quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

CDTRA: 3x04 - Casa dos Talentos Realidade Alternativa - Fogo, Força e Coragem


A volta ao alojamento acontece em silêncio. O barulho dos passos ecoa pelo corredor enquanto os participantes retornam da arena. A ausência de Natália é sentida antes mesmo de ser comentada. A porta se fecha. Por alguns segundos, ninguém fala. Brenda senta-se no sofá, ainda visivelmente desgastada da prova. Ela encara o chão, respirando fundo, como se ainda estivesse dentro da cabine. Lita se aproxima dela. "Você foi muito forte." Brenda apenas assente. Emilio permanece em pé, encostado na parede, pensativo. Ele sabe que escapou por pouco. A experiência ainda está estampada em seu rosto. Do outro lado do ambiente, Harper quebra o silêncio: "A Natália saiu... Mas ela quase virou." Jorge concorda com a cabeça. "Ela cresceu na reta final." Mirla cruza os braços. "Ela era muito estratégica. Observava tudo." A fala muda o clima. Alguns começam a refletir em voz alta. "Talvez a gente tenha subestimado ela." "Ela não era tão invisível quanto parecia." "Ou talvez justamente por isso fosse perigosa." Brenda levanta o olhar. "Ela era forte. Só não foi o suficiente hoje." O peso da frase se espalha pelo espaço. Vanessa comenta em tom baixo: "Essa prova mostrou que ninguém está seguro." O grupo entende. Não importa embate, aliança ou silêncio estratégico. Quando a porta da cabine fecha, é cada um por si. Emilio finalmente fala: "A partir de agora, qualquer detalhe pode decidir." Ninguém discorda. O jogo continua. Mas a eliminação de Natália deixa uma marca clara: A pressão não revela apenas fraquezas. Ela revela quem consegue sobreviver a elas.

O clima ainda está pesado no alojamento quando Brenda se levanta do sofá, já recomposta da prova, mas não da indicação. Emanuel está encostado na bancada, conversando baixo com Jorge, quando ela se aproxima. "Você conseguiu o que queria." O tom não é alto... Mas é afiado. Emanuel vira devagar. "Consegui o quê, Brenda?" "Me colocar lá. Me testar. Me expor." Ele respira fundo. "Eu joguei. Você também joga." Ela dá um passo à frente. "Não. Você provoca e depois chama de estratégia." Alguns participantes começam a prestar atenção. O ambiente esquenta rapidamente. Kayo tenta intervir: "Gente, acabou a prova. Vamos baixar a bola." Brenda ignora. "Você falou o dia inteiro tentando me pintar como ameaça." Emanuel rebate: "Você se colocou como uma quando me confrontou na frente de todo mundo." O tom sobe. Harper se aproxima. "Não vale a pena transformar isso numa guerra pessoal." Brenda encara Emanuel sem piscar. "Você queria resolver na arena. Eu resolvi." "E eu disse que preferia resolver lá do que ficar em joguinho de indireta." "Indireta?" ela quase ri. "Você soltou frase calculada pra casa inteira entrar em paranoia." Agora os dois falam por cima um do outro. Jorge tenta colocar a mão no ombro de Emanuel. "Calma." Mirla se posiciona ao lado de Brenda. "Vocês dois estão alimentando isso." Mas já é tarde. "Você não sustenta quando alguém bate de frente." diz Brenda. Emanuel dá um passo à frente também. "Eu sustento, tanto que você voltou e eu estou aqui." O silêncio pesa por um segundo. A troca de olhares é intensa. Vanessa intervém, mais firme: "Vocês estão fazendo exatamente o que enfraquece qualquer um aqui dentro." Mas os ânimos continuam exaltados. Brenda aponta discretamente para ele. "Isso não acabou." Emanuel responde no mesmo tom: "Eu nunca disse que tinha acabado." O restante do grupo percebe que não é apenas tensão momentânea. É rivalidade declarada. E a partir de agora, qualquer decisão na casa terá esse embate como pano de fundo. O jogo ganhou um confronto direto. E nenhum dos dois parece disposto a recuar.

A noite cai, mas o clima na casa continua elétrico. Depois do embate direto, Emanuel muda completamente a postura. Ele para de responder provocações, reduz as falas em grupo e começa a circular em conversas menores, quase sempre em tom baixo. Na cozinha, conversa com Jorge: "Eu não preciso levantar a voz. Quem levanta demais acaba se queimando." Na área externa, fala com Vanessa: "Eu não tenho nada contra a Brenda. Mas você percebe como ela reage? Isso pesa." Ele não acusa diretamente. Só insinua. A estratégia é clara: Plantar dúvida. Enquanto isso, Brenda percebe o movimento. Nota olhares diferentes. Conversas que cessam quando ela se aproxima. Ela cruza os braços no meio da sala e decide que não vai deixar isso crescer nos bastidores. "Todo mundo aqui, agora." O tom é firme. Os participantes se reúnem, alguns surpresos, outros já esperando algo assim. Brenda respira fundo. "Eu não vou ficar nesse joguinho de cochicho. Se alguém tem algo pra falar de mim, fala na minha frente." Silêncio. Emanuel mantém a expressão neutra. "Ninguém está falando de você." Ela ri, desacreditando. "Então vamos facilitar. Quem está com quem aqui? Porque está muito claro que tem lado sendo formado." O ambiente pesa. Harper tenta amenizar: "Não precisa dividir a casa assim." Mas Brenda continua: "Precisa, sim. Porque eu não vou ser pintada como descontrolada enquanto tem gente manipulando narrativa." Agora os olhares se voltam para Emanuel. Ele finalmente fala: "Você está fazendo exatamente o que eu disse. Transformando tudo em confronto." "E você está fazendo exatamente o que eu disse. Trabalhando por trás." O tom sobe. Evandro intervém: "Isso está saindo do controle." Emilio tenta equilibrar: "Todo mundo está jogando. Não é pessoal." Brenda encara Emanuel: "Então assume seu jogo." Ele responde, firme: "Eu assumo. Eu jogo com estratégia. Você joga com explosão." O ar parece ficar mais denso. Alguns participantes começam a se posicionar, ainda que de forma sutil, aproximando-se fisicamente de um lado ou de outro. A divisão que antes era silenciosa agora está escancarada. Brenda não recua. Emanuel também não. A casa não é mais um grupo único. Agora é um tabuleiro. E dois jogadores decidiram mover as peças sem medo das consequências.

Mais tarde naquela noite, a casa já está mais silenciosa. Na área externa, longe do centro do alojamento, Elena, Cammie, Henrique e Silvio conversam em voz baixa. A tensão do embate entre Brenda e Emanuel ainda ecoa no ambiente, mas ali o clima é diferente, mais estratégico do que emocional. Elena quebra o silêncio: "Eu não vou me meter nisso." Cammie concorda imediatamente. "Nem eu. Eles dois querem protagonismo. Que fiquem com ele." Henrique encosta na cadeira, pensativo. "Quanto mais eles batem de frente, menos olham pra gente." Silvio dá um meio sorriso. "É o cenário perfeito." Elena cruza as pernas. "Se a próxima votação girar em torno deles, ninguém vai lembrar de quem está quieto." Cammie completa: "E quieto não significa fraco." Henrique concorda: "Significa inteligente." Eles deixam claro entre si: Não vão defender Brenda, nem atacar Emanuel. Também não vão fazer o contrário. Neutralidade estratégica. Silvio resume: "Enquanto eles disputam controle... A gente constrói permanência." Um silêncio confortável se instala. Do outro lado da casa, vozes ainda se elevam em discussões fragmentadas. Ali, porém, o plano é outro: Passar desapercebido, observar, esperar o momento certo. Eles não querem ser líderes da guerra. Querem sobreviver a ela.

A manhã seguinte amanhece mais silenciosa do que o normal. Os participantes entram aos poucos no espaço do café, ainda carregando o peso da eliminação... Mas algo está diferente. Não há aquele clima melancólico habitual. Simone é a primeira a comentar, mexendo distraidamente na xícara: "É estranho... Eu quase não pensei na saída da Natália." O nome ecoa por um segundo no ambiente. Tony concorda: "Ontem foi tão intenso que não deu nem tempo de absorver." Cammie completa: "A discussão da Brenda com o Emanuel tomou tudo." Do outro lado da mesa, Jorge observa: "A casa ficou dividida muito rápido." Lita, ainda reflexiva após a prova, fala em tom mais baixo: "A gente saiu da arena direto pra outra." Silêncio breve. Emilio acrescenta: "Normalmente, quando alguém sai, a casa para. Ontem não parou." Todos sabem o motivo. Brenda entra no ambiente naquele momento. Emanuel já está sentado. O clima muda imediatamente. Não há discussão agora. Só uma tensão visível, quase palpável. Elena comenta discretamente com Silvio: "Está vendo? É disso que eu falo." Silvio apenas observa. Vanessa volta ao assunto: "A Natália saiu... E a gente nem conseguiu sentir." Brenda escuta e responde, firme: "O jogo não para." Emanuel complementa, sem olhar para ela: "Nunca parou." O café segue, mas ninguém ignora o fato: A eliminação de Natália virou pano de fundo. O foco agora é outro. A casa não está mais em luto. Está em conflito. E quando o conflito domina... Não sobra espaço para saudade.

A noite cai e as luzes da área de provas iluminam o céu escuro. Os participantes caminham em silêncio até a estrutura montada. À frente deles, duas plataformas gigantescas se erguem no alto, imponentes, assustadoras. No centro do campo, aguardando o grupo, está Murilo Rosa. Ele observa cada reação. "Boa noite." O vento sopra forte lá no alto. A estrutura metálica range levemente. "Hoje vocês enfrentam a segunda prova coletiva." Os participantes trocam olhares tensos. "Vocês serão divididos aleatoriamente em trios." Um murmúrio percorre o grupo. "Cada trio deverá subir até o topo de uma plataforma a 65 metros de altura." Alguns olhares sobem automaticamente. "De lá, vocês vão se lançar com o objetivo de atravessar uma parede de madeira em chamas." O impacto da informação é visível. "Após atravessarem a parede, precisarão se agarrar a uma escada de cordas suspensa." Murilo aponta para a estrutura iluminada. "Vocês deverão escalar até alcançar a plataforma seguinte." Ele continua, firme: "Ao chegar lá em cima, o trio precisará montar corretamente uma escada de madeira." A câmera destaca peças espalhadas na plataforma superior. "Depois de montada, os três integrantes devem subir e tocar os três sinos no topo." O som de um sino ecoa simbolicamente no campo. Murilo então deixa clara a regra que muda tudo: "Se qualquer participante desistir... O trio inteiro estará automaticamente na próxima prova de eliminação." O peso da frase cai como um bloco. "Vence o trio que completar todo o percurso no menor tempo." Silêncio absoluto. Não é apenas força. É confiança mútua. É coragem coletiva. É responsabilidade compartilhada. Murilo finaliza: "Vocês não competem sozinhos hoje. Vocês caem juntos. Sobem juntos. Vencem juntos... Ou perdem juntos." A tensão é visível nos rostos. Agora não se trata apenas de rivalidade individual. Se alguém falhar... Dois outros pagam o preço.

A área de provas permanece iluminada enquanto Murilo Rosa segura a urna transparente. "Agora sim. Sorteio oficial dos trios. Totalmente aleatório." As esferas são misturadas. Um a um, os nomes são chamados. O resultado final se forma diante de todos: Trio 1 é formado por Brenda, Evandro e Lexie. Brenda respira fundo. Evandro parece confiante. Lexie observa a estrutura lá no alto, concentrada. Trio 2 é formado por Emanuel, Marcela e Tony. Emanuel mantém postura firme. Marcela troca um olhar estratégico com ele. Tony estala o pescoço, se preparando mentalmente. Trio 3 é formado por Elena, Raphael e Mirla. Raphael parece animado. Mirla analisa a distância da plataforma. Elena mantém expressão neutra. Trio 4 é formado por Henrique, Vanessa e Kayo. Vanessa sorri de nervoso. Henrique já começa a falar sobre divisão de tarefas. Kayo observa a altura em silêncio. Trio 5 é formado por Lita, André e Simone. Lita demonstra determinação. André parece tranquilo. Simone respira fundo, focada. Trio 6 é formado por Cammie, Emilio e Jorge. Emilio analisa a estrutura. Jorge já fala sobre ritmo e coordenação. Cammie mantém a calma. Trio 7 é formado por Danilo, Harper e Silvio. Harper cruza os braços, concentrada. Danilo parece animado com o desafio. Silvio observa tudo estrategicamente. Murilo finaliza: "Trio definido é compromisso firmado. Se um desistir... Os três enfrentam a eliminação. Preparem-se para subir." O vento sopra mais forte. Sete trios. Sete destinos possíveis. E apenas um será o mais rápido.

As luzes se intensificam sobre a primeira plataforma. O vento sopra forte a 65 metros de altura. No solo, Murilo Rosa anuncia: "Primeiro trio na plataforma." Trio 1: Brenda, Evandro e Lexie. Os três sobem pela estrutura metálica. O silêncio domina o campo. Lá no alto, Brenda respira fundo e encara o vazio. Evandro testa o equipamento de segurança. Lexie fecha os olhos por um segundo, concentrando-se. "A gente vai junto. Sem hesitar." diz Brenda. Eles se posicionam. "3... 2... 1... SALTO!" Os três despencam. O impacto contra a parede de madeira em chamas é simultâneo. A estrutura se rompe em uma explosão de faíscas controladas. Eles atravessam. Agora precisam se agarrar à escada de cordas. Evandro consegue primeiro e grita: "Sobe! Sobe!" Lexie se firma logo depois. Brenda demora um segundo a mais para estabilizar o corpo, mas consegue se prender. Começa a escalada. A altura pesa. Os braços queimam. Evandro mantém ritmo forte. Lexie acompanha. Brenda acelera para não perder tempo. Chegam à plataforma superior. Peças da escada de madeira estão espalhadas. "Eu seguro, vocês encaixam!" diz Evandro. Eles trabalham em conjunto. Lexie encaixa as laterais. Brenda fixa os degraus. Escada montada. Evandro sobe primeiro e toca o sino. DONG. Lexie sobe. DONG. Brenda, por último. DONG. Murilo confirma: "Tempo do Trio 1 registrado!" Eles descem exaustos, mas satisfeitos. Trio 2: Emanuel, Marcela e Tony. Agora é a vez deles. Emanuel sobe primeiro, postura firme. Marcela observa cada detalhe. Tony parece energizado. Lá no topo: "Sem erro. A gente precisa ser mais rápido que eles." diz Emanuel. "Coordenação é tudo." completa Marcela. "Bora!" Tony já está pronto. "3... 2... 1... SALTO!" Eles se lançam. O impacto é forte, a parede se rompe, mas Tony se desequilibra na queda e demora meio segundo para se prender à escada. Emanuel já começa a subir. Marcela mantém foco absoluto. Tony recupera o ritmo. A escalada é intensa. Emanuel dita o passo. Marcela quase empata com ele. Tony força para alcançar. Chegam à plataforma superior. "Eu monto!" grita Tony. Marcela organiza as peças rapidamente. Emanuel encaixa a base. Trabalham com pressa. Escada pronta. Emanuel sobe e toca o sino. DONG. Marcela sobe logo atrás. DONG. Tony sobe por último. DONG. Murilo observa o cronômetro. "Tempo do Trio 2 registrado!" Os dois trios agora aguardam o resultado parcial. A diferença parece pequena. Muito pequena. A competição está oficialmente acirrada.

As luzes agora se voltam para a próxima plataforma. O vento continua forte e a tensão aumenta conforme mais trios encaram a estrutura. No solo, Murilo Rosa anuncia: "Trio 3, na plataforma." Trio 3: Elena, Raphael e Mirla Os três sobem em silêncio. Lá no alto, Raphael olha para baixo e solta o ar lentamente. "Sem pensar muito. Pensar trava." ele diz. Mirla ajusta o equipamento. "Foco na coordenação." Elena observa a parede em chamas à frente. "Vamos juntos." Eles se alinham. "3... 2... 1... SALTO!" Os três despencam. O impacto é forte, mas sincronizado. A parede se rompe de maneira limpa. Na descida, Raphael alcança a escada primeiro. Elena vem logo atrás. Mirla demora um segundo a mais para estabilizar o corpo, mas se prende firme. A escalada começa. Raphael impõe ritmo alto. Elena acompanha com constância. Mirla mantém técnica e evita movimentos bruscos. Chegam à plataforma superior com boa velocidade. "Eu organizo as peças!" diz Mirla. Raphael segura a base. Elena encaixa os degraus com rapidez surpreendente. A escada fica pronta rapidamente. Raphael sobe. DONG. Elena sobe. DONG. Mirla finaliza. DONG. Murilo olha para o cronômetro. "Tempo do Trio 3 registrado." A expressão dele indica: Foi competitivo. Muito competitivo. Trio 4: Henrique, Vanessa e Kayo. Henrique sobe determinado. Kayo mantém expressão séria. Vanessa demonstra nervosismo, mas tenta disfarçar. Lá no topo, Vanessa olha para baixo e respira fundo. "Eu vou." Henrique coloca a mão no ombro dela. "A gente vai junto." Kayo já está posicionado. "3... 2... 1... SALTO!" Eles se lançam. O impacto quebra a parede, mas Vanessa se desequilibra na transição para a escada. Ela escorrega levemente antes de conseguir se agarrar. O tempo corre. Henrique já começa a subir. Kayo acompanha. "Vem, Vanessa!" grita Henrique. Ela se firma e começa a escalada, visivelmente forçando o ritmo. Chegam à plataforma superior um pouco atrás dos outros trios. "Rápido!" Kayo já começa a montar. Henrique encaixa a estrutura com precisão. Vanessa ajuda a estabilizar. A escada fica pronta. Henrique sobe. DONG. Kayo sobe. DONG. Vanessa sobe por último. DONG. Murilo observa o tempo. "Tempo do Trio 4 registrado." Henrique ajuda Vanessa a descer. Ela está ofegante, mas aliviada por não ter desistido. Agora quatro trios já completaram a prova. E a diferença entre eles parece mínima. Cada segundo pode mudar o destino.

O clima na área de provas já era de pura tensão. Após as apresentações intensas dos quatro primeiros trios, o som do vento batendo nas estruturas metálicas a 65 metros de altura parecia ainda mais forte. Murilo observa tudo em silêncio enquanto a produção prepara os próximos participantes. Trio 5: Lita, André e Simone. Os três caminham até a plataforma tentando esconder o nervosismo. Lita respira fundo, olhando para baixo apenas uma vez antes de se posicionar. "Se eu olhar de novo, eu desisto," ela comenta, arrancando um riso nervoso de Simone. André tenta manter o clima leve: "Gente, é só pular no fogo... Completamente normal." Murilo dá o sinal. "3... 2... 1... VALENDO!" Os três saltam quase ao mesmo tempo. O impacto contra a parede de madeira em chamas é forte, pedaços da estrutura se quebram e voam enquanto eles atravessam o obstáculo com sucesso. Simone é a primeira a alcançar a escada de cordas, mas sente dificuldade para estabilizar o corpo ainda balançando. Lita vem logo atrás, mostrando agilidade impressionante. Ela escala rapidamente, incentivando os colegas: "Bora! Bora! Não para!" André demora alguns segundos extras para recuperar o ritmo, fazendo o trio perder tempo precioso. No topo da plataforma, eles começam a montar a escada de madeira. A ansiedade atrapalha, uma peça cai, obrigando-os a reiniciar o encaixe. "Calma! Respira!" diz Lita, assumindo a liderança. Finalmente, a escada fica firme. Um por um, eles sobem e... DING! DING! DING! Os três sinos tocam. Murilo anuncia: "Tempo do Trio 5: 6 minutos e 42 segundos!" Eles comemoram exaustos, abraçando-se ainda tremendo de adrenalina. Trio 6: Cammie, Emilio e Jorge. O trio seguinte já entra com outra energia: Concentração total. Emilio observa a altura em silêncio. Cammie fecha os olhos por alguns segundos, claramente tentando controlar o medo. Jorge bate no peito, animado: "É agora. Sem pensar!" Murilo autoriza o início. "3... 2... 1.... VALENDO!" O salto é perfeitamente sincronizado. Os três atravessam a parede em chamas quase como um único movimento, a madeira explode em pedaços atrás deles. Na escada de cordas, Jorge assume a frente e sobe com velocidade impressionante. Cammie demonstra dificuldade nos primeiros degraus, escorregando levemente. Emilio percebe e desacelera. "Vai no meu ritmo! Não olha pra baixo!" Ela recupera a confiança e continua. Chegando ao topo, o trio trabalha de forma extremamente coordenada na montagem da escada. Nenhuma peça cai. Nenhum erro. Em poucos segundos, a estrutura está pronta. Jorge sobe primeiro e toca o sino. DING! Emilio vem logo atrás. DING! Cammie respira fundo antes do último esforço... DING! O trio comemora gritando. Murilo sorri, criando suspense antes do anúncio: "Tempo do Trio 6..." (pausa dramática) "5 minutos e 31 segundos!" Os participantes que assistem reagem com surpresa. Emilio levanta os braços, enquanto Jorge começa a chorar de alívio.

A tensão já era visível entre os participantes que aguardavam o resultado final. O tempo do Trio 6 havia elevado o nível da competição e agora todos sabiam que apenas uma apresentação praticamente perfeita poderia mudar o rumo da prova. Murilo observa o último grupo se posicionando na base da estrutura e anuncia: "Chegou a hora do último trio da noite. Ainda dá tempo de mudar tudo." Trio 7: Danilo, Harper e Silvio. Os três caminham até a plataforma em silêncio. O clima é diferente dos outros grupos: Menos brincadeira, mais concentração. Harper olha para baixo e solta um riso nervoso: "Se a gente ganhar isso, eu nunca mais reclamo de prova." Danilo responde: "Eu vou cobrar essa promessa depois." Silvio, focado, completa: "Sincroniza o salto. A gente ganha tempo ali." Eles se alinham na borda da plataforma. O vento corta o silêncio. Murilo levanta o braço. "3... 2... 1... VALENDO!" O trio salta junto. O impacto contra a parede de madeira em chamas é forte, a estrutura se rompe quase por completo, abrindo passagem imediata para os três. Na escada de cordas, Danilo assume a liderança com agilidade impressionante. Harper mantém ritmo constante logo atrás, enquanto Silvio leva alguns segundos extras para recuperar o equilíbrio após o impacto. "Respira e sobe!" incentiva Harper. Eles alcançam o topo ainda competitivos. A montagem da escada começa rápida, mas uma peça é encaixada de forma errada. Silvio percebe na hora. "Tá errado! Vira!" A correção custa segundos preciosos. A escada finalmente fica firme. Silvio sobe primeiro. DING! Harper vem logo atrás. DING! Danilo, visivelmente cansado, reúne forças enquanto os colegas gritam incentivo. Ele alcança o topo e bate o sino. DING! Os três se jogam no chão, exaustos. Murilo olha para o cronômetro. "Tempo do Trio 7: 5 minutos e 58 segundos!" Os participantes reagem com aplausos. Foi rápido, mas será suficiente? 

Revelação dos Resultados: Todos são reunidos diante da área de provas. O silêncio domina o ambiente enquanto Murilo segura o tablet com os tempos oficiais. "Participantes... Essa prova exigiu coragem, trabalho em equipe e controle emocional. Agora é hora de conhecer os resultados." Ele começa a anunciar: Trio 1: 7 minutos e 12 segundos. Trio 2: 6 minutos e 05 segundos. Trio 3: 6 minutos e 48 segundos. Trio 4: 6 minutos e 11 segundos. Trio 5: 6 minutos e 42 segundos. Trio 6: 5 minutos e 31 segundos. Trio 7: 5 minutos e 58 segundos. Murilo faz uma pausa longa, olhando diretamente para os participantes. "O trio vencedor da segunda prova coletiva... Com o melhor tempo da noite..." O suspense toma conta do ambiente. "... Cammie, Emilio e Jorge." Os três comemoram intensamente, se abraçando enquanto o restante da casa reage entre aplausos e olhares preocupados. Murilo então continua, em tom firme: "Além da imunidade, o trio vencedor conquista um grande poder no jogo." Os participantes se entreolham imediatamente. "Cammie, Emilio e Jorge... Quando forem solicitados, vocês serão responsáveis por indicar quatro participantes para disputar a próxima prova de eliminação." O clima muda instantaneamente. Sorrisos desaparecem, cochichos começam e alguns jogadores já evitam contato visual com o trio vencedor. Murilo finaliza: "O jogo segue... E a partir de agora, cada atitude pode definir o seu destino aqui dentro." A câmera se afasta mostrando alianças começando a se movimentar silenciosamente enquanto a noite avança.

Conheça os Participantes: André TorquatoBranda PassosCammie FormigoniDanilo MouraElena ZanottiEmanuel TrindadeEmilio AlencarEvandro ArostiHarper KleinHenrique LagesJorge AndradeKayo ToquetonLexie PiovaniLita LyruiMarcela CamposMirla SantanaNatália TassinariRaphael PigossiSilvio CruzSimone FrancinelliTony Vianna e Vanessa Marinho.

LEMBRANDO QUE: Esta coluna é uma obra de ficção, qualquer semelhança com nomes, pessoas, factos ou situações da vida real terá sido mera coincidência. Todos os direitos de criação das personagens e suas histórias são reservados. Este material não pode ser publicado, reescrito ou redistribuído sem autorização. © 2015 - 2026

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