas pelas casa. Em minha opinião, ela é o tipo de participante que rende mais do que qualquer outro e eu vou sempre panfletar o nome até que esse momento chegue, quem amou???


Silvana Oliveira: Mãe da cantora Ludmilla, ela participou da primeira e única temporada do "Made In Japão" da Record, que misturava um pouco de confinamento com provas malucas que iria ser exibido no extinto "Programa da Sabrina" e com o cancelamento da atração, o reality ganhou vida própria apenas para exibir o que já havia começado e foi interrompido pelo inicio da pandemia. Recentemente ela se casou com um ex-segurança da filha, ou seja, se não vier uma "A Fazenda" para ela, eu já inicio uma campanha para o "Power Couple Brasil", viu Galisteu???

Motivos para entrar em A Fazenda: No reality show da Sabrina, apesar de ser um pouco mais calada, ela não foi uma planta, diferente da sua nora que está competindo no "BBB22" neste momento, ela tinha um jeito mais levado para o deboche e também era bem competitiva, coisa que nós amamos conferir, não é mesmo? Particularmente eu não achei que ela seria um nome relevante quando foi anunciada, pois tenho uma ideia do que é "ser famoso", mas após ver a participação dela, eu percebi que não poderia estar mais errada e se o Carelli adora uma reciclagem, essa aqui é das boas.


Agora é com vocês! Qual das duas bonitonas vocês prefeririam conferir em uma temporada de "A Fazenda"? Vocês vão ter até o próximo domingo, às 19:30 quando a enquete será encerrada, beleza??? Lembrando que vocês votam AQUI.

Qualquer novidade eu volto, lembrando que quem quiser entrar em contato comigo, pode add no facebook, procurando por "Bruna Jones" e que agora na página oficial do blog, vocês encontram conteúdo exclusivo: clique aqui! Podem também procurar e seguir no twitter e instagram no @odiariodebrunaj certo?

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2022

Bruna Entrevista: 11x10 - Naraiel Ferrari


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é engenheiro e também trabalha como modelo, além de estar concorrendo no Mister Brasil deste ano, estou falando do queridíssimo Naraiel Ferrari, que aceitou vir aqui compartilhar um pouco de suas experiências com a gente, vem conferir!

Bruna Jones: Atualmente você foi eleito o Mister Rondônia e está rumo ao concurso de Mister Brasil 2022. Mas antes da gente falar mais sobre isso... Como foi que você acabou se interessando pela profissão de modelo? 
Naraiel Ferrari: Bem; foi tudo acontecendo aos poucos. Sou engenheiro eletricista de formação e, hoje, atuo na área de meio ambiente. Para ser sincero, nunca tinha pensando em ser modelo. Há dois anos atrás, fiz uma viagem com a família e tirei uma foto. Ao chegar no hotel, mostrei a foto para a minha mãe e ela não me reconheceu. Ela disse: "Nossa Nara, você está gordinho; quase não pude te reconhecer!". Aquilo foi um estalo mental. Então, quando retornamos para casa, iniciei dieta e comecei a treinar musculação. Dentro de seis meses, meu corpo havia mudado muito, bem como, meus hábitos alimentares, profissionais; comecei a postar fotos nas redes sociais e, então, a visibilidade começou a aumentar. Conforme tudo ia ocorrendo, fui melhorando cabelo, barba, roupa, postura, comportamento e acabei sendo chamado para pequenos trabalhos. A cada trabalho realizado, recebia feedbacks positivos e indicações para outros trabalhos. Com o tempo, fui convidado a participar do Mr. Rondônia, na qual fui aclamado.

Bruna Jones: Inclusive você está dividindo o seu tempo entre a modelagem e seu trabalho como engenheiro civil, não é mesmo? Como está sendo para você além disso tudo, estar se preparando para um concurso de moda tão grande? 
Naraiel Ferrari: Na verdade, sou engenheiro eletricista (formado pela Universidade Federal de Viçosa - UFV) e iniciei o mestrado de Engenharia de Telecomunicações e Automação pela UFRJ e tenho pós graduação em Engenharia e Segurança do Trabalho pela UNIRON. O concurso, de fato, tenho investido bastante energia (tempo e recursos). Mas tem sido uma experiência muito boa: tenho aprendido muito sobre moda e cuidados em geral e, também, tenho conhecido uma quantidade muito grande de pessoas positivas que tem somado comigo durante esta caminhada. Eu estou empolgado. 

Bruna Jones: Falando ainda sobre começos, uma carreira como modelo e influencer hoje em dia é bem concorrida e não é tão fácil conseguir um bom resultado logo de início. Como está sendo o início da sua jornada até agora? 
Naraiel Ferrari: Sim, muito concorrido; as vezes, até desleal. De toda forma, eu tenho curtido o processo. A maioria das pessoas tem dado feedback positivo e isto é motivador. Tenho consciência de que é um processo demorado e difícil. É preciso manter a constância para chegar em resultados acima da média e, talvez, esta seja a parte mais árdua do processo.

Bruna Jones: Como eu disse anteriormente, você foi eleito Mister Rondônia e está se preparando para o Mister Brasil 2022, o que te fez ficar interessado em participar deste concurso? 
Naraiel Ferrari: Veja bem, hoje, tenho 32 anos. Quando surgiu o convite, foi uma mistura de emoções: eu fiquei emocionado ao receber o convite. Pareceu uma espécie de recompensa pelo trabalho que eu já vinha fazendo. Ao passo que também fiquei com um pé atrás devido a idade; inicialmente, tinha a impressão que estava fora dos padrões. Então, compartilhei a ideia com a família e as pessoas mais próximas e, amém, foi incentivo muito grande. Enquanto eu estava tímido, minha família e amigos me incentivaram e falaram que eu tinha o perfil. A própria agência também me mostrou que eu estava sim dentro do perfil do Mister Brasil e que tinha potencial para trazer a faixa para RO. Além disto, confesso que sou muito competitivo; e fui convidado para uma competição a nível nacional; Apenas os melhores estarão lá e fui selecionado para o concurso também. Tudo isso somou aceitar o convite.

Bruna Jones: Nós sabemos que esses concursos costumam ser bem competitivos quando algumas pessoas se deixam levar pelas emoções. Como está sendo essa experiência para você? 
Naraiel Ferrari: Enquanto eu enxergo a minha idade como acima da média do concurso e, portanto, uma desvantagem; existe aí uma vantagem: estou mais maduro - emocionalmente falando - e, tornei meu ponto fraco em um ponto forte. A estabilidade emocional dos mais "experientes" (idade) é maior. Eu estou bem, estou seguro, estou empolgado e estou com os pés firmes no chão: Irei fazer um excelente concurso. Logicamente, as vezes, dá medo ou nervosismo. Compartilho que recentemente, houve um desfile no Porto Velho Shopping e fui convidado. Minutos antes de subir no palco, me deu tremedeira na perna, um nervosismo. Quando subi na passarela, coloquei a minha melhor energia - o maior sorriso e felicidade no rosto - e pude escutar as palmas batendo. Vi minha família e amigos também aplaudindo e, confesso, que sensação maravilhosa: eu estava solto.. a vontade! Quando desci do palco, não pude evitar, meus olhos se encheram.. foi muita felicidade. 

Bruna Jones: Vários rapazes que participam deste concurso acabam migrando para outros tipos de competições, como em realities na televisão. Você participaria de algo parecido como o "BBB" ou "A Fazenda"? 
Naraiel Ferrari: Claro, com certeza! Utilizaria o programa não só para me alavancar profissionalmente, mas para expor meus pensamentos, meus ideais e extrair o melhor das pessoas que estiverem assistindo ao programa. Os amigos a minha volta, estão sempre incentivando a me inscrever nos realities; eles alegam que a forma como me comporto é o que o programa precisa. Ei Globo, SBT, Multishow; eu estou pronto! Hahahaha...

Bruna Jones: Como modelo, você precisa sempre estar tomando cuidados com o seu porte físico, já que é a principal ferramenta de trabalho. Quais são os seus principais cuidados nesta área? 
Naraiel Ferrari: Antes mesmo de ser Mister ou fazer trabalhos como modelo, eu já cuidava do meu corpo. O estalo se deu quando minha mãe não me reconheceu em uma determinada foto. Pratico musculação e dieta já fazem 2 anos e meio. Durante o percurso, o propósito foi mudando. No início, era apenas por uma questão de saúde; em seguida, passou a ser para atrair o sexo oposto; depois mudou novamente e fazia por uma questão de vaidade; até chegar onde estou; Atualmente, faço musculação como uma questão quase de terapia. É uma hora que desligo o celular, os problemas diários são esquecidos e aquele momento é apenas meu. Já a dieta impõe rotina; isso implica que tenho meu horário certo de trabalho, de descanso, de lazer, com a família e outros. A vida flui de forma automática. Virou um hábito na minha vida. O segredo para o corpo está 80% na alimentação. Sempre digo: "Falte um treino, mas não fure a dieta"; Então, mantenho a dieta de forma rigorosa e muita constância nos treinos. Lembro que em 2020, eu faltei a academia apenas 13 dias no ano. É importante descansar 7 horas por dia, também. Sigo essas etapas de forma contínua. Cabe destacar que parei de beber. 

Bruna Jones: A carreira de modelo até alguns anos atrás costumava ser bem diferente do que a gente vê hoje em dia. Até que ponto você acredita que as redes sociais influenciam na sua carreira de maneira positiva ou negativa? 
Naraiel Ferrari: O Instagram é com toda a certeza uma grande chave para alavancar na carreira de modelo, inclusive em outras. Profissionalmente falando, ela é bastante positiva. Entretanto, isto acaba virando um trabalho. Algumas vezes, não estamos bem, também passamos por dificuldades e o Instagram pode acabar tornando tóxico, pois você tem que estar postando continuamente. Ou seja, mesmo não estando bem, você precisa estar divulgando na rede social. Então, pessoalmente falando, existem alguns pontos negativos. Já aconteceu vezes de eu ficar 3 ou 4 dias sem postar algo e o seguidor me mandar mensagem cobrando; nossa.. eu fiquei danado da vida. 

Bruna Jones: Falando em redes sociais e influência, você está com quase 10 mil seguidores no Instagram e você possui um lado ativo bastante voltado para a reciclagem de resíduos da construção civil. Como é para você usar essa plataforma para poder falar de um assunto tão importante como esse?
Naraiel Ferrari: Bem, eu tenho meu Instagram pessoal, na qual divulgo minha preparação para o mister e coisas em geral. Em paralelo, tenho outro perfil que é profissional que traz um conteúdo de reciclagem de resíduo da construção civil. No meu pessoal, raramente posto coisas do meu trabalho. No caso do Instagram profissional, eu o utilizo de forma mais moderada, pois há outras plataformas que produzem mais vendas que o Instagram. Antes de ser Mister, eu tinha em torno de 1800 seguidores. Em pouco mais de 6 meses, trouxemos para quase 10 mil. Além do mister, tive o prazer de conhecer a miss Brasil e o coordenador geral do miss/mister; No encontro, eles me trouxeram quase 4 mil seguidores.

Bruna Jones: Felizmente, mesmo que aos poucos, nós estamos conseguindo retomar a nossa vida social e profissional, não é mesmo? E com isso, projetos podem ser colocados em prática e novidades surgem... Tem algo novo vindo por aí? Algo que possa compartilhar com a gente?
Naraiel Ferrari: Claro, sem dúvida. Quanto ao Instagram pessoal, estou buscando lançar um conteúdo sobre beleza masculina: moda, cabelo, barba, dieta, pele, treino ; sempre voltado para os homens. Já na vida profissional, expandimos a empresa em quase 3 vezes no ano de 2021 e estou buscando expandir mais 25 % em 2022. Já estou trabalhando em cima disto. E, particularmente, amo aprender novas línguas; Gostaria de aprender um pouco de mandarim. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Muito obrigado pela força e pela torcida. Há pessoas que não conheço, mas que torcem pelo sucesso no Mr. Brasil. Muito obrigado por isto! Continuem me seguindo no Instagram para acompanhar minha preparação para o concurso. Dicas são sempre bem vindas! Um grande abraço para todos vocês! Cuidem da sua família." e se vocês quiserem continuar seguindo ele, basta procurar no Instagram por @NARAIEL e no Facebook: Naraiel Ferrari. Já para contatos profissionais, mandem um e-mail para naraiel@hotmail.com, beleza? 

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

segunda-feira, 31 de janeiro de 2022

Bruna Entrevista: 11x09 - Felipe Drummond


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E o nosso convidado de hoje é um queridíssimo dublador, que com certeza você já conferiu algum trabalho dele, principalmente se você é ligado ao universo de séries e animações, estou falando do Felipe Drummond, que aceitou vir aqui compartilhar um pouco de suas experiências com a gente, vem comigo!

Bruna Jones: Para quem não sabe, você é neto do queridíssimo Orlando Drummond, além de ter dois irmãos que também estão na área da dublagem, mas voltando um pouco, teve alguma influência do seu avô na hora de decidir entrar na carreira artística?
Felipe Drummond: Lembro nitidamente do dia em que fiquei com vontade de fazer dublagem. Meu avô, que sempre foi muito respeitado no meio, me convidou para acompanhá-lo em uma gravação na VTI (antigo e tradicional estúdio de dublagem que existia aqui no Rio de Janeiro). Nessa gravação ocorreu o que chamamos de VOZERIO (são aqueles sons de fundo - pessoas conversando em um restaurante ou escritório). Para minha sorte, a gravação daquele dia era de um vozerio de festa. Um lindo baile na década de 20. Imediatamente me senti parte do filme, fiquei maravilhado. Eu tinha uns 9 ou 10 anos de idade. Quando tinha 11 anos entrei para o curso de dublagem. Naquela época os cursos eram bastante limitados e as turmas para crianças só eram abertas quando havia demanda por novas vozes. Fiz o curso com Marlene Costa (minha mãe na dublagem) em 1998. E não parei mais. A dublagem se tornou uma constante em minha vida. Acompanhou minha infância, adolescência até durante minha faculdade de Direito. Um belo dia resolvi me dedicar 100% à minha paixão. Larguei a faculdade e me aprofundei na área. Hoje, além de dublador, sou diretor de dublagem, locutor e audiodescritor. Sou um apaixonado por tudo que envolva a voz! 

Bruna Jones: Inícios de carreira sempre costumam ser um pouco mais complicados, principalmente para quem busca uma oportunidade nas artes em geral. Como foi o início da sua jornada até conseguir se estabilizar na carreira?
Felipe Drummond: Iniciei muito novo, com apenas 11 anos de idade. Quando se entra tão cedo no mercado você tem a vantagem de ter pouca concorrência. Obviamente meu avô me apresentou para diversos diretores e amigos. O sobrenome sempre foi muito forte. Mas ao mesmo tempo fui construindo minha própria trajetória e trilhando meu próprio caminho. Fiz minhas escolhas. Passei pela complicada fase da mudança de voz (onde diversos garotos acabaram largando a dublagem para se dedicar a outros trabalhos que rendessem mais dinheiro). Decidi estudar Direito e passei a focar nessa carreira, mas nunca abandonando a dublagem. Com o tempo notei que ela era minha verdadeira paixão. Passei a me dedicar integralmente à carreira e as coisas passaram a acontecer de forma natural. Me tornei diretor de dublagem e passei a ter, pelo menos um pouco, de estabilidade. Essa incerteza da vida artística faz parte do jogo. O frio na barriga. O eterno "corre". Eu gosto muito da certeza de não ter certeza do que farei no dia seguinte. Todo dia é algo novo. Posso ser ladrão, mocinho ou um carro que fala, tudo em um pequeno intervalo de tempo. 


Bruna Jones: Artistas em geral costumam ser bastante perfeccionistas em relação a tudo o que fazem, principalmente nesta era em que tudo é compartilhado quase que instantaneamente na internet. Você costuma ser mais crítico em relação ao seu trabalho ou busca manter uma certa distância?
Felipe Drummond: Não sou exceção. rs... Minha esposa, Flavia, sempre fala que quando assistimos alguma coisa na televisão, uma série na Netflix ou qualquer programação que envolva dublagem, eu não consigo relaxar. Sou um apaixonado pelo que faço. Muito, mas MUITO crítico com meu próprio trabalho. Acredito que o aperfeiçoamento do ator, o aprendizado, é diário. Por isso, uma produção que eu dublei hoje, por exemplo, sairá em uns 2 meses. Quando eu assistir àquela produção a minha concepção e o meu aprendizado já serão diferentes, logo, serei crítico com o que já fiz. Esse frio na barriga, essa certeza de levantar da cama todos os dias sabendo que vou aprender alguma coisa nova - é isso que me motiva. Esse é o meu combustível. 

Bruna Jones: Você já possui bastante experiência na sua carreira e no decorrer deste tempo, entre as personagens que você já teve a oportunidade de dublar, qual foi a mais difícil e por qual motivo?
Felipe Drummond: Todo personagem é um desafio. E eu adoro desafios. Acho que a dublagem possui uma peculiaridade em relação às outras áreas artísticas: não existe muito tempo para a preparação. Você chega no estúdio, o diretor apresenta o seu personagem fazendo um breve resumo, você assiste aquela cena uma ou duas vezes e grava. E aquela fala ficará registrada por algumas décadas. O processo do ator em dublagem é em outra velocidade, percebe? Tudo ocorre em questão de minutos. Acredito que personagens com uma densidade dramática e histórica são bastante difíceis de fazer. Primeiro porque exigem o nosso máximo enquanto atores e, por serem figuras históricas, carregam todo um imaginário popular e toda a necessidade de um naturalismo preciso, para que o público possa entender exatamente o que aquele ator está fazendo. Neste cenário, acredito que um dos meus maiores desafios foi dublar o Príncipe Charles em "The Crown", interpretado por Josh O'Connor, devido a todos os motivos expostos acima. 

Bruna Jones: Além de dublar, você também é diretor de dublagem. Como foi para você ter essa mudança de cenário e ter que ser responsável por guiar outras pessoas através do processo de dublagem?
Felipe Drummond: O trabalho como diretor de dublagem é apaixonante. Poder ser o guia do ator em sua jornada para desvendar um personagem é uma honra. Esse trabalho em equipe, juntamente com a parte técnica do estúdio, é importantíssimo para termos uma dublagem de qualidade. Um bom diretor faz a diferença para uma boa dublagem. E, falando como dublador, é muito mais fácil dublar um filme quando se é bem dirigido. É como estar sozinho em uma caverna escura. Você até pode sair dela sozinho, caindo algumas vezes e se machucando um pouco (sem uma boa direção) ou pode transformar em uma incrível jornada com um guia com uma lanterna ao seu lado, que mostrará o caminho e explicará cada curva daquele trajeto (com uma boa direção de dublagem). 


Bruna Jones: Muitas pessoas possuem a ideia equivocada de que qualquer pessoa pode chegar em um estúdio e gravar uma dublagem, parte disso vem por causa dos "star talent" que acabam entrando em vários filmes de sucesso e em alguns casos se tornam um verdadeiro desastre. Você poderia falar para a gente qual é a importância de ter uma formação adequada para a profissão?
Felipe Drummond: Acredito que qualquer profissão exige qualificação adequada. O mais importante em um bom dublador é a parte artística. A técnica pode ser aprendida ao longo do tempo, mas não se pode ensinar alguém a interpretar dentro do estúdio - diante de uma dinâmica tão rápida de gravação. Tempo é dinheiro. Em relação aos star talents acredito que essa seja uma maneira que encontraram de fazer marketing para os filmes. Não entrarei no mérito se fica bom ou ruim - embora muitos deles tenham feito ótimos trabalhos. A questão aqui é que recebem mais para uma divulgação daquele produto e, obviamente, para atrair mais público. 

Bruna Jones: Como dublador, nem sempre você recebe o roteiro completo ou grava suas cenas com outros atores simultaneamente, certo? Como é para você ficar com algumas lacunas na história, sem saber o que está acontecendo fora do núcleo da sua personagem?
Felipe Drummond: Só sabemos o que vamos dublar no exato momento em que pisamos no estúdio. É nesse momento que entra o bom diretor de dublagem. Que consegue passar para o dublador, em poucos minutos, todas as nuances e toda a trajetória de seu personagem. Sem a figura do diretor o trabalho se perde. 

Bruna Jones: No decorrer da sua carreira, você teve a oportunidade de dublar diversos personagens em franquias diferentes, desde Marvel, a Disney mais clássica e também a atual como "Frozen 2" e seriados. Entre os diversos projetos que esteve, existe algum pelo qual você tenha um carinho mais especial?
Felipe Drummond: Tenho alguns xodós! O primeiro deles é o Junior, da série "Eu, a Patroa e as Crianças." Acho que foi o primeiro personagem que as pessoas reconheciam a minha voz de forma efetiva. Além dele também tenho um carinho muito grande pelo ator Dylan O'Brien, que já dublei em diversas produções! 


Bruna Jones: Infelizmente desde março de 2020 a gente está vivendo esse momento de pandemia, que aos poucos estamos conseguindo retomar nossas vidas sociais e profissionais, uma das áreas mais prejudicadas com isso foi a artística, por conta do fechamento de teatros, cinemas, redução de gravações para a televisão... Como foi esse período para você?
Felipe Drummond: Foi um período de muito aprendizado, resiliência e adaptação. Os estúdio adotaram rígidos protocolos para que todos se sentissem seguros e à vontade para realizar o trabalho. Aprendemos a valorizar cada momento que tínhamos e sairemos dessa com uma vontade de viver ainda maior! 

Bruna Jones: Felizmente, mesmo que aos poucos, nós estamos conseguindo retomar a nossa vida social e profissional, não é mesmo? E com isso, projetos podem ser colocados em prática e novidades surgem... Tem algo novo vindo por aí? Algo que possa compartilhar com a gente?
Felipe Drummond: Novidades aparecem todos os dias! Infelizmente, por questões de sigilo contratual, não posso revelar nomes. Mas o público pode ter certeza que 2022 vai trazer muito conteúdo legal! 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ele ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "É um prazer enorme poder contar um pouco da minha trajetória para você e para seus leitores. Espero que vocês tenham gostado e que prestigiem a boa dublagem brasileira. Para mim é um enorme orgulho carregar este legado do meu avô e poder espalhar aos sete ventos esse amor incondicional por essa linda maneira de fazer arte! Viva a dublagem brasileira!" e para quem quiser conferir mais, ele também avisa: "Quem precisar dos serviços profissionais da Família Drummond pode acessar o site (AQUI). Quem quiser acompanhar meu dia a dia pode me seguir no meu Instagram: @drummond_felipe."


Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

domingo, 30 de janeiro de 2022

Tá Na Fazenda ou Tá Na Roça?: 3x05 - Latino x Léo Maia


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que nós estamos dando continuidade na nossa coluna MARAVILHOSA de formar o elenco da próxima temporada de "A Fazenda", olha que gostoso? Para quem ainda não conhece, toda semana a gente coloca duas subcelebridades para competir pelo o seu voto e ao final de 20 semanas a gente confere quem foram todos os escolhidos para a temporada ideal, até o momento já temos o ator Júlio Rocha, a miss bumbum Suzy Cortez, o sertanejo Rodrigo Marim e agora, a ex-BBB Antonela Avellaneda com 70% dos votos.

Para a quinta semana da nossa disputa, trouxemos mais dois cantores, mas não sertanejos, que né? A gente precisa ter uma variedade de opções, não é mesmo??? Já tivemos gente de diversos estilos no confinamento e inclusive cantores de sucesso de épocas diferentes, como o Nahim, Sylvinho Blau Blau, Conrado Fernandes e tantos outros, mas enfim... Para hoje, trouxemos dois que são bem conhecidos da polêmica, o primeiro é o cantor Latino, que infelizmente já revelou que não tem muito interesse em participar e o herdeiro do Tim Maia, o cantor, Léo Maia. Então vem conferir um pouco mais sobre os dois e escolher o seu voto. 


Latino: Atualmente com quase 49 anos, ele estourou na música nos anos 90 com a música "Me Leva", em todo programa que você assistia, a música dele estava tocando ou ele estava presente para poder cantar. Com o decorrer dos anos ele deixou de apenas para cantar, para também produzir e se aprofundar em outros instrumentos, o rapaz também já se aventurou na atuação, tendo alguns humorísticos em seu currículo, além de ter participado do "Circo do Faustão" e ter feito um ensaio de nudez para a "G Magazine". Ele também é bem conhecido por causa de seus romances, já tendo como esposas a cantora Kelly Key e a modelo Mirella Santos. 

Motivos para entrar em A Fazenda: Desde a primeira temporada ele fica socando suas ex no confinamento da Record, né? A principal que a gente gostaria, ainda não veio, mas beleza... Já passou da hora dele próprio se aventurar, ainda mais que ele disse que seria cancelado se ficasse em um confinamento, então é isso o que a gente quer, personagens para a gente amar odiar, sabe??? E se o Carelli for esperto, ainda consegue colocar algumas pessoas com quem ele já teve treta, como a Val Marchiori, que recentemente eles estiveram em polêmica sobre romance falso, olha que bacana??? Eu acredito que ele entregaria um bom conteúdo para ser repercutido aqui fora, nem que seja para irritar as pessoas cantando "Festa no Apê" o dia todo.


Léo Maia: Ele é filho de criação de Tim Maia, Márcio nunca foi adotado legalmente pelo cantor. Em 2005, Léo lançou seu primeiro disco Cavalo de Jorge, que reuniu 13 canções, das quais 8 de sua autoria. Depois de dois anos pesquisando e compondo o repertório de Cidadão do Bem, Léo Maia e a LGK Music lançaram em 2008, com distribuição da gravadora Som Livre, seu segundo disco. Na televisão ele já foi competidor no "Esse Artista Sou Eu" do SBT, onde eles deveriam se vestir de outros cantores semanalmente, parecido com aquele quadro que existe no "Domingão" da Globo.

Motivos para entrar em A Fazenda: Acho que eu fui a única pessoa que assisti o reality show do SBT e naquela época, ele demonstrou ser uma pessoa que não tem muita paciência e um pouco estourado, ele conseguiu arranjar brigas de bastidores com outros participantes em um reality musical, para vocês terem uma ideia da personalidade dele, não é mesmo? Imagina o que ele faria em um confinamento de verdade??? Só por essa participação no SBT pra mim já valeria uma chance em outro programa. No último ano ele acabou se envolvendo em alguns atritos familiares e também acabou se tornando evangélico, mas não sei, acho que ainda poderia render...

Agora é com vocês! Qual dos dois bonitões vocês prefeririam conferir em uma temporada de "A Fazenda"? Vocês vão ter até o próximo domingo, às 19:30 quando a enquete será encerrada, beleza??? Lembrando que vocês votam AQUI.

Qualquer novidade eu volto, lembrando que quem quiser entrar em contato comigo, pode add no facebook, procurando por "Bruna Jones" e que agora na página oficial do blog, vocês encontram conteúdo exclusivo: clique aqui! Podem também procurar e seguir no twitter e instagram no @odiariodebrunaj certo?

sexta-feira, 28 de janeiro de 2022

Bruna Entrevista: 11x08 - Dani Duf


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E a nossa convidada de hoje é alguém já conhecida do universo dos realities da Record, ela foi repórter das principais atrações da emissora, além de ter feito diversos outros trabalhos incríveis ao longo da sua carreira, estou falando da apresentadora e modelo, Dani Duf! Conversamos um pouco sobre tudo isso e vocês conferem agora!

Bruna Jones: Você possui uma ampla carreira como modelo e apresentadora, mas antes da gente falar mais sobre isso, vamos voltar um pouco... Qual foi o seu primeiro contato com o mundo artístico e o que te motivou a buscar uma carreira nessa área?
Dani Duf: Acredito muito que já nascemos com alguns talentos nato, que podem se aperfeiçoar ao longo da vida. Acredito também, que de acordo com o ambiente que somos criados e pessoas que convivemos ao longo da vida nos influencia de certa maneira. No meu caso, eu não nasci no meio artístico e o que posso dizer como primeiro contato que hoje compreendo assim, é quando me vem na lembrança, eu com meus 11, 12 anos assistindo Silvia Popovic, Sem Censura, Leda Nagle e achando sensacional essas essas mulheres. Me lembro também de chamar minha irmã para brincar comigo de Bom dia Brasil, um café da manhã que rolava entrevistas... rs... Eu montava a mesa e entrevistava ela. (sempre eu entrevistava). Depois, com 15 anos fiz meu primeiro book, morava em Belo Horizonte, sou mineira nascida lá. Fiz algumas coisas não muito relevantes mas já era o caminho. 

Bruna Jones: Inícios de carreira sempre costumam ser um pouco mais complicados, principalmente para quem busca uma oportunidade nas artes em geral. Como foi o início da sua jornada até conseguir se estabilizar na carreira?
Dani Duf: A vida é instável e isso de certa forma é muito bom. Faz com que a gente sempre busque melhorar e evoluir. Eu não considero minha carreira estabilizada. Sinto que cumpri uma jornada até aqui de muito aprendizado, erros e acertos que ajudaram a me construir. Esse cair e levantar me fez desenvolver uma força muito grande que junto com a maturidade me fez entender muito do que eu quero e do que eu não permito mais. Daí entra o lado melhor da vida que é quando você tira o ego da profissão e começa a se aprimorar, ver suas diversas capacidades e mergulha no seu propósito. 

Bruna Jones: Artistas em geral costumam ser bastante perfeccionistas em relação a tudo o que fazem, principalmente nesta era em que tudo é compartilhado quase que instantaneamente na internet. Você costuma ser mais crítico em relação ao seu trabalho ou busca manter uma certa distância?
Dani Duf: Me tornei mais detalhista, coisa que não era antes. Fui me aprimorando, mas confesso que gosto do espontâneo, do verdadeiro. Não me critico demais. A vida precisa ser mais leve e somos humanos, não há perfeição. De uns tempos pra cá me dedico a estar sempre pronta, isso significa preparada para qualquer desafio que vier. Eu estudo muito, praticamente todos os dias. Se hoje eu tiver uma oportunidade que eu ache bacana aceitar como apresentadora estarei pronta, se for para atuar na novela da 21h, estou pronta, venho me aprimorando sempre. Coisas que antes eu deixava rolar e hoje não deixo mais. Busco essa segurança de saber e estar cada dia mais preparada profissionalmente. 

Bruna Jones: Como repórter, você esteve no comando de entrevistas e matérias especiais para vários realities da Record, como "GOT Talent", "Ídolos" e "A Fazenda". Como foi para você estar nestes projetos?
Dani Duf: Tudo que fiz na minha vida me ensinou muito. Na Record eu apresentei esses bastidores dos principais realities da casa nas versões online até que surgiu a oportunidade de apresentar as provas da "A Fazenda 7" na televisão e também foi muito bacana pra mim. Além disso, fiz os bastidores ao vivo do Programa "Hoje em Dia" nos intervalos até também surgir o convite para integrar no programa. Fiz bastidores do "Programa do Gugu", matérias para o "Programa do Faro" etc... Foi ótimo. Quando resolvi sair da emissora foi justamente por não querer mais fazer um pouco de tudo e no fim não conseguir mostrar meu potencial ao máximo em um único projeto. Naquele momento foi meu maior crescimento: Fazer uma escolha. E então optei por não dar sequência no meu contrato. 

Bruna Jones: Falando em reality, se você fosse convidada para estar no lado oposto, como participante, de algo como "A Fazenda" ou o "BBB", você toparia?
Dani Duf: Já fui convidada para reality de casais com meu marido e recusamos. Eu iria com alguma estratégia bem estruturada profissionalmente. Ir por ir jamais. Não vale a pena a exposição se você não tiver um plano muito bem organizado. 

Bruna Jones: Você possui a experiência de apresentação ao vivo de um programa desde muito cedo em sua carreira, que é uma oportunidade que poucas pessoas conseguem, ainda que você tenha essa experiência, como costuma ser para você lidar com o "ao vivo", sabendo que imprevistos podem acabar acontecendo?
Dani Duf: Essa é uma das coisas que a gente não explica bem. Eu lido bem com ao vivo e com imprevistos. É muito natural pra mim. Daí eu te falo a importância da maturidade e protagonismo na carreira. Eu sei que tenho esse talento mas não posso me acomodar com ele nem com nenhum outro. Então, quando eu decido me aprimorar eu melhoro essa característica para quando, um dia eu passar por algo que eu não espere, mesmo tendo talento, só isso não me sustenta. Hoje, sei que cuidar do que a gente já tem como talentos natos significa um êxito muito maior na vida. 

Bruna Jones: Você também possui formação como atriz, acredita que ter essa base e ferramentas que o curso te disponibiliza, de certa forma acaba te ajudando na sua carreira como apresentadora?
Dani Duf: Na vida artística tudo se complementa. Não sou cantora mas minhas aulas de fono e canto me deixam mais preparadas para um teste, por exemplo, para um musical. Cuidar da voz também me deixa preparada para uma locução bem feita, para um programa ao vivo e por ai vai... Quando estou trabalhando como apresentadora estou naquele momento exercendo de certa forma aquela personagem seja ela mais descontraída para entretenimento ou mais séria para algum vídeo ou apresentação institucional. Exercemos vários papéis e não apenas para quem é artista. Somos mãe, esposa, amiga, empresária, filha etc.  

Bruna Jones: Hoje você possui a plataforma "Espelho Dani Duf" que conta com diversos assuntos atuais, tanto de entretenimento quanto saúde e bem estar. Como foi que surgiu a ideia de criar esse espaço?
Dani Duf: Durante a pandemia, intensifiquei meus estudos tanto de interpretação, profissionais e muito de autoconhecimento. Participei de mentorias para entender melhor o digital e criar novos produtos visando melhorar minha performance no meu perfil pessoal, agregando mais valor para as marcas parceiras, publis, etc. Autoconhecimento sempre fez parte da minha vida, sempre mesmo. Foi então, que em 2020 resolvi fazer um curso de Formação Profissional em Inteligência Emocional e comecei a colocar em prática meus aprendizados no digital com um perfil novo focado nesse assunto com propósito de ajudar e servir. Está dando muito certo. Hoje estou com uma equipe que me ajuda, logo mais vou lançar meu primeiro produto, formatar as palestras e levar a um número maior de pessoas.


Bruna Jones: Muita coisa mudou desde que você iniciou a sua carreira, antigamente as pessoas dependiam mais de mídia impressa e demorava mais para conseguirem algumas informações, e hoje, tudo está acessível em um click no celular ou computador. Sabendo do grande número de pessoas que você pode acabar impactando de alguma maneira, qual a sua preocupação na hora de compartilhar informações com essa audiência?
Dani Duf: A minha audiência ainda está crescendo, vou conhecendo aos poucos meus seguidores. Por isso, tenho esses perfis diferentes. Digamos que o pessoal @dani.duf é mais artístico, mostro bastidores de comerciais, fotos de campanhas, publis mas dou uma pitada de conteúdo mais "cabeça", escrevo legendas pra reflexão mas pouca gente lê tudo, A galera vê uma foto bonita, curte elogia e não está muito querendo saber de conteúdo. E está tudo bem. Aos poucos conhecem o outro perfil, me conhecem melhor. Sobre o fácil acesso a informação, isso é maravilhoso na mesma proporção que perigoso. A pessoa, ao clicar em tudo "sem filtro algum", acreditam em muita mentira. Por isso, vale fazer uma limpa em quem seguir, quais notícias acompanhar e acima de tudo buscar suas informações estudando sempre. A sabedoria liberta. O acesso é maravilhoso. 

Bruna Jones: Felizmente, mesmo que aos poucos, nós estamos conseguindo retomar a nossa vida social e profissional, não é mesmo? E com isso, projetos podem ser colocados em prática e novidades surgem... Tem algo novo vindo por aí? Algo que possa compartilhar com a gente?
Dani Duf: Sempre tem algo novo. Eu amo movimento e adoro criar. Nada que eu possa falar ainda de concreto além de dizer que estou estudando para atuar no cinema. Vou lançar meu produto digital, aprimorar o podcast e quem sabe um retorno como apresentadora em um projeto legal. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ela ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Vou deixar um recado para a vida. ESTEJA PRONTO! Seja qual for sua profissão e seu desejo de vida, se aprimore diariamente para quando a oportunidade chegar. Não espere a oportunidade chegar para você se preparar senão a vida te atropela. Faça a sua parte antecipadamente, até que um dia a sorte cruza com a oportunidade e você de fato realiza. A vida passa muito rápido pra se deixar para depois."  e se vocês quiserem continuar acompanhando ela nas redes sociais, ela também avisa: "Me siga nos perfis @dani.duf e @espelho.daniduf comente lá, vou amar!"


Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

segunda-feira, 24 de janeiro de 2022

Bruna Entrevista: 11x07 - Yuko Tappabutt


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que hoje é dia de conferir mais uma entrevista inédita aqui no blog, olha que bacana? E a nossa convidada de hoje é chef que participou da quarta temporada do "MasterChef" da Band, estou falando da querida Yuko Tappabutt que vem compartilhar com a gente um pouco das suas experiências profissionais. Vem conferir tudo isso e mais um pouco, agora!

Bruna Jones: Você hoje possui uma carreira bem sólida como chef, mas antes da gente falar mais sobre isso... Como foi que você acabou iniciando a sua jornada gastronômica e acabou percebendo que gostaria de se tornar uma profissional desta área?
Yuko Tappabutt: Na verdade eu sou engenheira mecânica e também fiz faculdade de administração de empresas, mas quando tinha 15 anos tive o interesse de participar de uma competição de gastronomia Tailandesa, então na escola que eu estudava eles colocaram um pôster no quadro de avisos sobre uma competição sobre isso e me inscrevi, acabou tendo uns 40 competidores da cidade, de idades variadas até 18 anos. Fiz um cardápio bem Tailandês e consegui vencer a competição na minha cidade, fiquei bastante orgulhosa e surpresa com isso, sem entender direito o motivo pelo qual venci. Acabei gostando bastante de cozinhar e vim morar no Brasil, comecei a fazer comida Tailandesa aqui e gravar vídeos para o YouTube para ganhar algum dinheirinho, mas sem aparecer o meu rosto, pois não era o meu foco. Alguém comentou então que eu deveria me inscrever no "MasterChef Brasil" após reproduzirem uma receita minha e ter dado certo.   

Bruna Jones: Na época que você começou a dar os seus primeiros passos na profissão em si, a carreira de um chef gastronômico ainda não estava muito em alta aqui no Brasil... Em algum momento você chegou a ter dúvidas em relação a sua escolha, por algum tipo de medo ou receio por se tratar de algo relativamente novo? 
Yuko Tappabutt: Ninguém sabe tudo, sabe? Então cada chef tem sua especialidade onde ele sabe em nível maior, mas ninguém sabe de absolutamente tudo. Em algum momento você vai descobrir alguma novidade, então medo mesmo eu não tenho, mas sempre busco coisas novas. É muito importante ter a palavra "novo" em mente, pois se você não experimentar coisas novas, você nunca vai chegar em um ponto avançado da sua carreira. E novidades acontecem todo dia agora, pois o mundo está se tornando um lugar pequeno, tem ingredientes que você entra em lojas Chinesas, Italianas e outros, que sempre vão ter coisas diferentes que você nunca usou, mas meu paladar é muito asiático, Tailandês... Então quando eu vou fazer cozinha Italiana eu tento fazer conforme o sabor original, mas acabo sempre tendendo a fazer mais de acordo com o meu paladar... 


Bruna Jones: Muitas pessoas possuem a ideia errada de que para ser um chef basta saber cozinhar e conseguir fotos bonitas de seus pratos, o que é um absurdo, não é mesmo? O que você acha sobre essa ideia equivocada que a internet pode causar nas pessoas?
Yuko Tappabutt: Todo mundo pode ser chef de cozinha, na minha opinião chefs são pessoas que cozinham e agradam quem está comendo a sua comida, se você quer só tirar foto para compartilhar, pois hoje tudo é redes sociais, não quer dizer necessariamente que você está errado, mas precisa pensar mais em quem está saboreando e falando bem do que está consumindo.  

Bruna Jones: Além de talento e estudos, um outro ingrediente importante para a sua profissão é ter inspiração e criatividade. O que motiva essas duas coisas na sua vida e no seu trabalho? 
Yuko Tappabutt: Sim, tem que ter inspiração e criatividade, com certeza. Tem que sair da zona de conforto também, quando você faz isso e acaba errando, você também acaba aprendendo ao tentar acertar em seguida, alcançando um ponto novo de criatividade e novidade, sabe?

Bruna Jones: Em 2016 você acabou participando da quarta temporada do "MasterChef" da Band. O que te motivou a participar da competição? 
Yuko Tappabutt: Os meus inscritos me mandaram o link de inscrição, acabei fazendo com o meu português todo errado, rs... Mas foi assim, fui sem expectativas de ser chamada e dar certo, mas passei na primeira seleção, passei na segunda, e fiquei bastante feliz. Mas foi isso mesmo, foi graças aos meus inscritos do YouTube. 


Bruna Jones: Nos últimos anos, a "reciclagem" de participantes de reality show virou algo comum na televisão brasileira. Você aceitaria um convite para participar de "A Fazenda" ou "BBB", por exemplo, ou ainda de uma nova temporada com antigos participantes do "MasterChef Brasil"? 
Yuko Tappabutt: Sim, na verdade eu fui chamada novamente para fazer o "MasterChef", mas com essa pandemia, a maneira como a televisão está mudando e o meu estilo de vida também mudou, agora tenho uma filha pequena, mas na época eu não sabia como funcionava a televisão, então aprendi muita coisa boa, como também ruim, mas vamos dizer que eu não estou mais querendo participar de coisas na televisão. 

Bruna Jones: Hoje você possui a oportunidade de dividir seu conhecimento gastronômico com diversas pessoas em diversas plataformas diferentes... Como é para você ter esse espaço para entrar na vida do seu público e poder fazer alguma diferença através das suas receitas? 
Yuko Tappabutt: Eu compartilho mais pelo YouTube, é o local que prefiro compartilhar as minhas receitas, pois não gosto de fazer vídeos curtos como é no TikTok, eu gosto de explicar com detalhes o que estou fazendo e o TikTok não dá essa oportunidade, então não é muito o meu estilo de receita. 

Bruna Jones: Infelizmente o mundo inteiro atravessou um período bem difícil por conta da pandemia desde março de 2020, com diversas limitações. Como uma pessoa que trabalha diretamente com o público, como foi esse período? 
Yuko Tappabutt: Todo mundo está vivendo tempos difíceis e até mesmo para as celebridades está difícil neste momento, mas todo mundo tem que se adaptar nesses tempos, então como tenho a habilidade de tradução, então fico fazendo coisas que consigo fazer, pois não dá para ficar esperando fazer apenas coisas de celebridades ou eventos, a vida precisa continuar... Então pra mim não teve muito efeito, pois continuo fazendo os meus trabalhos a parte de tudo isso. 


Bruna Jones: Felizmente, mesmo que aos poucos, nós estamos conseguindo retomar a nossa vida social e profissional, não é mesmo? E com isso, projetos podem ser colocados em prática e novidades surgem... Tem algo novo vindo por aí? Algo que possa compartilhar com a gente?
Yuko Tappabutt: Por enquanto não tenho nada muito novo, pra mim a novidade é começar um canal no TikTok onde vou compartilhar um pouco da minha vida, sobre as coisas que vivi, acredito que as pessoas gostam de mim e  de ouvir o meu sotaque e a minha história, sabe? Então podem me seguir no @Yuko_Tailandesa, mas são vídeos curtos. 

Bacana a nossa conversa, não é mesmo? E ela ainda deixou um recadinho antes de ir, olha só: "Quero agradecer as pessoas que me acompanham, por todos os comentários e curtidas. Me sinto muito feliz pelas pessoas que me acompanham e que amam de verdade, sinto que as pessoas que usam as redes sociais de maneira gentil são as que eu mais gosto de ter por perto. Quero me sentir bem com essas pessoas e não ver pessoas apenas dançando ou peladas, as pessoas que possuem público precisam manter a imagem um pouco, não quero que o público me veja de outra maneira, pois a sua maneira de portar reflete na sua audiência, quero que sejam seguidores de qualidade, que são pessoas que também vão consumir os produtos dos meus patrocinadores. Mas, muito obrigada por me seguirem." e se vocês quiserem conferir seu Instagram, é o @yuko_tailandesa_oficial. Beleza?

Espero que vocês tenham gostado da entrevista de hoje, em breve retornarei com novidades. Continuem acompanhando o blog para não perder nenhuma entrevista nova e nem os nossos projetos com o "BBRAU". Lembrando que quem quiser continuar acompanhando mais nas redes sociais, basta procurar no Facebook, Instagram e no Twitter por @odiariodebrunaj, combinado?

domingo, 23 de janeiro de 2022

Tá Na Fazenda ou Tá Na Roça?: 3x04 - Antonela Avellaneda x Iris Stefanelli


Olá, olá... Tudo bem, queridos leitores? Então que nós estamos dando continuidade na nossa coluna MARAVILHOSA de formar o elenco da próxima temporada de "A Fazenda", olha que gostoso? Para quem ainda não conhece, toda semana a gente coloca duas subcelebridades para competir pelo o seu voto e ao final de 20 semanas a gente confere quem foram todos os escolhidos para a temporada ideal, até o momento já temos o ator Júlio Rocha, a miss bumbum Suzy Cortez e agora, o cantor sertanejo Rodrigo Marim com 57,1% dos votos. 

Para a quarta semana, nós separamos duas ex-participantes do "Big Brother Brasil", que né? Aparentemente o Carelli está querendo investir nessa categoria todo ano, então que tal trazer pessoas que são relevantes para a competição ao invés de quem rende absolutamente um nada, não é mesmo lindo??? Pensando nisso, trouxemos a Antonela Avellaneda que BRILHOU no "Ilha Record" no ano passado, mostrando de uma vez por todas que a galera das primeiras temporadas são as melhores do mundo e a Iris Stefanelli que também brilhou no "No Limite" ano passado, em uma temporada onde quase todo o elenco era podre, então qualquer uma das duas seria maravilhosa nas terras rurais da Record, vem conhecer mais sobre elas. 

Antonela Avellaneda: Conquistou repercussão nacional após participar do Big Brother Brasil 4, em 2004, mas antes disso ela já tinha participado de um concurso de beleza ao lado da Mulher Samambaia e conquistou sua primeira capa da Playboy daqui do Brasil. Desde então, a modelo argentina já estampou outras capas da Playboy, vivenciou affairs com Cauã Reymond e Junior Lima e também encantou Pedro Bial durante o reality da Globo. Nos últimos anos ela competiu no concurso de Miss Bumbum, fez novos ensaios de nudez e participou do Ilha Record, onde se destacou bastante, principalmente por estar focada em estratégias para permanecer no programa. 

Motivos para entrar em A Fazenda: Quem assistiu o programa da Record ano passado, sabe que ela foi uma das principais jogadoras daquela temporada, tanto que ela merecia bem mais ter ido direto para a fazenda ao invés de passar por aquele programa. Diferente da participação dela no BBB, a moça foi completamente estrategista, ao ponto de inclusive ter um pequeno affair com o Pyong, que segundo ela, também fazia parte do seu jogo para permanecer na atração. Eu gosto de pessoas que vão para o jogo sem medo de se jogar e sem medo da opinião do público, dificilmente pessoas assim vencem, mas pelo menos gera um ótimo entretenimento para a gente, não é mesmo???

Iris Stefanelli: Após sua participação no reality show Big Brother Brasil, da Rede Globo, passou a integrar a equipe de apresentadores da RedeTV! em julho de 2007. Além da televisão, participou como apresentadora na rádio Transamérica Pop no período de março a julho de 2008 e atuou no teatro, recebeu vários prêmios, ganhando três vezes o Prêmio Mãos e Mentes que Brilham (2008, 2009 e 2010), duas vezes o Troféu Mulher, Linda Mulher (2008 e 2011), o Prêmio Personalidade (2007 e 2008) e o Troféu Super Cap de Ouro, nas categorias Revelação (2008) e Apresentadora (2009). No ano passado ela também retornou aos realities para participar do No Limite da Globo.

Motivos para entrar em A Fazenda: Desde que ficou confinada em 2007 que ela nunca demonstrou fugir de brigas, inclusive quem não se lembra do inferno que ela fez na vida do Alberto e Felipe por causa do pacto de sangue, não é mesmo? E ano passado não foi diferente, a moça estava completamente com vontade de jogar o jogo e uma vez que foi traída pelo seu time, ela chegou no outro entregando tudo os podres dos antigos companheiros, olha que delicia? Acredito que ela seria uma ótima pessoa para mostrar como um participante deve agir, mas infelizmente acho que ela está se guardando para uma nova oportunidade do reality show da Globo, mas de qualquer maneira, ela merece demais uma segunda chance em um reality show de confinamento. 


Agora é com vocês! Qual das duas bonitonas vocês prefeririam conferir em uma temporada de "A Fazenda"? Vocês vão ter até o próximo domingo, às 19:30 quando a enquete será encerrada, beleza??? Lembrando que vocês votam AQUI.

Qualquer novidade eu volto, lembrando que quem quiser entrar em contato comigo, pode add no facebook, procurando por "Bruna Jones" e que agora na página oficial do blog, vocês encontram conteúdo exclusivo: clique aqui! Podem também procurar e seguir no twitter e instagram no @odiariodebrunaj certo?